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Uma expectativa em aberto

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Com a entrada em cena da Promotora Alessandra Marques (foto) pedindo ao Conselho Tarifário a planilha dos empresários do transporte coletivo para um estudo mais aprofundado é técnico poderemos ter uma futura discussão judicial, em cima da decisão da prefeita Socorro Nery de conceder o reajuste aprovado pelo Conselho. Se durante o estudo do MP forem constatadas distorções entre o que está inserido na planilha e outra realidade e for ajuizada uma ação pedindo o cancelamento do aumento concedido está feita a farofa. Acho que a prefeita deveria ter aguardado o posicionamento do MP para não entrar numa saia justa, caso seja aferido na nova avaliação que o aumento no molde em que foi sancionado é abusivo. Vamos aguardar os próximos capítulos desta novela, que podem mudar o panorama atual.

EM BOAS MÃOS
O caso está em boas mãos, com a Promotora Alessandra Marques, de muita credibilidade.

INOVAR NA GESTÃO
O candidato ao governo, Marcus Alexandre (PT), tem o domínio do vídeo como poucos políticos do Acre. Demonstrou isso mais uma vez ontem na entrevista que deu ao programa “Tribuna Livre” da TV-RIO BRANCO, de forma detalhista ao tirar dúvidas. Garantiu que se for eleito fará um governo inovador e com nova gestão. Acha que cada governador teve o seu momento diferente de administrar e ele vai ter o dele se sair vencedor.  Mostrou-se tranqüilo quanto á campanha ao estilo pé no chão. Duas eleições para prefeito vitoriosas lhe dão o cacife de ser um candidato nada fácil de ser batido. Mas em momento algum passou a empáfia para o telespectador.

PONTOS PINÇADOS
Entre os pontos pinçados da entrevista: considera grave a situação da Previdência Estadual, onde o governo aplica 35 milhões, que poderiam ser usados em outras áreas. Entende que só com o fortalecimento da economia poderá superar o problema. “Sem criar impostos”, deixou claro. Outro ponto foi o de que é necessário ser eficiente na gestão e ajustar o Estado ao tamanho das suas necessidades. Na área de segurança defendeu a presença mais efetiva da polícia nas ruas e cobrou a responsabilidade do governo federal na vigilância das fronteiras acreanas. Foi taxativo de que é preciso “renovar” o projeto da FPA, e observou: “ou a FPA acaba”.

FAZENDO PELO CAMINHO CERTO
Quem está fazendo uma pré-campanha pelo caminho certo, sem alardes, mas com eficiência, é o candidato a deputado federal Rudilei Estrela (PP). Tem fechado apoios com lideranças experientes em política, em Rio Branco. E nos municípios. Não está no jogo só para fazer número. Anotem o que estou dizendo. Vai para a disputa em igualdade dentro da oposição.

ACABOU A CONVERSA
O candidato ao governo, Gladson Cameli (PP), reuniu o seu Conselho Político e deliberou de forma definitiva de que não se mete nas alianças entre os partidos. Agiu certo. Isso lhe estava trazendo um desgaste sem tamanho. Cada partido é que busque o melhor caminho.

FALANDO DA PESQUISA
Ninguém ganhou nada na eleição para o governo. Isso é ponto pacífico. Não se pode pegar a pesquisa do DELTA e simplesmente sentenciar que este ou aquele candidato já ganhou a eleição. Isso é falso como uma nota de 300 reais. O que vai definir são os fatos da campanha.

OS NÚMEROS NÃO SÃO ESTÁTICOS
Os números de uma pesquisa eleitoral não são estáticos, variam quando começa a campanha política no seu fervor. E ninguém tem o dom da adivinhação para saber o que vai acontecer. São inúmeros os exemplos de candidatos que deram a largada na frente e perderam a eleição.

PREVER PRIMEIRO TURNO É ILAÇÃO
E se fazer previsão que um dos candidatos ao governo do Acre que estão polarizados, como Gladson Cameli (PP) e Marcus Alexandre (PT), vai ganhar no primeiro turno, isso é uma falácia grande. Para se fazer afirmação teria que se saber quais percentuais terão os candidatos Coronel Ulisses Araújo (PSL), Davi Hall (AVANTE), Lira Xapuri (PRTB) e Jananína Furtado (REDE).

COMPONENTES DE FORA
Há, por exemplo, componentes que ficaram de fora da coleta de opiniões da pesquisa do DELTA. Uma delas é o eleitorado da área rural. O outro é que não se sabe qual será o tamanho da abstenção na eleição deste ano. Na recente disputa do governo em Tocantins foi recorde, em torno de 51%.

CAUTELA E CALDO DE GALINHA
Fico com as opiniões políticas das lideranças mais ponderadas de que esta é uma eleição equilibrada para o governo e que será decidida em detalhes no decorrer da campanha. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Por isso deixem o foguetório guardado.

NÃO É UMA VERDADE
O fato do prefeito de Senador Guiomard, André Maia, aparecer com 0% de Bom e 0% de Ótimo na pesquisa do DELTA não significa que não tem ninguém que aprove a sua gestão. O que deve ter ocorrido é no pequeno universo pesquisado ter se dado a constatação. Não é um dado linear a toda a população do município. São fatos que precisam ser esclarecidos.

FALTOU CUIDAR
Um bom observador político da velha guarda comentava ontem que o que faltou aos demais gestores que sucederam o governo Jorge Viana foi não terem cuidado de obras que deixou na Capital, todas detalhistas e bem feitas. O deteriorado “Arena da Floresta” é um exemplo.

