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O velho lobo está firme

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Política é uma cachaça que vicia, diz o popular ditado. Quem vê o deputado federal Flaviano Melo (MDB) numa campanha com sua bengala, com dificuldade de locomoção, participando de passeatas, indo de casa em casa nas visitas políticas, com vigor, passa a crer no ditado. Flaviano Melo já virou uma marca política, no Acre. Foi bom governador, bom prefeito e tem um aspecto que sempre deve ser ressaltado, o de fazer campanha sem ofender a honra dos adversários. Nunca descamba para a discussão política rasteira e do lodaçal. Trava o debate no campo das idéias. Nesta eleição o velho lobo continua puxando o seu partido, num exemplo de garra aos mais novos. Tem história. E não me causaria surpresa a sua reeleição.

COMANDO FORTE
As campanhas da Perpétua Almeida (PCdoB) e do Edvaldo Magalhães (PCdoB) contam com apoios importantes em Mâncio Lima. Do ex-vereador Uhalasys Bandeira, Alex Dias e Raimundo Ramos. Pelo trabalho político que fazem, pode render muitos votos ao Edvaldo e à Perpétua.

DATA-CONTROL EM CAMPO
Um dos institutos regionais mais sérios do Acre, o Data-Control, registrou pesquisa no TRE-AC, se encontra em campo, e os resultados estão previstos para divulgação na próxima terça-feira. Teremos os números das intenções de votos mais recentes para senador e para governador.

NÃO BRIGO COM PESQUISA
Quando a pesquisa é feita por um instituto sério nunca brigo com os seus números.

COMO NUNCA TEVE
A eleição presidencial não terá nenhuma influência nesta eleição para governador, no Acre, como também não teve em eleições anteriores. A disputa por esta banda é sempre paroquial.

NEM POR ISSO
O candidato à presidente Jair Bolsonaro (PSL) lidera disparado as pesquisas, no Acre, e nem por isso conseguiu transferir o seu potencial de votos para seu candidato Ulisses Araújo (PSL).

BANCADA DO JURUÁ
O Juruá pode aumentar a bancada na ALEAC, que tem os deputados Josa da Farmácia (PODEMOS), Luiz Gonzaga (PSDB), Nicolau Junior (PROGRESSISTA) e Maria Antonia (PROS). Os quatro com boa chance de voltar. Nesta eleição teremos na região ainda as candidaturas do Nonato Costa (PSB), Lucila Brunetta (PROGRESSISTA), Antonia Sales (MDB), Marivaldo da Várzea (PROGRESSISTA) e Carla Brito (PSB). Cruzeiro do Sul é o segundo colégio eleitoral do Acre.

PERMANECE BAIRRISTA
Quando não tinha ligação rodoviária, Cruzeiro do Sul e os demais municípios do Juruá eram extremamente bairristas. Veio a estrada e mesmo assim os cruzeirenses continuam votando massivamente nos candidatos regionais. E esta prática não deve mudar nesta eleição.

CORRENDO O INTERIOR
O deputado Heitor Junior (PODEMOS), nesta eleição, não concentrou a sua campanha apenas em Rio Branco e tem montado bases também nos municípios do interior. A sua chapa é muito forte, por ter na sua composição seis deputados. Tende a ser um dos três a serem reeleitos.

MULHERES NA LIDA
Outra chapa muito robusta é a da coligação MDB-PSD. Os homens desta chapa se cuidem. As mulheres que a integram não entraram para fazer número: Antonia Sales (MDB), Meire Serafim (MDB) e Eliane Sinhasique (MDB) não serão fáceis de serem batidas na disputa.

PANORAMA ATUAL
Esta nova pesquisa do Data-Control em andamento pode servir para mostrar um quadro mais real na ferrenha disputa das duas vagas para senador. Saber se algum dos candidatos se descolou do bolo e quem continuará embolado na briga pela segunda vaga. Aguardemos.

O TEMPO VOA
O tempo para os candidatos a governador voa. Se algum deles fechar a próxima semana, descolado na dianteira das pesquisas por uma boa margem de votos, dificilmente, quem estiver na segunda colocação terá tempo de se recuperar nos últimos dez dias.

CONTINUAM CONVICTOS
Os coordenadores da campanha do candidato ao governo pelo PSL, Coronel Ulisses Araújo, se recusam em acreditar nas pesquisas que o colocam em terceiro lugar. Continuam convictos de que haverá um segundo turno entre Ulisses e Gladson Cameli (PROGRESSISTA).

POLARIZAÇÃO MANTIDA
Desde a pré-campanha até esta reta final da campanha oficial os candidatos Gladson Camelim (PROGRESSISTA) e Marcus Alexandre (PT) estão polarizados na briga pelo governo. Eleição tem suas surpresas. Mas, não há um indicativo de que o panorama possa mudar até a votação.

