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Dia dos Namorados promete recorde de público em Motéis de Rio Branco

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Dia 12 de Junho é o dia dos apaixonados e amantes manifestarem todo seu amor, trocarem presentes e ainda prepararem todo um ritual para celebração do Dia dos Namorados.

Mas quem não tem tempo para preparar algo especial e deseja dá aquela fugidinha deve ficar atento, pois os motéis da cidade serão poucos para acolher os amantes.

A reportagem do ac24horas entrou em contato com os motéis e a resposta foi anânime: dificilmente a partir das 11h desta terça-feira (12) se achará um quarto vago para quem deseja ter momentos de prazer a dois. Então, corra!

Reportagem do ac24horas pesquisou os melhores preços e pacotes especiais, confira!

Se você está com pouco dinheiro, a reportagem adianta para você os preços que variam de R$ 20, 00 a R$ 35,00/2h em quarto simples.

Agora se você deseja um encontro para entrar para história, prepare o bolso, pois as suítes temáticas: trem, ônibus e nupcial variam de R$ 190,00 até R$ 290,00. Ainda é possível fazer reservas para logo mais a noite. Lembrando que o tempo de permanência varia de 3h a 6h.

Vale lembrar que, no caso dos motéis, a decoração especial fica por conta do apaixonado, esse mimo custa em média R$ 195,00 (adicional ao preço praticado pelo motel). Os motéis geralmente indicam a decoradora, se você se apressar ainda dá tempo de garantir aquela decoração especial.

Agora, quem deseja algo especial e não tem pena de gastar pode também comprar um dos pacotes românticos ofertados pelos melhores hotéis da cidade. Os preços variam de R$ 320,00 a diária com decoração temática, vinho ou champagne e café da manhã tudo incluso no quarto. Encontramos também pacotes em suítes máster com banheira de hidromassagem por R$ 550,00/ diária com café incluso mais vinho e decoração temática.

Agora se o par deseja impressionar, a reportagem encontrou o pacote vip em uma rede de hotéis que deixou a concorrência no chinelo. Diária por R$ 450,00 em suíte com decoração temática pro Dia dos Namorados mais jantar romântico com direito a música ao vivo. No quarto, total privacidade e conforto com direito a champagne e chocolate e ainda café da manhã na cama. O casal entra às 12h e sai no dia seguinte às 18h. Agora é consultar o saldo da conta e correr pros braços da amada o amado.

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Coluna do Nelson

Nicolau e Jenilson num “jogo de compadre” pela presidência da ALEAC

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Não acredito em grandes disputas de bastidores para a escolha do próximo presidente da ALEAC, no início de fevereiro. Conversei nesta terça, 23, com dois pretendentes ao cargo, os deputados estaduais Nicolau Jr. (Progressistas) e Jenilson Leite (PC do B). Frente a frente, eles revelaram porque e como pretendem chegar ao cargo maior do Poder Legislativo acreano. Nicolau tem como exemplo o atual presidente Ney Amorim (PT) a quem ele atribui a democracia da Casa ajudando tantos deputados da base governista quando da oposição. Mostra que quer faze um comando parecido. “Estou com meu nome posto para a disputa, mas tem outros deputados do nosso partido que também querem. A gente tem que discutir internamente para chegarmos a um consenso. Mas eu vou fazer a minha campanha conversando com muita humildade. Porque indiferente de quem seja o presidente temos que ter uma eleição de união. Temos que estar unidos no Poder Legislativo para podermos dar mais legalidade às ações do nosso governador Gladson Cameli (Progressistas) que venham a ajudar a melhorar a vida do povo acreano. Isso é o mais importante, ter uma base forte para trabalharmos juntos ao novo Governo. Quero que a nossa Assembleia seja mais participativa e acho que o próximo presidente tem que ser uma pessoa de confiança do governador Gladson,” disse ele. Por outro lado, Jenilson deixou claro que se houver consenso entre a maioria dos parlamentares da base do Gladson ele fará um gesto de apoiar o candidato indicado para que haja unanimidade na eleição. Mas deixou a possibilidade também de ser uma alternativa caso aconteça um “racha”. “Quero devolver o gesto do pessoal da oposição que elegeu por unanimidade o Ney Amorim. O deputado Nicolau é um bom nome que transita bem entre todos os parlamentares e tem um perfil de personalidade aberta ao debate e a conversa. É um candidato forte que tem a minha simpatia. Agora, se eles não se entenderem, se o MDB lançar um candidato ou o PP mais de um, o meu nome está posto como alternativa. Quero ser um futuro presidente que respeita os poderes e todos os deputados. Não serei presidente de uma sigla partidária e nem de um grupo político,” afirmou.

