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Etapa universitária do Festival Estudantil da Canção é sucesso na Ufac

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A 3ª edição do Festival Estudantil (FEC) em Rio Branco reuniu dezenas de universitários no fim da tarde desta quinta-feira, 12, no Centro de Convenções da Universidade Federal do Acre (Ufac). O dia musical foi aberto pela estudante Aline Santos Silva, que interpretou Velha Infância, sucesso dos Tribalhistas, e foi muito aplaudida.

Depois de Aline seguiram-se cerca de 30 outras apresentações, todas de estudantes das universidades públicas e particulares da capital. Transmitido ao vivo pelo Facebook. A audiência registrou centenas de visualizações e participação do público até de outras cidades. “Manuel Urbano está torcendo”, disse Klyngen Silva, estudante de Manuel Urbano.

Realizado pela Prefeitura de Rio Branco, por meio da secretaria da Juventude (SEJUV) com apoio da Fundação Garibaldi Brasil (FGB) e parceria do Governo, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SEE) e Fundação Elias Mansour (FEM), desde que foi criado, há três anos, o FEC alcançou estudantes de 149 escolas Ensino Médio urbanas e rurais, chegando agora às instituições de Ensino Superior.

A etapa universitária, lembrou o secretário da Juventude Rio Branco, Daniel Alves, é a grande novidade do FEC este ano. “Essa etapa representa uma nova fase na programação cultural de Rio Branco, o incentivo à revelação de artistas locais”, disse Daniel. Nada menos que 311 estudantes de 48 escolas municipais e estaduais, públicas e particulares, além de universidades se inscreveram no FEC 2018, que terá seis etapas eliminatórias. A grande final acontece no dia 10 de agosto da Praça da Juventude, no Segundo Distrito.

Os organizadores do FEC lembram que a página oficial do festival continua ativa nas redes sociais. Por meio da ferramenta, interessados podem acompanhar o andamento do projeto e as novidades de cada etapa. Nesta sexta-feira, 13, por exemplo, acontece a etapa Centro, às 14h, no Cerb. Escolas localizadas na região central de Rio Branco, com José Rodrigues Leite, Colégio de Aplicação e Instituto São José, entre outros, estarão com seus representantes se apresentando quadra do Cerb.

No FEC deste ano serão premiados os três primeiros colocados, sendo R$3 mil para o 1º lugar, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro colocado. O vídeo mais curtido nas redes sociais receberá prêmio no valor de R$ 500,00. A torcida mais atuante será premiada com kit de Rádio Escolar.

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Cidades

Dólar tem quinta alta consecutiva

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A cotação da moeda norte-americana teve a quinta alta consecutiva, encerrando o primeiro pregão da semana com valorização de 0,64%, cotada a R$ 3,920 para venda. A alta de hoje (10) é a maior registrada desde 2 de outubro passado, quando a moeda fechou em R$ 3,933.

O dólar aumentou 0,89% com a série de altas na semana passada, após o Banco Central ter efetuado leilões extraordinários de venda futura da moeda, com compromisso de recompra, para conter a valorização da moeda.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), começou a semana em baixa de 2,5%, com 85.914 pontos. As ações das grandes companhias, chamadas de blue chip, acompanharam a queda, com Petrobras encerrando em baixa de 5,05%, Bradesco com –1,82%, Vale com desvalorização de 1,74% e Itau com – 2,42%.

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Cidades

Bolsonaro pede confiança de eleitores

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No discurso de diplomação, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, prometeu hoje (10) governar para todos, sem qualquer distinção ou discriminação. Bolsonaro pediu a confiança daqueles que não votaram nele. Também afirmou que o voto popular é um “compromisso inquebrantável”. Segundo ele, a construção de uma nação mais justa depende da “ruptura de práticas que retardaram o progresso no país”, como mentiras e manipulação.

