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MP inicia investigação sobre possível caso de corrupção no governo de Orleir Cameli

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A Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, do Ministério Público Estadual (MPE), decidiu tirar de suas gavetas o inquérito para apurar suposto caso de corrupção nas obras de reforma do extinto Hospital de Base e do Pronto Socorro de Rio Branco, durante o governo Orleir Cameli (1994-1998).

Além do ex-gestor, morto em 2013, são investigados o secretário de Saúde à época, José Bestene, e os empreiteiros responsáveis pelas obras. Segundo a denúncia, estes contratos renderam às empresas US$ 1 milhão de forma ilícita. As empreiteiras, conforme a investigação, foram selecionadas sem o devido processo licitatório. O possível caso de corrupção completou 23 anos no começo deste mês.

De acordo com o promotor Bernardo Alberto, ilícitos como estes não sofrem prescrição. Sobre a razão de somente agora o caso ser investigado, ele explica que sua promotoria vem tirando da gaveta procedimentos que estavam há muito tempo parados.

Orleir Cameli é tio do senador e pré-candidato ao governo Gladson Cameli (PP), líder nas pesquisas de intenção de voto. Já José Bestene é o presidente da executiva-estadual dos Progressistas.

Procurado para comentar o assunto, Gladson Cameli afirmou que não se pronunciaria.

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Decreto de Gladson cede petista Marcus Viana para prestar serviço por dois anos ao TJ

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Foi publicado na edição desta segunda-feira, 18, do Diário Oficial do Estado, o decreto assinado pelo governador Gladson Cameli (Progressistas), cedendo o engenheiro civil Marcus Viana, ex-prefeito de Rio Branco e candidato petista derrotado nas eleições ao governo do Acre em 2018, para prestar serviços no Tribunal de Justiça do Acre pelo período de dois anos, com ônus para o Estado. O documento não revela que função Viana ocupará no judiciário.

Marcus, que é servidor de carreira da Secretaria de Estado de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano – Seinfra, no início do ano, havia negado essa hipótese de ser cedido para o TJ. Segundo apurou o ac24horas, a idéia é que Marcus evitasse desgaste com atual de gestão do Estado por ter sido candidato o principal opositor de Gladson Cameli no ano passado.

O ex-prefeito de Rio Branco estava de férias desde que foi derrotado nas eleições de 2018 e voltou ao trabalho na Seinfra em janeiro deste ano. Marcus teria articulado sua saída temporária da Secretaria junto ao Desembargador-Presidente do TJ, Francisco Djalma, de quem é amigo próximo.

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