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A voz rouca das ruas: Gladson Cameli vence nos dois turnos

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Enfim, uma pesquisa em que se pode acreditar na exatidão dos números. Feita pela BIG DATA, instituto que faz pesquisas nacionais para a REDE RECORD. No primeiro turno Gladson Cameli (PROGRESSISTA) aparece vencendo acima da margem de erro com 40% de intenções de votos e Marcus Alexandre (PT) com 36%. O candidato Ulisses Araújo (PSL) chegou aos 10%. No segundo turno a vantagem do candidato Gladson Cameli (PROGRESSISTA) se amplia, ele ficaria com 50% dos votos contra 40% do Marcus Alexandre (PT). Uma diferença considerável a favor de Cameli. Isso mostra que os votos do Coronel Ulisses Araújo (PSL), num eventual segundo turno, migrariam em peso para a candidatura da oposição. E que quando se tem de escolher entre o candidato que representa o poder; em tese o continuísmo, e o candidato que prega mudanças, o povo opta pelo último. A pesquisa não trouxe muita novidade sobre o quadro da disputa do governo, a inclinação a favor do candidato Gladson Cameli (PROGRESSISTA) é sentida nas ruas. Ninguém consegue com manobras calar a voz rouca das ruas. Alguns sintomas reforçam a derrocada de um candidato numa campanha, um deles é quando os seus aliados começam a partir para ataques à honra do adversário. O que se tem notado não é uma aversão à figura do Marcus Alexandre (PT), mas ao que ele representa no contexto político, no caso o desgaste de vinte anos de poder, que se acumula no seu colo. Tem de fazer uma campanha elogiando tudo que ai está há 20 anos. Há um sentimento que aflorou na população pela mudança, movido até pelo cenário nacional. Quando o eleitor quer mudar um sistema de governo é água ladeira abaixo, ninguém segura. A campanha chega em setembro ao clímax.

NÃO PODE SE DESCOLAR DO DESGASTE
Não sei nem como avaliar o candidato Marcus Alexandre (PT) ficar ainda no patamar em que se encontra, porque em tese representa a continuidade do modelo econômico, da política fiscal, de manutenção de todos os cargos de confiança, sem um projeto de mudança total.

COMPROMETIDO POLITICAMENTE
Durante a entrevista do Marcus Alexandre (PT) ao ac24horas ficou bem claro que, mesmo que pense em enxugar a máquina estatal atual, não pode manifestar seu sentimento de mudança para não desagradar os comissionados. Teve que garantir que manterá os atuais ocupantes de cargos de confiança. Manter justamente uma situação que é o alvo de críticas pelo gigantismo.

UMA TREMENDA PATUSCADA
É uma tremenda patuscada dos seus apoiadores em acreditar que podem virar a desvantagem na pesquisa trucidando os adversários nos debates. Isso é tão falso como nota de 300 reais.

UMA DISPUTA SEM FAVORITOS
Na pesquisa da Big Data para o Senado, o senador Jorge Viana (PT) lidera com 39%, em seguida Sérgio Petecão (PSD) com 34%, Márcio Bittar (MDB) 30%, Ney Amorim (PT) tem 27% e Minoru Kinpara (REDE) 16%. Não dá para apontar favoritos, as diferenças são pequenas e teremos 30 dias de campanha pela frente. Justamente o período que decidirá as duas vagas para senador.

DADO MUITO CLARO
Quando se diz que nenhum dos candidatos a senador melhor pontuado pode se arvorar em já ter conquistado uma das duas vagas em disputa é por ser uma realidade. A pesquisa do Big Data deixou isso cristalino: temos 27% de indecisos para o Senado, o que pode mudar o quadro atual. Tem eleitor que nem sabe que pode votar duas vezes para senador.

EM TESE ESTÁ NO JOGO
Com 27% de indecisos para o Senado, em tese o candidato a senador Minoru Kinpara (REDE) com os seus 16% de intenções de votos não pode pela projeção ser tirado da roda do jogo.

DESCONHEÇO TANTO EQUILIBRIO
Não conheço em todas as eleições para o Senado que acompanhei , desde o governo Nabor Junior (MDB) até hoje, uma disputa por vaga de senador tão equilibrada nos números, como a atual.

UM FATO NOTÓRIO
Um fato é notório nas pesquisas para o Senado, o candidato Ney Amorim (PT) é um dos que mais cresce. E ainda teremos 30 dias de campanha que, é quando a disputa vira decisiva.

TUDO OU NADA
O Coronel Ulisses Araújo (PSL) voltou na pesquisa do Big Data ao teto máximo que conseguiu até aqui na campanha, que é 10% de intenções de votos. Vai para o tudo ou nada neste sábado, com a chegada do líder nacional das pesquisas no Brasil e no Acre, para presidência, Jair Bolsonaro (PSL). Ulisses quer colar a imagem de Bolsonaro no seu perfil e embalar na reta final da campanha para tentar chegar ao segundo turno. Acredita ser Bolsonaro esta ponte.

ROLO COMPRESSOR
Quando o eleitor quer mudar um panorama e cria uma empatia com um político não tem manobra, jogo baixo, jogo sujo, máquina do poder, que impeça. A Marina Silva é acreana, tem uma história de vida com a região, mas está levando uma surra do Jair Bolsonaro (PSL) nas pesquisas e que tende a se repetir nas urnas. A vantagem de Bolsonaro nos números é  grande.

