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Conquistou a confiança

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O elogio ao trabalho da prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (foto), neste seu início de gestão feito pelo deputado federal Major Rocha (PSDB), não foi gracioso e nem para ser agradável politicamente. A sua ação de recuperação das ruas da cidade, que estavam esburacadas, recebe elogios fartos da classe política – estou cansado de ouvir de deputados na Assembléia Legislativa – e de populares. O referencial do seu trabalho de recuperar as ruas e que tem causado tantas manifestações diversas a favor, sem dúvida é a boa qualidade do asfalto. Não joga simplesmente aquela capa fina.  A sua equipe da EMURB que comanda as frentes de serviço quando chega numa rua, não tapa só o buraco maior e vai embora deixando os menores. Faz o recapeamento geral. Este é um ângulo da sua gestão, o outro foi ético e foi recebido como positivo pelos órgãos de fiscalização eleitoral: o seu decreto alertando que ocupante de cargo de confiança ou servidor que for flagrado fazendo campanha política durante o expediente será demitido. Quebrou uma prática antiga, o da liberação de servidores em horário de trabalho para fazer número em ato político e balançar bandeira na esquina. A prefeita Socorro caminha para chegar ao fim da gestão credenciada à reeleição. E com muita responsabilidade.

O JACKSON E SUAS MIRAGENS
Tivesse o vereador Jackson Ramos (PT) com malária diria que foi por conta disso, que teve na Câmara Municipal de Rio Branco, um delírio febril de alta intensidade. Mas não é o caso. Falou na cara dura de que o Acre é um mar de calmaria e que a culpa da violência não é do governo. Até se entende a sua ânsia de agradar o governador, mas remédio demais mata o paciente.

CHORO DE TODOS NÓS
O choro do apresentador Ayres Rocha ao ler a notícia do seqüestro de três jovens – dois já foram encontrados mortos – pode não ser o choro do vereador Jackson Ramos (PT), mas foi o choro de todos os acreanos que temem sair de casa à noite na cidade mais violenta do país.

NÚMEROS SÃO ALTOS
Os números das execuções são tão altos que mesmo sendo registrada uma queda não reflete na confiança da população, que continua apavorada. Todo dia tem execução. Virou uma Síria, um Afeganistão, em que pese o esforço diário das forças policiais no combate direto ao crime.

NÃO ADIANTA VARRER
Esta questão da violência vai ser o tema principal de campanha. Está no colo do candidato ao governo, Marcus Alexandre (PT). Será questionado porque isso ocorre no governo do qual é aliado político, responsável pela segurança dos seus cidadãos. O debate é inevitável. Mesmo que, este abacaxi não seja da safra do Marcus, mas do governo do seu partido.

SINUCA DE BICO
Estou curioso para saber num debate qual será a justificativa que o candidato ao governo, Marcus Alexandre (PT), vai dar para tanta violência. Culpar o Temer será tosco. Dentro da cidade a segurança é do Estado. Marcus terá de fazer o que tem evitado: elogiar o governador. Se criticar o sistema de segurança se queima com o governador. Está numa sinuca de bico.

ABANDONO DE BARCO
Caso o candidato ao governo, Marcus Alexandre (PT), não consiga nas próximas pesquisas reverter a sua queda livre e assumir a ponta das intenções de votos, vai sentir o que nunca experimentou nas campanhas que participou: a debandada de candidatos da FPA para o adversário. Mas não coloquem o petista como causa perdida, o jogo está no primeiro tempo.

TURMA DO MURO
Em toda eleição existe a turma do muro, que só desce para apoiar um candidato quando há uma tendência forte de quem será o futuro governador. Acontece em todas as campanhas.

EX-VIANISTA
O ex-deputado Helder Paiva, até bem pouco era um Vianista feroz, nesta eleição dá apoio declarado ao Gladson Cameli (PROGRESSISTA) para o governo, Nicolau Junior (PROGRESSISTA) a deputado estadual e Ney Amorim (PT) para o Senado. Só não declarou o primeiro voto.

ESPATIFOU O NINHO DA PATA
O assunto político mais comentado de ontem foi a declaração do prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), de apoio à candidatura do deputado Ney Amorim (PT) para senador. Foi uma rebelião de peso, que completou o lançamento da candidatura da filha Tamires Serafim á ALEAC pelo PMN. A direção regional do MDB se encolheu, não deu um pio.

