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Em encontro com engenharia, Marcus Viana recebe apoio

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Engenheiro civil de formação, o candidato ao governo do Acre pelo PT, Marcus Alexandre Viana, esteve reunido na noite da última terça (4) com seus colegas de profissão em encontro com as lideranças da engenharia no Afa Jardim.

Como prefeito de Rio Branco, Marcus Viana atualizou por três vezes, em seis anos de gestão, o piso salarial dos engenheiros do quadro técnico e valorizou os técnicos agrícolas municipal, trabalho reconhecido pela categoria.

“Estamos diante de uma pessoa que tem palavra e compromisso. Na política a gente costuma dizer que não existe palavra, mas o Marcus prova que isso não é verdade. É trabalhador e honrado”, enalteceu José Paulo dos Santos, presidente do Sindicato de Técnicos Agrícolas do Acre.

Segundo o engenheiro civil Átila Pinheiro, a atividade foi inédita. “Nós, geralmente, nos reunimos apenas para fazer obra. Mas, hoje estamos aqui para manifestar nosso apoio e construir o futuro do Acre, apresentando demandas e propostas. Esse é um momento histórico.

No evento, que contou com a participação da presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Acre (Crea), Carminda Luzia Pinheiro, Marcus apresentou as propostas do seu plano de governo e defendeu a importância das candidaturas e eleição dos candidatos ao Senado Jorge Viana (PT) e Ney Amorim (PT).

“Eu me sinto em casa, revendo os amigos e as amigas de profissão. Estamos vivendo um momento muito especial da vida democrática do nosso estado e país. Fico muito feliz e com o coração cheio de alegria por receber o apoio e a confiança dos engenheiros, tecnólogos, arquitetos, geógrafos, geólogos, técnicos agrícolas, médicos veterinários e zootecnistas do Acre, que continuam acreditando na força do trabalho e nas coisas boas que juntos podemos fazer. É isso que me motiva!”, disse o petista.

Em seu discurso de agradecimento, o candidato também salientou as grandes obras do estado e a contribuição dos profissionais. “Fizemos muito pelo Acre, obras que pareciam impossível. Os governos da Frente Popular contornaram desafios e isso só foi possível graças ao empenho de todos aqui.”

O evento contou com a participação da primeira-dama do Estado e arquiteta Marlúcia Cândida, da vice-governadora Nazareth Araújo (PT).

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Destaque 2

Gladson vai pedir dinheiro a Bolsonaro para não arcar com mais despesas para combater as queimadas no Acre

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O governador Gladson Cameli confirmou na noite deste domingo, 25, que a reunião entre Jair Bolsonaro e os governadores dos Estados da Amazônia, região que vem sofrendo com a crescente foco de queimadas nas últimas semanas, ocorrerá na terça-feira, 27, às 10h da manhã (horário de Brasília), no Palácio do Planalto.

Cameli, que decretou Estado de Emergência Ambiental na última sexta-feira, 23, afirmou ao ac24horas que pretende pedir recursos a Bolsonaro. “Eu vou pedir todo o aparato do governo federal. Eu preciso de dinheiro, vou pedir dinheiro, tudo envolve dinheiro na questão da estrutura. Eu já tô antecipando o pagamento do mês de agosto nesta semana e nós não temos condições de arcar com mais despesas não”, disse o governador, informando ainda que os secretários de Meio Ambiente, Israel Milani, e o Secretário de Agricultura e Pecuária, Paulo Wadt, devem acompanhá-lo na agenda oficial.

Com o Acre ocupando a 8º lugar no ranking das queimadas com mais de 2,5 mil focos registrados de janeiro até este final de semana, Cameli destacou que não entrará na quantidade recursos que o Estado deveria receber para fazer jus ao combate aos focos, mas que espera bom senso na distribuição de recursos.

Sobre a agenda que Bolsonaro deve cumprir no Acre nos próximos dias, o chefe do Palácio Rio Branco informou que após a reunião entre o presidente e os governadores, terá mais informações sobre o pré-agendamento da agenda presidencial.

 

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Acre

Filho de Bolsonaro nos EUA divide bancada acreana: Mailza e Bittar são a favor e Petecão está “indeciso”

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A  bancada do Acre no Senado não é unânime quanto a indicação do deputado  Eduardo  Bolsonaro para embaixador do Brasil nos Estados Unidos. Segundo o placar produzido pelo jornal O Estado de São Paulo, Marcio Bittar e Mailza Gomes votam a favor de Bolsonaro mas Petecão se declara “indeciso”.

Até este domingo (26) o placar do Estadão dizia o seguinte: há 15 senadores favoráveis, 29 contra e 37 deram outras respostas. Para emplacar seu nome, Bolsonaro tem de ter 41 votos favoráveis.

O Estadão explica: o Senado poderá aprovar ou rejeitar a indicação do filho do presidente ao cargo em Washington; para que Eduardo seja confirmado como embaixador, são necessários 41 votos dos 80 senadores que votam (maioria simples); o presidente da Casa não vai votar

Caso seja indicado, Eduardo Bolsonaro  será sabatinado na Comissão de Relações Exteriores. Independentemente do resultado na comissão, o nome segue para o plenário do Senado, que fará uma votação.

 

 

 

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