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Petrobras aumenta preço da gasolina nesta quinta em 0,78% nas refinarias

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A partir desta quinta (12), a Petrobras vai comercializar a gasolina por R$ 2,0527 nas refinarias. O preço é 0,78% maior que o atual, de R$ 2,0369, que foi reajustado nesta quarta. O aumento acumulado desde o início do mês já é de 5,34%. Nos últimos seis meses, o preço subiu mais de 40%.

O preço do diesel segue congelado em R$ 2,0316, em cumprimento de acordo do governo com caminhoneiros após prolongada greve. Em maio, antes da paralisação da categoria, o combustível chegou a atingir R$ 2,3716.

Em vigor desde o ano passado, o sistema de formação de preços de combustíveis da empresa prevê reajustes quase diários, que são referenciados no mercado internacional de petróleo e no câmbio dólar-real.

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TOP OF MIND irá homenagear os melhores do ano no Acre nesta terça-feira (11); saiba mais

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O Instituto de Pesquisa Data Control irá realizar a segunda edição do TOP OF MIND. A cerimônia de homenagem será realizada na noite desta terça-feira, 11, no Restaurante Pão de Queijo.

A cada ano, o Data Control realiza pesquisa de opinião pública junto à população para eleger os destaques nas áreas de jornalismo: melhor canal de TV; Programa de TV, Emissora de Rádio, Site de Notícias, Coluna Política e também em outros segmentos como: Supermercados, Loja de Construção, Revendas de Veículos (carro e moto), instituições financeiras, Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), Gestores Públicos e Políticos.

O evento é badalado e contará com a entrega do Prêmio TOP OF MIND a cada um dos representantes desses segmentos eleitos, por meio de pesquisa de opinião pública, realizada no dia 12 de novembro

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Prêmio de Jornalismo: MPAC traz jornalista do G1 para falar sobre jornalismo de dados

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Com experiência na imprensa, o jornalista Thiago Reis é o convidado do 9º Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). Ele é coordenador no portal de notícias G1 dos projetos “Fato ou fake” e “Monitor da violência”, e vem ao Acre falar da experiência com jornalismo de dados e checagem de fatos.

Além da participação no dia da premiação, Thiago Reis vai proferir uma palestra no auditório do MPAC sobre a importância do jornalismo guiado por dados para a segurança pública. O evento está marcado para o dia 12 de dezembro, a partir das 14 horas, e é voltado para membros, servidores, jornalistas e estudantes de comunicação social.

As inscrições são feitas pela internet no endereço eventos.mpac.mp.br e, no final da palestra, serão emitidos certificados pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf).

Com a temática voltada para a segurança pública e direitos humanos, a 9ª edição do Prêmio de Jornalismo vai focar na atuação do Ministério Público acreano em defesa da vida, abordando a questão da segurança pública como dever do Estado e direito de qualquer cidadão, aliada à preservação dos direitos humanos fundamentais. A cerimônia de entrega da premiação acontece na noite do dia 13 de dezembro, no buffet Afa Jardim.

O jornalista

Thiago Reis, 36 anos, é formado pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e tem especialização na Fundação Getúlio Vargas (FGV). Começou a carreira na Folha de São Paulo, onde ocupou a função de repórter, chefe de reportagem e editor-assistente. Em 2009, entra no portal G1, na editoria São Paulo. Já em 2012 passa a atuar na área de produção do site de notícias, onde ajudou a implantar equipes em vários estados.

Foi no final de 2013 que começou a se dedicar a dados, ajudando no embrião do que seria mais tarde a editoria de dados do G1. Em 2017, o portal concebe o projeto “Monitor da Violência”, uma parceria entre G1, o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A iniciativa, que é coordenada por Thiago Reis, tem o objetivo de discutir a questão da violência no País e apontar caminhos para combatê-la.