DISCORDO, MAS RESPEITO
Posso discordar, como discordo da campanha que o governador empreende na rede social pela canonização do ex-presidente Lula. Mas respeito pelo fato de serem correligionários e o Lula ter enchido os cofres dos governos do PT do Acre quando presidente. A lealdade se vê é nos momentos difíceis. Não há como deixar o componente de fora. Cada qual com os seus.

MEDALHÕES DE FORA
A eleição para deputado federal poderá vir com muitas surpresas, com base nesta legislação das sobras dos votos. Pode acontecer de candidatos azarões derrubarem os favoritos.

MEU PIRÃO PRIMEIRO
Um amigo do PP comentava ontem que o MDB cultua a política do meu pirão primeiro. É o Flaviano Melo cuidando da sua reeleição e da candidatura de um afilhado e o Vagner Sales cuidando da família. “E ainda querem usar o PP como escada para seus interesses”, disparou.

TETO DE VOTOS
Um conhecedor do colégio eleitoral de Sena Madureira previa ontem numa conversa política que o candidato mais votado para deputado estadual deve bater no teto de no máximo 3 mil votos. Isso significa quem quiser se eleger terá que inteirar votos em outros municípios.

BEM BATALHADA
Dá para se observar que o candidato a deputado estadual Francineudo Costa (PSDB) faz uma campanha bem batalhada, brigando pelo voto casa a casa. É uma tática certa para estadual.

CHAPA SOLITÁRIA
O SOLIDARIEDADE deverá ir para a disputa de vagas de deputado estadual de chapa própria. Tem nomes como os ex-deputados Walter Prado, Josemir Anute, e ainda Neném do Banco do Brasil, Dr. Jeckson, ex-prefeito André Hassem, entre outros. Pulou fora da coligação dos nanicos.

DECISÃO NA CAPITAL
A grande batalha pelo Senado deverá se acontecer em Rio Branco, pois, é aqui que se concentra mais da metade dos votos do Acre. O voto do interior serve de complemento.

BATALHA DE CRUZEIRO DO SUL
Uma batalha que deve ter capítulos interessantes deverá ser travada entre o prefeito Ilderlei Cordeiro (PP), com seu candidato a deputado federal Rudiley Estrela (PP) e o hoje desafeto ex-prefeito Vagner Sales (MDB), buscando a reeleição da deputada federal Jéssica Sales (MDB)

AGIDO COM RIGOR
As forças de Segurança têm agido com rigor em Cruzeiro do Sul desarticulando quadrilhas dedicadas ao tráfico internacional de drogas, com várias prisões. A cidade tinha se transformado num território livre dos bandidos. Os moradores já respiram mais aliviados.

CAMELI CAPITULOU
De fonte segura o candidato ao governo, Gladson Cameli (PP), desistiu de fazer enfrentamento com os seis partidos nanicos que formaram uma chapa para federal e tampouco vai forçar o PP se coligar com o MDB. Avaliou que era um risco grande de perder votos para beneficiar o MDB.

ESPATIFADO CERTO
No PP, se resolvesse intervir, a chapa de estadual simplesmente seria espatifada.

BRIGAR PELA SUPLÊNCIA
PSDB E DEM decidiram brigar para indicar a primeira suplência na chapa do candidato a senador Márcio Bittar (MDB). Acham que a coligação não pode ser um feudo familiar do ex-prefeito Vagner Sales, que pretende indicar a mulher Antonia Sales para o espaço.

PARTIDO DOS SALES
Vagner Sales (MDB) é candidato a deputado estadual; a filha e deputada federal Jéssica Sales (MDB) disputará a reeleição, a mulher Antonia Sales primeira suplente de Márcio Bittar (MDB), cuja candidatura ao Senado foi articulada pelo Vagner dentro do MDB. Só dá Sales.

CARTA DE SEGURO
O deputado federal Flaviano Melo (MDB), quando defende que os partidos da coligação do Cameli se juntem num chapão para a Câmara Federal quer na verdade tirar a chamada “carta de seguro” e garantir um maior número de eleitos na sua coligação, na eleição passada se elegeu arrastado.

CAMPANHA DE TIRO CURTO
Os novos candidatos a deputado federal levam certa desvantagem em relação aos adversários que possuem mandato, por estes já serem conhecidos do eleitorado. Esta é uma campanha de tiro curto, por isso a corrida tem que começar na pré-campanha para os novos.

MÍNIMA IDÉIA
Leitor envia postagem perguntando se a foto em um café da manhã em que o prefeito Mazinho Serafim (MDB) recebeu o candidato ao governo, Marcus Alexandre (PT), em sua casa se tratava de uma aliança ou queria afrontar o Gladson Cameli (PP) para forçar o PP se coligar com o MDB para estadual? Sinceramente? Não sei responder. Não tenho a mínima idéia. O Mazinho é imprevisível nas suas ações políticas.

TEM O SEU PESO
O governo não vive o seu momento político de popularidade. As pesquisas mostram isso. Mas numa campanha num Estado pobre, com uma legião de desempregados, com uma multidão de cargos de confiança, pode sim ser um fator que ajuda numa disputa do governo. As últimas eleições têm mostrado uma organização muito grande da FPA na campanha. Tanto é que estão vencendo uma eleição atrás da outra. É tolice se pensar que a candidatura do petista Marcus Alexandre está morta, só porque apareceu num empate técnico na última pesquisa de governador.  O jogo político nem começou. Os times ainda nem pisaram o gramado.

