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Gladson diz que não haverá demissões em seu eventual governo e destaca agronegócio

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O quinto e último entrevistado na sabatina do ac24horas nesta sexta-feira, 24, foi o candidato do Progressistas ao governo do Acre, Gladson Cameli.

Ele foi perguntado sobre temas como educação, economia, saúde, segurança, infraestrutura e agricultura.

Gladson começou respondendo sobre segurança pública. O candidato disse que o problema não é só do governo federal, mas também do Estado.

Até 2022, final do próximo governo, 850 policiais militares entrarão na reserva. Gladson falou em novas contratações e investimentos. Ele criticou a destinação de mais recursos na atual gestão para a mídia governista do que para a Polícia Militar.

“Não vou aceitar pagar muito mais pra mídia do que pra polícia que nos protege.”

Cameli diz que é preciso enxugar a máquina, melhorar a gestão e diminuir o Estado para investir em mais Segurança.

O progressiva acrescentou que é preciso cortar os cargos com altos salários, os chamados “marajás”.
“Eu vou fazer o enxugamento. O que vamos fazer é cortar cargos dos marajás (que ganham quase R$ 20 mil), das pessoas que não dão um prego na barra de sabão.”

Saúde

O candidato afirmou que vai tentar encontrar um remédio jurídico para não demitir ninguém do Pró-Saúde. “Vamos achar uma forma. Não vou demitir ninguém do Pró-Saúde, pois são pais de família. Para isso nós vamos achar uma forma jurídica para resolver essa situação.”

Para Cameli, parte do caos na Saúde é resultado do “dinheiro mal administrado”.

“É não dar continuidade no exemplo do PT que está aí. Ou tem falta de gestão ou roubo. A situação da nossa saúde, nós vamos ter recomeçar ela”, salientou.

Educação

“Eu vou preparar todo o recurso que eu preciso para construir escolas de tempo integral, para isso eu vou contar com recursos federais e recursos de emendas de bancada”, disse Cameli ao afirmar que seu plano de governo prevê a construção de unidades escolares em tempo integral.

O senador afirmou ainda, ao falar sobre o tema, que pretende promover convênios com a Universidade Federal do Acre, especialmente para a a educação no interior.

“Pretendo fazer convênio com a Ufac para que possamos em parceria com a universidade dar condições de estudo para os nossos jovens principalmente no interior.”

Economia e gestão

“Falta gestão”. Essa foi a frase mais repetida por Gladson Cameli na sabatina. Ele acha que o grande problema do Estado é a incompetência administrativa.

Cameli elege como seus principais objetivos para alavancar a economia local o “fortalecimento do agronegócio e a pecuária.”

Para Cameli, a política “socialista” do PT implantada no Acre há 20 anos não deu certo.

“Nós vamos respeitar o novo Código Florestal. Não vamos desmatar. Vamos dar continuidade ao que está dando certo, mas vamos criar emprego. O Estado tem que parar de ser o empregador. O Estado tem que incentivar as empresas”, disse.

Cotado como favorito na disputa, o candidato do Progressistas disse que não tem ninguém previamente escolhido para ser secretário de seu eventual governo.

“Não me comprometi com” ninguém. Eu quero colocar pessoas certas no lugar certo.”

Falta de transparência e cutucada em adversários

O senador lamentou a falta de transparência da atual gestão do governo de Sebastião Viana. “O site de transparência não é tão transparente assim. O dinheiro não é do governador.”

Os adversários de Gladson Cameli costumam dizer que o candidato não tem experiência em administração no Executivo, porém para o progressista isso não é problema.

Em uma clara cutucada em seu adversário Marcus Viana, Cameli afirmou que o que não quer é ter a “experiência” de receber a Polícia Federal em sua casa.

“Eu não quero a experiência do PT, de ter a Polícia Federal batendo na minha porta de manhã.”

“O Estado já está quebrado. Só em empréstimo pegaram mais de R$ 700 milhões. Quem vai recuperar o Estado serei eu. E eu sei o tamanho do abacaxi”, concluiu.

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Destaque 4

Relator do Pacto Federativo, Márcio Bittar estuda mudar regras que extingue municípios

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Relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do pacto federativo, o senador Marcio Bittar (MDB) está considerando mudar o trecho que trata sobre a extinção de municípios. Os critérios para eliminação de alguns municípios podem ser amenizados e, ainda, gastos das prefeituras com as câmaras de vereadores podem ser diminuídos, segundo entrevista de Bittar à Folha.

O senador estuda alterar tais regras no texto da PEC após conversa com diversos prefeitos e perceber que alguns municípios podem não precisar, de fato, serem extintos. Para isso, o percentual de receita exigido para que os municípios não sejam extintos pode ser reajustado.

A proposta do governo era de que municípios com menos de 5.000 habitantes e receita própria correspondente a menos de 10% de sua receita total seriam fundidos com uma cidade vizinha, mas Bittar considera diminuir a exigência. “Pode alterar [o percentual da receita]”, afirmou. A mudança preservaria mais municípios do que nas regras previstas atualmente.

“Todos que vieram falar comigo, a confederação dos menores municípios e a dos maiores, concordam que vários foram criados sem razão nenhuma. A farra foi muito grande”, disse o senador. Ainda assim, a previsão de extinção dos municípios será mantida por ele mesmo com eventuais mudanças nos critérios. “Se dependesse de mim, o relatório iria ‘ipsis litteris’ da forma como veio do governo. Mas não adianta se eu perceber que é impossível [aprovar]”, afirmou.

Marcio Bittar também planeja diminuir o máximo que municípios precisam destinar às suas câmaras de vereadores. Hoje, o poder legislativo municipal deve receber, no limite, de 3,5% a 7% das receitas totais da cidade, percentual que varia conforme o número de habitantes. “Por que o percentual não pode ser menor? Se o dinheiro viesse de Marte, não teria problema nenhum [continuar como está]. Mas não vem”, disse.

A previsão para apresentação do relatório com as mudanças é para fevereiro de 2020, já que o Congresso encerra as atividades do ano na próxima semana.

O governo estimou que 1.130 municípios poderiam ser eliminados com as regras anunciadas. A extinção ocorreria em 2025.

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Acre 01

Chefe de “boca de fumo” foge, mas esquece identidade e acaba preso pela polícia Militar

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Um homem de 29 anos conseguiu fugir da Polícia Militar na manhã deste sábado, 14, quando homens do 1° Batalhão chegaram a uma casa situada bairro Boa União, região da Baixada da Sobral. Porém, no momento da fuga, o dono da “boca de fumo” deixou o documento de identificação para trás e a guarnição, por meio do sistema de monitoramento do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen), conseguiu prendê-lo em seguida.

O suspeito, acusado de tráfico de drogas, era monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele também estava com uma arma de fogo no momento da prisão. O acusado estava nas proximidades do bairro num veículo com outros dois suspeitos.

Ainda de acordo com os militares, após a prisão o homem assumiu ser o dono da “boca de fumo”, onde foram apreendidos 38 trouxinhas de cocaína, uma escopeta calibre .16 com seis cartuchos intactos, além de uma balança de precisão e uma quantia de 225 reais.

A ocorrência foi encaminhada para Delegacia de Flagrantes (Defla), para serem tomadas as demais providências necessárias ao caso.

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