Presidente do Progressistas
O governador eleito Gladson Cameli conversou comigo e deixou claro que espera um consenso entre os deputados da sua base para a eleição do presidente da ALEAC. Ele afirma que o próximo presidente deve sair do seu partido, o Progressistas. Mas não quer se meter enquanto os parlamentares negociam entre eles.

Chave da gestão
Acho natural que o Gladson queira alguém da sua confiança para a presidência da ALEAC. Para fazer a Reforma Administrativa no Estado que pretende precisará de agilidade no Poder Legislativo para aprovar as mudanças. Se tiver que discutir o “sexo dos anjos” ou vier a ser “chantageado” pelo próximo presidente da ALEAC colocará em risco os seus planos de mudanças.

Equação simples
Acredito que além dos 13 deputados estaduais eleitos pela oposição que apoiou o novo governador outros de partidos da FPA poderão se juntar à base. Não vejo dificuldades em estabelecer o perfil adequado ao comando da ALEAC para facilitar as votações de interesse do próximo Governo.

Fogo amigo
A dor de cabeça que Gladson poderá ter é da eventual ambição de algum deputado aliado que se torne irredutível nas suas pretensões políticas. Claro que é atraente comandar o Poder Legislativo com um orçamento anual de R$ 200 milhões. Mas se querem fazer as mudanças que o povo acreano espera os “ambiciosos” terão que se desapegar da “sanha” de poder.

Pelas beiradas
Conversei esses dias com o deputado reeleito Luiz Gonzaga (PSDB) sobre a nova mesa diretora da Casa. Ele não parece querer brigar pela presidência, mas se coloca como um pretendente à primeira secretaria. O segundo cargo mais importante na estrutura da ALEAC.

Consolação
Aliás, acredito que o MDB, se não lutar pela presidência, com três deputados eleitos com as maiores votações, deva querer ficar com o cargo de secretário da Casa. Nesse caso, vejo uma disputa entre Mazinho Serafim (MDB) e Vagner Sales (MDB) nos bastidores. Os dois elegeram as suas esposas Meire Serafim (MDB) e Antônia Sales (MDB) e podem pretender essa importante colocação.

Tempo ao tempo
Ainda faltam mais de três meses para a escolha da nova mesa diretora da ALEAC. Portanto, as forças políticas que saíram vencedoras nas eleições terão muito tempo para se entenderem e chegarem no dia 1 de fevereiro com uma chapa pronta. Isso parecia impossível na oposição, mas Gladson conseguiu quebrar esse paradigma tendo a unanimidade na sua candidatura ao Governo. Outro exemplo recente, foi a escolha do vice da chapa majoritária da oposição que depois de muitos percalços teve a concordância com o nome de Major Rocha (PSDB). Portanto, acredito que será o Gladson Cameli quem terá a decisão final sobre a composição do comando da ALEAC. E, em tempos de nomeações para o novo Governo, não será difícil satisfazer a gregos e troianos.

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Acre

Socorro Neri agradece trabalhadores que ajudam a cuidar da cidade

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A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, foi à sede da secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR) nesta terça-feira, 23, para parabenizar os trabalhadores pelo Dia Municipal dos Garis e Margaridas e agradecer as equipes pelo trabalho que realizam na cidade.

“A palavra que trago é de gratidão pela dedicação dessa equipe. O trabalho de vocês resulta em qualidade de vida para a sociedade, na medida em que a limpeza da cidade tem impacto positivo na saúde da população. Sei do grande esforço que fazem, e apesar da crise financeira, como fazemos o dever de casa, estamos conseguindo manter todos os serviços essenciais”, disse Socorro Neri.

