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Xerife reage: “Bêbado também mata e estupra”

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O Delegado aposentado, Walter Prado, reagiu bravo às insinuações de adversários e defensores do atual sistema de Segurança de que, no seu tempo só se prendia bêbado e soltava foguete. Lembrou a solução da morte do pecuarista Mauro Braga, assaltos a bancos elucidados, e que todos os latrocínios foram desvendados. “A polícia quando está na rua tem de conter bêbado ou autor do crime hediondo, porque tem bêbado que rouba, estupra e mata”. Prado, que era subsecretário de Segurança nos governos Jorge Viana tem sido um crítico feroz da atual equipe de Segurança Pública. Tem dito que, com seis meses à frente do órgão diminuirá os índices de violência, que eram baixos no seu tempo em comparação aos atuais alarmantes, que transformaram Rio Branco na cidade mais violenta do Brasil. É só comparar os índices de assassinatos da nossa gestão com os atuais, para ver quem teve um melhor desempenho no combate à violência, tem desafiado. Walter Prado , na época denominado de “Xerife”, por sempre estar à frente das operações, tem dito não haver justificativa para uma cidade pequena como a Capital ser tão violenta. E ponto final.

DEBATE CENTRAL
A violência que tomou conta do Estado e notadamente da Capital vai estar no centro do debate político. No Plano de Governo do candidato Gladson Cameli (PROGRESSISTA) boa parte é dedicado à Segurança Pública. Não há tema hoje mais relevante nesta campanha que inicia.

AC24HORAS NA ELEIÇÃO
O estúdio para a gravação das entrevistas com os candidatos a governadores está pronto no AC24horas. Será 1 hora de questionamentos ao vivo com os jornalistas da casa. Já esta semana as regras estarão nas mãos das assessorias dos candidatos e realizado o sorteio. Na segunda fase virão as entrevistas com os candidatos a senadores. A meta é perguntar o que o povo quer saber.

O QUE DEU CERTO TEM QUE SER BISADO
No Plano de Governo do candidato Gladson Cameli (PROGRESSISTA) é pregada a reedição da chamada “Polícia Comunitária”, que fazia uma interação com a comunidade, criada no governo Jorge Viana (PT), e que os seus sucessores acabaram com o que vinha dando certo.

CANDIDATO DO GOVERNADOR
Aconteceu sim movimento de bastidor tentando a substituição do Emylson Farias (PDT) na chapa do Marcus Alexandre (PT), mas foi um movimento localizado que nasceu sem força de conseguir a mudança. O ex-secretário Emylson Farias foi uma escolha pessoal do governador.

PEDRA SENTADA
Agora a pedra está sentada. Já foi feito o registro da chapa da FPA com Marcus Alexandre (PT) a governador e Emylson Farias (PDT) como vice, inclusive, com a entrega do Plano de Governo.

BOM DIA, CACIQUE!
Está muita gente confundindo. Quem está rasgando as ruas para a troca de tubulações é o DEPASA. A Prefeitura de Rio Branco não tem nada a ver com estes serviços. Por isso vai a minha queixa ao diretor do DEPASA, Moisés Diniz, o “Cacique”: rasgaram a rua principal do Tropical, recapearam a metade e deixaram a outra metade no barro. Choveu e virou um lamaçal. Por qual razão na recapearam a outra metade, já que as máquinas estavam no local? Vale uma puxada de orelha, meu bom Moisés! Não custa nada eles fazerem as coisas bem feitas.

FURO CONFIRMADO
Com uma reunião em sua casa o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), anunciou oficialmente, o que a coluna deu em primeira mão: que apoiaria no segundo voto o candidato ao Senado do PT, Ney Amorim. O primeiro voto será para o Sérgio Petecão (MDB).

NINGUÉM FALA
No MDB ninguém fala sobre o assunto, mesmo o partido tendo um candidato a senador, na figura do Márcio Bittar (MDB). O presidente do MDB, deputado federal Flaviano Melo, deverá dar o calado como resposta com temor de perder o importante apoio do prefeito Mazinho.