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Acre

Ninguém me ama..

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O deputado Roberto Duarte (MDB) enfrenta um dilema com a sua candidatura a prefeito de Rio Branco. Chegamos ao mês em que vão se iniciar as convenções municipais para a oficialização dos nomes a prefeito da capital, e não conseguiu um partido para compor uma aliança. Nem com as siglas da esquerda e nem com as siglas com as quais o seu partido, o MDB, esteve coligado na última eleição para o governo. Foi o deputado estadual mais votado na capital. Mas isso foi num cenário de eleições proporcionais, numa eleição majoritária, o quadro é completamente diferente. Ninguém é candidato a prefeito de si mesmo. Ter aliados é de fundamental importância, porque isso significa ter mais aspirantes a vereadores nos bairros pedindo votos para o candidato majoritário.  Sem falar no aumento do tempo de televisão no horário eleitoral. E não dá para vislumbrar muitos horizontes para uma parceria. Quase todos os partidos terão candidatos próprios à PMRB. E o MDB está naquela velha canção de fossa… Ninguém me ama/ninguém me quer/ ninguém me chama/de meu amor…

VIROU PESADELO

Deixem de sonhar! O Gladson não vai continuar filiado ao partido PROGRESSISTAS. E sonhar que possa a vir apoiar a candidatura do Tião Bocalom (PROGRESSISTAS) a prefeito de Rio Branco, não é mais sonho, virou pesadelo. Por um motivo bem simples: ele não quer. E, isso é um direito dele. Se é ou não lógico, já é outra discussão. E isso tem de ser respeitado. Estamos numa democracia. E, ponto final!

LEITURA ACERTADA

 O senador Sérgio Petecão (PSD) tem feito uma leitura pragmática do cenário político da capital. Diz que, se o governador quer apoiar a prefeita Socorro Neri a mais um mandato, tudo bem, ele tem este direito. “O Gladson vai com a Socorro, e nós vamos com o Velho Boca, sem nenhuma briga”, comenta de forma prática o senador. Isso também me parece página virada.

CAFÉ NO BULE

 O Gladson não quer apoiar o Bocalom, e por sua vez o PROGRESSISTAS não retira a candidatura do Velho Boca. E qual o problema nisso? Nenhum! Depois que acabou o bipartidarismo, o natural é que cada partido tenha o seu candidato majoritário próprio. Nem o Gladson estará cometendo uma heresia e tampouco a aliança que sustenta a candidatura do Bocalom. E vamos deixar para o eleitor decidir. É na eleição que se vê quem tem café no bule.   

OLHO DO FURACÃO

O governador Gladson Cameli retorna hoje à noite a Rio Branco. Se tiver um pouco de bom senso conduzirá a eleição municipal desligado de partido. Tentar entrar no PSDB é colocar fogueira no seu colo, é fake news que será bem recebido, vai para o olho do furacão.

TAMBÉM É FAKE NEWS

E também é fake news esta idéia sem nexo de que a direção nacional do PSDB entregará o partido em suas mãos, para escolher o candidato a prefeito da capital que bem entender. Para isso teria que haver intervenção na executiva municipal, e acabaria numa confusão judicial.

APOSTEM NESTA HIPÓTESE

Pelo que tenho ouvido de lideranças do MDB, PSD e PSDB, se só um destes partidos chegar ao segundo turno, irão todos se juntar numa aliança política. Podem apostar forte nesta hipótese.

DEDUÇÃO LÓGICA

Caso o PT não chegue ao segundo turno da eleição na capital, não deve apoiar nenhuma candidatura com viés bolsonarista ou que seja governista. E neste pacote se incluem Minoru Kinpara, Tião Bocalom e Socorro Neri.  Um candidato que os petistas poderiam apoiar sem problema seria a candidatura do Roberto Duarte (MDB). É o que ouço de vários petistas. 

PROJETO IMPORTANTE

Tive um amigo que morreu em Manaus após ter o seu pescoço ferido profundamente por uma linha com cerol. E na época não existia a chamada “linha chilena”, com um cerol mais cortante. Por isso, importante o projeto do vereador Marcos Luz (MDB) proibindo o uso desta linha.

MEDIDA ACERTADA

Foi uma medida acertada da comissão que decidiu pelo não retorno das aulas em setembro, num momento progressivo de casos da Covid-19 e de óbitos, notadamente, na capital. O que está ficando meio escuro é a SESACRE manter a capital na chamada “faixa laranja”, quando a pandemia continua numa crescente. No mapa da grande imprensa o Acre está no vermelho.

DEPOIS RECLAMAM DO MP

Depois reclamam quando o MPE e o MPF entram com questionamentos sobre estes critérios.

FORÇARAM NA MARRA

Os Pastores evangélicos impuseram mesmo ao estado uma virada de mesa, tirando as atividades religiosas, da faixa amarela para a faixa laranja, sem nenhuma base científica, apenas na ameaça de não votarem com os candidatos do governo a prefeito nesta eleição.

JEITINHO ACREANO

Existe o chamado “jeitinho brasileiro”, e aqui nós temos o chamado “jeitinho acreano”. Se é para burlar com a metodologia da comissão da Covid-19, então libera para todo mundo. Não se fique mais nesta hipocrisia de agir sob pressão política, numa seara que é da saúde pública. 

NÃO CABE MAIS

A hipótese do candidato do PSDB, Minoru Kinpara, ser vice da prefeita Socorro Neri está fora de esquadro. O Minoru já disse que não aceita, e tem o apoio partidário para disputar a PMRB. É outra discussão que não cabe mais, porque os seus projetos políticos são antagônicos.

