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PF faz buscas na casa de candidato em Brasiléia; suspeita é de compra de voto

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A Polícia Federal fez buscas na manhã desta quinta-feira, dia 13, na casa do candidato a deputado estadual pelo Progressistas, Joaquim Lyra, após uma denúncia de suposta compra de voto. Após as buscas na residencias, o candidato prestou depoimento na sede da PF em Epitaciolândia. O valor da suposta quantia não foi divulgado.

“Eu não fui conduzido. Eu vim no meu carro. Acordei hoje de manhã com a chegada da Polícia Federal por uma denúncia de compra de voto. Foram até a minha residencia e procuraram tudo com o mandado dado por um juiz, e após averiguada a minha casa, eu só tenho R$ 350,00, e me chamaram para vir aqui, cumprir com meu dever de cidadão”, diz Lyra.

Mas fontes enviaram ao ac24horas imagens e áudios que sugerem a compra de voto por parte de Lyra. O caso é tão grave que a polícia judiciária pode inclusive pedir a prisão do político nos próximos dias. A Polícia Federal não comentou a ação na casa de Joaquim Lyra.

Ouça o audio do whatsapp

Na gravação, ele diz que tem R$ 300 mil para “pagar lanche” aos cabos eleitorais dele, e vai além, dizendo que o valor servirá para colocar “a campanha na rua”. A mensagem, enviada pelo whatsapp vazou e colocou o candidato em maus lençóis. A fala vai na contramão do que ele disse nesta quinta, ao afirmar que só tem R$ 350,00.

“Eu tô aqui na casa de um amigo meu aqui, separando R$ 300 mil que é para a partir de segunda-feira eu começar a acolocar a campanha na rua. E quando eu falo colocar a campanha na rua é colocar a campanha na rua, não é conversa fiada não. Esses R$ 300 mil aqui é para pagar o lanhe dos meus cabos eleitorais”, falou no áudio.

O ac24horas não conseguiu contato com a Defesa do candidato.

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Acre tem situação crítica por tratar apenas 18,78% do esgoto

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O percentual do esgoto tratado em relação à água consumida no Acre é de 18,78%. O índice é inferior ao do Rio de Janeiro, onde apenas 31,33% do esgoto gerado é tratado. A falta de tratamento de esgoto é apontada como o principal fator da crise no abastecimento de água que afeta a região metropolitana do Rio de Janeiro.

Um levantamento da ABCON – associação das concessões privadas de saneamento -, com base nos números do SNIS 2019 (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento), revela que, além do Acre, mais seis estados estão abaixo da linha de 20% de esgoto tratado: Alagoas, Maranhão, Piauí, Amapá, Pará e Rondônia.

Estados com menos de 20% de tratamento de esgoto:

Acre – 18,78%

Alagoas – 16,18%

Amapá – 14,8%

Maranhão – 13,45%

Pará – 8,02%

Piauí – 13,79%

Rondônia – 9,55%

Índice de esgoto tratado referido à água consumida. Fonte: SNIS 2018 (divulgado em dezembro de 2019)

Novo marco legal vai acelerar investimentos no setor – Para a ABCON, a aprovação do novo marco legal para o saneamento, que está em discussão no Senado (PL 4162/19), será fundamental para acelerar os investimentos no setor e ampliar a cobertura de tratamento de esgoto.

“O Brasil precisa de R$ 30 bilhões por ano para universalizar os serviços de água e esgoto, mas só investimos, na média, pouco mais de R$ 10 bilhões. É esse o nó que o novo marco do saneamento deverá desatar”, comenta o diretor executivo da ABCON, Percy Soares Neto.

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Mesmo com operação Fecha Fronteira, homicídios disparam no início do ano no Acre

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O governo do Acre, por meio dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do estado, deve apresentar nos próximos dias novas estratégias de enfrentamento ao crime.

A violência tem sido uma infeliz rotina diária para quem mora, principalmente, em Rio Branco.

No início do ano, o governo anunciou uma grande ação que prometia coibir o roubo de veículos e a incidência de crimes contra a vida. A Operação Fecha Fronteiras, de tempo indeterminado, acontece em 11 pontos estratégicos de Rio Branco e também nos acessos a fronteira do Acre com estados e países vizinhos.

A sensação é de que nada adiantou. Os assassinatos cresceram de forma assustadora no início do ano. Tanto que do dia primeiro de janeiro até este sábado, 18, com a chacina ocorrida na Transacreana, já se contabilizam no Acre, 30 assassinatos. É um índice alarmante de 1,66 execução por dia. A capital acreana concentra mais de 80% dos assassinatos.

Nas redes sociais, os internautas têm apontado alguns motivos para que a operação não esteja ajudando na diminuição dos crimes em Rio Branco. Uma delas seria que apesar das barreiras existirem, há pouca fiscalização. “Eu moro perto de um desses pontos de fiscalização e fiquei observando. A barreira tá lá, mas os policiais não fiscalizam nenhum veículo. Ficam conversando ou no celular, sem abordar, como vão descobrir se dentro do veículo há uma arma?”, afirma o morador que prefere não ser identificado.

A falta de fiscalização prometida também acontece nas fronteiras. Relatos dão conta de que a operação não está presente em todos os acessos a fronteira. O jornalista Jairo Barbosa publicou em uma rede social, fotos que mostram que em 200 quilômetros de estrada que liga o Acre ao Amazonas não há uma única viatura policial.

As fotos mostram o posto de Fiscalização IDAF/SEFAZ sem a presença policial.

O ac24horas conversou com o Coronel Ricardo Brandão, secretário adjunto de segurança pública do Acre, admite que há uma preocupação com os policias e o uso do celular durante o trabalho. “Ontem mesmo me reuni com os responsáveis pela coordenação operacional do Gefron e pedi providência de postura em relação a esse tipo de situação”, afirmou.

Mesmo com o grande número de assassinatos, Brandão afirma que a avaliação é positiva, mas admite que as forças de segurança não estão conseguindo evitar os crimes e que há uma urgente necessidade de novas estratégias que realmente deem resultado.

“A avaliação que fazemos é positiva, já que tivemos uma diminuição considerável no roubo de contra o patrimônio, principalmente de veículos. No entanto, no tocante dos crimes contra a vida, relacionados a briga de organizações criminosas, a operação não surtiu o efeito esperado. Nessa próxima semana, estamos reunindo todo o Sistema de Segurança Pública para o lançamento do plano de metas 2020 e ativação de outras estratégias para o combate mais direcionado aso crimes contra pessoas envolvendo as organizações criminosas” afirma Brandão.

O secretário adjunto confirma que não há Operação Fecha Fronteira na BR-317, que liga o Acre ao Amazonas. “Realmente na estratégia inicial a operação foi direcionada para fechar a fronteira com Rondônia e com a Bolívia. Para Boca do Acre não temos perna suficiente. Tivemos uma conversa com a PRF, já que é uma estrada federal, e ao longo dos próximos dias vamos traçar estratégias conjuntas para compartilhar essa responsabilidade e ampliar nossa capacidade de atuação”, destaca.

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