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Concurso Polícia Rodoviária Federal 2018: edital pode oferecer mais vagas além das 500 previstas

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O pedido de abertura do concurso público da Polícia Rodoviária Federal (Concurso PRF 2018), analisado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), registrou na última semana, de 10 ao dia 14 de julho, nada menos que 35 avanços em diversos setores do governo. A última delas, mostra que o processo foi concluído na Secretaria Executiva/Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

O concurso PRF 2018 já está autorizado extraoficialmente com 500 vagas. No entanto, o certame poderá oferecer 1.000 vagas. Acontece que o diretor-geral da corporação, Renato Dias, negocia com o Ministério do Planejamento o acréscimo de 500 vagas na seleção. A portaria de autorização deve ser divulgada nas próximas semanas.

O Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, falou sobre o acréscimo das vagas. “Temos uma limitação de orçamento para este ano, creio que não consigamos aumentar estas 500 vagas porque a situação fiscal de 2019 é uma questão delicada, está muito ruim”, explicou. No entanto, apesar do cenário negativo, Jungmann disse estar esperando uma resposta de um pedido que o Diretor-Geral do DPRF, Renato Dias, fez ao Ministério do Planejamento, aumentando o número de vagas para policiais rodoviários federais.

Custo de 500 e 1.000 vagas será o mesmo – Em um dos argumentos da Fena PRF, Tiago Arruda, diretor-jurídico, acrescentou que um concurso de 500 policiais rodoviários federais terá o mesmo custo para a formação do que para 1000 novos servidores. “Seria um desperdício (de dinheiro) formarmos apenas 500 policiais, sendo que o custo para os 1000 é o mesmo”, pontou.

Jungmann reiterou que a credibilidade da PRF nos últimos meses aumentou de forma gradativa após a paralisação dos caminhoneiros. “A PRF se saiu muito bem na questão dos caminhoneiros, os policiais rodoviários mostraram sua eficácia na avaliação do cenário e na coordenação para a desobstrução das rodovias. Nunca a imagem da Polícia Rodoviária Federal esteve tão boa”, afirmou.

O ministro, por fim, destacou que irá encaminhar a pauta ao presidente Michel Temer, mas que é necessário, também, uma reunião com o Ministério do Planejamento, uma vez que, segundo ele, “a questão é fiscal”. Jungmann também pediu celeridade para o lançamento do edital. “O ideal é que ele saia o mais rápido possível”, acrescentou.

Sessão Solene na Câmara marcou o início das comemorações dos 90 anos da PRF; reposição do efetivo foi discutido
No último dia 03 de julho, a Polícia Rodoviária Federal foi homenageada em Sessão Solene no plenário Ulysses Guimarães, na Câmara dos Deputados, em Brasília. A cerimônia foi proposta pelos deputados federais Hugo Leal e João Campos.

O evento marcou o início das comemorações dos 90 anos da PRF. Estiveram presentes no evento o ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República Carlos Marun, o diretor-geral da PRF Renato Antônio Borges Dias, o senador José Antônio Medeiros, os deputados federais Hugo Leal (Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da PRF), Gonzaga Patriota, João Campos e Mauro Lopes, entre outros. A realização da sessão também recebeu apoio do sistema sindical da PRF por meio da Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais – FenaPRF, que também marcou presença com vários membros e componentes sindicais.

O diretor-geral, Renato Dias, não deixou de elogiar a postura do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que tem destacado o esforço da PRF como integrante do sistema de segurança pública e, ao mesmo tempo, tem buscado dar meios mais adequados para o desempenho do seu papel institucional. “A nossa PRF tem sido reconhecida, haja vista o acréscimo orçamentário conseguido para este ano. Falo aqui das emendas parlamentares, que somam 70 milhões. Graças a elas nós conseguimos semear as reformas, construções e expansões nas regionais, dando melhores condições de trabalho para o nosso efetivo, sem esquecer da compra de novas viaturas”, frisou Dias. Por fim, Renato deixou claro para todos o real valor institucional. “A principal conquista da PRF não é posto novo, viaturas novas, equipamentos modernos, mas sim, os recursos humanos. Nós temos servidores dedicados e comprometidos com a missão da polícia rodoviária federal, e isso não tem preço”, finalizou Dias.

Enquanto a portaria autorizativa não é publicada, é esperado com grande expectativa a definição da organizadora do certame. Pelo menos três empresas estão na disputa: Cebraspe (antigo Cespe/UnB), IADES e uma terceira, que ainda não foi confirmada. A banca poderá ser escolhida através de dispensa de licitação. O processo licitatório já foi iniciado, mas para sua conclusão será necessário que a portaria de autorização seja publicada no Diário Oficial.

