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Em “duelo dos piores”, Rússia pega Arábia pressionada por fase ruim e tabus na Abertura da Copa

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Quando Rússia e Arábia Saudita adentrarem ao gramado do estádio Luzhniki nesta quinta-feira para o jogo de abertura da Copa do Mundo de 2018, às 10h (horário do Acre), terão um pequeno incômodo a superar em meio à euforia do começo da competição: o estigma de piores equipes entre as 32 classificadas. Enquanto os sauditas ocupam a 67ª colocação do ranking da Fifa, os anfitriões russos estão ainda mais atrás, na 70ª posição.

Para efeito de comparação, a terceira pior ranqueada entre as seleções classificadas para a Copa de 2018 é a seleção japonesa, atual 61ª do ranking da Fifa. Na lista divulgada em 7 de junho, os rivais do jogo de abertura do Mundial vêm atrás de seleções que jamais disputaram uma Copa, como Venezuela (33ª), Montenegro (43ª), Burkina Faso (52ª), Albânia (58ª), Finlândia (63ª), Mali (64ª) e Cabo Verde (65ª).

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– DOC: a Rússia Gay que não pode sair do armário

A situação dos sauditas às vésperas da competição não é simples. O time comandado por Juan Antonio Pizzi desde novembro vem de derrotas nos três últimos amistosos: 2 a 1 para a Itália, 3 a 0 para o Peru e 2 a 1 para a Alemanha. A última vitória veio em 15 de maio, também em amistoso: 2 a 0 sobre a Grécia, em jogo na cidade de Sevilha (Espanha).

E a coisa, de novo, não é melhor para o lado russo. Desde que venceu a Coreia do Sul por 4 a 2 em amistoso no dia 7 de outubro, foram sete jogos sem vencer, com três empates e quatro derrotas. Para piorar, nem o fator casa promete ajudar muito: na Copa das Confederações de 2017, os russos caíram ainda na frase de grupos, superados por Portugal e México e à frente apenas da Nova Zelândia. No país-sede, as críticas são grandes.

Sem uma vitória em jogos de Copa do Mundo desde 2002, quando fez 2 a 0 na Tunísia, os russos treinaram forte em Novogorsk nos últimos dias para tentar escapar de alguns vexames. Além de evitar uma queda do país-sede na fase de grupos, o que aconteceu apenas uma vez (África do Sul, 2010), tenta evitar uma zebra histórica – afinal, o anfitrião do torneio nunca perdeu seu primeiro jogo na competição. Egito e Uruguai, companheiros das duas seleções no Grupo A, estão de olho.

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Ponte sobre o Igarapé Liberdade será aumentado em 20 metros

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Desde a última terça-feira, 14, equipes da prefeitura de Rio Branco trabalham na recuperação da cabeceira da ponte do Belo Jardim 3, que fica sobre o Igarapé Liberdade. A Secretaria de Infraestrutura e Mobilidade Urbana (Seinfra) informou que além disso, o trabalho também irá inclui o aumento do vão em 20 metros.

De acordo com a secretaria, o serviço deve durar aproximadamente três semanas no local. Devido o aumento no nível das águas do Igarapé Liberdade, não será feito um desvio, a travessia na ponte será realizada com o apoio das Secretarias Municipais de Infraestrutura, de Agricultura e Floresta (Safra) e empresa responsável pelas obras

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Destaque 6

Reforma tributária com imposto único traz ganho para o Acre

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O Acre está entre os 19 Estados que ganharão maior participação no novo imposto IBS (Imposto Sobre Bens e Serviços) que deve ser criado com a reforma tributária. O estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) diz que ganham justamente os Estados consumidores que consomem mais do que produzem e, em geral, são as mais pobres.

O estudo analisou as PECs no Senado e na Câmara dos Deputados tratando da reforma tributária. Além o incremento na arrecadação deverá ser de mais de R$ 8,3 mil per capita com o IBS diferença de mais R$ 663 em relação aos encargos atuais na receita corrente líquida per capita no Estado ao longo dos próximos anos.

“É importante observar, contudo, que essa análise preliminar considera a UF como o conjunto formado pelo governo do estado e por todos os municípios desse Estado, ou seja, não permite ainda avaliar o impacto distributivo dentro de cada UF, entre os diferentes municípios e entre estes e o estado. Por exemplo, embora São Paulo apareça como a UF com maior valor absoluto de perda, existem municípios paulistas que potencialmente ganhariam com a reforma”, alerta o estudo.

Os municípios acreanos sentirão os efeitos positivos da reforma tributária, já que, segundo o estudo do Ipea, sairão de um mínimo de receita corrente líquida de pouco mais de R$ 1,4 mil per capita para mínimo de mais de R$ 1,7 mil per capita.

A previsão é que dos 22 municípios, 21 ganhem RCL e apenas um (não nominado no estudo), registre alguma perda.

“As propostas de reforma tributária sintetizadas nas PECs nos 45/2019 e 110/2019, originárias da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, respectivamente, buscam modernizar e simplificar nosso modelo de tributação do consumo inaugurando um IBS, nos moldes de um IVA, alinhado às melhores práticas internacionais, em substituição aos diversos tributos federais, estaduais e municipais que hoje se sobrepõem.”, explicam os pesquisadores Rodrigo Orair e Sergio Gobetti, autores da pesquisa.

Acesse: http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/TDs/td_2530_web.pdf

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