Os 210 garis de Rio Branco atuam na manutenção e limpeza de 120 praças e áreas de lazer, nas 60 vias estruturantes, 70 córregos e 3 Parques. As 40 margaridas são responsáveis pela limpeza da área central da cidade e os Centros Comercias, como os da Estação Experimental, da Sobral, Calafate, São Francisco e Vila Acre.

Na operação de combate ao Aedes aegypti, este ano, a SEMSUR já retirou dos bairros de Rio Branco mais de 37 mil toneladas de lixo e entulho. A operação reiniciou a semana passada, com trabalho desenvolvido em parceria com as equipes da secretaria de Saúde.

O gari Manoel Doratelmo, que está na SEMSUR desde 1991, diz que fica orgulhoso quando ouve os elogios sobre a limpeza urbana da capital. “Dá gosto as pessoas falarem que Rio Branco está sempre limpa e a gente vê que isso é o resultado do meu trabalho e dos colegas todos”.

Alfabetização na Semsur: “aprendi a ler aqui e meu maior orgulho é ajudar meu filho no dever de casa dele”.

Antes de pegar em vassouras, pás e roçadeiras e ir para as ruas, um grupo de garis da SEMSUR pega em cadernos, livros, caneta e lápis. Desde o ano passado, por meio de uma parceria com a secretaria Estadual de Educação, a SEMSUR, garante aulas diárias a partir das 6h30 da manhã.

Os trabalhadores aproveitaram para agradecer a prefeita Socorro Neri e ao secretário municipal de Serviços Urbanos, Kellyton Carvalho, pela oportunidade de ter aulas na sede da secretaria, antes do início do expediente.

Emocionado, Egileu Barros, de 46 anos, há 10 na SEMSUR, contou para a prefeita que agora já sabe ler, escrever, fazer contas. “O maior orgulho da minha vida agora é poder ajudar meu filho no dever de casa, fazer contas sem pedir ajuda e não pegar mais a condução errada. Estou muito agradecido e quero seguir estudando, não vou parar não”, relatou o gari, que sonha em “crescer” na secretaria, agora que adquiriu mais conhecimento.

O titular da SEMSUR, Kellyton Carvalho, explica que a valorização profissional por meio da educação é uma política da secretaria. O secretário conta já houve casos de garis e margaridas que galgaram postos maiores, como de encarregado e de coordenador de equipe. “Além de servir para a vida pessoal, estes novos conhecimentos possibilitam, sim, a ascensão deles aqui na SEMSUR”.

Educadora, a prefeita Socorro Neri confirmou para o grupo que as aulas antes do expediente terão continuidade.

9 anos de UTRE

Além do dia Municipal do Gari e da Margarida, a secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR), comemora também, nesta terça feira, 9 anos de funcionamento da Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos (UTRE) do Município. Em momento de confraternização, o secretário Kellyton fez questão de agradecer pelo empenho da equipe.

Diariamente, a UTRE recebe 230 toneladas de resíduos domiciliares e comerciais, 1,6 toneladas de resíduos da área da saúde e 1 tonelada de material reciclável, sendo estes coletados por empresa privada contratada pela prefeitura. A contribuição de outros geradores (particulares) representa mais 6,8 toneladas/dia, em média, de resíduos domiciliares.

Além de diversas ações integradas, a UTRE realiza um sistema de monitoramento ambiental, com análises feitas mensalmente por um laboratório especializado, seguido de laudo emitido por técnico responsável e encaminhado ao Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), órgão estadual, e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semeia).

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Cotidiano

Brasil perdeu mais de 40 mil leitos do SUS nos últimos dez anos, informa CNM

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Levantamento divulgado hoje (23) pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) aponta que o Brasil perdeu, nos últimos dez anos, mais de 41 mil leitos hospitalares no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2008, o total de leitos na rede pública era de 344.573. Em 2018, o total chegava a 303.185.

Já os leitos classificados como não SUS aumentaram de 116.083 em 2008 para 134.380 este ano. De forma geral, portanto, o sistema de saúde brasileiro passou de 460.656 leitos em 2008 para 437.565 em 2018, totalizando 23.091 leitos a menos – o equivalente a seis leitos fechados por dia durante um período de dez anos.

