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A volta do Binho Marques

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Quem voltou ao Estado nesta eleição foi o sumido ex-governador Binho Marques (foto), que grafou a frase ser o Acre “o melhor lugar para viver” e foi morar, em Brasília. E até quebrando a sua rotina de não dar entrevistas – será o entrevistado do “Bar do Vaz,” amanhã . Chegou ao poder por acaso, foi candidato por insistência, principalmente, do senador Jorge Viana. Binho fez uma administração que é elogiada pela sua correção. Nunca gostou dos políticos e da política. Na verdade é um técnico em Educação. Dar muitas entrevistas, visitar os órgãos de comunicação, nem pensar. Nunca aconteceu quando era governador. Entrou comedido e saiu comedido no Palácio Rio Branco. O seu nome e os seus feitos nunca foram massificados na mídia. Por isso é que, não vejo a participação do ex-governador Binho na campanha como um fato novo e relevante e que possa ter influência para ajudar as candidaturas majoritárias do seu partido. Será mais um eleitor como tantos outros.  Um alguém na multidão.

DEU A VOLTA POR CIMA
Quem deu a volta por cima foi o senador Sérgio Petecão (PSD) e hoje é um dos favoritos a ganhar uma das vagas do Senado. Não tem nenhum segredo. É que o Petecão (PSD) não muda o seu jeito de ser apenas na época eleitoral. É aquela figura expansiva com quem encontra.

MALHADEIRA DE MALHA FINA
A coluna tem informação de uma boa fonte que, a malhadeira de malha pequena do candidato ao Senado, Ney Amorim (PT), deverá malhar nos próximos dias dois prefeitos da oposição. Vou deixar outra surpresa: só conheço um deputado da oposição que não está com o Ney (PT).

BASTIDOR EM MOVIMENTO
A cada dia que passa novos fatos movimentam os bastidores políticos. O deputado Ghélen Diniz (PROGRESSISTA), que rompeu a aliança com o prefeito Mazinho Serafim (MDB), como troco passou apoiar a candidatura ao Senado do Márcio Bittar (MDB), em Sena Madureira.

CHAPA ENTUSIASMADA
Dr. Jeferson Pururuca (PTB), um dos puxadores de votos da chapa do partido para deputado estadual anda entusiasmado com o “nome leve” da candidata á deputada federal Charlene Lima (PTB). “Aonde a Charlene chega conquista votos pela sua simpatia”, exclama Pururuca.

MULTIPLIQUE POR DOIS
O PR não indicou o médico Eduardo Veloso (PR) para a primeira suplência do Senado do candidato a senador Márcio Bittar (MDB)? Mas os fatos estão a indicar que não houve unanimidade, ou a filha da presidente Antonia Lúcia (PR), Gabriela Câmara, não estaria ao lado da candidatura do Ney Amorim (PT). Pense numa eleição louca e multiplique por dois.

SORTE GRANDE
A sorte grande do PT é ter o Marcus Alexandre como candidato a governador, que mesmo atrás nas pesquisas resiste, pelo seu próprio perfil. A cada dia os seus aliados praticam desatinos e jogam porco-espinho para acariciar no seu colo. Assim é difícil ele ganhar.

TUDO CONSPIRA CONTRA
O contexto político do desgaste do PT, baixa popularidade do governo, fadiga acumulada por 20 anos no poder vendo as mesmas caras, desemprego em alta, Rio Branco sendo considerada a cidade mais violenta do país, tudo conspira contra a eleição Marcus Alexandre (PT).

CONFIRMADOS COM O PRIMEIRO TURNO
Embora não externe publicamente a cúpula petista está quase conformada que, não há como chegar ao fim do primeiro turno com o Marcus Alexandre (PT) na frente do adversário ao governo, senador Gladson Cameli (PP). A meta é o Plano B: levar a disputa ao segundo turno.

CHANCE DE ATRAÇÃO
O deputado da FPA que fez ontem o comentário acima diz que a idéia central é num segundo turno, por o PT estar no poder, tem maior cacife de atrair os candidatos a deputados da oposição que forem derrotados. Mas isso só funciona se a diferença da oposição for pequena.

BRIGA TOLA
É um protesto tolo das alas mais radicais do PT contra a troca da cor vermelha tradicional do partido pela cor verde, na campanha do candidato Marcus Alexandre (PT). Não será a troca da cor que descolará seu nome do desgaste do PT e tampouco vai colaborar para ganhar ou perder a eleição. Não é a cor de uma campanha que motiva o eleitor a votar num candidato.

TOCANDO NUM PONTO NELVRÁGICO
Pelas postagens que a sua equipe de comunicação joga na rede social dá para se ter uma avaliação que na área rural o candidato ao governo, senador Gladson Cameli (PROGRESSISTA), vem batendo no tema de liberdade no campo aos agricultores e fim do modelo da florestania.

REVOLTA GRANDE
Há uma revolta grande no campo entre os pequenos e médios produtores com as multas pesadas que lhe são impostas por órgãos ambientais, e o Gladson Cameli (PROGRESSISTA), vem  jogando toda a conta no governo estadual, quando se reúne com os agricultores.

DUAS BOAS PROFISSIONAIS
Os candidatos Gladson Cameli (PROGRESSISTA) e Marcus Alexandre (PT) acertaram nas escolhas das assessorias de imprensa. Tanta a jornalista Silvânia Pinheiro, que assessora o Cameli, como a Andréia Forneck, do Marcus, são profissionais ágeis e muito competentes.