CAMPANHA COMEÇOU
Os principais candidatos ao governo deverão estar este final de semana em Cruzeiro do Sul, no encerramento das festividades de Nossa Senhora da Glória, padroeira da cidade. Não custa nada pedir um milagre à santa por suas eleições. Em tempo de disputa apertada vale tudo.

MÉRITO DO ALAN RICK
Os médicos formados na Bolívia e outros países da América do Sul só estão trabalhando no programa “Mais Médico”, por conta da ação do deputado federal Alan Rick (PRB) junto ao Ministério da Saúde. O que havia antes era só promessas de outros políticos. O Alan viabilizou.

ENFORCARAM O PREFEITO
Ainda esta rendendo a história do Jumento homenageado e diplomas dados a vereadores e prefeitos por um instituto chamado “Tiradentes”, que acabou enforcando o prefeito de Senador Guiomard, André Maia. O vereador Gilson da Funerária (PROGRESSISTA) e outros vereadores entraram no MP pedindo o ressarcimento de 19 mil reais gastos com “inscrição” no instituto, passagens e estadia para ir receber o tal do diploma. E tudo bem documentado. O
MP não deverá deixar barato.

MARCA DA CAMPANHA
Nesta quinta-feira o candidato a governador pelo PT, Marcus Alexandre, estará fazendo no seu comitê central, no Bosque, o lançamento da marca e o visual de sua campanha. A cor vermelha será trocada pelo verde nas peças, para horror da turma das “calcinhas apertadas e cuecas apertadas” do PT. E com a torcida para que o governador não apareça gritando “Lula Livre”.

PROGRAMAS GRAVADOS
Os primeiros programas no rádio e televisão do candidato ao governo, senador Gladson Cameli (PROGRESSISTA), já estão gravados. A campanha deverá ter como mote central que Cameli é o candidato que vem para mudar a forma de governar dos últimos vinte anos de gestões do PT.

VIOLENCIA E PRODUÇÃO
A campanha do candidato ao governo, Ulisses Araújo (PSL), vai procurar colar no programa do candidato a presidente, Jair Bolsonaro (PSL), explorar a violência que tomou conta do Estado e, principalmente, da Capital, e focar em um projeto para a produção agrícola e gerar emprego.

ESTRATÉGIA PERIGOSA
A estratégia do candidato ao governo do PT, Marcus Alexandre, contida no seu Plano de Governo, de centrar na defesa dos “avanços” dos governos petistas é perigosa, porque trará para o seu colo a impressão de continuidade, o que vai de encontro do seu mote de inovar e novos ciclos.

É O QUE ESTARÁ EM DISCUSSÃO
O que estará no palco das discussões nesta eleição não são os governos passados do PT, mas do atual governador, que aparece em todas as pesquisas sem alcançar uma alta aceitação.

SEM PROMESSAS MIRABOLANTES
O que chama a atenção nos Planos de Governo do Marcus Alexandre (PT) e do Gladson Cameli (PROGRESSISTA) é que não são longos e não trazem promessas mirabolantes. São exequíveis.

FICOU NO SONHO
A chapa dos sonhos do grupo do Jorge Viana (PT) era Marcus Alexandre (PT) ao governo e tendo Ney Amorim (PT) de vice. O Ney não aceitou e o governador bateu o pé contra.

NÃO CONSIGO VISLUMBRAR
Por mais que seja uma figura ilibada, não consigo vislumbrar ganhos políticos para o candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), em ter de primeiro suplente, o médico Eduardo Veloso (PR).

TIME INCOMPLETO
O dirigente petista Cesário Braga prometeu uma chapa completa do PT para deputado estadual, sem alianças, e o registro mostra um panorama diferente. Sobraram vagas e ainda teve que se coligar com o PCdoB, para chegar aos 25 nomes. Todo fim de governo é terrível!

TENDE NÃO REPETIR
Com a entrada do ex-deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) e do deputado Jenilson Lopes (PCdoB) na chapa do PT, os petistas correm o sério risco de não elegerem quatro deputados. Os comunistas vão tomar uma das vagas que poderia ser do PT, caso saísse sem coligação.