Uma outra novidade é que a PRF já iniciou o processo de remoção interna de servidores, etapa que antecede a abertura de um novo concurso. A remoção é o deslocamento do servidor público para um outro posto de trabalho. Este ato da administração está previsto no art. 36 da Lei nº 8.112/1990.

Concurso para 500 vagas não será suficiente

De acordo com o diretor-geral da corporação, Renato Dias, o quantitativo autorizado pelo Governo Federal não será o suficiente para reforçar o quadro de servidores da PRF. A declaração foi divulgada pela Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF).

Segundo o diretor, o ideal seria um concurso da PRF para a contratação de 3 mil policiais, mesmo que ao longo de dois anos, prazo de vigência do concurso. Ele destacou que, somente em 2018, cerca de 2 mil integrantes da PRF vão se aposentar. Eles não querem esperar por uma eventual reforma da Previdência num novo governo.

Em seminário na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), promovido pelo Instituto de Tecnologias para o Trânsito Seguro (ITTS), Dias destacou que o atual quadro de pessoal da Polícia Rodoviária é o mesmo de 1994, quando ele passou em um concurso. Apesar disso, a corporação vem tendo bons resultados. No ano passado, o número de acidentes nas estradas federais caiu 7%. O de feridos, 3% e o de mortos, 2%. Nos últimos cinco anos, somente a PRF apreendeu 1 milhão de quilos de maconha.

Ele destacou que os custos com acidentes nas rodovias chegaram a R$ 3,3 bilhões em 2017, sendo R$ 1,5 bilhão (46% do total) com veículos pesados. As ações mais efetivas para reduzir a violência nas rodovias permitiu, segundo Dias, uma economia social de R$ 385,4 milhões. “Mesmo com os avanços, não temos nada a comemorar. Só estaremos satisfeitos quando não houver mais vítimas nas estradas”, disse.

Edital de concurso já está pronto

A PRF confirmou que o edital de concurso já está pronto, aguardando apenas a portaria de autorização, escolha da banca organizadora e do término do cronograma para divulgação do certame.

A corporação publicou um vídeo através de sua página oficial no Facebook e Instagram, mostrando-se ansiosa para divulgação do concurso. “Sim, também estamos ansiosos pelo novo concurso”, é a legenda da publicação (assista abaixo). O clipe tem duração de 1 minuto.

Recentemente, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, já havia dito durante a inauguração da nova unidade operacional da PRF em Cascavel, no Paraná, que o certame será realizado no mais breve possível. “Praticamente no dia em que assumi [Ministério da Segurança] anunciei um concurso. Vamos ter um concurso ainda este ano para a Polícia Rodoviária Federal”, disse.

“Durante a cerimônia o ministro Jungmann reforçou o anúncio de abertura de concursos públicos com 500 vagas para a PRF, além da liberação de R$ 150 milhões para investimentos na infraestrutura da polícia rodoviária”, diz o texto publicado no site da corporação. A expectativa é que a portaria de autorização seja publicada nos próximos dias.

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O Festival do Açaí de Feijó e a dança “proibida” para menores

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Durante três dias, Feijó realizou seu mais famoso evento, o Festival do Açaí. Durante a festa foi escolhida a Garota Açaí e várias bandas e cantores se apresentaram.

Uma imagem que circula nas redes sociais e no WhatsApp, entretanto, mostra um pouco da animação no palco. Enquanto o forró toca e o cantor anima as pessoas presentes, no palco um casal se apresenta ao público com uma dança pouco convencional, “proibida” para menores de 18 anos. Assista:

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Emoção marca final do Festival Estudantil da Canção 2018

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A etapa final do Festival Estudantil da Canção – FEC 2018, nesta sexta-feira (10), na Praça da Juventude, na Cidade Nova, emocionou candidatos e o público presente. A competição que este ano envolveu também universitários reuniu mais de 300 candidatos. Na última etapa, 33 disputaram a premiação, 23 estudantes do Ensino Médio e 10 universitários.

A grande final contou com a Participação Especial de Isaac Santos, estudante da escola Gloria Peres. Exemplo de superação, Isaac mostrou que para a arte não há limites.

No corpo de jurados estavam os cantores e compositores, Camile Castro e Eudimar Bastos, os músicos Bruno Damasceno e Marcos Neri, e a cantora Sandra Melo. Sob o olhar atento dos jurados, os candidatos interpretaram variados gêneros e foram avaliados nos quesitos letra, harmonia, presença de palco, sintonia, originalidade e ritmo.