Nesse ano, o projeto venceu o Data Journalism Awards, a maior premiação do jornalismo dedados, na categoria “Escolha do Público”Único brasileiro da lista, o projeto mapeou e apurou os 1.195 registros demortes violentas que aconteceram durante uma semana de agosto de 2017,propondo, a partir desses dados, um panorama da violência no país.

“Reportagens guiadas por dados dão credibilidade e agregam valor. Mas há um desafio diário de aliar relevância a alcance. Eu acredito que o Monitor da Violência pode ajudar a reduzir essa epidemia que causa dor e desilusão a tantas famílias”, afirmou Thiago Reis.

Jaidesson Peres-Agência de Notícias do MPAC

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Urologistas alertam para uso “recreativo” de remédio contra impotência sexual; entenda

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O uso prescrito de medicamentos contra a disfunção erétil reativa a vida sexual de homens impotentes e recupera a autoestima. O uso inadequado desses comprimidos, comprados na farmácia sem receita médica, pode fazer mal a saúde, alertam urologistas e outros especialistas.

Foi para sentir-se seguro que Willian, como prefere ser chamado, passou a usar aos 26 anos o Viagra. “Na época eu estava falhando mesmo. O negócio estava feio. O negócio estava ficando sem graça para o meu lado, vergonhoso […] Estava com completo desinteresse.”

Hoje, aos 39, diz já ter usado vários tipos de medicamento em doses diferentes. Ele conta que, para melhorar a autoestima, costuma tomar o medicamento quando sai com uma nova parceira. Sem modéstia, Willian diz que, assim, dá “um espetáculo”.

Para o especialista Paulo Aguiar, do Conselho Federal de Psicologia, esse tipo de comportamento é  “um grande sintoma da sociedade”. “Isso [o uso do viagra] preenche vazios e inseguranças do sujeito”, analisou.

Aguiar ressalta que o uso indevido de remédios contra impotência expõe homens clinicamente saudáveis à dependência psicológica e reafirma padrões sociais nem sempre positivos, em que prepondera a virilidade masculina.

Uso recreativo

Alex Sandro Baiense, do Conselho Federal de Farmácia, aponta que o caso de Willian é generalizável. “Há um abuso do uso desse tipo de medicamento de pessoas que não tem quadro clínico que justifique o uso desse medicamento. Fica mais no campo do uso recreativo, da questão performática para causar impressão”. Ele lembra que a orientação aos farmacêuticos é de que “qualquer medicamento esteja com a indicação adequada”.

“Nenhuma medicação pode ser usada de forma aleatória, simplesmente alguém chegar à farmácia e comprar. Medicina não funciona assim. Medicina funciona quando há consulta médica, tem que ter uma orientação”, aconselha o urologista Carlos da Ros.

“A gente tem um universo pequeno de pessoas que têm contraindicação absoluta de usar esse tipo de medicação, mas há um universo grande de sintomas e sinais que podem ocorrer com o uso da medicação. Quando o paciente não é alertado disso, ele acaba se surpreendendo com o efeito colateral”, acrescenta o urologista Osei Akoamoa Jr.

Lucio Flavio Gonzaga Silva, cirurgião urologista, também condena o uso desnecessário e a falta de consulta ao médico. “Algumas situações contraindicam o uso desses medicamentos. Se você toma sem avaliação médica prévia, você pode estar em uma dessas situações de contraindicação e pode correr riscos graves. Nunca recomendamos o uso recreativo dessas substâncias”, completou.

O antropólogo Rogerio Lopes Azize, professor adjunto do Instituto de Medicina Social (Uerj), avalia que o consumo indevido de medicamentos para a disfunção erétil é sinal dos tempos. “Vivemos no ocidente contemporâneo em uma sociedade do desempenho, no qual nos vemos como um sujeito-empresa, cuja performance deve ser gerida e aprimorada. Isso atravessa e constrói a nossa subjetividade, influencia nossa relação com drogas em termos gerais, legais e ilegais”.

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