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PRF e COE de Rondônia retiram manifestantes e liberam tráfego de veículos na BR-364

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O Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal e a Companhia de Operações Especais da Polícia Militar de Rondônia, iniciaram na tarde desta quinta-feira (17) uma operação para remover os bloqueios na 364 entre Porto Velho e Rio Branco, por ordem da Justiça Federal.

A rodovia estava bloqueada em quatro trechos, Extrema, Vista Alegre do Abunã, entroncamento de Guajará e Nova Mutum.

A Agência Nacional de Transportes Terrestres, ANTT, conseguiu uma liminar na justiça que determinou o imediato desbloqueio da rodovia e delegou essa responsabilidade a PRF em Rondônia.

As tropas seguiram em comboio de Porto Velho até o primeiro ponto a rodovia estava fechada para o tráfego e não encontraram resistência por parte dos manifestantes no local.

De lá, os policiais seguiram em direção a Ponta do Abunã. onde os protestos acontecem com mais intensidade.

Segundo uma fonte da PRF, em Vista Alegre, onde o manifesto é realizado por madeireiros insatisfeitos com uma operação do IBAMA que fechou várias madeireiras que funcionavam clandestinamente, o grupo promete resistir e há risco de confronto.

A BR-364 está bloqueada desde a manhã da última terça-feira (15), e novos pontos de interdição surgiram nas últimas 48 horas.

O Acre, que ficou isolado por 72 horas, corria o risco de sofrer desabastecimento por conta dos manifestos.

Empresas voltaram a vender passagens

No início da tarde desta quinta feira, depois que receberam a confirmação da ordem judicial para liberar o tráfego na rodovia, as empresas de ônibus voltaram a vender passagens para o trecho entre Rio branco e Porto Velho.

Pela manhã, haviam anunciado a suspensão da venda de bilhetes por causa dos bloqueios.

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Acre

Advogados, políticos, MBL e PSL cumprem agenda de atividades

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Uma frente de partidos políticos liderada pelo PSL no Acre, políticos de diferentes agremiações, o Movimento Brasil Livre local, profissionais de diversas áreas, advogados e empresários promovem uma extensa agenda pró-Bolsonaro durante todo o segundo turno das eleições.

A agenda a favor do candidato à Presidência do PSL começa neste sábado, 13, às 9h, quando um grupo de advogados irá lavar as escadarias do Palácio Rio Branco, sede simbólica do governo do Acre, no centro da capital. O ato representa o combate à corrupção.

Depois, às 10h, também neste sábado, os apoiadores de Bolsonaro realizam um evento denominado por eles de “camisaço e adesivaço” em frente ao quartel da Polícia Militar do Acre, no centro da capital.

Conforme a agenda coordenada pelo PSL, os eventos pró-Bolsonaro continuam nos dias 21, com um movimento rural pela manhã e carreata à tarde, e 27 de outubro, véspera da votação do segundo turno, com uma caminhada.

O Coronel Ulysses Araújo, um dos organizadores da programação a favor de Bolsonaro no Acre diz que a meta é começar pelo estado um movimento intenso de manifestações de apoio ao presidenciável. A frente comandada pelo PSL acredita que é possível que Jair Bolsonaro tenha no Acre 90% dos votos válidos.

Athos Santos, do MBL do Acre, lembra que eventos a favor de Bolsonaro são também uma manifestação contra o PT local e no Brasil.

“Existe uma grande necessidade de conscientização e informação mostrando a verdade sobre o PT e a FPA(Frente Popular do Acre) para o povo Acreano. O MBL-ACRE luta há 3 anos para que isso se torne real e foi no dia 7 com o resultado das Urnas vimos que o nosso trabalho não foi em vão. Derrotamos o PT no Acre, agora precisamos excluí-lo a nível nacional. Mostraremos que mesmo distante de outros estados mais influentes do País somos um Estado que não recuaremos a luta pela liberdade, justiça e prosperidade. Tudo isso está em jogo, mas somente isso pode ser garantido com Jair Bolsonaro. Encerro dizendo: “Brasil, verás que um filho teu não fugirá à luta”. Isso mesmo, o Acre não fugirá a luta!”, diz.

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Acre

PT falhou em não reconhecer que praticou corrupção, diz Jorge Viana

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O senador Jorge Viana ganhou nesta sexta-feira, dia 12, manchete no Jornal Folha de São Paulo, após afirmar, em entrevista à jornalista Angela Boldrini, que o PT errou em não fazer uma autocrítica sobre o cenário político em que se encontra. Viana foi derrotado nas urnas no último domingo, dia 07. Ele concorria à reeleição.