PREGO BATIDO

Conversei ontem com figuras importantes do governo, e todas com a afirmação de que o apoio do Gladson a mais um mandato da prefeita Socorro Neri é assunto decidido na Côrte. E também defendem que, o governador toque a candidatura dela sem filiação partidária.

MAIS COMPETITIVA

Com o apoio do Gladson, a candidatura da prefeita Socorro Neri dobrará de competitividade.

NÃO PODE MAIS RETARDAR

Uma coisa é certa: enquanto o Gladson não anunciar sua decisão de forma oficial, numa coletiva à imprensa, mais seu nome vai ficar num desgastante disse e não disse. O rumo que vai tomar tem de ser anunciado agora, a lembrar: chegou o mês das convenções municipais. 

CIDADE LUZ

Depois os problemas para fechar a licitação, enfim vai começar o projeto da prefeitura de Rio Branco de iluminar a cidade toda à luz de led. Além de dar um melhor visual, o importante é que a prefeita Socorro Neri diminuirá os gastos do município com a energia elétrica.

QUESTÃO JUDICIAL

Não emito juízo de valor sobre a prisão do ex-presidente do DEPASA, Tião Fonseca, e da sua mulher, porque é um fato que ainda nem virou processo, está na fase de inquérito policial.

MOSTRAR O PROJETO

Tenho acompanhado algumas declarações políticas do ex-senador Jorge Viana (PT). Mas não notei agora nenhum discurso novo que não seja o do saudosismo do poder. O que se quer saber, é o que o seu partido pensa para colocar em prática caso ganhe a prefeitura da capital.

SE QUISEREM GANHAR

Volto a repetir no BLOG que, caso a oposição queira derrotar o prefeito de Feijó, Kiefer, terá que deixar o ego de lado e se unirem numa candidatura. O Kiefer não é a última bolacha do pacote, mas está no poder, e isso tem uma influência numa eleição num município pequeno.

PASSARÃO PELA MAILZA

Todas as coligações do PROGRESSISTAS para as prefeituras dos municípios passarão por uma discussão com a presidente do partido, senadora Mailza Gomes. Com a saída dada como certa do governador Gladson Cameli, ela passa ser o maior nome político do partido no estado.

PALANQUE ECLÉTICO

O prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim (MDB), conseguiu montar uma aliança partidária eclética, que tem no pacote até partidos de esquerda como o PT e o PCdoB. O Mazinho sabe se mexer bem nos bastidores, por isso sua chance de reeleição é grande.

 NÃO CONSEGUE MEXER

Por mais que a GLOBO se esforce nos seus noticiários no ataque direto ao presidente Jair Bolsonaro, as pesquisas mostram que não conseguiu até aqui atingir a faixa do seu eleitorado. A crítica na imprensa quando é sistemática, acaba deixando o criticado como uma vítima,

E OLHE QUE FEZ CAGADAS!

E olhe que o presidente Jair Bolsonaro e os seus filhos, já fizeram um monte de cagada.

LEVAM VANTAGEM

Pelo menos seis vereadores têm uma chance muito grande de voltar à Câmara Municipal de Rio Branco, por dois motivos: terão estrutura de campanha sólida, e base eleitoral de outras eleições. Isso os deixa em hipotética vantagem. Mas eleição costuma causar muitas surpresas.

SEM MEL E NEM CABAÇA

Boa fonte de Rodrigues Alves informou ao BLOG que, com a morte do prefeito Sebastião Correia, o MDB ficou sem um nome à altura para disputar aquela prefeitura. O vice Jailson Amorim (PROS), que assumiu o mandato, passou a ser uma candidatura forte. O Burica (PT), não se sabe se passará na peneira jurídica. E ainda tem no cenário o professor Ralph Luís Fernandes (PSDB), que tem seu nome focado em várias ações sociais. O resto é com as urnas. 

FRASE MARCANTE

“A maior felicidade que uma pessoa pode possuir é a de ver, sem inveja, a felicidade alheia”. Bossuet.

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Blog do Crica

A política tem que ser feita com elegância

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Sou um defensor de que na política o debate pode ser duro, mas sempre na defesa de uma ideia, de uma corrente de pensamento, mas que não pode nunca descambar para a chacota ou para a diminuição pessoal do adversário, quanto mais de um aliado. A elegância cabe também na política. Neste debate sobre a entrada do governador Gladson Cameli no PSDB, a deputada federal Mara Rocha (PSDB), destemperou e deu um exemplo de como não se deve fazer política: com rancor. A sua postagem que circulou no grupo de deputados foi um ataque desnecessário à figura do governador. O tratou de forma irônica, humilhante, o diminuindo, ao se posicionar que, ele poderia vir para o PSDB, mas como mero “cabo-eleitoral” para balançar bandeira com os militantes tucanos em todo estado, e o alertando, como se fosse um Zé Mané, que no PSDB tem deveres e se exige fidelidade partidária. Ao contrário dos presidentes dos diretórios estadual e municipal, que o trataram com o respeito devido, mesmo lembrando ter o PSDB candidato a prefeito da capital. Foi um texto humilhante que nada engrandece a biografia da parlamentar. Até porque se desconhece desde a sua chegada ao poder uma frase, uma menção, de ataque do Gladson a quem quer que seja. Até quando se referiu ao PT. Não resta ao governador neste contexto outro movimento que não seja o de tirar da pauta a sua entrada no PSDB, para evitar novos ataques á sua pessoa, que serão inevitáveis. Se ainda nem se filiou e foi tratado desta maneira, avalie então, como será nas discussões internas! E também, porque o Gladson como governador não precisa do PSDB. Pode compor maioria na ALEAC sem os tucanos. E conhecendo os deputados tucanos naquela casa, acredito que não avalizam a maneira como o governador foi tratado neste episódio. Como disse Che Guevara, na sua célebre frase, de que se pode ser duro, mas sem perder a ternura. E a elegância também cabe na política partidária. E a deputada federal Mara Rocha (PSDB) foi deselegante no presente caso.

