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Três desafios fatais

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A campanha finalmente chega às ruas. O senador Gladson Cameli (PROGRESSISTAS) dá a largada com uma boa vantagem nas pesquisas, tendo na segunda colocação o candidato do PT, Marcus Alexandre. E bem atrás, na terceira colocação, a candidatura do Coronel Ulisses Araújo (PSL). Três desafios estão lançados. O primeiro é Cameli ampliar a diferença e ganhar no primeiro turno. O segundo é para o candidato petista descontar a vantagem nestes pouco mais de quarenta dias que faltam para o término do período eleitoral, na eleição mais difícil que travou na sua carreira política. E o terceiro desafio é para o Coronel Ulisses buscar a polarização até o meado de setembro. Um fato novo relevante terá que acontecer para que consiga emparelhar no pelotão de cima e ir ao segundo turno. Se até a primeira quinzena de setembro as pesquisas continuarem no mesmo patamar, a polarização Cameli e Marcus não será quebrada. E até lá também poderemos ter uma visão se a decisão acontecerá ou não em turno único.

QUEBRANDO TABUS NA IMPRENSA
O AC24horas, campeão de acessos no Acre, estará trazendo uma inovação nesta eleição, como forma de colaborar para que o eleitor conheça as propostas de cada candidato ao governo, com sabatinas pelos jornalistas do Site. Começa na segunda-feira ás 19 horas e 30 minutos, ao vivo, e pela ordem do sorteio a primeira entrevista será com o Coronel Ulisses Araújo (PSL). É uma maneira de colaborar para aclarar a disputa eleitoral. Estaremos entre os entrevistadores.

NÃO GOSTOU NEM UM POUCO
A coluna tem informação de que o governador tem manifestado aos assessores mais próximos o seu descontentamento com as alianças que o candidato ao Senado, Ney Amorim (PT), está fazendo com prefeitos da oposição. O clima dentro do PT, por conta disso, não é dos melhores.

NÃO FICARÁ SÓ NISSO
E pelo visto o governador terá mais raiva nos próximos dias. O novo roteiro do candidato ao Senado, Ney Amorim (PT), não ficará restrito à aliança com o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), a praticamente certa com o prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro (PATRIOTAS) e há uma conversa engatilhada com o prefeito de Senador Guiomard, André Maia (PSD). Ao que se vê a disputa do Senado está mais interessante que a de governo.

LEI DO MURICI
No PT acontece algo novo, a adoção da famosa “Lei de Murici”, em que cada um que cuide si.

BARBIESE BAQUEADAS
Com a campanha nas redes sociais veio também o lado cômico. O uso do programa de computador Photoshop, que retoca fotos, tira rugas, tem causado gargalhada. Candidatas baqueadas pelo tempo estão aparecendo nos santinhos com as feições da boneca Barbie de tão esticados estão seus rostos. Algumas ficaram irreconhecíveis, tal a transformação. Longe de se tornarem mais bonitas, ficam risíveis. Estão virando piadas na eleição.

OS HOMENS TAMBÉM USAM ARTIFÍCIO
Os candidatos homens, com a idade madura, também aparecem nos seus santinhos com feições de adolescentes. Correm o risco de não serem reconhecidos pelos eleitores.

NEM BOLA
O que se tem notado também nas propagandas políticas é que a fidelidade partidária tem sido chutada para longe. Muitos dos candidatos colocam, por exemplo, o nome de apenas um candidato a senador. Se isso acontece de público, imagine o que não ocorre nos bastidores.

MARCUS, BOLSONARO E O GENERAL
Na propaganda do candidato a deputado federal, Lira Xapuri (PRTB), aparecem juntos à sua foto, o candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL), seu vice General Mourão, e o candidato a governador pelo PT, Marcus Alexandre (PT). A coerência ideológica foi para o ralo.

CAMPANHA ARRUMADA
A campanha começou nas ruas e com mais vigor nas redes sociais. Dos chamados partidos nanicos uma das campanhas mais arrumadas na coligação do PV é a do Juiz de Direito aposentado, Pedro Longo (PV). O seu currículo tem favorecido em muito sua candidatura.

GUERRA JURÍDICA
Mal a campanha começou e já existem na justiça eleitoral, várias denúncias contra candidatos.

O TEMPO É DE LAVA JATO
Os candidatos que costumam fugir das regras tradicionais de uma eleição atentem para o fato que esta será uma disputa eleitoral sob a sombra da Lava Jato e do seu vento moralizador.

CURIÓ DE MUDA
O presidente do MDB, Flaviano Melo, está igual curió em muda e não dá um pio sobre a fritura que o candidato ao Senado do partido, Márcio Bittar, sofre internamente. Como Flaviano é candidato à reeleição, não esperem que abra o bico e proteste. Não quer perder aliados.

M QUE PESE A AÇÃO
A polícia está direto nas ruas, prende muitos marginais, elucida crimes, tem a feito a apreensão de drogas e armas, mas em que pese esta ação contínua, a Segurança Pública será um dos motes principais desta campanha pelos candidatos da oposição, porque permanecemos a ter a Capital mais violenta do país. Será um tema ácido para os candidatos majoritários da FPA, porque a situação acontece num governo do PT, o principal partido da coligação. E não há nenhuma esperança que o atual contexto de uma população acuada se reverta até a eleição. E como são fatos que mexem com o cotidiano não há como esconder.