NÃO ESPEREM REAÇÃO
E não espere qualquer tipo de reação do presidente do MDB, deputado federal Flaviano Melo (MDB), que quer tudo nesta eleição, menos perder o apoio do prefeito Mazinho Serafim (MDB). Na última disputa já se elegeu com baixa votação. Flaviano fará ouvido de mercador.

COORDENADOR DA CAMPANHA
O presidente do diretório municipal do MDB, deputado Chagas Romão, será o coordenador da candidatura da Tamires Serafim (PMN) para deputada estadual. Compromisso fechado.

BOA EQUIPE DE ASSESSORES
O deputado Nelson Sales (PROGRESSISTA), candidato a uma vaga na Câmara Federal, conseguiu o que é muito importante numa campanha proporcional, formar uma boa equipe de assessores de campo e de planejadores dos passos da candidatura.

DEBATES NA MIRA
O candidato Gladson Cameli (PROGRESSISTA) está recebendo todas as informações da sua equipe de assessores, se preparando para os debates na televisão. Já o PT joga todas as suas esperanças de que, Marcus Alexandre sairá do debate fortalecido, por conhecer o Estado em números.

SEM LUGAR PARA AMADOR
Na chapa de para deputado federal da coligação puxada pelo candidato Gladson Cameli (PROGRESSISTA), disparada a mais forte desta eleição, não há lugar para o amadorismo.

PROJEÇÃO DO PRB
O dirigente do PRB, Diego Rodrigues, trabalha com a projeção de que a chapa formada pelos deputados Juliana Rodrigues (PRB), Josa da Farmácia (PODEMOS), Raimundinho da Saúde (PODEMOS), Heitor Junior (PODEMOS) Maria Antonia (PROS) e André da Farmácia (PRB) tem potencial de votos para eleger no mínimo três deputados. Não há um nome fraco no grupo.

CAMINHADA DIFÍCIL
Perpétua Almeida (PCdoB) sempre foi bem votada nas eleições que disputou para deputada federal. Nesta eleição a sua caminhada é mais complicada. Está numa chapa que tende a eleger dois e tem os deputados federais Léo de Brito (PT), Sibá Machado (PT), Raimundo Angelim (PT) e César Messias (PSB) como adversários. Só cobra criada e com esquemas.

CAMPANHA PROFISSIONAL
O Juiz de Direito aposentado, Pedro Longo (PV), faz uma campanha modesta, mas profissional para deputado estadual. Leva a vantagem de ter muitos amigos, qualificação, e entra bem no chamado voto de qualidade. E encarna o refrão de que a ALEAC precisa de deputados capazes.

SEM MEDALHÕES
O PTB fez certo em sair com uma chapa própria para deputado estadual sem medalhões políticos e sem ninguém de mandato. Dando uma olhada na chapa se vê potencial para eleger um deputado ou até dois, porque a sua maioria é composta de candidatos viáveis.

LOBA NO PHS
O Lira Xapuri (PRTB) deu uma loba no experiente presidente do PHS, Manoel Roque. Quando pensava que estava tudo certo para uma coligação PRTB-PHS, na surdina, o Lira levou seu partido para uma aliança com o PSDC na prorrogação do segundo tempo.

SUPLENTE OPERACIONAL
Ao primeiro suplente do candidato ao Senado, Márcio Bittar (MDB), Eduardo Veloso (PR) foi dado a missão financeira de acalmar os descontentes e atrair aliados. Virou o homem dos bastidores.

É UM VALENTE
O candidato do PT ao governo, Marcus Alexandre, é um valente. Para enfrentar uma situação política adversa do seu partido seja na imagem seja na baixa popularidade do governo, com um abacaxi atrás do outro, como o da segurança pública, tem de ter coragem e otimismo.

O QUE TEM DE SER FEITO
O senador Jorge Viana (PT) faz o que deveria ter feito desde a pré-campanha, que é uma campanha descolada do contexto político do seu partido e centrada apenas na sua imagem do que já fez pelo Estado, quando foi governador. Aliás, muitas de suas obras não foram conservadas e estão em péssimo estado. O que vinha lhe prejudicando era o xiitismo pelo Lula.

CAMINHADA QUASE SOLITÁRIA
Um aliado seu revelou que o JV não é chamado nem para todos os atos, o que tem levado a fazer caminhadas quase solitárias, tendo apenas os assessores Mauro Ribeiro e Gildo César. Mas tem um nome conhecido em todo Estado e fez um governo com boa avaliação.