NÃO CRITICO A PESSOA

Nunca me furtei no BLOG de fazer algumas críticas às posturas políticas do governador Gladson. E farei de novo, se necessárias. Mas sempre passando longe do ataque pessoal. Quando o ataque passa a ser diretamente à pessoa, deixa de ser debate para ser agressão.

SIMPLES SOLUÇÃO

O governador Gladson Cameli tem uma solução muito simples para sair deste foco com pauta negativa. Reúne os presidentes de partidos, defenda uma chapa de consenso à PMRB, não vai conseguir, mas depois ninguém vai dizer que não tentou. E depois escolha quem quiser apoiar.

NÃO PRECISA DE PARTIDO

Caso o governador Gladson Cameli queira mesmo levar o apoio à candidatura da prefeita Socorro Neri não precisa estar filiado a um partido. Monta um leque de aliança com os partidos que queiram lhe acompanhar, e vai para a campanha. Evitaria estar se desgastando.

OUTRA OPÇÃO

Há ainda outra opção. A de ficar como magistrado e não apoiar ninguém no primeiro turno.

CORRIDA AO CONFESSIONÁRIO

O governador Gladson não assimilou ainda que a sua posição é privilegiada. Não é candidato a nada. E o prefeito que se eleger, não terá outro caminho a seguir do que depois da eleição correr para o seu confessionário para pedir parceria, porque as prefeituras estarão quebradas.

CRISE INEVITÁVEL

A crise econômica deve após esta pandemia se abater ainda mais firme sobre as prefeituras. Será inevitável. E qual é o prefeito que não vai querer ter uma ajuda do governo para sua administração? Todos vão querer uma parceria administrativa, isso é mais do que lógico.

QUESTÃO DE HONRA

Em todas as conversas políticas o senador Márcio Bittar (MDB) tem dito que, será questão de honra na eleição de 2022, ele eleger a mulher Márcia Bittar, companheira das suas batalhas eleitorais. Não tenho dúvida que pelo trabalho que realiza, no mandato, conseguirá o intento.

MAIS ARTICULADO

Entre os candidatos a prefeito dos partidos pequenos o que está melhor se articulando nos bastidores é o empresário Jarbas Soster (AVANTE), e navegando bem nas redes sociais, com um discurso forte centrado na livre iniciativa. E terá estrutura de campanha bem montada.

PARA EVITAR PROBLEMAS

Pelo fato do governo ter secretários de partidos que têm candidatos a prefeito na capital, se o governador Gladson Cameli não quiser ter problemas deve manter rédeas curtas para evitar o uso desta ou daquela secretaria na campanha. Ou poderá ter sérias complicações eleitorais.

BATEU NO TETO

As pesquisas internas de partidos estão mostrando que teve candidato que bateu no teto, e não tem mais o protagonismo das pesquisas iniciais. Na política se denomina de “cavalo paraguaio”, o candidato que dispara na dianteira e no curso da campanha cansa e desaba.

 RESPEITOSO, MAS COM POSIÇÃO

O senador Sérgio Petecão (PSD) tem sido sempre respeitoso, mesmo discordando, quando se refere ao governador Gladson Cameli, pontuando que ele pode ter o candidato que bem que entender, é seu direito; mas que no seu caso, manterá o apoio à candidatura do Velho Boca.

A GRANDE INTERROGAÇÃO

Continua como a grande interrogação desta eleição municipal a definição em Cruzeiro do Sul qual será o candidato a prefeito do grupo de aliados do Palácio Rio Branco. Enquanto não se tiver uma solução jurídica para o caso do prefeito Ilderlei Cordeiro ficará em banho-maria.

SEM CANDIDATO

As pesquisas não mostraram até aqui um candidato que possa derrotar o Bolsonaro, em 2022.

NÃO VAI VINGAR

Deve ficar apenas na vontade a candidatura do Coronel Ulysses Araújo a prefeito de Rio Branco, a depender da direção regional. Ao não ser que, seja avalizado pela direção nacional.

ÁGUAS CALMAS

A candidatura do prefeito Mazinho Serafim (MDB) à reeleição continua a navegar em águas calmas, com a oposição dividida. Mazinho é situado como favorito até pelos oposicionistas.

VOLTA Á ATIVA

O chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, voltou a despachar após ter se recuperado da Covid-19. Não tivesse se mantido afastado o céu político do governo não estaria escuro. Teria, por certo, tido a habilidade, de evitar que o governador entrasse em debates infrutíferos.

EVANDRO CORDEIRO

Quem está na disputa por uma vaga de vereador da capital na eleição deste ano é o jornalista Evandro Cordeiro. O Evandro, qualificado, é um bonachão do qual ninguém consegue ter raiva.  Com anos de militância no colunismo político; poderá se eleito, vir a ser um bom vereador.