NÃO ESTAMOS NUMA DEMOCRACIA?
O Jair Bolsonaro (PSL) pode representar tudo o que você não goste num político, mas numa democracia se deve respeitar o contraditório, de quem quer votar nele. Temos que ter sim candidatos da direita, da esquerda, centro-esquerda, o bipartidarismo já foi para o lixo. E o eleitor decide.

É MUITO SIMPLES
Numa campanha política tudo é muito simples de se resolver. Quando você não se identifica com um candidato não vote nele. Quem se identificar vote. Caso do Jair Bolsonaro (PSL).

MANTENDO O MESMO TOM
O senador Sérgio Petecão (PSD) não é de se preocupar muito com resultado de pesquisa, leva tudo na esportiva.. Mesmo aparecendo como um dos mais cotados a uma vaga, não diminui o ritmo da campanha. “A campanha só cessa no dia da eleição”, diz rindo.

NÃO SEI MAIS
Não sei mais se a ex-deputada Antonia Sales (MDB), uma política correta e atuante, com bases nos municípios do Juruá conseguirá ser a mais votada dentro do seu partido, embora seja a lógica. Meire Serafim (MDB), Roberto Duarte (MDB), Eliane Sinhasique (MDB) e Jairo Carvalho (PSD) possuem estruturas poderosas de campanha no maior colégio eleitoral, a Capital.

É DE SE ALEGRAR
Numa campanha política de tantos nomes medíocres é de se regozijar quando se vê um professor e historiador do porte do Carlos Alberto (PSDB), saindo candidato á ALEAC

ALIANÇAS PERIGOSAS PARA ESTADUAL
Alguns candidatos a deputado estadual andam fazendo alianças perigosas nos bairros com quem vive à margem da lei. Com certeza tem candidato sendo monitorado em suas conversas.

ROBERTO FERES
Candidato a deputado federal, Roberto Feres (MDB), é vida inteligente na campanha política.

VOTO DECLARADO
Para não causar celeumas num momento delicado da campanha, o candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), decidiu não ir receber amanhã no aeroporto o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL). Mas é voto declarado, em suas reuniões pede votos para o Bolsonaro.

VITALIDADE INVEJÁVEL
A vitalidade da deputada Juliana Rodrigues (PRB), que já tem certa idade, numa campanha, é algo impressionante. Ela é que saia na frente, numa alegria contagiante, puxando as suas passeatas. Juliana é uma das figuras mais polidas que conheço na ALEAC. É forte à reeleição.

PERDEU OS REDUTOS
Pelo debruçar nos números, dificilmente, o PT conseguirá recuperar os colégios eleitorais de Feijó e Tarauacá, que garantiram a vitória do atual governador em suas duas eleições.

OUTRO COLÉGIO COMPLICADO
Outro colégio complicado para o candidato Marcus Alexandre (PT) é Sena Madureira. A oposição congrega as maiores forças da política, naquele município. Prefeito Mazinho Serafim, deputados Nelson Sales e Géhlen Diniz, ex-prefeita Toinha Vieira, a candidata a Federal, Charlene Lima e vereador Josandro.  O PT é fraco. Sena é o terceiro colégio eleitoral do Estado.

VOTOS DE TARAUACÁ
A candidata ao governo pela REDE, Janaína Furtado, sempre tem os seus 2% nas pesquisas. A sua maior concentração de votos está em Tarauacá, onde é uma vereadora bem avaliada.

NUNCA SE DESCOLOU
Tem candidato que quando ganha não pisa no chão. Geralmente os que assim agem ficam no primeiro mandato. O deputado Heitor Junior (PODEMOS) é diferente. Mantém as mesmas relações de ajudas na área da saúde, principalmente, ao encampar a luta dos portadores de hepatites, que já liderava muito antes de chegar a ocupar a vaga de deputado. Bom exemplo.

PESA A FAVOR NA CAMPANHA
O que tem pesado a favor do candidato ao Senado, Jorge Viana (PT), na campanha, é ter saído bem avaliado dos seus mandatos na PMRB e Governo, memória eleitoral, votos pessoais além dos muros do PT, e a poderosa máquina do governo focada prioritariamente na sua reeleição. .

NÃO SOU PELO PIOR MELHOR
Neste momento de violência que estamos vivendo não podemos entrar no quanto pior melhor. Não vou jamais partidarizar na coluna essa questão da segurança pública, para ser agradável a ninguém. Por isso, não publico notas políticas que me enviam dizendo que há uma omissão do Estado e etc. Podem se chatear. Não serei usado. Não tenho afinidade com este governo, isso está claro, mas seria injusto não reconhecer que, as ações do governador na atualidade na área estão melhores. A polícia todas as noites faz rondas nas ruas. Tenho visto passar pelo bairro que moro viaturas e motos da PM que eram raras. O secretário de Segurança, Vanderlei Thomás, está sim fazendo um bom trabalho. Continuamos numa fase crítica, uma cidade violenta, mas deu uma melhorada, basta ver as prisões diárias e apreensões de drogas. A minha torcida é que melhore ainda mais o combate à violência. Ponto final.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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