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Guerra entre Comando Vermelho e Bonde dos 13 termina com dois mortos

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A noite de quinta-feira (07), no bairro Sapolândia, terminou com dois mortos e três feridos. Cerca de 20 homens ligados ao Comando Vermelho invadiram o bairro na tentativa de tomar o território dominado pela facção rival, Bonde dos 13.

A primeira ação dos criminosos se deu na Rua Edmundo Pinto, onde o deficiente Cleuvis de Souza e Silva, de 33 anos, foi baleado com um tiro no tórax. Ele chegou a ser levado ao Pronto Socorro, mas morreu durante o atendimento.

Nesta mesma ocasião, um homem de identidade não divulgada foi levado amarrado pelos criminosos. Ele seria integrante do Bonde dos 13 e para não morrer teria entregado a localização dos demais alvos que estariam escondidos em uma residência localizada na Rua Hélio Melo. Ele foi liberado e os criminosos voltaram para uma segunda ação no bairro.

Está ação se deu por volta das 21h30. A casa citada pelo refém foi localizada e lá um dos alvos conseguiu fugir, outro foi baleado e José Magalhães da Silva, de 33 anos,foi assassinado com dois tiros. O baleado foi socorrido por uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu).

Ainda nos relatórios da Polícia, quando os criminosos estavam saindo do bairro por um beco, ainda balearam um terceiro homem identificado como Eduardo Lima, de 24 anos, que seria estudante na Uninorte. Este último também foi socorrido pelo Samu e encaminhado com um tiro no ombro para a Unidade de Pronto Atendimento (Upa), da Sobral. Seu estado era estável.

Os policiais se mantiveram na área realizando patrulhamento e a calmaria retornou no bairro por volta das 23h. Ninguém chegou a ser preso.

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Cidades

Mercado financeiro reduz projeção de crescimento da economia para 2,48%

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A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, foi levemente reduzida. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – foi ajustada de 2,50% para 2,48%.

Para 2020, a estimativa de crescimento do PIB subiu de 2,50% para 2,58%. Em 2021 e 2022, a expectativa segue em 2,50% de crescimento do PIB. As projeções são do boletim Focus, publicação semanal do BC, com estimativas de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Inflação

A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) permaneceu em 3,87%, este ano. Para 2020, a previsão para o IPCA permanece em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração na estimativa: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. A estimativa para 2020 está no centro da meta (4%). Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Para controlar a inflação e alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano, até o fim de 2019. Para o final de 2020, a estimativa para a taxa é 8% ao ano, assim como a previsão para 2021 e 2022.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro neste ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,70 no final deste ano e em R$ 3,75, no fim de 2020.

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