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Print de grupo de whatsapp de delegados do Acre causa desconforto entre pai e filho

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O ex-deputado estadual Ariosto Miguéis, figura conhecida no meio político tradicional do Acre, ficou contrariado quando leu a notícia do ac24horas, veiculada nesta segunda-feira, 06, que mostrava seu filho homônimo declarando apoio em postagens de um grupo no WhatsApp da Associação dos Delegados ao ex-secretário de Segurança Pública, Emylson Farias, vice na chapa encabeçada pelo petista Marcus Viana.

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Vaza conversa em grupo de whatsapp onde delegados do Acre rejeitam vice de Gladson e exaltam Emylson Farias

Ariosto postou que “teve uma surpresa um pouco desagradável, pois estava escrito que o Ariosto e os delegados em posição corporativa vão apoiar o candidato a vice-governador do PT”. E completa: “O Raio que tu partas! Como se diz na Santa Terrinha!”

Ariosto evidencia, além de uma certa surpresa por causa da publicação que traz apenas o primeiro nome, discordância com a escolha do filho delegado.

“Ao colocar o nome: deveriam ter acrescentado o nome completo, Ariosto Pires Miguéis Filho. È, Porque o Ariosto PAI, esse que contesta a decisão corporativa do filho,(diga-se de passagem, excelente Filho,) NÃO vai votar no PT. Não sinhô! Vai votar no partido sucedâneo, MDB. Do PTB. SIM sinhô! Onde sua caminhada na política começou em 1950, aqui no Acre, O PTB.”

Em seu comentário no grupo no WhatsApp da Adepol, o delegado Ariosto Filho diz: “Se a oposição ganhar as eleições nós vamos enfrentar situações piores que essa. Esse filme já passou no Acre. Eu já vi. Dizem que o Rocha é quem vai mandar na Segurança Pública. Não gosto do PT. Mas a oposição é um lixo”.

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Nil Figueiredo e cabos eleitorais continuam presos em Rio Branco

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O diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Nil Figueiredo e o servidor público André Venício de Assis, além dos outros seis investigados no âmbito da Operação Democracia, deflagrada na sexta-feira, dia 19, em Rio Branco, pela Polícia, Federal, continuam presos.

Segundo apurou o ac24horas, neste sábado, dia 20, todos os oito investigados presos foram levados, ainda na tarde de sexta-feira, para as celas do sistema prisional estadual. Nil e André estão na Unidade Prisional 4 (UP4), a antiga Papudinha, na região do Tucumã.

Além de Nil e André Vinício [homem de confiança do petista], a Polícia Federal alega que os outros seis presos provisoriamente e que por isso não tiveram os nomes divulgados, coordenavam, coim divisões de tarefas, o esquema de compra de votos que “saqueou” o Iteracre nos meses que antecederam as eleições.

Nil Figueiredo, um dos secretários mais influentes do governo de Sebastião Viana, foi candidato a deputado estadual. O grupo, que estava sendo monitorado pelos investigadores há pelo menos 20 dias, foram gravados combinando estratégias para manter o esquema e eleger, usando da estrutura pública, o então candidato.

Em uma ligação grampeada entre Nil e um dos cabos eleitorais de campanha, cujo nome não foi divulgado ainda pela Polícia, o diretor do Iteracre, avisado sobre a compra do voto, chega a comemorar e determina que a jogada para angariar votos continue. O petista sequer repreende o cabo eleitoral que está assumindo um crime.

“Eu ajeitei ali pro cara ajeitar 10”, diz o cabo eleitoral de Nil, que responde em seguida: “Ah, maravilha, ótimo. Manda bala, manda bala! Tem que ganhar, não pode perder não, meu irmão. Tu é doido, é?”, completa a conversa, ao ser interrompido pelo cabo: “Aí eu deixei… já deixei o dinheiro pro cara, já. O menino lá, o meu irmão”, finaliza.

Segundo o delegado Eduardo Maneta, os investigados “estavam reunidos com divisões de tarefas para cometerem vários crimes durante o período eleitoral. Nos constatamos que o gasto de combustível do Iteracre, somente no mês de setembro, foi superior ao gasto de todo o ano de 2017, comprovando os indícios que nós tínhamos de que o combustível estava sendo desviado para a campanha”, diz.

Operação Democracia prende oito pessoas no Acre

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira, dia 19, um total de 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas.