CANDIDATOS SE TREMEM
A revelação cômica eu ouvi ontem de um velho amigo político da FPA. “Nos atos públicos do PT a gente fica torcendo para que o governador não encerre o seu discurso com o grito de Lula Livre. Cada vez que faz isso empurra o Marcus Alexandre ladeira abaixo”. Escutei e ri.

NÃO GANHAMOS NADA
Outra frase eu ouvi do ex-deputado Vagner Sales (MDB) sobre a euforia do já ganhou dos aliados da candidatura Gladson Cameli: “não ganhamos nada, não subestimem o Marcus Alexandre”.

A ELEIÇÃO PARA O GOVERNO NÃO ESTÁ GANHA
As pesquisas mostram uma inclinação nas intenções de votos a favor da candidatura do senador Gladson Cameli (PROGRESSISTA) ao governo. Mas não formo na legião que já dá o candidato do PT, Marcus Alexandre, como previamente derrotado. Mesmo com todos os desgastes de 20 anos de poder do PT que são depositados na sua conta, é cedo para dar a fatura da disputa governamental como liquidada. Não há boi morto! Ninguém sabe o que poderá acontecer ao longo desta reta final de quase dois meses de campanha. Um erro, um escorregão, um ponto fora da curva, pode significar uma mudança brusca na posição das candidaturas. Aguardemos, pois, os debates, as pesquisas, os programas de televisão, para se ter um quadro melhor delineado. Até lá, prudência!  Não abram a cerveja por conta.

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Blog do Crica

Ilderlei: Gladson precisa ter o pulso forte”

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A frase foi dita pelo prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, na abertura do programa de entrevistas do ac24horas, “Direto da Redação”, programa de estúdio que teve a sua estréia ontem, e que terá como entrevistadores o jornalista Astério Moreira e eu. O primeiro entrevistado, prefeito Ilderlei, foi questionado sobre a sua administração, se falou sobre política, como a conturbada relação com o ex-prefeito Vagner Sales e uma possível disputa da reeleição. Não se furtou de encarar perguntas polêmicas, como por exemplo, o que achava dos primeiros cinco meses do governo Gladson Cameli. Para o prefeito, falta ao governador sentar na cadeira de governador e dar as ordens, ter pulso forte, e não ficar governando focado no que dizem os seus assessores mais diretos. Nega que tenha traído o ex-prefeito Vagner Sales, e não o reconhece como único responsável pela sua eleição. Uma reunião que ficou de ter ontem com o governador Gladson definirá se continuará ou não no PROGRESSISTAS, partido no qual é filiado e está reivindicando ser o presidente da executiva regional. Veja a entrevista no ac24horas.

TEMA QUE UNIFICOU

A proposta apresentada ontem pela deputada Antonia Sales (MDB) do governo aumentar o percentual orçamentário da Defensoria Pública passando de 0,9% para 2%, encontrou aparente guarida nos demais parlamentares, principalmente, os do interior, onde não há uma efetiva ação dos Defensores. A discussão deve ser travada na chegada da LDO na ALEAC.

MEIO TERMO

Na sua experiência de vários governos, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) vislumbrou dificuldade da proposta de 2,0% ser aceita pela equipe econômica do governo; e sugeriu que, a peça orçamentária da Defensoria Pública seja de 1,5%, um meio termo para superar impasses.

PEDIDOS EM CASCATA

Conversando ontem como um integrante da equipe econômica do governo, este alertou que não haveria como justificar a fixação do orçamento da Defensoria Pública em 2,0%, aumento de mais de 100º% do teto atual que é de 0,9%. “Como explicar, por exemplo, para o Judiciário, MPE, que você está reajustando em mais de 100% o orçamento da Defensoria e não serem também aquinhoados”? Fez a pergunta. Para ele, haveria pedidos de aumento em cascata.

VERBA ESPECÍFICA

Caso se consiga da equipe econômica do governo este reajuste no orçamento da Defensoria, que acho improvável no teto reivindicado, deveria ser uma verba carimbada específica para a contratação de mais Defensores e vedado o uso em reajuste salarial aos Defensores Públicos.

ONDE PASSA UM BOI PASSA UMA BOADA

E por um princípio simples. As demais categorias iriam montar acampamento na porta do governador Gladson Cameli e, também, exigir reajuste salarial. O pedido da deputada Antonia Sales (MDB) não é algo tão simples de ser atendido, tem de ver o tamanho da implicação no orçamento estadual. Mas dará um bom debate, precisamos de uma Defensoria Pública presente em todos os municípios. Mas lembrar que no governo não existe só a Defensoria.