ABANDONADO NA BURAQUEIRA
O deputado federal Sibá Machado (PT) foi abandonado pelos companheiros do PT. Sibá não é nem de longe prioritário na sua reeleição pela cúpula petista que, na real possibilidade do PT não reeleger os três atuais parlamentares, centrou apoio na candidatura do Léo de Brito (PT).

LEI DO MURICI
A campanha do PT para deputado federal virou uma espécie de Lei do Murici, em que cada um que cuida de si. Acabou a divisão de áreas de eleições passadas entre os candidatos. O que há hoje no PT é o grupo dominante impondo os seus candidatos proporcionais e ponto final.

NENHUM ENVOLVIDO
Segundo a própria manifestação da PF, não há nenhum deputado envolvido nesta fase da apuração de supostos ilícitos em licitações das contas de publicidade da Assembléia Legislativa. Ontem, a cidade se encheu de boatos de prisões que não aconteceram.

LUZ PRÓPRIA
O deputado federal Alan Rick (DEM) cumpriu um mandato onde defendeu aquilo que acredita. Votou SIM ao impeachment da Dilma e também a favor das investigações do presidente Michel Temer. Foi ético em preferir perder cargos federais, para manter as suas convicções.

CHIADEIRA GERAL
Não encontro um candidato a deputado que não venha reclamar da direção do seu partido por não estar recebendo a quantia que esperava para a sua campanha. O uso do cachimbo milionário de eleições passadas deixou bocas tortas. É bom irem se acostumando à liseira.

CAMPANHA CONTINUA
Mesmo com problemas jurídicos nada impede que a candidatura da publicitária Charlene Lima (PTB) continue para deputada federal. Até porque não foi condenada a nada e permanece apta a concorrer como qualquer candidato da coligação. Sua campanha será tocada normalmente.

COMPROMISSO FIRMADO
Ontem aconteceu uma reunião dos candidatos a deputado estadual do PTB e a deliberação foi de que continuarão com as suas candidaturas na rua e pedindo votos para Charlene Lima (PTB) à deputada federal. Não há no momento indicação de que ela possa retirar seu nome do jogo.

QUEM MUITO CHEGAR
Tem candidato dançando na maionese do delírio de que pode chegar aos quarenta mil votos para a Câmara Federal. Esta eleição tem um componente a se observar: um grande número de candidaturas parelhas, os votos devem ser pulverizados. 30 mil votos já é ponto fora da curva.

PELOTÃO DE FRENTE
Josemir Anute (SD), Neném do Banco do Brasil (SD) e Walter Prado (SD) são sempre os nomes citados até por adversários, como os mais fortes concorrentes do SOLIDARIEDADE a deputado estadual. A tendência natural e eleger um deputado, mas pode chegar a uma segunda vaga.

GUERRA SURDA
Pelo que escutei ontem, o que era uma disputa para o Senado virou uma guerra cruenta.

JERFSON PURURUCA
Anotem: puxará a fila de votação na chapa do PTB para deputado estadual. Atualmente é primeiro suplente de deputado e nesta campanha está muito mais organizado que a anterior.

HABEAS-CORPUS
Os advogados da publicitária Charlene Lima (PTB) entraram ontem com Habeas-Corpus para buscar a sua soltura. Até ontem, ela se encontrava à disposição da justiça na sede da PF.

FOI SÓ UMA BRINCADEIRA
Tudo não passou de uma brincadeira do Lira, candidato a deputado estadual por Brasiléia, ao publicar que teria 300 mil reais para pagar os lanches dos cabos-eleitorais na campanha. A PF foi conferir e achou 350 reais. A possibilidade do Lira ter 300 mil reais é a mesma que eu ser convocado pelo Tite para goleiro da seleção brasileira. Nunca mais brincará com coisa séria.

RAIOS E TROVÕES
O tempo político está instável e, com chuvas e trovoadas. E pode chegar a raios e tufões. Este final de campanha no campo majoritário pode vir a ser extremamente turbulento.

NÃO ATROPELO O DIREITO
Os mais de quarenta anos de jornalismo político me ensinaram a ter cautela ao comentar prisões de figuras políticas ou de qualquer outro cidadão. Enquanto o preso tenha prisão preventiva ou temporariamente, não tiver condenação, aplico a presunção de inocência da Constituição Federal. E muito menos faço ilações envolvendo terceiros. Conheço dezenas de exemplos de pessoas que foram presas e depois foram inocentadas por decisão judicial. O mesmo posicionamento, eu aplico à operação de ontem da Polícia Federal contra acusados de supostas práticas ilegais em licitações, na ALEAC. Não atropelo o Direito. A PF cumpriu o seu papel. Vem agora o direito de defesa. Não me antecipo em fazer juízo de valor sem uma decisão final da justiça de um caso que está em andamento. E nem consigo me alegrar ou comemorar quando alguém é preso. Vamos ver como será o desfecho deste caso complicado.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todos o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continuam acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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