Todas as ordens foram assiandas pela Justiça Eleitoral do Acre. As investigações iniciaram com os indícios de que recursos públicos estavam sendo colocados à disposição da campanha de Nil Figueiredo.

O esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre) e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do Iteracre foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

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Minoru é convidado para ser secretário de Gladson

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O governador eleito Gladson Cameli [Progressistas] e seu vice, Major Rocha sentaram na segunda-feira, 15, e tomaram uma decisão que a muitos vai surpreender. Eles querem o ex-reitor da UFAC, Minoru Kinpara como secretário de Educação na gestão que se inicia no próximo dia primeiro de janeiro de 2019.

Na avaliação do governador e vice, Minoru reúne todas as condições para gerir a pasta: é conhecedor da área, tem eficiência em gestão e uma ficha de bons serviços prestados. Segundo Cameli, o nome de Minoru orgulha qualquer governante.

A pedido de Gladson o convite para Minoru compor a sua equipe foi feito pelo seu vice, Major Rocha, na terça feira, [16]. Segundo Rocha, o encontro foi muito proveitoso.

“Decidimos convidar o professor Minoru para compor a nossa equipe porque é um professor exemplar, bom gestor e capacidade indiscutível. Fiz o convite a pedido do Gladson e o professor pediu um tempo para responder. É normal esse tempo. Mas para reforçar a nossa boa intenção, disse a ele que a equipe da educação será toda indicada por ele e que não há nenhuma troca por esta nomeação. Ele é bem vindo, inclusive permanecendo na Rede, partido pelo qual disputou a eleição para o senador no último dia 7”, disse Rocha.

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Grupo chefiado por Nil Figueiredo desviou combustíveis e diárias para comprar votos, diz PF

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As investigações da Polícia Federal, no âmbito da Operação Democracria, deflagrada nesta sexta-feira, dia 19, comprovam que um grupo criminoso chefiado pelo diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Glenilson Figueiredo [O Nil] saqueou a instituição para tentar eleger o petista que foi candidato a deputado estadual nas últimas eleições.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário mostram que pessoas ligadas a Nil, incluindo servidores públicos efetivos e comissionados, um deles André Vinício, pessoa próxima ao gestor, coordenavam um esquema de corrupção organizado e com tarefas bem divididas.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário confirmam que várias pessoas ligadas a Nil estavam envolvidas no esquema que tinha como um dos coordenadores o servidor André Vinício Assis, braço direito de Nil, e que atuava como um dos coordenadores do esquema.

“Eles estavam reunidos com divisões de tarefas para cometerem vários crimes durante o período eleitoral. Nos constatamos que o gasto de combustível do Iteracre, somente no mês de setembro, foi superior ao gasto de todo o ano de 2017, comprovando os indícios que nós tínhamos de que o combustível estava sendo desviados para a campanha”, revela o delegado Eduardo Maneta.

A Polícia Federal flagrou membros do grupo comprando votos no dia 06 de outubro, sábado, véspera da eleição. No domingo, o mesmo aconteceu. Eles distribuíam gasolina e, como contou o delegado, na véspera da eleição [o áudio comprova], uma das servidoras ligadas a Nil diz, por telefone, que é preciso tirar a gasolina da casa da mãe dela, para evitar que a polícia encontre algo.

Em uma das ligações, Nil é avisado sobre a compra de voto, e o servidor ligado ao diretor-presidente informa que deu dinheiro para ele, visto que 10 votos estariam garantidos. Nil, na sequência, comemora, e diz que não pode perder a eleição.

“Eu ajeitei ali pro cara ajeitar 10”, diz o cabo eleitoral de Nil, que responde em seguida: “Ah, maravilha, ótimo Manda bala, manda bala. Tem que ganhar, não pode perder não, meu irmão. Tu é doido, é?”, completa a conversa, ao ser questionado pelo cabo: “Aí eu deixei… já deixei o dinheiro po cara, já. O menino lá, o meu irmão”, finaliza. Em nenhum momento, Nil repreende o homem com quem conversa.

Operação Democracia prende oito pessoas no Acre

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira, dia 19, um total de 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas.

Todas as ordens foram assinadas pela Justiça Eleitoral do Acre. As investigações iniciaram com os indícios de que recursos públicos estavam sendo colocados à disposição da campanha de Nil Figueiredo.

O esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre) e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do Iteracre foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

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