GLORIOSO ATACA NOVAMENTE

O braço sindical do MDB, comandado pelo presidente da FIEAC, José Adriano, bateu ontem no governo Gladson Cameli, em um vídeo divulgado lhe responsabilizando pela derrocada dos empresários no Acre. O MDB, ao que parece, escolheu o governador como seu alvo fixo e saco de pancadas. Deve ser constrangedor para as secretárias Maria Alice e Eliane Sinhasique.

NÃO VI UMA DEFESA

Não vi um posicionamento político do governador Gladson Cameli a este respeito, como nenhum parlamentar que lhe apóia rebateu e ele ficou calado, ficará valendo o que foi divulgado sobre o setor industrial, verdadeiro ou não. Não me cabe defender o governo.

É O DONO DOS VOTOS?

O deputado Neném Almeida (SD) ameaçou ontem da tribuna de que o candidato que não ajudar a recuperar as ruas da Cadeia Velha não terá votos dos moradores em 2020. Falou com tanta autoridade na ALEAC que, quem assistiu saiu pensando que ele é o dono dos votos.

CALDO ESTÁ ENGROSSANDO

Virou unanimidade na da base de apoio do Gladson Cameli o movimento para marcar uma reunião com o governador para discutir o papel do MDB no governo. Não aceitam o MDB ter duas secretárias, diretorias, CECs, e formar e votar na ALEAC sempre com o PT e o PCdoB.

PROPOSTA QUE ROLA

A proposta que será levada ao governador Gladson Cameli é a demissão das secretárias Maria Alice, Eliane Sinhasique, de ocupantes de diretorias, deixando no governo apenas os cargos ligados ao grupo do deputado Vagner Sales (MDB), que vem votando a favor do governo.

COMPLETAMENTE INCOMODADA

Um dos deputados da base passou à coluna que a secretária Maria Alice é uma das mais agastadas com a oposição que o MDB faz ao governo Gladson Cameli, por ser ocupante de uma das pastas mais importantes do governo, depois da fusão da SEPLAN/Administração.

NOME MAIS CRITICADO

O nome mais criticado é o do deputado Roberto Duarte (MDB), hoje o maior oposicionista ao governo Gladson Cameli, sendo mais ferino que os parlamentares do PT e PCdoB. Argumentam os deputados da base que há o agravante do Roberto ser presidente municipal do MDB.

POSIÇÃO PESSOAL

Perguntei ao presidente regional do MDB, deputado federal Flaviano Melo, sobre o que pensava do fato do MDB ser aliado e oposição ao mesmo tempo ao atual governo. Saiu pela tangente e disse que a posição do deputado Roberto Duarte (MDB) é pessoal e não do partido. Ou seja, deu praticamente carta branca para que o parlamentar continue com a pancadaria.

HAVIA DISCIPLINA POLÍTICA

Pode se criticar os governadores do PT por qualquer ângulo que quiserem, mas nas alianças que os sustentavam; a FPA, jamais foi aceito um aliado ter secretarias no governo e votar contra o governo. Se há algo que os governadores do PT tinham era pulso forte na política.

NÃO FOI DE GRAÇA

Não foi de graça que o PT ficou 20 anos do poder. Foi porque os seus governadores sabiam usar o poder e tinham o pulso firme para tomar decisões políticas, o que falta ao Gladson Cameli é exatamente a falta de pulso e mostrar que tem a caneta que nomeia e demite.

TORNA INVIÁVEL O GOVERNO

Qualquer governador que ficar refém de um deputado ou de um partido, ficando no canto do ringue, a tendência natural é a de não ser respeitado pelos aliados, pela frouxidão dos atos.

FALANDO DE GULODICE

Um fato cômico aconteceu logo após a aprovação da reforma política do governo. Um dos integrantes da base chegou junto ao presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), e falou: “vamos agora ao Gladson, quero saber quantos cargos terei”.

APOSTANDO NA UNIDADE

O prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, é um otimista. Diz que se for candidato á reeleição não tem dúvida que terá o apoio do ex-prefeito Vagner Sales. Tudo é possível em política, mas no presente caso me recuso a acreditar neste apoio. Mais fácil ganhar na MEGA.

NOMES SURGINDO

Os nomes vão surgindo como candidatos da oposição à prefeitura de Mâncio Lima. Entre eles, Josimar (PSDB) e Wilssilene (PROGRESSISTAS). O prefeito Isac Lima (PT) sairá à reeleição.

