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“Usamos três ‘S’ que é o suor, a saliva e a sola de sapato”

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Bar do Vaz

Jenilson se coloca como candidato a presidente da Aleac apostando no erro da base de Gladson

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O deputado estadual Jenilson Leite (PCdoB), reeleito como o parlamentar mais votado da Frente Popular com 8 mil votos, na chamada “Chapa da Morte”, foi o entrevistado no Bar do Vaz nesta semana. O “indiozinho” falou de sua jornada para desbancar os principais candidatos do PT nas eleições 2018 e enfatizou que coloca o seu nome como candidato a presidente da Aleac em 2019, apostando num erro da base de governo de Gladson Cameli. Assista a entrevista na íntegra!

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Acre 01

“Não fiz nada de especial, apenas pedi votos”, diz Perpétua, a única a se eleger na Frente Popular

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Uma vitória faz bem. E traz paz e a certeza de ter feito tudo certo. É esta a sensação que se tem ao ouvir a outrora gasguita Perpétua Almeida [PCdoB] para a hoje centrada deputada federal, a única a se eleger pela forte coligação Frente Popular do Acre. Ao analisar o resultado final da eleição, ela afirma que não fez nada de especial para voltar a Câmara Federal depois de um intervalo de quatro: “Apenas fui pedir votos das pessoas e lembra-los o trabalho que fiz em três mandatos”. Parte de um time de campeões de votos [avaliação feitas pelas eleições de 2014], muitos diziam que ela não alcançaria a vaga. Mas acabou surpreendendo e bateu nomes fortíssimos como Léo de Brito, Raimundo Angelim, Cezar Messias e Sibá Machado. Perpétua foi a 6ª candidata mais votado da bancada acreana e a primeira da Frente Popular. Teve exatos 18.374 votos. Esta semana ela passou no Bar do Vaz. Assista a entrevista.

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Bar do Vaz

Eleito deputado federal, Pastor Manuel Marcos credita vitória a Deus e a “uma grande engenharia política”

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Apesar de os analistas políticos afirmarem que a candidatura do pastor Manuel Marcos [PRB] a deputado federal seria apenas para alavancar a candidatura a reeleição da Dra. Juliana [o que de fato aconteceu], o vereador e presidente da Câmara Municipal de Rio Branco mostrou o contrário e durante entrevista no Bar do Vaz, disse que a vitória “foi fruto da vontade de Deus e de uma grande engenharia política”. Não escondeu que foi beneficiado pela legislação eleitoral [que permite a divisão de cadeiras do parlamento com voto de sobra das coligações] e não se importa de ter sido o deputado menos votado do Brasil, com 7.748, por entender que terá o mesmo poder do campeão nacional de votos – Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) – 1.843.735 sufrágios. Veja a entrevista

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