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Chapinha da oposição continua firme e forte e não foi implodida, informa PMN

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A chapinha de pré-candidatos a deputado federal da oposição permanece firme e forte, não foi implodida, conforme repercutiu a imprensa local. Pelo menos é o que diz a presidente do PMN no Acre, Valdete Souza.

Valdete e dirigentes do PTC, PPS e PSC, pré-candidatos a deputado federal, se reuniram em um hotel na avenida Ceará, em Rio Branco, nesta quarta-feira, 18, e chegaram a um consenso sobre a unidade do quarteto de partido.

“Os criadores da chapinha são o PMN, PTC, PPS e PSC. Houve uma reunião
e decidimos que a chapinha continua, pois fizemos os os cálculos e consideramos que a chapinha elege pelo menos um deputado federal”, informou Valdete Souza.

A presidente do PMN informou ainda que os representantes do Solidariedade e PTB foram convidados, mas não compareceram.

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Acre

Enxuto, plano de Marcus Viana ressalta “avanços” do Acre em 20 anos com governos petistas

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Com um número de páginas menor do que o apresentado pelo seu adversário Gladson Cameli (PP), o plano de governo de Marcus Alexandre Viana (PT) tem como um de seus focos principais enaltecer os avanços obtidos pelo Acre nas duas últimas décadas de governos petistas.

Para compensar a fadiga causada pela longevidade de seu partido no poder, Marcus Viana faz uso constante dos termos renovação, mudança e novos ciclos. Ao menos dois pontos são tratados com prioridade: economia e segurança pública, os temas mais sensíveis para o eleitorado acreano.

Ao todo, o documento entregue nesta terça-feira (14) ao Tribunal Regional Eleitoral contém 74 páginas. Ele está dividido em seis eixos: desenvolvimento econômico e meio ambiente, infraestrutura, governança e gestão, desenvolvimento social, segurança pública, direitos humanos e políticas afirmativas.

Na primeira parte, é apresentado um balanço resumido das gestões petistas acreanas, com os temas “nosso legado” e “um novo ciclo”. “Chegou a hora de realizar um balanço do tempo e do compasso do nosso projeto e do trabalho que desenvolvemos no governo do Estado nas duas últimas décadas”, diz trecho.

De acordo com o plano, o projeto da Frente Popular não é de caráter político-partidário ou um projeto de poder. “Nosso projeto é o Acre.” Numa avaliação histórica, o documento afirma que a idade do projeto do grupo de partidos governistas não é de 20 anos, mas data dos primórdios da ocupação do território do Acre, no fim do século 19.

“Nosso projeto surgiu quando os primeiros acreanos lutaram contra o domínio estrangeiro e conquistaram nosso lugar no Brasil.” Em seguida, são apontados os avanços dos governos petistas, iniciado em 1999 com a ascensão do engenheiro florestal Jorge Viana ao Palácio Rio Branco.

Nesta parte, o plano recorre com frequência a comparações entre os períodos pré e pós-PT. Um deles foi o fim do crime organizado e do esquadrão da morte formado por policiais, que atuou no Acre até o fim da década de 1990. Em certo momento, é reconhecido que a violência voltou ao estado por conta da “nacionalização” da atuação das facções criminosas.

Apontada como uma das prioridades de Marcus caso seja eleito em outubro, a segurança pública conta com 15 propostas que devem ser implementadas. A maioria é muito genérica, sem apresentar grandes novidades em relação ao que já é realizado. Uma das promessas é fortalecer o controle das unidades prisionais, hoje o grande palco de organização e atuação das facções criminosas.

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Acre

Com direito a evento com líderes de oposição, Mazinho anuncia apoio a Ney Amorim

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O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB) abriu as portas de sua casa na noite de segunda-feira (13) para realizar um evento para oficializar apoio à candidatura do deputado estadual Ney Amorim (PT) ao Senado. O evento contou com as presenças de vereadores da base de sustentação do emedebista, secretários e simpatizantes do gestor que em nível estadual faz oposição aos governos petista, mas nas eleições deste ano vai apoiar um político do PT.

Mazinho Serafim decidiu apoiar Ney Amorim após Márcio Bittar (MDB) anunciar que seu primeiro suplente seria do PR. O prefeito queria que a suplência para sua esposa. “Sei que muitas pessoas vão falar uma série de coisas que não são reais, mas o importante é termos a consciência tranquila em saber que Mazinho fez apenas um pedido, caso possamos chegar ao Senado, que foi olhar com carinho e ajudar Sena a se desenvolver, e isto tenho certeza que iremos cumprir”, diz Ney.

O prefeito emedebista não deixou de alfinetar Marcio Bittar. Demonstrando mágoa em sua esposa ser preterida da primeira suplência do candidato ao Senado pelo MDB. Sem citar nomes, Mazinho Serafim disse que não apoiaria pessoas que querem se aproveitar e não teriam compromisso com o Cale do Purus. Serafim falou ainda de um acordo firmado bom Bittar que não foi cumprido na realização das convenções dos partidos do bloco de oposição.

Segundo Mazinho, mesmo com o acordo firmado anteriormente, Marcio Bittar teria feito uma manobra e teria retirado o nome de Meire Serafim, de sua primeira suplência. “Em 2014 eu junto com toda a nossa turma apoiamos seu Marcio para governador, e quando o chamei para vir tomar um café em minha casa na eleição passada em 2016, o mesmo falou que não iria”, disse o emedebista para retirar definitivamente o apoio a Marcio Bittar.

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Acre

Alfinetando Gladson, Marcus Viana diz que preferiu não “terceirizar” registro

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Numa crítica direta ao seu adversário na disputa pelo Palácio Rio Branco, o senador Gladson Cameli (PP), o candidato Marcus Alexandre Viana (PT) disse que preferiu ir pessoalmente ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) fazer o pedido de registro de sua candidatura e entregar o plano de governo, não optando por “terceirizar” o serviço.

A declaração foi uma alfinetada a Cameli, que optou pelas discrição e enviou seus advogados ao prédio do tribunal para que fizessem seu registro e entregassem o plano de governo num pen-drive. Já o petista esteve nesta terça-feira (14) no TRE acompanhado dos correligionários e entregou o programa de governo impresso.

“Nós não terceirizamos um momento tão importante e uma decisão que, seguramente, trata da esperança e do futuro do nosso Acre. Eu vim pessoalmente ao lado do Emylson [Farias] nosso vice, do senador Jorge Viana e do presidente da Assembleia Legislativa, Ney Amorim”, disse Marcus.

Sobre o plano de governo, o petista afirmou que o documento é o seu “compromisso com o povo do Acre”. “Poderia muito bem ter encaminhado eletronicamente, mas estamos trazendo porque é o nosso compromisso.”

De acordo com ele, o documento é um reconhecimento das conquistas obtidas pelo Acre nos últimos 20 anos de governos petistas no estado, assim como dos erros cometidos. “Durante os últimos seis meses andamos por todo o Acre para construir propostas que estivessem de acordo com os anseios da população”, afirmou ele.

De acordo com o candidato, um dos principais pontos destacados é a segurança pública, hoje o problema mais grave enfrentado pelos acreanos. Entre as propostas estão o reforço do efetivo de policiamento, e a implementação de um grupamento especial de fronteira.

“Vamos fazer todo o esforço para controlar as nossas estradas, nossos ramais.” Outro ponto destacado por ele são as propostas para a área da economia, com destaque para a produção rural.

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