DADO COMO CERTO

Dirigentes do SD dão como certa a filiação do deputado Fagner Calegário (PV) no partido.

FORA DE CENA

Quem saiu de cena foi o vice-governador Major Rocha, que tem evitado os temas polêmicos.

MOSTRADO EQUILÍBRIO

Mesmo nos momentos mais tensos na ALEAC o presidente Nicolau Junior (PROGRESSISTAS) mostra ponderação e equilíbrio na condução dos debates na casa. É um pacificador nato.

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Blog do Crica

Não pode é fazer politicagem

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A prefeita Socorro Neri determinou com acerto à sua equipe que nas vias estruturantes e de grande tráfego, não recupere apenas os buracos, mas também os pontos em que o asfalto está trincado e com desnível. Aliás, desnível resultante de serviço mal feito por empresas contratadas pelo DEPASA, órgão do governo. Se não se tiver este cuidado, depois será acusada de ter aplicado mal os recursos limitados que tem e de ter feito um serviço porco. Na gestão pública as decisões devem ser técnicas, e não para o gestor ser agradável para este ou para aquele grupo político. Porque se assim não for a Prefeitura será acusada de tapar um buraco numa semana e pouco tempo depois a mesma rua estar com buracos. Não pode também é por politicagem prometer que vai asfaltar todas as ruas da capital como fizeram e deu no fracasso que deu. É a primeira vez que vejo alguém ser criticada por estar fazendo um bom serviço.

DEPOIS RECLAMAM DO GOVERNO

O governo passado construiu uma moderna Estação de Tratamento de Esgoto na Cidade do Povo. Pois bem, foi toda destruída. Vândalos roubaram os fios, as bombas, e a sucatearam, deixando-a inoperante. Não vai demorar estarão reclamando de falta de saneamento, bueiros entupidos e cobrando do governo pelo que foi vandalizado. Podem aguardar que vai ocorrer.

DEFININDO O PARTIDO

Márcio Pereira, filho do ex-prefeito Luiz Pereira, confirmou à coluna a sua candidatura a prefeito de Plácido de Castro, faltando apenas definir o partido, que pode ser pelo PTB. Márcio é um político jovem com idéias modernas, que fogem à mesmice da política tradicional.

FRASEOLOGIA DA BALSA PARA MANACAPURU

Após ouvir ontem vários lamentos de deputados contrários à reforma e que foram derrotados pela base do governo, o deputado Luiz Tchê (PDT), usou a fraseologia da “Balsa Para Manacapuru, que simboliza os derrotados no embate político: “É o choro do surubim”, disse.

OUTRA VERSÃO IRÔNICA

O deputado Fagner Calegário (PV) usou do bom humor para falar sobre a derrota da oposição na votação da reforma política do governo: “estou numa rebordosa, numa ressaca”. E não deixou de alfinetar o governo ao recomendar que, os desempregados procurem a Casa Civil.

QUEM SÃO OS MEMBROS DO CARTEL?

Uma boa pergunta para afirmação feita pelo governador Gladson Cameli de que um “cartel” está boicotando a administração da secretaria de Saúde. Que Cartel é este? Profissionais da Saúde? Grupos Políticos? Fogo amigo? Empresários? Quem são? Foi uma acusação grave.

O CÔNCAVO E O CONVEXO

O artigo com o título acima, publicado no ac24horas pelo ex-deputado Luiz Calixto, define com maestria o que é o MDB e seu comportamento. Vale a pena ser lido. Sintetizando, o MDB sempre se divide em duas alas: uma incrustada no governo e a outra fazendo a oposição. Se o governo der certo o MDB colaborou. Se não der certo, diz que foi crítico. É bom ler na íntegra.

COMO DISSE CHE GUEVARA

Ninguém é mais oposição na ALEAC ao governo Gladson que o deputado Daniel Zen (PT). Piada pensar o contrário. A diferença é que faz uma oposição dura, sem gritos, mas com classe, na tribuna. Como disse o velho Che Guevara: pode-se ser duro, mas sem jamais perder a ternura.

POSTAGEM IRÔNICA

O secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, fez ontem uma postagem irônica nas redes sociais: “É rolo compressor na Assembléia. “É rolo compressor nas rodovias”. Alusão à aprovação da reforma administrativa na ALEAC e às obras do governo na rodovia AC-40.