PEGANDO O EMBALO
O candidato do PSL ao governo, Coronel Ulisses Araújo, está no tom popular quando ancora as suas críticas na área de segurança, notadamente, focando que o vice de Marcus Alexandre (PT), Emylson Farias, era até ontem o secretário de Segurança. E o Ulisses tem amplo conhecimento da área.

LOGO MAIS CHEGA AO ACRE
O IBOPE começou as suas rodadas de pesquisas nos Estados para governador e senador já divulgando os primeiros resultados. Há toda uma expectativa com os números do Acre.

DATA-CONTROL EM CAMPO
Enquanto o IBOPE não vem, as equipes de pesquisadores do DATA-CONTROL já estão em campo fechando uma pesquisa em todos os municípios. Resultados na próxima semana.

APOSTANDO TUDO
O PSD está jogando pesado as suas fichas para reeleger o deputado Jairo Carvalho (PSD) e eleger o candidato a deputado federal Marivaldo Melo (PSD). Ambos estão em coligações  fortes; Jairo na forte chapa do MDB, e Marivaldo no “chapão da morte” da oposição a Federal.

NÃO É LUGAR PARA AVENTUREIROS
Tenho uma visão pessoal sobre candidatos a deputado estadual. Não cito pessoas que colocam seus nomes na disputa e não possuem nenhuma qualificação para cumprir um bom mandato. Me alegro quando vejo um nome como do advogado Maurício Hohenberger (PSL), disputando uma vaga na Assembléia Legislativa. Política não pode ser uma aventura.

TUDO PRONTO
Está tudo pronto e testado para a rodada de entrevistas com os candidatos a governador, no AC24horas, durante 1 hora ao vivo, com os jornalistas do Site. Começa às 19.30 horas da próxima segunda-feira. Pela ordem do sorteio o primeiro a entrevistado será o Coronel Ulisses (PSL).

SENADO NO DEBATE
As entrevistas vão se encerrar na próxima sexta-feira. Depois começará a ser trabalhada a série com os candidatos ao Senado, onde acontece uma briga feroz pelas duas vagas.

COLOCOU NOS EIXOS
Ainda existem demandas pontuais a serem resolvidas, mas decididamente a administração do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, entrou nos eixos e superou a sua fase crítica.

NÃO É VERDADE
O candidato ao Senado e a deputado federal que reclamar da falta de recursos na campanha faltará com a verdade com a verdade. Não terão para gastar menos de 2 milhões de reais do chamado “Fundão”, uma bondade que os políticos aprovaram de 1,7bi para bancar as suas campanhas. Por isso é que fica desigual a disputa para os que estão fora do mandato.

EX QUEREM VOLTAR
Zé Carlos (PMB), Jamil Asfury (PSC), Élson Santiago (PTC), Walter Prado (SD), Antonia Sales (MDB), José Bestene (PROGRESSISTA), Edvaldo Magalhães (PCdoB) e Chico Viga (PHS) são ex-deputados que, nesta eleição tentam retornar aos antigos mandatos na Aleac. Uma turma da pesada.

PULARAM DO BARCO
Dos ex-deputados que estão buscando retornar para a Assembléia Legislativa, na eleição passada, quatro eram aliados do PT e hoje estão na oposição: Jamil Asfury, Walter Prado, Élson Santiago (PTC) e Zé Carlos (PMB). Todos os grandes impérios ruíram de fora para dentro.

CAMPANHA ÉTICA
O senador Jorge Viana (PT) tem insistido muito na defesa de uma campanha ética nesta eleição. Bate muito na compra de votos e enfatiza em suas falas que, não vai entrar em festival de negociatas por apoios, repetindo sempre o refrão que entrará ficha-limpa e não sairá ficha-suja.

O PT LHE DEVE MUITO
O PT ter chegado aonde chegou na política acreana deve muito ao Jorge Viana (PT). Foi a partir da sua eleição para a prefeitura da Capital que o ciclo vitorioso do PT chegou aos vinte anos no poder. Antes do Jorge o PT era um mero espectador de eleição. A sua aceitação seja como prefeito ou governador foi alta na época. O partido começou a desmoronar com sua saída do poder. Hoje o PT é uma caricatura do que foi no seu auge no Estado.

EMPURRANDO UM D-8
O PT vive hoje, no Acre, a sua fase mais crítica em termos de prestígio popular. As pesquisas mostram isso, com a oposição liderando para o governo. O Marcus Alexandre (PT) empurra nesta eleição ladeira de tabatinga molhada acima, um trator D-8, desligado. É uma barra!

NADA POR DECIDIDO
Ainda não dá para arriscar em apontar dois nomes como eleitos para o Senado, porque cinco dos candidatos estão no jogo. Um mais um pouco na frente e o restante num grande bolo. O Sérgio Petecão (PSD) é o que mais encarna o povão. O Jorge Viana (PT) tem uma bela memória eleitoral e a máquina do governo; o Ney Amorim (PT) surpreende amarrando parcerias inimagináveis, no campo da oposição. Equivoca-se que, quem tira o Márcio Bittar (MDB) deste jogo. Pela primeira vez entra numa eleição com estrutura de campanha, não é um amador, e mantém o recorde do deputado federal mais votado do Acre. O Minoru Kinpara (REDE) não pode e é um erro o lhe menosprezar. Por todo este contexto é açodamento apontar eleitos.  

 

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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