ESPERANDO O RESCALDO

O PT ainda não definiu quem será o vice na chapa do deputado Daniel Zen (PT) para a prefeitura de Rio Branco. Deve estar esperando o rescaldo das definições partidárias para uma composição na busca de um vice. Tivesse o PT no poder, teria uma fila de pretendentes a vices.

LONGE DO FURACÃO

A prefeita Socorro Neri tem passado longe do furacão político, levando frentes de serviços aos bairros. Ganha muito mais politicamente com essa ação, de que entrar em discussões estéreis.

FICA EM SUSPENSE

Somente com a chegada do governador Gladson Cameli na próxima terça-feira é que se vai ter uma noção mais exata se entrará ou não no PSDB. Depois dos últimos episódios é de repensar.

FRASE MARCANTE

“Não é uma qualidade rara que faz o encanto de uma pessoa, mas a harmonia entre todas as qualidades dela.” Diane.

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Blog do Crica

Espatifado no ninho tucano

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O que era para ser uma festa no ninho tucano, acabou num espatifado, em bicadas. O anúncio do governador Gladson Cameli que iria se filiar no partido com “carta branca” e manteria seu apoio à candidatura da prefeita Socorro Neri, foi como jogar gasolina para apagar fogo.

O presidente do diretório municipal do PSDB, Mário Paiva, veio com uma nota oficial dizendo ser a candidatura do professor Minoru Kinpara (PSDB) a prefeito da capital, consolidada e inegociável.

Liguei para o Minoru Kinpara para ouvir a sua opinião. Foi pragmático, a pontuar que sua candidatura à prefeitura da capital está
mantida, que se preparou para isso, e não aceita ser vice da prefeita Socorro Neri, hipótese levantada por Cameli.

Mas a sapatada de sapato com salto alto bico fino veio da deputada federal Mara Rocha (PSDB), ao avisar que ninguém tira a candidatura do Minoru, que tem para isso apoio da bancada federal do PSDB, e alertou ao Gladson que, ele pode se filiar, mas se manobrar para mexer na candidatura do Minoru, ela reassume a presidência do PSDB (está licenciada) e pede sua expulsão do partido.

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Na outra ponta da confusão o vice-governador Major Rocha teve que intervir para acalmar os pitbulls tucanos, que estavam numa guerra nas redes sociais, alertando ao governador, dizendo que ninguém tira o Minoru da disputa da prefeitura da capital.

Quem pintar outro quadro que não seja o de uma grande confusão tem nariz de Pinóquio. O PSDB pode virar num palco de disputas internas. Repetindo a novela do PROGRESSISTAS, cujos capítulos todos assistiram.

POLÍTICA  E  PRUDÊNCIA

A boa política está na arte de cultivar a prudência, diz um velho ditado. Antes de se tomar uma decisão há que se analisar sempre o pró e os contra. Dentro deste quadro belicoso nos tucanos, o Gladson Cameli deveria pensar e repensar antes de uma decisão antes de tomar.

NÃO TERIA BOM DESFECHO

Uma intervenção do diretório nacional na executiva regional e municipal para ele assumir o comando total do PSDB, está longe de ser o ideal. Como são diretórios eleitos, e existe jurisprudência, o caso seria judicializado e a intervenção cairia por terra. Daria uma briga.

O DILEMA DO GLADSON

Esta confusão vai deixar o governador Gladson num brutal de um dilema: se entrar no PSDB chega sabendo que, vai ter que enfrentar uma briga feroz para remover a candidatura do Minoru Kinpara (PSDB) à PMRB, consolidada, e a substituir pela da prefeita Socorro Neri.

FORA DE COGITAÇÃO

E também está fora de cogitação conseguir convencer o Minoru a ser o vice numa chapa encabeçada pela prefeita Socorro Neri. Primeiro que o Minoru já disse que não aceitará. E segundo porque a deputada federal Mara Rocha (PSDB) e o seu grupo também rejeitam.

NEM POR BRINCADEIRA

Falei ontem com dirigentes do MDB sobre o boatos que corria de que o deputado Roberto Duarte (MDB) poderia ser um vice da prefeita Socorro Neri, numa composição, com a benção do Gladson. Com todos com os quais conversei a resposta foi do tipo “nem por brincadeira”.

SITUAÇÃO É CLARA

A situação é bem clara. A filiação do governador Gladson ao PSDB não é rejeitada, desde que venha para somar na candidatura do Minoru a prefeito de Rio Branco. Mas se vier com o apoio à prefeita Socorro Neri na cabeça, melhor desistir da filiação, porque vai enfrentar confusão.

“ULYSSES É UM OPORTUNISTA”

A frase acima foi dita ontem ao BLOG pelo vice-governador Major Rocha (PSL) sobre a postagem do Coronel Ulysses Araújo, se colocando à disposição para ser o candidato do partido a prefeito de Rio Branco. Rocha descartou qualquer possibilidade disso acontecer.

SEM CONFUSÃO

Não estou impondo o meu nome, mas o colocando à disposição do partido, porque acho que uma sigla como o PSL, que teve candidato a governador, tem de ter candidato para a PMRB. Foi a explicação ao BLOG. Mas ressaltou que, acatará a decisão que vier do PSL a respeito.

NÃO VAI ACUSAR O GOLPE

Sobre a confusão no PSDB com o anúncio da entrada do governador Gladson, o vice-governador Rocha (PSL) disse que, embora não seja do partido não seria contra, mas considera um erro se a entrada for com a intenção de detonar a candidatura do Minoru (PSDB) à PMRB.