REGISTRE A TENDÊNCIA, JV!

O guerreiro petista Marcos Fernandes critica o ex-senador Jorge Viana por estar querendo mudar o PT de fora para dentro, montando um grupo com Binho Marques, Raimundo Angelim e Marcus Alexandre. “Se quer criar uma nova Tendência, registre-a no partido”, comentou ontem à coluna com ironia. O PT é dominado hoje pela Tendência “Democracia Radical”.

COBROU, MAS NÃO FOI DECISIVO

Por respeito ao bom deputado Roberto Duarte (MDB), faço uma correção ao seu discurso de ontem, na ALEAC, de que os projetos dos ramais só chegaram na CEF porque alertou para o fim do prazo. De fato cobrou. Mas a força tarefa já trabalhava na montagem mais de mês.

FALANDO DE RAMAIS

Ainda sobre ramais, o governo tem de gastar bem os 94 milhões de reais. Não adianta pulverizar os recursos em serviços de raspagem, porque fica um trabalho porco, que não resistirá ao inverno. Certo, o critério de maior produção e população para a escolha dos ramais. Tem que acabar no serviço público se politizar obras e fazer por cima da pausada.

ATÉ PARECE…….

Quem assiste os deputados do PCdoB e do PT criticando na tribuna da ALEAC o fato do governo atual criar novos cargos de confiança e conhece como era o jogo nos governos do PT, fica rindo. Até não parece que nos governos do PT não tinham CECs e os ocupantes indicados por eles. Tá bom: aproveitem e contem uma piada do português ou se preferirem de papagaio.

REVOLTA NA BASE

Deputados da base governista comentavam ontem em uma roda na ALEAC que vão chamar o líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT), para uma conversa séria sobre o MDB. Diziam que não aceitam ver o MDB com secretarias, diretorias e em sua maioria ser oposição ao Gladson.

VOCÊS QUE SE ENTENDAM

Para estes deputados é cômodo o MDB ser oposição na ALEAC e lotado de cargos e secretarias no governo. Vocês que são políticos que se entendam. Por mim, o Gladson Cameli pode dar quantos cargos quiser ao MDB e nomear quem bem entender para as 450 CECs. Até petistas.

ENFRAQUECENDO O MORO

Fora o deputado Alan Rick (DEM), que não estava no plenário, e a deputada federal Mara Rocha (PSDSB) que votou a favor de fortalecer as ações do Ministro da Justiça, Sérgio Moro, o restante da bancada federal acreana votou contra deixar o COAF nas mãos do Moro, enfraquecendo suas ações. Depois que reclamam que o Brasil é o país da impunidade

SEM HIPOCRISIA

O líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT) não usou da hipocrisia e disse que a base do governo tem sim o direito de indicar pessoas para ocupar cargos de confiança na relação aprovada de 450 CECs. Desde que sejam competentes e não meros filhados, sem problema.

ESPERANDO O RESULTADO

Desde a discussão sobre a sua instalação disse que a CPI da ENEGISA era dotada de boas intenções, mas que não teria condições legais de reduzir um centavo das contas de energia elétrica. Todos querem a redução. Mas não é justo ficar iludindo o consumidor com a CPI.

NÃO SABE NEM EM QUEM VOTOU

O deputado Jonas Lima (PT) diz que o povo vai cobrar dos deputados que votaram a favor da reforma administrativa do governo nas urnas. Jonas, se você fizer uma enquete com a população para saber em quem votou na última eleição, a maioria nem se lembra. Quanto mais daqui quatro anos….

A LEGALIDADE É INDISCUTÍVEL

Na política, cada deputado é dono do seu voto e livre para decidir se votará contra ou a favor de um projeto. Quando se trata de uma aberração, cabe a crítica. O que não se aplica ao caso da reforma. Pode-se concordar ou discordar, mas não se discute a sua legalidade. Ora, pois!

É FOGO AMIGO?

A secretária do Turismo, Eliane Sinhasique, postou que: “se tem pessoas que te incomodam, essas pessoas são as que não vestem a camisa! Pessoas que parecem estar fazendo as coisas por fazer…” Fogo amigo, ou algum boicote interno ao seu trabalho dentro do governo, Eliane?

NÃO VAI PARA O SACRIFÍCIO

É improvável que o professor Marcelo Siqueira vá para o sacrifício sendo candidato a prefeito de Cruzeiro do Sul só com a cara e a coragem. Sem estrutura não passaria de uma aventura.

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