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Superintendente da PF no Acre diz que não “haverá quebra de relação” com a imprensa

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O superintendente da Polícia Federal, Rafael Francisco França, disse na manhã desta quinta-feira, 13, na sede do órgão, que a imprensa é parceira da instituição e que não aprova nenhum ato de censura ao trabalho dos jornalistas. “Em momento algum haverá quebra dessa relação”, afirmou.

A afirmação de Ricardo França foi feita depois que repórteres, durante uma coletiva sobre uma operação da Polícia Federal, aproveitaram para questioná-lo e ao mesmo tempo informá-lo sobre o caso do repórter Almir Andrade, correspondente da TV Gazeta (Rede Record), que teve seu equipamento de filmagem retido e as imagens apagadas por policiais federais que cumpriam mandado de busca e apreensão na casa de um candidato em Brasiléia, na manha desta quinta-feira.

A ação dos agentes aconteceu no momento em o repórter registrava o serviço policial na residência do político.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre vai denunciar o caso à Corregedoria da Polícia Federal no Acre.

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MPF Acre abre inquerito para apurar possíveis deficiências em Escola Indígena Txana Bixati

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A Procurada da República Titular, do 5º Ofício, da Procuradoria da República no Acre, Luciana de Miguel Cardoso Bogo, do Ministério Público Federal do Acre, decidiu abrir um inquérito civil para “apurar possíveis deficiências” na estrutura e nos materiais ofertados para funcionamento da Escola Indígena Txana Bixati Hui Bai, localizada em Feijó.

De acordo com a publicação, datada desta segunda-feira, 19, por meio do Diário Eletrônico do MPF, o inquérito que foi aberto com o intuito de apurar fatos que digam respeito ou acarretem danos efetivos ou potenciais a interesses ou direitos defendidos pelo MP.

Devido ainda não haver informações suficientes para esclarecimentos dos fatos, o MPF decidiu instaurar o inquérito, pelo prazo de um ano, afim de apurar possíveis deficiências no funcionamento da Escola Indígena Txana Bixati Hui Bai, situada no Nova Esperança.

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Acre e estados da Amazônia Legal lamentam suspensão de financiamento europeu

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O Acre é um dos estados, ao lado Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, que compõem o Consócio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal.

Neste final de semana, insatisfeitos com a pouca habilidade diplomática do presidente Jair Bolsonaro que culminou com a suspensão de recursos por parte da Alemanha e Noruega para ajudar na preservação da Amazônia, o consócio resolveu emitir uma nota onde lamentam a suspensão dos recursos e diz que o bloco de estados brasileiros vai dialogar diretamente com os países europeus e já teria, inclusive, informado oficialmente à presidência da República e as embaixadas de Noruega, Alemanha e França.

Um outro assunto abordado na nota é a reformulação do Fundo Amazônia. O bloco de estados amazônicos quer participar das discussões e reivindica que o Bando da Amazônia passe a ser o gestor do fundo, no lugar do BNDES que atualmente tem essa função.

Leia a nota na íntegra:

Sobre a suspensão dos recursos da Alemanha e Noruega para o Fundo Amazônia, o Governador do Amapá, Waldez Góes, na condição de presidente do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, esclarece que:

1 – O bloco amazônico lamenta que as posições do governo brasileiro tenham provocado a suspensão dos recursos. Nós, governadores da Amazônia Legal, somos defensores incondicionais do Fundo Amazônia.

2 – Já informamos oficialmente ao Presidente da República, e às Embaixadas da Noruega, Alemanha e França, através de audiência e durante o Fórum em Palmas (TO), que o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal estará dialogando diretamente com os países financiadores do Fundo.

3 – No Planejamento Estratégico do Consórcio temos compromisso integral com o Desenvolvimento Sustentável. Somos radicalmente contra qualquer prática ilegal de atividades econômicas na região. No âmbito de nossas atuações, estamos firmes e vigilantes no combate e punição aos que querem atuar fora da lei. Por isso, estamos cobrando do Governo Federal o combate e a punição das atividades ilegais.

4 – Os governantes do bloco amazônico desejam participar diretamente das decisões para reformulação das regras do Fundo Amazônia, que estão sendo feitas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Queremos, ainda, que o Banco da Amazônia passe a ser o gestor financeiro do Fundo, em razão da proximidade da instituição financeira com os Estados, já que o Banco da Amazônia possui sede em todas as unidades do bloco.

5 – O Governo Federal sinalizou positivamente para uma agenda com os governadores dos Estados membros do Consórcio de Desenvolvimento da Amazônia Legal para tratar do Fundo Amazônia e outros temas relacionadas à política de Meio Ambiente.

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