NANICOS ORGANIZADOS
Os chamados partidos “nanicos” têm se mostrado mais organizados que os grandes partidos da FPA. A coligação PODEMOS-PROS-PRB tem mais candidatos a deputado estadual que PT e PCdoB, assim como o PDT e a coligação do PHS-PMB. Houve fadiga de servirem de escadas.

ERRO DE AMADOR
O prefeito de Senador Guiomard, André Maia, comete um erro amador ao trombar com os vereadores. Está alimentando uma briga da qual com certeza não sairá vencedor. Um prefeito tem de ter a habilidade de montar uma base parlamentar forte ou viverá envolto em brigas.

NOME DO PHS
José Carlos da COPESERGE (PHS) será um dos puxadores de votos da coligação PHS-PMB para deputado estadual. Na última eleição municipal ficou como primeiro suplente. A coligação tem potencial para eleger dois nomes para a Assembléia Legislativa.

RECLAMEM PARA O BISPO
Um dirigente de um partido nanico chateado com o fato dos candidatos ao Senado da FPA não estarem bancando a sua chapa, me ligou e indagou: “Luis Carlos, o que faço?”. Resposta curta: “reclama para o Bispo, não reclame para o Padre Asfury que ele é do PT”. E nada mais disse.

AQUI E AGORA
O que vai estar no foco dos debates na eleição para governador deste ano não é o que fizeram ou deixaram de fazer os que governaram o Acre há mais de vinte anos. O debate será sobre a situação em que se encontra o Estado no momento e quais as soluções para que saia do atoleiro econômico em que se meteu na atualidade, e que seja devolvida a paz aos acreanos, acuados pelo alto índice de violência e pelo desemprego. Não estaremos elegendo um governador para ficar olhando pelo retrovisor. Mas para resolver o aqui e agora. Se assim não fosse não haveria eleição, bastaria se deixar ficar como está. Os que os candidatos terão que mostrar não é o que já foi feito, mas o que poderá ser feito. A discussão tem de ser de resultados atuais e não de comparações entre um governador e outro, porque todos tiveram um calcanhar de Aquiles. O centro da discussão será em torno do governo que está saindo. Não interessa ao povo o que aconteceu há 30 anos, mas o que está vivenciado. Este será o debate.

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Blog do Crica

Um governo em busca de um rumo

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Seria desprovido de fatos se apontar algum avanço excepcional do governo Gladson Cameli, como é temerário cobrar solução imediata para todo o desmanche deixado, principalmente, pelos últimos quatro anos da administração Tião Viana. Afinal, não se fechou nem 60 dias de gestão. Um ponto, para quem milita na imprensa é importante, o dele vir cumprindo a sua defesa de que em seu governo a liberdade de expressão ia prevalecer. Até aqui tem mantido a postura. É salutar que isso aconteça. Muito embora alguns súditos, na ânsia de agradar, queiram ser mais reais que o rei e se insurgem contra uma simples visita do vice-governador Major Rocha, acompanhado da imprensa no HUERB, com notas toscas, sentimentais e sem sentido. Foi uma defesa do nada. Mas voltando ao governador Gladson Cameli, é preciso que defina de maneira urgente, de forma oficial, quem é o seu articulador político e consulte sempre a PGE quando tomar medidas que impliquem em repercussões jurídicas. Ao praticamente acabar com o IMC, brecou o canal da vinda de recursos internacionais na área ambiental. O que mais tem causado desgaste à sua imagem nas redes sociais é o fato de nomear figuras exponenciais nos governos petistas para cargos de confiança, prática que prometeu abolir. E continua acontecendo. Tem sido muito criticado, neste aspecto. Está tudo muito solto. Sobre medidas práticas pode-se citar como positiva a determinação de concluir as várias obras abandonadas pelo antecessor, definido a contratação dos aprovados nos concursos da Polícia Militar e Civil e de pagar o calote do 13º salário do servidor deixado pela gestão passada. Quer apresentar um pacote de obras concluídas nos 100 dias de governo. E a missão está em boas mãos, do jovem e competente engenheiro Thiago Caetano, Secretário de INFRAESTRUTURA. Na parte política é que está mais resguardado: tem maioria dos deputados estaduais, federais e todos os três senadores ao seu lado. Isso é importante para abrir portas, em Brasília, aprovar projetos, principalmente, agora quando se trata da Reforma da Previdência. Em suma tem que arranjar recursos extras, nos ministérios, fazer empréstimos, se quiser tocar projetos de maior relevância. Pelo tempo exíguo é cedo, muito cedo, para uma análise profunda do governo Gladson. Mas, no momento oportuno será feita. Até porque a lua de mel política com todo novo governante tem prazo de validade. O ponto concreto que se pode antever é de que terá de se esforçar muito para conseguir ser pior que o desastrado governo passado. Não consigo acreditar, mesmo no início de administração, que quebre o recorde negativo. No mais é esperar para ver qual é mesmo o rumo deste governo.

