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Associações da PM e BM entregam carta a Rocha oficializando apoio a Gladson Cameli

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Durante reunião na noite desta quinta-feira, 13, no auditório da Livraria Paim, no centro de Rio Branco, as associações do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar do Acre oficializaram por meio de carta apoio à candidatura de Gladson Cameli ao governo do Estado.

Na carta, os militares lamentam o fato de o Acre ser reconhecido atualmente em nível nacional por “estatísticas macabras que nos colocam como o segundo estado mais violento do Brasil e Rio Branco, como a capital mais violenta do país”.

Para as entidades, “o Estado trabalhou e pensou segurança pública ao longo desses anos de forma reativa e pontual, maquiando a realidade, jogando problemas importantes para “debaixo do tapete” ou culpando terceiros” e pontua a urgente mudança dessa realidade lastimável e que a substituição democrática do grupo político atualmente no poder seja “um dos meios para alcançarmos dias melhores”.

Conforme a carta, o apoio das associações ocorre após avaliações das propostas dos candidatos ao Governo do Estado do Acre e das ações da gestão de Sebastião Viana. Os associados serão orientados a aderir ao projeto de Cameli.

A carta foi entregue a Major Rocha. Gladson Cameli cumpre agenda em Cruzeiro do Sul e por isso não compareceu ao ato político.

Ao final do evento, Major Rocha pediu a parceira de seus colegas de farda para a construção da Segurança do Acre e lamentou a atual situação do setor.

“Vamos construir juntos a segurança do Estado. Precisamos mudar urgentemente a situação do Acre”, afirmou.

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Acre 01

Delegados querem que Gladson escolha secretário de Polícia por meio de lista tríplice

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A Associação dos Delegados de Polícia Civil do Acre (Adepol/AC) lançou um inédito edital para formação de lista tríplice para escolha dos candidatos ao cargo de secretário de Polícia Civil do Estado.

A categoria quer que o governador eleito Gladson Cameli escolha o próximo chefe do setor a partir dessa lista.

Três delegados, já escolhidos pela classe, estão na lista e integram o processo eleitoral: Fabrizzio Leonard Sobreira, Alcino Ferreira Júnior e Sérgio Lopes.

O voto ocorre por meio de cédulas e é depositado em uma urna localizada em uma das salas da sede da Delegacia de Flagrantes, na Estação Experimental, em Rio Branco. Apenas delegados que estão na ativa, um total de 58, podem votar.

O ato não está previsto em lei. Por isso, a lista é informal e seria mais uma sugestão da classe do que uma imposição ao próximo governador.

O presidente da Adepol, delegado Cleiton Videira, lembra, entretanto, que diversos Estados do país seguem esse modelo de escolha, entre eles, Rio Grande do Sul, Goiás, São Paulo, Mato-Grosso e Rondônia, o Estado vizinho que acabou de aprovar uma lei estadual que obriga a nomeação do chefe da Polícia Civil por meio de lista tríplice.

Apesar da boa intenção, a a lista informal acabou gerando boatos de que os delegados que compõem a lista são ligados ao ex-secretário de Polícia Civil, Emylson Farias, e por tabela ao atual governo, o que geraria um certo desconforto ao governador eleito Gladson Cameli na hora da escolha, já que cargos de secretário de Estado são indicações de natureza política.

O delegado Cleiton Videira afastou qualquer contaminação político/partidária do processo. Ele afirma que o objetivo é manter o setor fortalecido e minimamente independente.

“Se buscou dentro de todo o Brasil um norte de como seriam realizadas essas eleições por listas tríplices e dentro disso foi estabelecido critérios para escolha, para que delegados integrantes da carreira de polícia pudessem participar desse pleito eleitoral. Tanto é que nós nos reunimos com o candidato à época Gladson Cameli e informamos que a entidade é apartidária.”

Lista tríplice gera legitimamente, diz delegado

O edital possui exigências para candidatos. Estão aptos delegados com no mínimo seis anos de atividade, maiores de 35 anos e quem não possui condenação criminal transitada em julgado e por improbidade administrativa por sentença irrecorrível nos últimos cinco anos.

O delegado Rodrigo Noll, presidente da Comissão Eleitoral, acredita que a eleição gera legitimidade para a escolha do novo secretário.

“Por conta de ser um eleição feita pelos delegados com uma lista tríplice escolhida por todos os delegados que estão na ativa, isso já gera uma legitimidade para os três nomes escolhidos e facilita muito o processo de escolha do governador, se ele assim entender de acatar a lista tríplice, porque já vão ser três nomes escolhidos pela classe que gozam desse respeito e já possuem liderança. Iniciar um processo de mudança que o Estado vai passar, tendo três nomes indicados pela classe, já começa muito melhor do que de repente escolher um nome que não seja as primeiras escolhas da classe”

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Acre 01

Acre tem a maior população carcerária do país e gasta por ano R$ 176 milhões com o sistema

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O diretor-presidente do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), Aberson Carvalho, informou na noite desta segunda-feira, 19, durante o “Fórum de Segurança Pública: um direito fundamental do cidadão”, promovido pelo Ministério Público do Estado do Acre, no auditório da Firb/Faao, que a população carcerária atual do estado do Acre é de 7, 5 mil (1, 3 mil monitorados), a maior do país.

Em 2008, o número de presos era de três mil. Ou seja, em dez anos a quantidade de detentos aumentou em mais 4, 5 mil.

Por ano, o Estado do Acre gasta R$ 176 milhões com o sistema penitenciário. Mais de meio bilhão em quatro anos.

O crescimento assustador e acelerado na quantidade de encarcerados nos últimos anos ocorreu devido a presença das facções criminosas, salientou Aberson Carvalho.

O diretor-presidente do Iapen acrescentou que nos últimos anos houve importantes investimentos por meio da construção de novos pavilhões e ampliação dos presídios. Foram mais de R$ 30 milhões investidos no setor.

Aberson Carvalho encerrou sua participação afirmando a necessidade de investir nos próximos anos em concurso público, fortalecimento institucional e capacitação”.

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Acre 01

Acre reduziu 16% de homicídios em 2018, mas desafios na segurança são inumeráveis

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Durante a abertura do “Fórum de Segurança Pública: um direito fundamental do cidadão”, promovido pelo Ministério Público do Estado do Acre, no auditório da Firb/Faao, na noite desta segunda-feira, 19, a procuradora-geral de Justiça Kátia Rejane destacou que apesar da redução em 16% no número de homicídios no Acre em 2018 os índices de violência no estado ainda são preocupantes.

Ela reforçou que o objetivo do evento é “coletar e documentar informações” para colaborar com a segurança pública do Acre
e salientou que o fórum terá como eixos temáticos, homicídios, tráfico de drogas, sistema penitenciário e organizações criminosas.

“Os desafios são inumeráveis. Não é hora de retroceder, ao contrário, é tempo de avançar”, salientou.

O secretário adjunto de Segurança, Glayson Dantas, lembrou que recentemente o governo do Acre promoveu um encontro nacional em Rio Branco com a presença de vários governadores com o objetivo de debater o tema segurança pública nas fronteiras e salientou que o setor para funcionar precisa de “investimento, inteligência e integração”.

O evento conta a participação de magistrados, assessores e membros do Ministério Público, advogados, estudantes, servidores da segurança pública e do sistema prisional.

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