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Mais uma tentativa de fuga no presídio da Capital é registrada na madrugada de domingo

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Na madrugada deste domingo, 22, quatro presos tentaram fugir do Pavilhão “A”, do complexo penitenciário Francisco D’Oliveira Conde (FOC), mas foram impedidos pelos agentes penitenciários.

Os presos tentaram fugir pelo telhado da cela 07, após passarem por um buraco feito na laje, onde haviam aproximadamente 17 presos.

Os agentes penitenciários, que faziam rondas durante a madrugada, conseguiram evitar a fuga dos presos que saíam pelo teto do Pavilhão, sendo necessário ainda fazer a recaptura de presos no forro do prédio.

A tentativa de fuga ocorreu quatro dias após motim ocorrido no mesmo pavilhão, onde os presos quebraram as luminárias e pelo menos 05 das 08 câmeras de vigilância utilizando pedaços de pedras arrancadas da própria estrutura física da unidade.

Os agentes afirmam que já haviam informado a direção do presídio sobre o buraco na laje da cela, mas nenhuma providência foi tomada.

O pavilhão “A” abriga presos ligados a uma organização criminosa e tem capacidade para 180 presos, mas comporta hoje quase 700. Oito agentes penitenciários faziam a segurança do local.

Com informações do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre – SINDAPEN

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Gladson manda azular Palácio Rio Branco

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O Palácio Rio Branco estará “azulado” neste mês de dezembro. A luz de cor azul foi acesa nesta segunda semana de dezembro marcando os festejos de fim de ano.

O azul é a cor do Progressista, o partido do governador Gladson Cameli. Como coincidência, desde o começo do ano o Governo do Estado vem substituindo as cores avermelhadas utilizadas pelo PT para tons mais azuis e verdes. O estádio Arena Acreana, que se chamava Arena da Floresta, recebeu pintura em azul.

O azul agora chama atenção no mais importante prédio público do Estado do Acre, o Palácio Rio Branco.

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Destaque 2

Kamai diz que Jackson tenta transferir suas responsabilidades para terceiros: “nunca tratei com o senhor Jackson questões eleitorais”

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O ex-chefe da casa civil da Prefeitura de Rio Branco, na gestão de Marcus Alexandre (PT), André Kamai se manifestou através de nota, sobre as declarações do ex-diretor da EMURB em depoimento à justiça que tenta envolver seu nome.

Segundo Kamai, “esse depoimento sem provas é fantasioso e deixa claro a tentativa de transferir as responsabilidades de suas ações para terceiros, afim de se isentar das acusações pelas quais ele responde na justiça”.

Ao justificar as ações de comando do ex-prefeito Marcus Alexandre, André Kamai enfatizou que “é de conhecimento público a ação presente do então prefeito diretamente nos bairros cobrando e orientando os serviços aos seus auxiliares” e, que “os procedimentos internos e administrativos eram conduzidos pelos secretários e a equipe de cada órgão, conforme designação legal”.

Kamai disse que “nunca tratei com o senhor Jackson ou com qualquer outro secretário de questões eleitorais que envolvessem a gestão municipal”.

O ex-chefe da casa civil disse que “mais uma vez o estranho vazamento seletivo de informações de processos que correm em segredo de justiça ignora o depoimento dos demais envolvidos, tentando descaradamente influenciar a opinião pública e até a decisão da justiça”.

Ao encerrar a nota, André Kamai afirma que “desde o início das investigações deste caso, por ordem do então prefeito, o MP/GAECO contou com toda a colaboração e total acesso às informações, momento em que foram adotadas todas as medidas administrativas sugeridas e requisitadas à prefeitura”, concluiu.

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