SERVIU DE RISOS

As várias “notas” de setores do PROGRESSISTAS serviram de riso. Eram de “solidariedade” ao secretário Alysson Bestene, a quem em nenhum momento da visita do vice-governador Major Rocha ao HUERB, tenha sido lhe atribuída a culpa pelo caos em que se encontra a saúde.

QUEM É QUE VAI ATRIBUIR?

Como é que pode atribuir ao secretário Alysson, que mal assumiu, o desastre da Saúde?

QUEM É QUE PODE?

E tem um caroço neste angu, o Rocha visitou o HUERB como o governador em exercício, com os mesmos poderes constitucionais que tem o titular do cargo. Se ele, como governador no momento, não podia fazer uma visita a uma unidade de saúde, quem é que pode?

AGRESSÃO DE NADA

O fato de terem sido encontradas portas danificadas e outras mazelas não se pode dizer que culpa lhe cabe, todo mundo sabe o tamanho das dívidas que o secretário de saúde, Alysson Bestene, herdou dos gestores passados. Indicar pontos a serem sanados não é agressão.

PODEM IR SE ACOSTUMANDO

Ainda é cedo para cobranças mais efetivas. Mas os secretários e os que os circundam assimilem de vez que não estão mais na oposição, mas na situação, e que na campanha foi prometido acabar com o caos. Passado os 100 acabou a lua de mel e cobranças acontecerão.

QUEM DISSE FOI QUEM MANDA

Não foi a imprensa, nenhum badeco, que disse que chegado aos 100 dias de governo, o secretário que não apresentasse algum resultado o caminho era o da rua foi o governador Gladson Cameli. E o fez de forma reiterada. Então para todos, mais trabalho e menos faniquitos.

MOEDA DE DOIS LADOS

O ex-presidente do PT, André Kamai, disse em entrevista que o governo Gladson Cameli não é imune às críticas. Governo nenhum é. Pode é deve ser criticado. Mas falta legitimidade a quem foi avalista do desastrado último governo em se arvorar a apontar soluções para os problemas que deixaram.

REAPROXIMAÇÃO CLARA

Nomeações, visitas da cúpula petista, são sinais que estão a indicar uma reaproximação política da prefeita Socorro Neri com o PT. Até aqui vinha dando o seu perfil à sua gestão. Tenho as minhas dúvidas de que uma simbiose com um PT desgastado a ajude politicamente.

CONVERSA COM A IMPRENSA

O secretário de INFRAESTRUTURA ,Thiago Caetano, reúne a imprensa hoje ás 8 horas no Teatrão para fazer uma explanação sobre as ações da sua pasta e os projetos para executar. É um exemplo aos demais secretários de mostrar à opinião pública as metas das suas pastas.

CANDIDATO, SIM SENHOR!

Não sei os demais partidos da coligação que elegeu o governador Gladson Cameli, mas posso adiantar, porque já ouvi mais de uma vez do vice-governador Major Rocha, que o PSDB terá candidato a prefeito da capital. E já chegou aventar convite para filiação do Minoru Kinpara.