Na análise de Jorge Viana, o Partido dos Trabalhadores corre o risco de perder também a disputa presidencial entre Fernando Haddad e Jair Bolsonaro (PSL). Para ele, o PT errou “de não reconhecer claramente que membros do nosso partido ou aliados praticaram corrupção”. A entrevista aconteceu na quarta-feira, dia 10, no gabinete do senador, em Brasília.

Segundo a reportagem, o senador, que foi da tropa de choque de Dilma durante o impeachment, criticou também a prisão do ex-presidente Lula e disse que o partido recebeu uma “segunda chance” e deve mudar o jeito de fazer política se conseguir a virada contra o deputado no dia 28 de outubro

Leia a entrevista na íntegra:

O que explica a onda conservadora que se viu no primeiro turno?

A gente está flertando no Brasil com aquilo que aconteceu nos EUA com a eleição do Trump. É assustador, eu acho que ninguém apaga fogo com gasolina. Fiquei triste de ver uma pessoa chegar no meu estado, pegar um tripé e dizer que ia metralhar as pessoas do partido que ele não gosta. Como é que ele vai pacificar o Brasil?

Eu sempre tive uma posição ponderada, sou muito crítico do PT, inclusive das alianças que fizemos. Eu nunca deixei de ver que nós temos uma falha no PT que é de não reconhecer claramente que membros do nosso partido ou aliados praticaram corrupção. Mas isso não justifica o que estão fazendo nem com o presidente Lula nem com outros líderes, e também não diminui as coisas bonitas que nós fizemos: a inclusão social, inclusão dos jovens na universidade, atenção ao trabalhador rural, crescimento econômico, pleno emprego. Não é o que eu quero, mas eu prevejo coisas muito ruim para o nosso país nos próximos anos.

Como o sr. vê essa nova composição do Congresso?

Eu sou muito crítico a essa composição atual. Ela que pariu o impeachment, dela que veio o Bolsonaro. Nós estamos em 2018 e não entramos no século 21. Mas agora vai ficar pior, os que estão vindo vão querer nos levar para as teses do século 19. Mas o que fazer? Eu me sinto entristecido como brasileiro em ver um horizonte tão sem esperança para a frente. Ainda é possível ter uma virada no segundo turno? Eu acho que de um lado tem o pior momento para a vida nacional, para esse transe coletivo que estamos vivendo. E do outro lado você tem o melhor candidato, não importa se é do PT, de que partido é. Ele é o melhor para poder estabelecer o diálogo e fazer essa travessia. Diante disso eu tenho que acreditar ainda que é possível, mas eu digo que numa hora dessas tem que ter uma grande união do Haddad, do Ciro Gomes, porque as pessoas estão vivendo um transe. As lideranças democráticas do país não podem ficar indiferentes, ou cada um de nós vai carregar um pouco dessa culpa.

O sr. falou em erros do PT. Quais? Nós mudamos as políticas do Brasil, mas não mudamos a política partidária. Foi ela que nos tragou, a história de ganhar a eleição, fazer alianças. Não fizemos nada de diferente do que os outros partidos já faziam, inclusive o PSDB que dirigiu o país antes da gente. Mas o fato de o PT estar fazendo não tem justificativa e foi um prato feito para setores do Judiciário, da imprensa e para os nossos adversários tentarem apagar o PT do mapa e alcançarem o presidente Lula. E depois que começou o processo de destruição do PT não tinha mais o que fazer.

Agora vamos ter que fazer depois de vencida esta etapa, porque a gente ainda está nela. Acho que o PT tá tendo uma segunda chance, e eu espero que depois da eleição a gente faça uma mudança radical no jeito de fazer política.

O que poderia ser feito, num presidencialismo de coalizão como o nosso?

Nós ficamos reféns do que se chama de governabilidade. Foi ela que gerou o impeachment, foi em busca dela que a gente destruiu o segundo mandato da Dilma, é em função dela que o Temer chegou ao poder.

Como mudar isso?

Repactuando. Do ponto de vista da prática, nós temos que ser o exemplo. Já fomos o exemplo antes, mas deixamos de ser. E essa chance do Haddad eu sempre defendia que se ganharmos temos que ter o espírito do Nelson Mandela, de pacificar o país, de brigar até com os nossos para não ir no olho por olho. E a história vai ser implacável. Não fiquem do lado errado da história, mesmo que nós sejamos minoria. A candidatura do Bolsonaro foi viabilizada pelo enjaulamento do presidente Lula. Ele foi impedido de concorrer, impedido de dar entrevista. E os que compactuaram com isso vão querer com o tempo apagar os seus nomes dos livros de história, por vergonha de ter levado o país para um fascismo da era do Whatsapp. No Acre, o PT perdeu o governo depois de 20 anos e o sr. não foi reeleito para o Senado.

Por que esse desempenho tão ruim?