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO

Estão atribuindo nos bastidores toda esta confusão ao senador Márcio Bittar, e que estaria por trás da entrada do Gladson Cameli no PSDB, e da ideia de detonar a candidatura do Minoru, com o objetivo de enfraquecer politicamente o grupo dos Rochas – Mara e Major Rocha.

NEGA AS INICIATIVAS

Ouvi ontem o senador Márcio Bittar (MDB) a respeito de toda esta boataria o colocando como o articulador. “Estão me dando um poder que não tenho”, reagiu com ironia ao BLOG. Não negou que conversou com o Gladson, mas não para articular a manobra do PSDB.

ESTÁ DESCONFORTÁVEL

Uma coisa o senador Márcio Bittar (MDB) não pode negar, por ser evidente: o seu claro desconforto dentro do MDB, onde não conseguiu ter um papel de um protagonista.

SAPATEANDO EM BRASA

De quem não se consegue arrancar uma posição além da de que o Gladson Cameli será bem vindo no PSD, é do presidente da executiva regional, Correinha. Quando se fala de tirar a candidatura do Minoru, fica sapateando descalço na brasa, e diz não estar em discussão.

ROSAS OU JASMINS

O Manoel Pedro, o Correinha, que é secretário de cultura no governo do Gladson, e presidente do PSDB, deverá ir ao aeroporto recebê-lo e lhe dar boas vindas pelo PSD. A dúvida é sobre quais flores levará: Rosas ou Jasmins. Mas não passará no fundo de um ato litúrgico.

SEMANA FATAL

A semana que entra poderá ser fatal para o futuro político do prefeito de Cruzeiro do Sul, Ilderlei Cordeiro, caso entre em pauta seu julgamento. Mantida a cassação está fora do páreo. Talvez por estar nesta dependência é que, ele tem se omitido em falar sobre sua candidatura.

PRUDENTE

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) tem sido prudente sobre com que partido os comunistas vão estar no palanque na eleição municipal deste ano, na capital. Antes quer ver quem serão os parceiros de campanha, para não sair um casamento de sucuri com jacaré-açu.

NÃO ESTÁ NA CONTA

O prefeito de Senador Guiomard, André Maia, não está na contabilidade do MDB como um dos candidatos favoritos a ganhar a eleição para a prefeitura. Está na contabilidade dos chamados meia-boca, que por estar no poder pode até ganhar, mas não entra como favorito.

PARADA DIFÍCIL

Quando se ouve até de dirigente do seu próprio partido de que o prefeito Gedeon Barros (PSDB) vai ter uma parada indigesta para derrotar o candidato a prefeito de Plácido de Castro do MDB, Francisco Tavares, é porque a situação para o atual gestor não é um mar de rosas.

NÃO ARRISCO NADA

Perguntaram ontem se eu achava se o Gladson Cameli se filiaria ou não no PSDB, depois de toda esta confusão que está gerando. Minha resposta: – de Gladson, só quem entende, é o próprio Gladson. Qualquer previsão que se fizer corre o risco de ir por águas abaixo.

SOBRE A ELEIÇÃO

Agora, sobre a eleição, não vejo como provável nenhuma mexida no atual cenário, que não seja das candidaturas dos partidos tradicionais mantidas: Socorro Neri (PSB), Minoru Kinpara (PSDB), Tião Bocalom (PROGRESSISTAS), Roberto Duarte (MDB). Estão todas solidificadas.

FRASE MARCANTE

“O que é verdadeiramente imoral é ter desistido de si mesmo”. Clarice Lispector.

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Blog do Crica

Os tucanos coloquem os seus bicos de molho; Gladson não assinou

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Para início de conversa: o governador Gladson Cameli não se filiou ao PSDB. Prometeu se filiar. Vamos então começar esta prosa por este ponto, por esta hipótese.

Caso se filie ao PSDB (quero ver primeiro a ficha assinada e registrada no TRE-AC), ele tem que começar colocando na cabeça que não está entrando num partido nanico, mas num partido estruturado e com diretório eleito. Não é uma executiva municipal provisória que você pode entrar e trocar todo mundo. Neste caso teria que haver uma intervenção da direção nacional. E viraria uma grande confusão. Mas não seria impossível.

Outro aspecto: o PSDB tem um candidato a prefeito de Rio Branco disputando entre os favoritos, o professor Minoru Kinpara (PSDB). Durante todo este processo pré-eleitoral, ele anunciou que a sua candidata a prefeita de Rio Branco é a Socorro Neri. Não foi ela quem se insinuou, não foi ela quem pediu; mas ele que, espontaneamente, disse por diversas vezes que não abriria mão do seu nome.

Como é que ficaria entrando no PSDB?

Como cumpriria sua promessa de apoiar a prefeita Socorro (PSB) a mais um mandato?

Para isso acontecer teria que degolar a candidatura do Minoru.

Não há alternativa.

Outra pergunta: o que ganha o Gladson entrando no PSDB, a não ser a antipatia do presidente Jair Bolsonaro, porque o seu adversário em 2022 será o manda-chuva do PSDB, João Dória?

Um estado pobre como o Acre, que vive basicamente do FPE, pode se dá ao luxo de optar por ser adversário de quem preside o país?

São situações que não podem ficar fora desta complexa alquimia política. Por isso vou me colocar entre os céticos ante a esta cantada em prosa e versa filiação ao PSDB.

Os tucanos coloquem os seus bicos de molho. Como São Tomé, eu prefiro ver para crer. Até lá vou ficar na arquibancada. E bem distante com as bicadas.