OUTRO PORTO

O ex-Reitor Minoru Kinpara, que teve uma votação estupenda na capital sem os recursos dos demais candidatos ao Senado, terá que buscar outro porto político, porque o REDE, seu partido, não atingiu a cláusula de barreira. E, ele tem de preservar o seu novo capital político.

NÃO ESCAPAVA UM

O vereador N.Lima (PSL), sem uma base jurídica, defende o impeachment da prefeita Socorro Neri, sob o argumento que a cidade está cheia de buracos em suas ruas. Se o vetor buracos fosse aplicado em todos os municípios, não escaparia um prefeito de perder o mandato.

MELHOROU A RESOLUTIVIDADE

As execuções continuam em patamares parecidos com o do governo passado, muito altas. Mas chama a atenção nesta nova gestão da segurança, o alto o grau de resolução dos crimes. E também que, os atos da secretaria de Segurança estão tendo uma divulgação ideal e célere.

UMA CORREÇÃO

O deputado Chico Viga é do PHS e a deputada Juliana Rodrigues do PRB. Fica a correção sobre nota que foi publicada com os nomes dos dois parlamentares. Foi um equívoco pela pressa.

CUMPRINDO UM RITUAL

O ex-prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, que foi derrotado na disputa do governo, chega no horário para cumprir seu expediente na secretaria de INFRAESTRUTURA, e deixa o trabalho dentro do horário. Política, ideologia de lado, falo do cidadão: o Marcus é correto.

O POVO É QUE DÁ O TOM

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, não deve ficar preocupado sobre quem estará ou não estará no seu palanque no próximo ano, quando disputar a reeleição. Se a sua administração chegar em alta na campanha eleitoral, é irrelevante quem estará lhe apoiando.

POVO AVALIOU DIFERENTE

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB) avalia que, o ex-prefeito Rodrigo Damasceno não foi tão mal na gestão da prefeitura de Tarauacá, mas errou na dose política. Há controvérsias. Se tivesse sido de fato um prefeito bom na gestão, bem avaliado, as urnas não lhe rejeitariam.

DENTRO DAS LIMITAÇÕES

Dentro das suas limitações oratórias e do nervosismo de início de mandato, o deputado Neném Almeida (PSD), tem sido muito participativo nos debates na ALEAC, na defesa do governo Cameli, ao ponto de ser dito pelos adversários que, quer derrubar o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) da liderança do governo.

É UM DESASTRE

Toda vez que um filho do Jair Bolsonaro ou a ministra Damares falam, é uma crise no governo ou chacota na imprensa. Deveriam ser proibidos de falar até o fim da gestão do presidente, seria a maior contribuição que poderiam dar para o sucesso da sua corrida para mudar o Brasil.

NÃO É A HECATOMBE

Falando no presidente Jair Bolsonaro, não vem sendo a hecatombe que os petistas previam, ao contrário, vem cumprindo exatamente o papel prometido na campanha e se cercado de bons auxiliares. Não se pode é exigir do Bolsonaro e seus ministros que cultuem os mitos petistas.

NÃO APOSTEM NO INSUCESSO

Não é pelo episódio controverso do carnaval que a competência da secretária de Turismo, Eliane Sinhasique, terá a sua gestão avaliada, mas pelo saldo futuro. O governo mal deu os seus primeiros passos. Conheço a Eliane de décadas, não aposte no fracasso da sua missão.

BOM PARA A DEMOCRACIA

Quando os debates na Assembléia Legislativa acontecem de forma dura, mas qualificada, como está ocorrendo neste início de legislatura, é bom para a população, porque se vê bem representada e para o governo, que vê os seus erros apontados. O pior que pode acontecer a um governador é ter um Legislativo sem uma oposição de qualidade, porque isso acontecendo, vai praticar atos danosos e todos ficarão a lhe dizer amém e sim senhor. Uma oposição forte, propositiva, é da maior importância no parlamento. É unanimidade entre os colegas de imprensa de que a atual composição do Legislativo tende a ser mais ativa, com mais debates importantes do que foi na última safra da ALEAC. A omissão tem de ser varrida.

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