SOBROU PARA O VERDE
O descontentamento também sobrou para os petistas mais radicais por conta da escolha da cor verde para a campanha do candidato Marcus Alexandre (PT). Alguns, protestaram nas redes sociais por o vermelho, tradicionalmente, a cor das campanhas petistas, ter sido jogado no lixo.

VERGONHA DO VERMELHO
A questão é que em eleições passadas, quando o PT era novidade, vestir vermelho era moda e dava status. Com o desmoronamento moral do PT, todos querem se descolar do vermelho. No próprio Plano de Governo do Marcus Alexandre, ele fala em uma “reconstrução” do Estado.

Campanha na rua
O senador Jorge Viana (PT) voltou aos primórdios do PT e ontem estava nas ruas de Cruzeiro do Sul distribuindo a sua propaganda. Promete uma campanha de parceria com os candidatos proporcionais, mas ressalvou: “tudo dentro da legalidade, não vou entrar ficha- limpa e sair ficha-suja da campanha”. Promete uma atuação descolada e de conversas com a população.

VAQUINHA LEITEIRA
Para arrecadar fundos de campanha, diz o senador Jorge Viana (PT), que vai fazer uma “vaquinha” pela internet e tentar chegar a um teto de doações em torno de 300 mil reais.

SAINDO DA TOCA
Pela primeira vez desde que saiu do governo o ex-governador Binho Marques (PT) deu uma entrevista à imprensa. Sairá domingo, no “Bar do Vaz”, falando da sua administração.

UM DETALHE A SE REVELAR
O assunto não virá na entrevista do ex-governador Binho, mas uma coisa puxa a outra. A coluna revela o real motivo do seu rompimento político com o atual governador: a demissão pelo Binho do jornalista Washington Aquino, que como assessor, fazia críticas ao seu governo.

AFINADO COM OS EVANGÉLICOS
O deputado federal Alan Rick (DEM) é um dos candidatos à Câmara Federal dos mais afinados com a pauta evangélica de defesa da vida, contra o aborto, identidade de gênero e contra o casamento gay. Disputa a reeleição com uma base mais ampla neste segmento religioso.

APOIO FECHADO
A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, uma das melhores avaliadas nas pesquisas, tem candidatos definidos para apoiar nesta eleição: deputado federal Léo de Brito (PT) e a deputada estadual Leila Galvão (PT). É democrática nas relações políticas, mas é partidária.

O QUE É A POLÍTICA!
A maior torcida hoje na cúpula do PT é no sentido que o candidato ao governo, Ulisses Araújo (PSL), chegue ao final da eleição com pelo menos 10% nas pesquisas, como forma de jogar a eleição ao segundo turno. Pelo fato do PT ser governo, acha que o segundo turno é favorável.

MÃOS EXPERIENTES
O canal de comunicação com os órgãos de imprensa do candidato ao governo, Gladson Cameli (PROGRESSISTA), estará nas mãos experientes da jornalista Silvânia Pinheiro. É muito bem relacionada com a categoria de jornalistas, já foi Editora de vários jornais de Rio Branco.

PARA GANHAR NO PRIMEIRO TURNO
A meta da equipe que cerca o candidato ao governo, Gladson Cameli (PROGRESSISTAS), é que decida a eleição já no primeiro turno. O que tem motivado este otimismo são as pesquisas internas. A avaliação é que já nas próximas rodadas de pesquisas aumentará sua vantagem.

CAMINHO ERRADO
O deputado Jonas Lima (PT), quando ataca na tribuna da ALEAC, o candidato ao governo Gladson Cameli (PROGRESSISTA) por ter berço em uma família rica, comete o mesmo erro que cometeu o PCdoB com a história de “riquinho” na disputa do Senado, que só o favoreceu.

META POLÍTICA
O candidato á reeleição, deputado Heitor Junior (PODEMOS), diz que tem trabalhado para ser o mais votado da coligação PODEMOS-PRB-PROS. Avalia que ampliou muito sua base de apoio. O Heitor tem sido um dos bons deputados desta legislatura.

REPETINDO O SUCESSO
O candidato ao Senado, Sérgio Petecão (PSD), manterá a música de campanha que foi o hit da última eleição, com o refrão que, “com Petecão, quem ganha é o povo”, atualizando apenas a letra para o atual contexto da disputa. Petecão apareceu na última pesquisa liderando.

DIFICILMENTE ESCAPA
Na chapa da coligação do PDT para deputado estadual, que pode eleger dois nomes para a ALEAC, dificilmente, uma das vagas não será ocupada pelo candidato Gêmil Junior (PDT). É candidato do Pastor evangélico mais pé quente, Agostinho Gonçalves, da Batista do Bosque.

NEM SÓ NA CLASSE MÉDIA
Falando de eleição do Senado, ontem peguei um táxi e como sou conhecido o assunto descambou para a política. Muito falante, o motorista externou que só tem um candidato até agora definido: “o Minoru”. E ainda explicou o voto: “é um professor”. Pelo visto, o Minoru não está bem só na classe média e no meio universitário. Confesso ter ficado surpreso.

VISUAL DE CAMPANHA
Em meio a um discurso entusiasmado o candidato ao governo pelo PT, Marcus Alexandre, apresentou ontem a sua marca visual da campanha, com a confirmada mudança da cor nas suas peças publicitárias, do tradicional do vermelho petista de outras disputas, trocado pela cor verde. A ala mais radical andou trancando a cara, pois, queria manter o vermelho do Lula.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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