“A partir de 1º de janeiro, serei o presidente dos 210 milhões de brasileiros. Governarei em benefício de todos sem distinção de origem social, raça, sexo, cor, idade ou religião”, afirmou o presidente eleito durante a cerimônia de diplomação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Bolsonaro disse que a diplomação representa o reconhecimento da decisão do eleitorado brasileiro, em “eleições livres e justas”. Agradeceu o trabalho da Justiça Eleitoral, o apoio da família e os 57 milhões de votos. Em primeiro lugar, agradeceu a Deus por estar vivo, após ter sido esfaqueado no início da campanha eleitoral.

Afirmou que cumprirá sua determinação de transformar o país em um local de justiça social. “Eu me dedicarei dia e noite a um objetivo que nos une: a construção de um Brasil próspero, justo, seguro e que ocupe o lugar que lhe cabe no mundo.”

Democracia

O presidente eleito lembrou que o Brasil deu um exemplo de respeito à democracia nas eleições de outubro. “Em um momento de profundas incertezas, somos um exemplo que a transformação pelo voto popular é possível. Este processo é possível. O nosso compromisso com o voto popular é inquebrantável. Os desejos de mudanças foram expressos nas eleições.”

Bolsonaro disse ainda que só com rupturas de algumas práticas haverá avanços. “A construção de uma nação mais justa e desenvolvida requer uma ruptura com práticas que retardaram o nosso progresso, não mais violência, não mais as mentiras, não mais manipulação ideológica, não mais submissão de nosso destino.”

Novas tecnologias

Para o presidente eleito, as novas tecnologias demonstraram sua força nas urnas. “As eleições de outubro revelaram uma realidade distinta das práticas do passado. O poder popular não precisa mais de intermediação. As novas tecnologias permitiram uma eleição direta entre o eleitor e seus representantes. Esse novo ambiente, a crença na liberdade, é a melhor garantia dos ideiais que balizam a nossa Constituição.”

Família

Bolsonaro agradeceu o apoio da família, citou a mulher Michelle, os cinco filhos e a mãe Olinda, de 91 anos. Ao mencionar o nome da caçula, Laura, 8 anos, acenou para a menina que estava sentada na plateia.

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Cidades

Acre realiza primeiro curso de classificação comercial de banana

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Na sexta-feira (7), engenheiros agrônomos de diferentes instituições públicas e empresas privadas do Acre, ligadas à área de produção vegetal, concluíram o primeiro curso sobre classificação comercial de banana do Acre. Realizada pela Embrapa, em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Superintendência Federal da Agricultura (SFA), em Rio Branco, a capacitação de 40 horas preparou 15 profissionais que vão atuar com foco na melhoria da qualidade e adequação da produção do Estado ao padrão comercial estabelecido pela legislação que orienta a classificação de produtos vegetais no País.

O curso integra as ações para implantação do Sistema de Mitigação de Risco (SMR) da Sigatoka-negra no Acre. Os conteúdos abordaram conhecimentos teóricos sobre a classificação, padronização e fiscalização de produtos vegetais e aspectos legais do processo, além de práticas sobre coleta de amostras de frutos de banana, técnicas de
classificação do produto e uso adequado de equipamentos entre outros aspectos normativos exigidos. A programação também contou com exames classificatórios.

“Os participantes aprovados deverão se credenciar junto ao Mapa como classificadores de banana, procedimento necessário para obtenção do registro profissional de habilitação técnica para o exercício da atividade”, explica a pesquisadora da Embrapa Acre, Virgínia Álvares, coordenadora da atividade e autora do projeto de capacitação.

Critérios de classificação

De acordo com a legislação, a banana destinada ao comércio interno e exportação deve ser classificada em Grupos e Tipos, com base em critérios como tamanho dos frutos (comprimento e diâmetro), nível de maturação, apresentação (quantidade de frutos por penca) e qualidade (limpeza dos frutos e ausência de defeitos como rachaduras,
amassados). O Grupo 1, representado pelas variedades nanica e nanicão, pode ser dos Tipos Extra, Especial, Comercial e Comum. Já a bananas do grupo 2 (prata, maçã e banana da Terra, conhecida como banana comprida), variedades abundantes no Acre, incluem os Tipos Extra, Especial e Comercial.

