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Lene vai à Câmara vestida de torcedora da seleção; comunista acha que brasileiro rejeita camisa amarela por vergonha

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A Copa do Mundo na Rússia passou a ser tema de debate na Câmara de Vereadores de Rio Branco, entre oposição e situação na semana da abertura da maior competição de futebol do planeta.

O líder do prefeito na Casa, Eduardo Farias (PCdoB), acha que grande parte da torcida brasileira está envergonhada de usar a camisa da seleção porque o uniforme verde e amarelo, bastante usado durante os protestos de rua a favor do impeachment de Dilma Rousseff em 2016, virou um símbolo do golpe. A opinião do vereador comunista vai ao encontro do que pensam petistas, psolistas e grande parte da esquerda brasileira.

Por outro lado, há quem enxergue a opinião de Farias e similares como algo totalmente descabido. É o caso da vereadora Lene Petecão (PSD), que na sessão desta quarta-feira, 13, foi à sessão vestida de verde e amarelo.

A parlamentar diz que, apesar de não entender nada sobre futebol, ao menos em época de Copa do Mundo assiste os jogos do Brasil e vibra pela vitória da seleção.

“Minha bandeira não é vermelha, é verde e amarela!”, afirmou.

A solenidade de abertura da Copa do Mundo 2018 na Rússia ocorre nesta quinta-feira, 14. A seleção brasileira joga nos dias 17 (próximo domingo), 22 (sexta) e 27 (quarta). Suíça, Costa Rica e Sérvia, respectivamente, são os adversários do Brasil na fase de grupos.

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Prontoclínica de Rio Branco e médico são condenados por negarem atendimento à criança

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A 5ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco condenou solidariamente a Prontoclinica de Rio Branco e o médico Saulo Beiruth a pagarem R$ 7 mil por danos morais, em função de não terem prestado atendimento para a criança.

Na sentença, publicada na edição n°6.277 do Diário da Justiça Eletrônico, da sexta-feira (18), a juíza de Direito Maha Manasfi, que estava respondendo pela unidade judiciária, registrou que “no caso em análise, resta configurado a responsabilidade dos requeridos, uma vez que houve a recusa de atendimento médico para usuário do plano de saúde”.

A mãe da criança relatou que tinha plano de saúde da Ameron com cobertura na ProntoClinica e levou sua filha para ser atendida. Mas, quando o médico requerido assumiu o turno liberou a menina, sendo que, segundo a mãe, a criança não estava recuperada. Com a piora da filha tentou novamente atendimento na clínica referida, mas só conseguiu em uma unidade de saúde pública.

Responsabilidade solidária

Segundo a magistrada, houve responsabilidade solidária das partes, do médico, pois, como afirmou a juíza “era obrigação do médico tratar dos sintomas da parte requerente, utilizando os meios possíveis, inclusive com nova aplicação de soro e medicamentos se fosse o caso, não sendo óbice para tanto a falta de pediatra especializado”.

Ainda de acordo com a juíza, “a responsabilidade da pronto clínica também é demonstrada haja vista que tem natureza solidária, em virtude da recusa de atendimento de médico plantonista atuando em seu âmbito”.

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Socorro visita abrigos construídos no parque de exposições

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A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (PSB), visitou na manhã desta sexta-feira (18) o Parque de Exposições Wildy Viana, que está sendo preparado para receber as famílias que eventualmente venham a ser afetadas por uma possível enchente do Rio Acre.

A preocupação da gestora é garantir que tudo esteja funcionando bem para que as famílias que precisarem deixar suas casas sejam bem cuidadas e minimamente impactadas pelo fenômeno natural.

A última medição do nível das águas do rio Acre realizada pela equipe da Defesa Civil municipal na tarde desta sexta-feira registrou a cota de 14,22cm, ultrapassando a cota de transbordamento, que de 14m. De acordo com a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (COMDEC), ainda não foi necessário retirar nenhuma família das margens do manancial.

No início da semana, Socorro Neri visitou o parque juntamente com o chefe da Casa Civil do Governo do Estado, José Ribamar Trindade, e autorizou a construção de 100 abrigos no local, onde serão acolhidas as famílias que precisarem sair de suas casas por conta do transbordamento do rio.

“Toda a preparação para o socorro e assistência às possíveis vítimas de uma eventual enchente já está sendo feita. Equipe e gestão estão preparadas, o contato com o Governo do Estado já foi feito, de modo que estamos com o nosso Plano de Contingência em execução”, afirmou Socorro Neri.

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Regiões preocupantes

O coordenador da Defesa Civil, George Santos, informou que nos bairros Santa Terezinha, Baixada da Habitasa e Ayrton Sena, alguns terrenos já foram atingidos pelas águas do rio. No entanto, segundo ele, não existe a previsão momentânea de a situação se agravar, uma vez que não há registro de mais chuvas nas nascentes do Rio Acre.

“Em Assis Brasil, Xapuri e Brasileia o nível do rio baixou bastante. Em Capixaba subiu um pouco, mas nas próximas 12h deve estabilizar”, explicou Santos, recomendando às famílias que tenham cuidado com o contato com a rede de energia elétrica, animais peçonhentos e, principalmente, não joguem lixo em seus quintais e nas ruas, para evitar o entupimento de bueiros e rede de drenagem das águas pluviais.

 

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Corrupção é causa de punição expulsiva de 36 servidores no AC

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Dos 3.884 funcionários federais atuando no Acre, 36 tiveram a aposentadoria cassada, foram destituídos do cargo ou demitidos do serviço público entre 2003 e 2018. São servidores que cometeram crimes no exercício do cargo e receberam a punição chamada “punição expulsiva”. Esse número é maior que as ocorrências registradas em outros seis Estados: Rio Grande do Norte, Paraíba, Amapá, Minas Gerais, Piauí e Rio Grande do Sul. Os dados são da Controladoria Geral da União (CGU).

Os órgãos e autarquias do Governo Federal expulsaram, somente ao longo de 2018, 566 servidores públicos por atividades contrárias à Lei nº 8.112/1990. Ao todo, foram 243 demissões de servidores efetivos; 45 cassações de aposentadorias; e 12 destituições de ocupantes de cargos em comissão. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, a exemplo da Caixa, Correios e Petrobras.

O principal motivo das expulsões foi a prática de atos relacionados à corrupção. Já o abandono de cargo, inassiduidade ou acumulação ilícita de cargos são fundamentos que vêm em seguida. As outras razões que mais afastaram servidores foram proceder de forma desidiosa (negligência) e a participação em gerência ou administração de sociedade privada.

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