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Em ato, professores e servidores da Educação sinalizam apoio à candidatura de Marcus Viana

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O candidato a governador do Acre pela Frente Popular, Marcus Alexandre Viana (PT), recebeu, em um ato que reuniu mais de três mil servidores da educação, entre professores e colaboradores, o reconhecimento pelos dados divulgados pelo Ministério da Educação que colocam Rio Branco como a terceira melhor capital do país no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

No encontro entre os educadores e os candidatos da Frente Popular do Acre (FPA), Marcus recebeu um documento elaborado pelos profissionais da educação com propostas para a área.

Janaína Vale, gestora da Escola Municipal Anice Dib Jatene, recordou tempos antes dos governos petistas vividos na educação pública acreana. “Antes da Frente Popular, a Educação no Acre era caótica. Nós, professores, não éramos valorizados, tanto na questão salarial quanto pedagógica. Passávamos meses com nossos salários atrasados, mas que não padecemos mais desde o ingresso da FPA no governo”, observou.

Segundo Janaína, além de salários atrasados, os professores eram mal remunerados e não tinham material didático para lecionar. “Esse período é algo que jamais quero reviver. Como filha de professara, sofri muito. Não tínhamos crédito na praça, passamos cinco meses sem receber e quando recebíamos ainda era atrasado. Não tinha merenda e nem livros didáticos nas escolas”, frisou a diretora.

Marcus Alexandre agradeceu o carinho e empenho dos profissionais e reafirmou seu compromisso com a educação do Acre. “Recebo este documento elaborado pelos educadores como um compromisso de vida, de continuar trabalhando para que a educação seja prioridade na gestão pública. Com planejamento, trabalho e parceria continuar investindo nessa área importante para o presente e futuro do nosso Estado”, salientou.

Em seu plano de governo União e Inovação, o candidato destacou as políticas públicas de educação que pretende consolidar no Estado – reduzir a evasão escolar, com busca ativa dos alunos e criação de equipes multidisciplinares específicas; ampliar o ensino superior para todos os municípios, nas modalidades presencial e à distância; fortalecer o programa ‘Quero Ler’ como estratégia de redução continuada do analfabetismo de jovens e adultos, entre outras metas.

O encontro contou com a presença dos candidatos Léo de Brito, Daniel Zen, Cláudio Ezequiel, Perpétua Almeida, Edvaldo Magalhães e da prefeita de Rio Branco, professora Socorro Neri, entre outras lideranças políticas acreanas. Os candidatos ao Senado Jorge Viana (PT) e Ney Amorim (PT) também estiveram presentes.

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Acre 01

Membros do PCC expulsam família de jovem morto e queimam casa com tudo dentro

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A casa onde residia o jovem José Maurício, de 22 anos, vulgo “pastor” morto com três tiros, na noite desta sexta-feira (7) dentro de sua residência na frente da filha de 2 anos e sua esposa, na rua João Ribeiro no bairro Taquari, no Segundo Distrito de Rio Branco, foi incendiada no final da manhã deste sábado (8) por membros da facção Primeiro Comando da Capital (PCC).

O fato aconteceu depois, que Kieslley Mateus de Queiroz, de 19 anos, matou José Maurício. O pai da vítima, o senhor Raimundo Nonato, de 59 anos, ao ver o filho morto, tomou posse de um terçado e desferiu vários golpes no assassino de seu filho que mesmo ferido conseguiu fugir em uma motocicleta pedir ajuda, e ser conduzido por uma ambulância do Samu em estado de saúde grave ao Pronto Socorro de Rio Branco.

De acordo com informações de moradores, vários membros da facção chegaram na residência e expulsaram todos os familiares de José Maurício e mandaram que fugissem rapidamente. Os criminosos adentraram a casa jogaram gasolina e a queimaram com todos os pertences, móveis, eletrodomésticos e documentos. Após a ação os faccionários fugiram do local.

Depois que os membros da facção abandonaram o local, moradores temendo que o fogo se alastrasse até as suas residências que são de madeiras, acionaram o Corpo de Bombeiros.

Duas viaturas chegou até a região e apenas terminou de apagar as chamas que já havia consumido toda a residência do falecido José Maurício e o do seu pai Raimundo Nonato que se encontra no Pronto Socorro de Rio Branco, após ser ferido ainda na noite desta sexta-feira, tentando defender seu filho.

A reportagem do ac24horas procurou saber com moradores a motivação da morte de José Maurício, eles relataram que o jovem era membro da organização criminosa PCC e estaria traindo a facção, passando informações a membros do Comando Vermelho e servindo de olheiro para a facção rival.

“O que a gente soube aqui, era que o “pastor” estava traindo o PCC passando informações e sendo olheiro do CV. A facção não perdoa e a punição para quem trai a facção é a morte, o Conselho se reuniu e foi decidido isso”, disse um morador.

O caso já está sendo investigado pela Polícia Civil, toda a família de José Maurício e do seu pai Raimundo Nonato, tiveram que sair do bairro Taquari com medo de mais retaliação por parte da organização criminosa.

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Acre

Datafolha: 43% não confiam nas declarações de Jair Bolsonaro

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Uma parcela de 80% da população diz ao menos desconfiar das declarações do presidente Jair Bolsonaro, aponta a mais recente pesquisa do Datafolha.

Segundo levantamento nacional realizado na última quinta-feira (5) e sexta-feira (6), 43% dos entrevistados disseram que nunca confiam em afirmações do presidente, e 37% declararam confiar às vezes. Já os que dizem confiar sempre são 19% dos entrevistados —1% não soube responder.

A pesquisa ouviu 2.948 pessoas em 176 municípios em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

O resultado da avaliação do presidente será publicado neste domingo (8) na Folha.

Desde o meio do ano, Bolsonaro incorporou à sua rotina manifestações quase diárias a jornalistas, especialmente em frente ao Palácio da Alvorada, o que aumentou a repercussão de suas declarações.

Foi em um desses episódios, por exemplo, em que fez comentários que contribuíram para uma crise diplomática relacionada às queimadas na Amazônia.

Em novembro, levantamento feito pela Folha mostrou que o presidente dá ao menos uma declaração falsa ou imprecisa a cada quatro dias. Os dados estão reunidos no Bolsonômetro, ferramenta que reúne afirmações do presidente checadas e contextualizadas pela Folha desde o início do mandato.

Na pesquisa desta semana, o Datafolha também questionou os entrevistados sobre como veem as atitudes de Bolsonaro, considerando o cargo que ele ocupa.

Um total de 28% disse que em nenhuma situação ele se comporta como um presidente deveria se comportar, enquanto outros 28% afirmaram que, na maioria das vezes, ele se comporta de acordo com o cargo que ocupa.

Para 25%, em algumas situações ele se comporta adequadamente, mas, na maioria, não. Outros 14% afirmaram que as atitudes são adequadas em “todas as ocasiões”.

Os números são mais favoráveis ao presidente entre entrevistados com 60 anos ou mais ou que tenham renda familiar mensal entre cinco e dez salários mínimos. A aprovação a Bolsonaro nesse item cai entre moradores da região Nordeste.

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