NÃO MESMO!
Não vão mesmo me deixar doido com esta história, quero ver a ficha assinada e registrada.

NÃO ABREM MÃO
Disparei ontem telefonemas a políticos do PSDB. E com os quais conversei deixaram claro que a chegada do Gladson não implicaria na retirada da candidatura do professor Minoru Kinpara (PSDB). E que, depois que se filiar, vão lhe convencer a entrar na campanha do Minoru.

O CÉU NÃO É DE BRIGADEIRO
Mas fosse o Minoru Kinpara (PSDB) não dormiria tranquilo até este nó ser desatado. Há muitos jogos de interesse políticos para esta eleição e para a eleição de 2022. E neste tabuleiro de xadrez o Minoru é a peça mais fraca. Não vejo mais seu nome navegando em céu de brigadeiro.

NÃO VERIA COM FELICIDADE
Por isso não veria como ele diz ver, com felicidade, um pouso do Gladson no ninho tucano.

COMO DIZER QUE MUDOU DE IDÉIA?
Outro complicador para a imagem do governador Gladson Cameli é chegar agora e dizer que, não apoiará mais a candidatura da prefeita Socorro Neri a um novo mandato. Não ficaria mal para ela, mas muito mal para ele, para a sua imagem. Voltar atrás lhe seria desgastante.

DITO EXAUSTIVAMENTE
E mesmo porque este apoio já foi dito e repetido exaustivamente por ele na imprensa.

MEDIDO E PESADO
Tudo neste possível cenário deve ser medido e pesado para não dar revertério no futuro.

NÃO APOSTA NA SAÍDA
Conversei ontem com o deputado José Bestene (PROGRESSISTAS) sobre a notícia. Disse que falou com o governador, não crê na sua saída, e recomendou que ninguém aposte na sua filiação ao PSDB. Ele fica no seu partido, o PROGRESSISTAS, comentou um tranquilo Bestene.

NÃO MUDA NADA
O senador Petecão (PSD) disse ontem ao BLOG que não comentaria a notícia antes de ver a filiação do governador Gladson ao PSDB. Mas que, caso ocorra, não causará nenhuma mudança na aliança PROGRESSISTAS-PSD, que apoia Tião Bocalom (PROGRESSISTAS) à PMRB.

VÃO DE VELHO BOCA
Petecão lembrou que o Velho Boca e sua vice Marfisa já estão em campanha nos bairros.

VÃO PARA A PRESSÃO
Os líderes evangélicos vão para a pressão em cima do governo para que mantenha os seus templos abertos. E com a tese de confronto, de que o MP não manda no estado, e que se as igrejas forem fechadas tem que fechar todo o comércio. Vão dar esta alerta a uma reunião que acontecerá segunda-feira no gabinete civil. Esta pressão está dando muito na vista.

É SÓ RELIGIOSA?
Esta pressão para a abertura das igrejas é só religiosa? É a pergunta que começa a ser feita.

NÃO PODERIA PULAR
Não tenho dúvida de que se houver uma virada de mesa e os templos forem abertos no atual cenário de pandemia crescente, o MP conseguirá uma Liminar na justiça para o fechamento.

PODE ATÉ NÃO CONCORDAR
Esta é uma observação deste BLOG neste filia ou não filia o Gladson no PSDB. A sua entrada vai significar o fim da era do grupo dos Rochas na sigla – leia-se vice-governador Rocha e deputada federal Mara Rocha – os longos anos de jornalismo me ensinaram ler política nas entrelinhas.

NÃO É NENHUM TOLO
O vice-governador Major Rocha pode até de público ficar falando que a entrada é bem vinda, mas sabe que no âmago, o jogo não lhe seria mais favorável ao seu grupo no ninho tucano. Uma coisa é navegar tranquilo num partido, a outra é com uma sombra poderosa.

DEIXEMOS A HIPOCRISIA DE LADO
E vamos deixar a hipocrisia de lado. O governador Gladson e seu vice Major Rocha nunca tiveram um entendimento que possa ser considerado como ideal, mas cheio de idas e vindas. Embora de público não admitam isso, quem acompanha os bastidores sabe ser verdade.

DORME E ACORDA
O senador Márcio Bittar (MDB) sonha e acorda em um cenário em que leve o governador Gladson a disputar o Senado, e ele sair candidato a governador na eleição de 2022. Claro que vai negar, nem seria tolo de admitir isso agora, mas dorme e acorda articulando este cenário.

ÚNICO HORIZONTE
Conheço o senador Sérgio Petecão (PSD) bem antes dele ser político, depois de dar uma palavra não volta atrás. A única hipótese de abandonar a candidatura do Tião Bocalon (PROGRESSISTAS) a prefeito de Rio Branco seria o Bocalon desistir da candidatura. E só.

O JOGO DE CRUZEIRO DO SUL
Em Cruzeiro do Sul o PSDB indicou o vice na chapa do candidato a prefeito Fagner Sales (MDB). Caso o Gladson entre no PSDB teria que apoiar esta chapa. Seria a lógica. E neste caso o grande prejudicado seria o grupo do prefeito Ilderlei Cordeiro (PROGRESSISTAS).

CONTRATAÇÃO MANTIDA
O que este BLOG publicou já se confirmou, de que a diretoria do Rio Branco Futebol Clube não voltaria atrás na contratação do goleiro Bruno. Inclusive, já fez o primeiro treino no clube.

FRASE MARCANTE
“A liberdade é mais importante que o pão”. Nelson Rodrigues, dramaturgo.

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