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Lyra nega compra de votos e diz que fez áudio para “tirar sarro”

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O candidato a deputado estadual pelo Progressistas, Joaquim Lyra, ouvido nesta quinta-feira, dia 13, na sede da Polícia Federal em Epitaciolândia, suspeito de compra de voto, afirmou ao ac24horas que o dinheiro que estava com ele era de origem legal, e fruto de um contrato que mantém com uma empresa da Capital.

“O candidato tem até R$ 1,2 milhão para gastar com a campanha, e meus adversários pegaram isso e transformaram numa grande piada. Esse dinheiro  vem de uma empresa federal, vem da Pedra Norte, com a qual nós temos um contrato de quase R$ 800 mil. Não há crime. O crime seria se eu tivesse com esse dinheiro para comprar voto”, justificou.

Após o depoimento de Lyra, o ac24horas teve acesso a imagens e audios que motram Joaquim Lyra perto de um monte de dinheiro, e no áudio, ele afirma que o dinheiro seria usado para pagar o lanche dos cabos eleitorais. O valor exato da quantia não foi divulgado oficialmente.

Lyra alega que fez o audio para tirar brincadeira com os petistas da cidade, que alegavam que Joaquim não tinha condições de manter uma campanha política. “Isso foi para tirar uma sarro com os petistas, que estavam falando que eu sou um empresário quebrado. Eles dizem isso quando querem humilhar a gente. Eu estava separando para fazer o pagamento dos funcionários”, completa o candidato

 

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Prefeitura contrata novos médicos e diz que poderá perder profissionais do Mais Médicos

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Trinta e três novos médicos; clínicos gerais, pediatras e ginecologistas, passam a reforçar a Saúde na rede municipal de Rio Branco a partir desta semana. A prefeita Socorro Neri e os profissionais aprovados em processo seletivo simplificado, assinaram nesta sexta-feira, 14, a carta de apresentação e o contrato de trabalho.

No total, foram 39 vagas abertas pela Prefeitura de Rio Branco. De acordo com o secretário de Saúde do município, Oteniel Almeida, as seis vagas restantes serão preenchidas já nos próximos dias quando serão chamados os profissionais que estão na lista de espera. “É o momento em que a gente enfrenta uma crise financeira e também a questão de não ter médicos para contratar na cidade de Rio Branco. Porém, a prefeita faz um esforço muito grande, garante os recursos necessários, nossa equipe vai para o convencimento dos profissionais que estavam disponíveis e hoje a gente garante esse dia tão importante para a Saúde de Rio Branco. Dessa maneira, ampliamos em mais de 21 mil o número de novas consultas. E quem ganha é a população nos bairros que passam a ter acesso à assistência da saúde com qualidade”.

Com essa contratação, a capital acreana passa a ter médicos em todas as 56 unidades de saúde que estão sob responsabilidade do município.

A prefeita Socorro Neri disse que as medidas adotadas por sua gestão começam agora a fazer sentido para pessoas que antes não entendiam o motivo da reforma administrativa e a necessidade de ajustes na máquina pública municipal. De acordo com ela, a saúde deve ter uma melhoria significativa. Neri também falou sobre o fim do programa Mais Médicos em Rio Branco. Se o governo federal não rever este posicionamento, dos 110 médicos que atualmente fazem parte do quadro municipal, a capital acreana vai perder dez médicos até dezembro deste ano e outros 43 até julho de 2020.

“Nós estamos atuando junto à Confederação Nacional dos Municípios [CNM] para evitar que isso aconteça, buscando reverter essa decisão, à medida em que os municípios com mais de 300 mil habitantes, e ainda mais em regiões distantes dos grandes centros, como é nosso caso, sofrem muita dificuldade em fazer seleção, em manter os profissionais residindo no município. Nós queremos impedir que isso aconteça, mas ao mesmo tempo estamos fazendo um planejamento para ver de que modo vamos suprir essa carência. Como é que o município vai dar conta disso num momento de crise financeira que o país inteiro atravessa e em Rio Branco não é diferente”.

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No Acre, abate de bois cai no primeiro trimestre de 2019

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O abate de bovinos caiu neste primeiro trimestre de 2019 em comparação a igual do período do ano. Foram 9,56 mil cabeças a menos este ano. Fatores ligados ao mercado influenciaram a derrocada.

Mas essa é uma situação que não se repete por todo o Brasil. O país registrou um abate de 7,89 milhões de cabeças de bovinos sob algum tipo de serviço de inspeção sanitária no primeiro trimestre de 2019, segundo as Pesquisas Trimestrais do Abate de Animais divulgada nesta quinta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi 1,6% superior ao obtido no primeiro trimestre de 2018. Em relação ao quarto trimestre de 2018, porém, houve redução de 3,6%.

Em números absolutos, foram abatidas 121,06 mil cabeças de bovinos a mais no primeiro trimestre de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior, refletindo aumentos em 14 das 27 Unidades da Federação. Os destaques foram Mato Grosso (+144,40 mil cabeças), Tocantins (+35,59 mil cabeças), Rondônia (+27,87 mil cabeças), Mato Grosso do Sul (+25,59 mil cabeças), Paraná (+11,60 mil cabeças) e Santa Catarina (+3,90 mil cabeças).

O Acre é o 6º com maior retração nos três primeiros meses deste ano em relação ao 1º trimestre de 2018. Pará, Goiás, São Paulo, Rio Grande do Sul estão na lista.

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