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Candidato Minoru Kinpara cumpre agenda em Sena Madureira

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O candidato ao Senado, Minoru Kinpara, participou na terça-feira, 4, de reunião com lideranças comunitárias de Sena Madureira. O objetivo do encontro foi ouvir os anseios dos moradores e pactuar políticas públicas para a região. Essa foi mais uma oportunidade para Minoru Kinpara apresentar suas propostas voltadas para educação, saúde, segurança pública, valorização do esporte e da cultura e também para a geração de emprego e renda no Estado.

Para o professor Nilson Lopes Feitosa, a campanha tem um lado bom, “que é aproximar as pessoas em prol do bem comum da sociedade”. Feitosa destaca que tem andado pelos seringais do rio Yaco e levado o nome do ex-reitor da Ufac para as comunidades. Já o morador do Segundo Distrito de Sena Madureira, Carlos Alberto da Silva, ressalta que resolveu apoiar a candidatura de Minoru Kinpara por confiar em suas propostas. “Por acreditar na sua origem, no seu trabalho na Ufac é que considero o melhor nome para o Senado”, frisa.

Sena Madureira compõe a microrregião do Purus, juntamente, com Manoel Urbano e Santa Rosa. Distante 143 km de Rio Branco, a cidade tem uma população formada por 45.177 pessoas, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No município, 46,3% da população vive com até meio salário mínimo. “É necessário repensar nossas políticas públicas e combatermos essas distorções sociais. E isso só é possível quando compreendemos que toda mudança é mediada por uma decisão política.

Mais do que o voto, eu quero ter a oportunidade de fazer mudanças e de servir à população do meu Estado”, destacou, o candidato Minoru Kinpara para uma plateia formada por moradores dos bairros Niterói e São Francisco, do Segundo Distrito de Sena Madureira.

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Acre

Duarte diz que Gladson tem que pedir intervenção federal

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“Em meio a uma onda de escalada da violência no Acre, o governador Gladson Cameli, precisa assumir que não dá mais conta de conter a violência e solicitar imediatamente Intervenção Federal na Segurança Pública do Estado do Acre”. Com essa declaração, o deputado Roberto Duarte (MDB) iniciou um debate nas redes sociais na tarde deste domingo, 19, após o Estado registrar 30 mortes violentas nos primeiros 19 dias de janeiro, a maioria ligada a guerra entre facções.

Duarte lembrou que em 2019 o Governo do Estado nomeou o Secretário de Segurança e Justiça, Coronel Paulo César, que afirmou que precisava apenas de 10 dias para devolver a sensação de segurança aos acreanos. “Apresentaram números que fundamentava uma suposta redução da violência por diversas vezes, mas infelizmente, o que pudemos acompanhar foi a mudança de comando da Polícia Militar 3 vezes e a troca do Delegado Geral de Polícia Civil por 2 vezes, e mesmo assim, a situação só piorou”, explicou o parlamentar afirmando que “o crime organizado praticamente tomou o controle dos municípios”.

“Por tudo isso, não vejo mais saída, senão, solicitar Intervenção Federal na Segurança Pública do Acre, pois durante o período de intervenção, as Forças Armadas poderão realizar uma série de ações para coibir o crime organizado e promover a segurança no Estado, assim como foi feito no Rio de Janeiro”, argumentou Duarte, destacando que a Constituição prevê o uso do instrumento de intervenção nas seguintes situações: para manter a integridade nacional, para repelir invasão estrangeira ou de uma unidade federativa em outra, para pôr termo a um grave comprometimento da ordem pública e para reorganizar as finanças de uma cidade.

“Precisamos urgentemente do Exército e da Força Nacional de Segurança Pública nas ruas dos bairros das nossas cidades. Precisamos trazer de volta à nossa população a sensação de segurança que já não temos há muitos e muitos anos”, frisou.

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Acre

Sete são executados e número de mortos chega a 30 em 18 dias

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A onda de violência com características de execução volta a assustar a população de Rio Branco. Em menos de 3 horas, moradores testemunharam as ações das facções que atuam na capital. Sete homens foram mortos na noite deste sábado (18) todos por disparos de armas de fogo. Os crimes ocorreram na Vila Acre (zona urbana) e nos quilômetros 58 e 100 da Estrada Transacreana, área rural.

O primeiro crime aconteceu no Ramal Bom Jesus na região do bairro Vila Acre, no segundo distrito, o jovem Mateus Viera Cardoso, 22 anos, foi executado com dois tiros em via pública. De acordo com informações da polícia repassadas a reportagem do ac24horas, Mateus e um amigo estava trafegando numa bicicleta pelo ramal, indo comprar um energético em uma distribuidora, quando dois homens não identificados, membros do Bonde dos 13, se aproximaram em uma motocicleta e o garupa de posse de uma arma de fogo efetuou vários tiros. Mateus foi atingido com dois projeteis, um na cabeça e outro nas costas. O amigo de Mateus conseguiu fugir correndo e entrou em uma área de mata. Após a ação os criminosos fugiram do local.

Já na região da rodovia AC-90, Estrada Transacreana, na área rural de Rio Branco, seis pessoas foram executadas no bar “Dos Anjos” localizado no km 100: João Vitor Gomes de Oliveira, de 16 anos; Rosalvo Barroso de Freitas, de 21 anos; Leonardo de Lima Maia, 32 anos; Wilson Macedo Brito, de 35 anos; Marcos Lázaro Gomes de Almeida, 35 anos e Moisés Andrade da Silva, de 42 anos. No km 58, um homem identificado como Railson Silva de Souza, foi ferido com 3 tiros na cabeça.

Segundo informações da polícia, cerca de 12 homens fortemente armados, membros do Bonde dos 13, se aproximaram em uma caminhonete Hilux de cor branca, desceram do veículo, invadiram o bar “Dos Anjos” e efetuaram vários tiros, vindo a matar as seis pessoas que estavam jogando sinuca e bebendo no estabelecimento. Não satisfeitos, os faccionários seguiram com destino ao Km 58, e invadiram uma residência. Os criminosos renderam Railson que estava com sua família e efetuaram três tiros na cabeça.

A ambulância do suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, prestou os primeiros socorros e conduziu Railson ao pronto socorro de Rio Branco. A vítima segue na sala de cirurgia do hospital.

Várias viaturas da Polícia Militar e Agentes da Delegacia de Homicídios e proteção à Pessoa (DHPP) isolaram as áreas para os trabalhos dos peritos em criminalística. Várias buscas foram feitas na região da Transacreana em busca de prender os autores dos crimes, mas ninguém foi preso.

Todos os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavérico.

Com as sete pessoas executadas na noite deste sábado, o número de mortos chega a 30 nos primeiros 18 dias de 2020.

 

 

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