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Videomaker do ac24horas mostra o trabalho da Equipe do Samu de uma forma inusitada

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Vinte e três anos depois de ter sido criado no Brasil, o Samu chegou ao Acre. Desde que foi implantado goza de excelente prestígio público. Com uma estrutura considerada simples, para os padrões burocráticos de saúde pública, o órgão atua no estado desde de 2003, quando foi implantado pelo então governador Jorge Viana.

Com sede no centro da cidade, para facilitar o deslocamento até os pontos de chamada, seus atendentes ficam em escalas de plantão. O número de contato é o 192.

Mesmo com um trabalho de conscientização quase que diário, os trotes ainda são um dos maiores problemas enfrentados pela instituição. Todos os dias o Samu recebe uma média de vinte telefonemas, teoricamente feitos por crianças. “É na hora do meio dia que eles mais ligam” – disse Priscila Lopes, que é atendente da Regulação.

O órgão atende casos de urgência e emergência. O tempo médio de atendimento da chamada ao atendimento do Samu acreano está dentro da média brasileira, que é de 8 a 15 minutos.

Durante o momento em que a equipe do ac24horas acompanhou as chamadas, esse tempo estava bem abaixo da média nacional.

Segundo a Coordenadora do Serviço de Urgência e Emergência, Lúcia Carlos Paiva, o Acre conta com 23 Ambulâncias de Suporte Básico Tripulado por condutor de veículo e técnico de enfermagem, 03 unidades de suporte avançado e 02 Centrais de Regulação.

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Destaque 2

Videomaker mostra o sonho de crianças acreanas que escreveram cartas para o Papai Noel

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Essa semana o ac24horas foi até a sede dos Correios, em Rio Branco, para ver de perto a quantidade de cartas endereçadas ao Papai Noel. São milhares, quase incontáveis. Os pedidos são os mais variados que vão desde uma casa nova a um simples sacolão.

O videomaker  Kennedy Santos, foi até alguns endereços de cartas destinadas ao bom velhinho não apenas para mostrar o que desejam, mas também ajudar a divulgar seus desejos.

Alguns pedidos são simples e até curiosos. Em uma dessas histórias, uma criança que apenas uma sandália de borracha. Ela mora numa casa simples da periferia de Rio Branco.

Vamos mostrar também a história da pequena Ana, que nasceu surda, e há anos vive a expectativa de uma solução duradoura para um problema crônico que a impede de uma vida normal na escola. O roteiro poderia ser corriqueiro, se a carta não tivesse sido escrita pelo próprio irmão, que abriu mão de seu pedido pessoal ao Papai Noel.

Mas nada se compara ao pedido das professoras de uma escola rural, em prol da pequena Tayla, que com uma deficiência não consegue se firmar na escola e nem em casa por falta de uma cadeira de rodas apropriadas às limitações físicas impostas por uma doença crônica.

Assista esse vídeo na íntegra e se emocione:

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Destaque 2

Kamai diz que Jackson tenta transferir suas responsabilidades para terceiros: “nunca tratei com o senhor Jackson questões eleitorais”

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O ex-chefe da casa civil da Prefeitura de Rio Branco, na gestão de Marcus Alexandre (PT), André Kamai se manifestou através de nota, sobre as declarações do ex-diretor da EMURB em depoimento à justiça que tenta envolver seu nome.

Segundo Kamai, “esse depoimento sem provas é fantasioso e deixa claro a tentativa de transferir as responsabilidades de suas ações para terceiros, afim de se isentar das acusações pelas quais ele responde na justiça”.

Ao justificar as ações de comando do ex-prefeito Marcus Alexandre, André Kamai enfatizou que “é de conhecimento público a ação presente do então prefeito diretamente nos bairros cobrando e orientando os serviços aos seus auxiliares” e, que “os procedimentos internos e administrativos eram conduzidos pelos secretários e a equipe de cada órgão, conforme designação legal”.

Kamai disse que “nunca tratei com o senhor Jackson ou com qualquer outro secretário de questões eleitorais que envolvessem a gestão municipal”.

O ex-chefe da casa civil disse que “mais uma vez o estranho vazamento seletivo de informações de processos que correm em segredo de justiça ignora o depoimento dos demais envolvidos, tentando descaradamente influenciar a opinião pública e até a decisão da justiça”.

Ao encerrar a nota, André Kamai afirma que “desde o início das investigações deste caso, por ordem do então prefeito, o MP/GAECO contou com toda a colaboração e total acesso às informações, momento em que foram adotadas todas as medidas administrativas sugeridas e requisitadas à prefeitura”, concluiu.

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