Na categoria intérprete, representando o Instituto de Educação Lourenço Filho(IELF), Raísa Stefany conquistou o primeiro lugar com a canção ‘Tempo de Vencer’. Na modalidade Universitários, Katarina Barros Margarida, aluna do IFAC/ Baixada, encantou o público com sua ‘Flor das Águas’ e foi a grande vencedora da categoria Autoral.

Filha de músicos, veterana no FEC, tendo conquistado o terceiro lugar no festival em 2017, Raísa se dedicou para evoluir na competição. ”Analisei as músicas, performances, busquei me preparar melhor, ensaiei mais, e deu certo. Conquistar o primeiro lugar entre tantos talentos é uma emoção indescritível, muito gratificante”.

Na modalidade Universitários, a vencedora foi Gleysla Carvalho, aluna da UNIP que brindou o público com a interpretação de “Lugar Secreto. A melhor música autoral foi ‘Idas e vindas’, composição de Vitoria Batista Crispim, também estudante da UNIP.

Estreante na competição, Gleysla não imaginava chegar tão longe, feliz pela nova conquista a aluna da UNIP disse estar pronta para novos desafios.

Cinco dos ganhadores da final do FEC já estão classificados para a Etapa Estadual do festival que acontece no dia 26 de agosto.

Premiação

Realizado pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da secretaria de Juventude (SEJUV) com apoio da Fundação Garibaldi Brasil (FGB) e Governo do estado por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE) e Assessoria da Juventude, o FEC objetiva promover a interação ente os estudantes, revelar novos talentos e contribuir para a consolidação de uma cultura de paz.

A premiação em dinheiro inclui prêmio no valor de R$ 3 mil para os primeiros colocados, R$ 2 mil para os segundo e R4 mil para os classificados em terceiro lugar, além de R$ 500,00 para o vídeo mais curtido e melhor música autoral.

Na avaliação do secretário da Juventude de Rio Branco, Daniel Alves a realização do FEC foi “mais uma edição de sucesso, com mais de 300 inscritos, sendo mais de 50 na modalidade Universitários, grande novidade deste ano. Nosso sentimento é de alegria e gratidão a todos que nos ajudam a realizar esse grande evento’, declarou.

Vencedores

Modalidade Ensino Médio – categoria Intérprete

1º Lugar – Raísa Stefany –IELF

2º Lugar – Jamile Carvalho – Meta

3º Lugar – Brunna Cristina Sales – IELF

Fernando Luiz Bezerra de Oliveira – CEBRB – Classificado para Etapa Estadual

Kemile Vasco Mesquita – Leôncio de Carvalho – Classificado para Etapa Estadual

Modalidade Ensino Médio – categoria Autoral

Katarina Barros – IFAC/Baixada – Música ‘Flor das Águas’

Com 47 pontos o Instituto de Educação Lourenço Filho foi a Escola mais atuante.

Modalidade Universitários- categoria Intérprete

1º lugar – Greysla de Lima Carvalho – UNIP

Tahlyta Silva Souza- UNIP

Lídia Moraes – UNIP

Modalidade Universitários – categoria Autoral

Vitoria Batista Crispim – UNIP

 

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Rio Branco é a capital mais violenta do Brasil; Acre é o segundo em taxa de homicídios

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Aquilo que os acreanos vivem no dia a dia com o medo da violência e a sensação de insegurança é confirmado a cada nova pesquisa realizada por estudos independentes. O mais recente é o Anuário da Segurança Pública, desenvolvido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e divulgado nesta quinta-feira (9).

De acordo com o estudo, Rio Branco é a capital mais violenta do país. Em 2017, a taxa de homicídios na cidade foi de 83,7 assassinatos para cada 100 mil habitantes. A capital acreana superou até mesmo cidades do Nordeste que há décadas não perdiam o status das mais violentas, como Maceió e Fortaleza.

Na capital alagoana, a taxa de homicídios ano passado chegou a 64,4 para 100 mil habitantes. Em segundo lugar como a mais perigosa aparece Fortaleza, cujo índice de assassinatos é de 77,3 para 100 mil pessoas.

De 2016 para 2017 o crescimento da taxa de mortes em Rio Branco foi de 35,5%. Entre os estados, Acre e Ceará também dividem o topo dos mais violentos do país. Assim como entre as capitais, o Acre supera o Ceará.

No ano passado, a taxa de homicídios acreana foi de 63,9 assassinatos para um conjunto de 100 mil habitantes –aumento de 41% na comparação com 2016. Essa elevação colocou o estado como o segundo mais perigoso entre os 27 pesquisados. O campeão é o Rio Grande do Norte, com 68 homicídios para 100 mil moradores. A terceira posição é do Ceará – 59,1 assassiatos/100 mil.

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