Depois que passa é um pouco mais fácil de entender. Nossos governos lá, seja eu, o Binho ou o Tião [Viana], nós demos contribuição extraordinária para o Acre e isso é reconhecido pelas pessoas. Isso é muito bom. Mas se o PT viveu esse drama todo no plano nacional, essa caçada, claro que o surgimento de uma candidatura como o Bolsonaro, a soma dos nossos erros e essa raiva ao PT afetariam lá. E acho que houve uma certa soberba.

Eu falei: “não é hora de a gente querer ganhar tudo, temos que ter humildade”, e a decisão lá foi de querer ganhar tudo, as duas vagas do senado, o governo, bancada enorme. E o resultado foi péssimo, mas não é hora de apontar culpados. Agora tem que dar tempo ao tempo.

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Acre

PCC planejava ataques no modelo das Farc durante as eleições, diz PF

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Os setores de inteligência da Polícia Federal e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) mapearam e desarticularam dois planos do Primeiro Comando da Capital (PCC) para realizar atentados contra agentes públicos e explodir bombas em prédios públicos. Entre os alvos estaria a sede do próprio Depen, em Brasília. O motivo seria o descontentamento com regras de presídios do sistema federal, que proíbem os presos de receber visitas íntimas e gravam conversas entre eles e os advogados.

Os investigadores encontraram, entre os bilhetes apreendidos na Penitenciária Federal de Porto Velho (RO), fragmentos que citam necessidade de ações violentas contra o sistema penitenciário do País durante o período das eleições. O objetivo, segundo a PF, era “tentar convencer as autoridades a reverem os procedimentos de segurança das penitenciárias federais”, considerados pelo PCC como “opressores”.

“Essas eleições para governador e presidente podem até contribuir ao nosso favor; (…) desse modo obrigá-los a considerar que o melhor caminho seja ceder à negociação, aceitar as reivindicações exigidas, isso mesmo tendo ciência e consciência que irão recuar provavelmente até o presidente”, diz o bilhete apreendido.

Parte das ações, segundo a PF, foi estruturada após um dos líderes da facção ficar detido na Penitenciária Federal de Mossoró (RN) juntamente com Luis Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, liderança do Comando Vermelho. A PF chegou a gravar as conversas entre Beira-Mar e Abel Pacheco, o Vida Loka, líder do PCC, sobre os métodos utilizados no passado por terroristas das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) para atacar as autoridades que atuam no combate ao tráfico de drogas.

Na conversa, Beira-Mar cita a necessidade de sequestrar de autoridades em troca da liberdade de criminosos, explosão de torres de transmissão localizadas em áreas industriais e, também, sequestro de pessoas “importantes” para barganhar pela soltura de líderes “importantes”. “A guerrilha foi, pegou umas autoridades, três ou quatro autoridades, aí falou: Ó, dou tantos dias pá. Dou tantos dias pá liberar; se não der, rápt! Rapaz, pegou o primeiro”, disse Beira-Mar a Abel Pacheco em uma das conversas.

As conversas, segundo a PF, ocorreram em junho de 2017, na Penitenciária Federal de Mossoró (RN), onde Vida Loka e Beira-Mar estavam detidos. Após ser transferido para Porto Velho (RO), Vida Loka teria repassado as informações para Roberto Soriano e Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho, outras duas lideranças do PCC. Os investigadores conseguiram detalhar e interromper o plano, após análise de bilhetes encontrados no esgoto das celas da penitenciária de Porto Velho. Essa troca de informações entre Soriano, Pacheco e Nunes resultou nos planos Pé de Borracha e Morada do Sol.

Planos
O primeiro teria como objetivo explodir um carro-bomba no estacionamento da sede do Depen em Brasília. Segundo o plano interrompido, além dos explosivos, o carro teria um envelope com as exigências da facção, entre elas visita social de cinco horas, visita íntima semanal, banho de sol de duas horas, tratamento digno e televisão e rádio em todas celas. “Amigos, deixamos claro, independentemente de liberar a íntima (visita), ao nosso ver o projeto deve ser colocado mesmo assim em prática, pois o propósito será quebrar todas as principais opressões conforme explicado no salve anterior”, diz um dos bilhetes enviados por Pacheco a companheiros e apreendido pela PF no esgoto do presídio de Porto Velho.

A Morada do Sol, por sua vez, era para sequestrar, torturar e assassinar agentes públicos e pressionar o governo federal e o Supremo Tribunal Federal (STF) a liberar as chamadas visitas íntimas nos presídios federais. As visitas estão suspensas desde julho de 2017. “As investigações identificaram que a facção criminosa já havia realizado o levantamento da rotina e da atividade de diversos servidores públicos fora do ambiente de trabalho para serem sequestrados e/ou assassinados em seus momentos de folga”, disse a PF, por meio de nota. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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