“O estudo mostra comportamentos diferentes se compararmos quantitativos de leitos SUS e não SUS. Enquanto o primeiro teve mais fechamentos que habilitações, o segundo grupo mostrou um aumento de aproximadamente 18.300 unidades. Isso significa que os leitos públicos diminuíram mais drasticamente”, destacou a CNM que usou a base de dados do próprio Ministério da Saúde para lançar o estudo.

Ainda de acordo com a pesquisa, em 2008, o Brasil contava com 2,4 leitos (SUS e não SUS) para cada mil habitantes, caindo para o índice de 2,1 leitos na mesma proporção de pessoas em 2018.

“Considerando a quantidade de leitos hospitalares segundo especialidade, identifica-se que os leitos denominados ‘outras especialidades, pediátricos e obstétricos’ apresentaram uma redução considerável”, apontou o levantamento.

Regiões
Os números mostram que, atualmente, nenhuma das regiões do país atinge o índice recomendado pelo próprio Ministério da Saúde – entre 2,5 e 3 leitos para cada mil habitantes. As regiões Sul e Centro-Oeste são as que mais se aproximam, com 2,4 e 2,3 respectivamente. A pior situação é no Norte, com 1,7. Já Nordeste e Sudeste têm, ambos, 2 leitos para cada mil habitantes.

Estados
Ao analisar o quantitativo de leitos por unidade federativa nos anos de 2008 e 2018, o estudo constata que 25 estados apresentaram queda nos índices de leitos por mil habitantes. Somente Rondônia e Roraima conseguiram obter um pequeno avanço na disponibilidade de leitos hospitalares.

“Vale ressaltar que, em 14 estados, identifica-se a abertura de leitos. No entanto, esta ação não satisfaz ao aumento populacional ocorrido para a área no período. Isto é, mesmo com a abertura de leitos hospitalares, houve queda no índice de leitos por mil habitantes em razão do aumento populacional expressivo”, informou o estudo.

Alagoas, por exemplo, tinha 6.146 leitos em 2008 para atender 3.127.557 pessoas. Dez anos depois, o estado passou a contar com 6.424 leitos, um crescimento de 4%. A população alagoana, entretanto, cresceu 8% e passou a contabilizar 3.375.823 pessoas. Nesse caso, o aumento populacional superou a abertura de novos leitos no estado e, consequentemente, diminuiu o índice de leitos por mil habitantes.

Governo
Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que a redução de leitos públicos, predominantemente psiquiátricos e pediátricos, não afetou a oferta assistencial e a produção aprovada nos sistemas de informação do SUS. A quantidade de internações aprovadas no sistema em 2008, segundo a pasta, foi de 11,1 milhões e, em 2017, de 11,6 milhões. Nesse mesmo período, a produção ambulatorial, de acordo com o documento, cresceu 34%, passando de 2,9 bilhões de procedimentos ambulatoriais para 3,9 bilhões.

“A redução de leitos de internação segue tendência mundial de desospitalização – com os avanços tecnológicos, tratamentos que exigiam internação passaram a ser feitos no âmbito ambulatorial e domiciliar, com ampliação da atenção básica e de ações de prevenção e promoção. Dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) apontam que o Reino Unido e Canadá, países que servem como referência para o SUS, apresentaram quedas de leitos hospitalares de 26% e 20,5%, respectivamente”, informou o ministério.

Ainda de acordo com o governo federal, dos 7.580 estabelecimentos de saúde com leitos que apresentaram produção no Sistema Único de Saúde, 4.146 apresentaram taxa de ocupação menor que 50%, considerando capacidade instalada de leitos e produção aprovada. A baixa ocupação dos leitos, segundo a pasta, está mais concentrada nos hospitais de pequeno porte, com menos de 50 leitos.

O ministério informou investir na habilitação de leitos de Unidade Terapia Intensiva (UTI), que exigem maior estrutura e esforço profissional, assegurando recursos federais para ampliação da oferta no SUS. Em dez anos, de acordo com a nota, o número de leitos de UTI no país aumentou 66,4%, passando de 26.725 em 2008 para 44.484 em 2018. Dessa forma, do total de leitos exclusivamente SUS (332.089), 21.658 são de terapia intensiva, representando mais de 50% do total de leitos de UTI habilitados no país.

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