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Presidente dos Cornos do Acre diz que Centro de Rio Branco é o local com maior concentração de traídos

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Quatro pessoas da mesma família são baleadas por membros de facção

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As guerras entre facções não cessam e mais quatro pessoas de uma mesma família foram vítimas da violência que vêm tomando conta da capital. Duas mulheres, Ághata Fiama Teles, 26 anos e Ágda Williane Teles, de 23 anos, e dois homens identificados como Weliton Vitor Mendes, 26 anos, vulgo macaxeira e Gerson Costa Ribeiro, 21 anos, foram feridos a tiros na tarde deste domingo (26) dentro de uma residência localizada na rua João Amâncio, no bairro João Paulo II, na região da Baixada da Sobral em Rio Branco.

De acordo com informações de testemunhas que presenciaram o ataque, dois homens não identificados, membros de uma organização criminosa chegaram na frente da residência em uma motocicleta, desceram e invadiram a casa no momento em que a família estava almoçando e em posse de armas de fogo efetuaram 12 tiros. Aghata foi ferida um tiro no peito e na perna; Ágda com dois projeteis, um na cabeça e outro na virilha. Já Weliton foi atingido com três tiros, no peito, outro na perna e braço. Gerson foi baleado com um projétil no peito. Nada ação dos criminosos as crianças que estavam na sala saíram ilesas.

Três ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de urgência (Samu) foram acionadas e conduziram, Ághata, Águida e Weliton ao Pronto Socorro de Rio Branco em estado de saúde gravíssimo. Já Gerson foi conduzido por populares a Unidade de Pronto Atendimento (Upa) e em seguida foi pelo SAMU ao Pronto Socorro em estado de saúde estável.

Policiais Militares estiveram no local, colheram informações e em seguida fizeram rondas na região busca de prender os dois membros da facção, mas ninguém foi encontrado.

Agentes de Polícia Civil da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) já iniciaram as investigações.




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Mesmo com operação Fecha Fronteira, homicídios disparam no início do ano no Acre

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O governo do Acre, por meio dos órgãos que compõem o sistema de segurança pública do estado, deve apresentar nos próximos dias novas estratégias de enfrentamento ao crime.

A violência tem sido uma infeliz rotina diária para quem mora, principalmente, em Rio Branco.

No início do ano, o governo anunciou uma grande ação que prometia coibir o roubo de veículos e a incidência de crimes contra a vida. A Operação Fecha Fronteiras, de tempo indeterminado, acontece em 11 pontos estratégicos de Rio Branco e também nos acessos a fronteira do Acre com estados e países vizinhos.

A sensação é de que nada adiantou. Os assassinatos cresceram de forma assustadora no início do ano. Tanto que do dia primeiro de janeiro até este sábado, 18, com a chacina ocorrida na Transacreana, já se contabilizam no Acre, 30 assassinatos. É um índice alarmante de 1,66 execução por dia. A capital acreana concentra mais de 80% dos assassinatos.

Nas redes sociais, os internautas têm apontado alguns motivos para que a operação não esteja ajudando na diminuição dos crimes em Rio Branco. Uma delas seria que apesar das barreiras existirem, há pouca fiscalização. “Eu moro perto de um desses pontos de fiscalização e fiquei observando. A barreira tá lá, mas os policiais não fiscalizam nenhum veículo. Ficam conversando ou no celular, sem abordar, como vão descobrir se dentro do veículo há uma arma?”, afirma o morador que prefere não ser identificado.

A falta de fiscalização prometida também acontece nas fronteiras. Relatos dão conta de que a operação não está presente em todos os acessos a fronteira. O jornalista Jairo Barbosa publicou em uma rede social, fotos que mostram que em 200 quilômetros de estrada que liga o Acre ao Amazonas não há uma única viatura policial.

As fotos mostram o posto de Fiscalização IDAF/SEFAZ sem a presença policial.

O ac24horas conversou com o Coronel Ricardo Brandão, secretário adjunto de segurança pública do Acre, admite que há uma preocupação com os policias e o uso do celular durante o trabalho. “Ontem mesmo me reuni com os responsáveis pela coordenação operacional do Gefron e pedi providência de postura em relação a esse tipo de situação”, afirmou.

Mesmo com o grande número de assassinatos, Brandão afirma que a avaliação é positiva, mas admite que as forças de segurança não estão conseguindo evitar os crimes e que há uma urgente necessidade de novas estratégias que realmente deem resultado.

“A avaliação que fazemos é positiva, já que tivemos uma diminuição considerável no roubo de contra o patrimônio, principalmente de veículos. No entanto, no tocante dos crimes contra a vida, relacionados a briga de organizações criminosas, a operação não surtiu o efeito esperado. Nessa próxima semana, estamos reunindo todo o Sistema de Segurança Pública para o lançamento do plano de metas 2020 e ativação de outras estratégias para o combate mais direcionado aso crimes contra pessoas envolvendo as organizações criminosas” afirma Brandão.

O secretário adjunto confirma que não há Operação Fecha Fronteira na BR-317, que liga o Acre ao Amazonas. “Realmente na estratégia inicial a operação foi direcionada para fechar a fronteira com Rondônia e com a Bolívia. Para Boca do Acre não temos perna suficiente. Tivemos uma conversa com a PRF, já que é uma estrada federal, e ao longo dos próximos dias vamos traçar estratégias conjuntas para compartilhar essa responsabilidade e ampliar nossa capacidade de atuação”, destaca.




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