“A tipificação ajuda a garantir padronização e homogeneidade à banana e agrega valor comercial ao produto. A prática trará benefícios para os produtores, que poderão obter preços mais justos para a produção, e para o consumidor, que contará com um produto com melhor qualidade”, afirma a engenheira agrônoma Maria do Carmo Brilhante, lotada no Serviço de Sanidade, Inspeção e Fiscalização da SFA/Mapa no Acre.

Ezequiel Pelentir, técnico da Cidasc e instrutor da capacitação, explica que os defeitos mais comuns na banana disponibilizada para o mercado são lesões por doenças, podridão, machucados e escurecimento dos frutos, geralmente resultantes de práticas inadequadas na colheita e pós-colheita e na logística de acondicionamento e transporte da produção. “Esses problemas, facilmente identificados, influenciam a compra do produto pelo consumidor, que dará preferência a pencas que possibilitem aproveitar todos os frutos. A permanência de bananas defeituosas na gôndola de exposição afeta outros frutos, inviabilizando a comercialização”, diz.

Casa de embalagem

A classificação comercial da banana também envolve critérios para embalagem e comercialização da produção. Desde 2005, a legislação brasileira recomenda que os frutos sejam comercializados em pencas, mas, no Acre, a fruta ainda é vendida em cacho para supermercados e outros estabelecimentos comerciais. “Essa prática tem por base sempre pagar pela menor banana, resultando em prejuízo para o produtor rural. Classificar a banana em pencas maiores e menores, selecionando os frutos, permite preços diferenciados”, enfatiza Ezequiel Pelentir.

A atividade de classificação e embalagem da banana deve ser realizada em local apropriado, seguindo critérios legais. A primeira casa de embalagem do Acre será construída no município de Acrelândia, principal polo produtor de banana do Estado, com recursos financeiros do Banco Mundial. Em fase de licitação, o processo é coordenado pela Associação dos Produtores Rurais do Ramal Campo Novo (Apruracan). A estrutura entrará em funcionamento no primeiro semestre de 2019.

“A existência dessa estrutura é requisito essencial para implantação do Sistema de Mitigação de Risco da Sigatoka-negra. Estamos finalizando o diagnóstico da produção do município e a partir dos pontos críticos identificados, vamos capacitar os produtores em boas práticas na colheita e pós-colheita da banana e em procedimentos de
embalagem, para garantir produção comercial de qualidade”, diz Virgínia Álvares.

Para o engenheiro Agrônomo Josicley Azevedo, técnico da Secretaria de Extensão Agroflorestal e Produção Familiar (Seaprof), um dos 15 participantes do curso, a classificação comercial do produto requer mudança de comportamento por parte dos agricultores, que deverão se profissionalizar e investir mais na atividade produtiva.

“Atualmente, o produtor rural é quem menos ganha com a venda da produção, mas, pretendemos atuar para mudar essa realidade. A oferta de banana classificada pode aumentar a procura pelo produto e resultar em mais renda para as famílias”.

Novos mercados

A Sigatoka-negra ataca as folhas da bananeira, reduz a produtividade dos cultivos e prejudica a qualidade dos frutos e impõe limitações comerciais. Devido à ocorrência da doença, a banana acreana somente pode ser comercializada com Rondônia e Amazonas, estados que também não contam com o Sistema de Mitigação de Risco da doença. Para implantar o sistema no Acre, um conjunto de instituições atua na capacitação de produtores rurais e técnicos ligados à produção agrícola do Estado. “Além da adoção de procedimentos adequados em todas as fases da cultura da banana, com o objetivo de garantir sanidade aos bananais, aumentar a produtividade e fortalecer essa cadeia produtiva, o sistema visa contribuir para abrir novos mercados para a fruta”, afirma Virgínia Álvares.

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