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Petistas denunciam que vereador que apoia impeachment de Sebastião Viana teria irmã nomeada na prefeitura

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O governador Sebastião Viana, do PT, pode não ser tão mau quanto pintam seus adversários. Um exemplo seria o caso do vereador Célio Gadelha (PSDB), que apesar de apoiar o pedido de impeachment do chefe do executivo, que é acusado de extrapolar na contração de servidores comissionados e terceirizados, de acordo com a denúncia de pessoas ligadas a Frente Popular do Acre (FPA), o parlamentar municipal teria uma irmã nomeada no Instituto de Tecnologia da Informação e inovação da prefeitura de Rio Branco, administrada pela FPA.

Segundo informações de militantes que ficaram surpresos com o apoio de Célio Gadelha ao pedido de impeachment de Sebastião Viana, que foi redigido pelo advogado Roberto Duarte, o vereador tucano estaria sendo ingrato com o ex-prefeito Marcus Viana (PT) que teria feito pelo menos quatro nomeações de pessoas indicados por ele. A reportagem de ac24horas entrou em contato com Gadelha. Ele negou com veemência que tenha cargos na administração municipal. “Não procede não. Não de maneira nenhuma”, diz Célio Gadelha.

A reportagem questionou se o vereador conhecia a servidora que tem o mesmo nome de sua irmã, nomeada através de portaria assinada pelo diretor-presidente do Instituto de Tecnologia da Informação e inovação da prefeitura de Rio Branco (ITEC), Mafran Almeida, mas ele negou que a conhecia. “Não conheço não. Não sei nem quem é. Eu não tenho nada na prefeitura”, disse Célio Gadelha. Por telefone, a reportagem entrou em contato ainda com a irmão do vereador para perguntar se ela seria a pessoa nomeada pela portaria datada de sete de abril de 2017.

Ela confirmou que era irmão de Célio Gadelha, mas negou que tenha sido nomeada. “Não, eu não trabalho não. Eu não trabalho em nenhum órgão de governo e prefeitura. Eu faço faculdade à noite, faculdade de recursos humanos e faço curso de informática, tá, mas eu acho que tem algum engano aí. Até porque uma vez eu estava num consultório e estava eu e outra pessoa com o mesmo nome. Por isso, eu acho que tem algum engano aí”, disse a irmã de Gadelha, ao negar que tenha sido nomeada pelo órgão da prefeitura da Capital.

O diretor-presidente do Instituto de Tecnologia da Informação e inovação da prefeitura de Rio Branco (ITEC), Mafran Almeida, informou que não sabia que a servidora que seria irmã do vereador tenha sido nomeada por indicação política. Mafran afirma que a servidora em questão foi contratada após uma análise curricular, pelo fato de ter experiência com o público. “Ela é uma pessoa de certa idade e foi contratada após uma análise curricular. Se ela é irmã do vereador, nós não acreditamos que possa ser um impedimento. A questão foi técnica”.

Depois dos contatos que a reportagem fez com os personagens que poderiam esclarecer a suposta nomeação da irmã de um vereador de oposição em uma administração do grupo político comandado pelo governador Sebastião Viana, novas informações chegaram dando conta da movimentação na ITEC. Durante uma reunião, Mafran Almeida teria pedido instrução da chefe de gabinete da prefeitura de como agir diante dos questionamentos da reportagem. “Agora, ele já saiu da ITEC, com a portaria na mão, levando para o gabinete”, disse a fonte.

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Filho de líder do Comando Vermelho é assassinado dentro de casa no Rui Lino II

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Cleilson Silva de Oliveira, de 23 anos, mais conhecido como “Caveirinha”, filho de um líder de facção do Comando Vermelho, atualmente preso no complexo prisional Antônio Amaro Alves, foi assassinado neste domingo (21), dentro de uma residência localizada no bairro Rui Lino II, em Rio Branco.

Os criminosos teriam chegado ao local em um veículo vermelho. Armados, os criminosos invadiram a residência matando Caveirinha com pelo menos doze tiros, no quarto da casa. A maioria dos disparos foi na cabeça da vítima

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel Urgência (Samu), chegou a ser acionada, mas, só puderam atestar o óbito da vítima. A Polícia Militar esteve no local para a coleta de informações e uma equipe saiu a procura do veículo usado pelos criminosos na cidade.

O corpo de “Caveirinha” foi levado a base do Instituto Médico Legal (IML), para os procedimentos cadavéricos.

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Minoru é convidado para ser secretário de Gladson

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O governador eleito Gladson Cameli [Progressistas] e seu vice, Major Rocha sentaram na segunda-feira, 15, e tomaram uma decisão que a muitos vai surpreender. Eles querem o ex-reitor da UFAC, Minoru Kinpara como secretário de Educação na gestão que se inicia no próximo dia primeiro de janeiro de 2019.

Na avaliação do governador e vice, Minoru reúne todas as condições para gerir a pasta: é conhecedor da área, tem eficiência em gestão e uma ficha de bons serviços prestados. Segundo Cameli, o nome de Minoru orgulha qualquer governante.

A pedido de Gladson o convite para Minoru compor a sua equipe foi feito pelo seu vice, Major Rocha, na terça feira, [16]. Segundo Rocha, o encontro foi muito proveitoso.

“Decidimos convidar o professor Minoru para compor a nossa equipe porque é um professor exemplar, bom gestor e capacidade indiscutível. Fiz o convite a pedido do Gladson e o professor pediu um tempo para responder. É normal esse tempo. Mas para reforçar a nossa boa intenção, disse a ele que a equipe da educação será toda indicada por ele e que não há nenhuma troca por esta nomeação. Ele é bem vindo, inclusive permanecendo na Rede, partido pelo qual disputou a eleição para o senador no último dia 7”, disse Rocha.

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Grupo chefiado por Nil Figueiredo desviou combustíveis e diárias para comprar votos, diz PF

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As investigações da Polícia Federal, no âmbito da Operação Democracria, deflagrada nesta sexta-feira, dia 19, comprovam que um grupo criminoso chefiado pelo diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), Glenilson Figueiredo [O Nil] saqueou a instituição para tentar eleger o petista que foi candidato a deputado estadual nas últimas eleições.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário mostram que pessoas ligadas a Nil, incluindo servidores públicos efetivos e comissionados, um deles André Vinício, pessoa próxima ao gestor, coordenavam um esquema de corrupção organizado e com tarefas bem divididas.

Além de imagens registradas pela própria Polícia Federal, interceptações telefônicas autorizadas pelo Poder Judiciário confirmam que várias pessoas ligadas a Nil estavam envolvidas no esquema que tinha como um dos coordenadores o servidor André Vinício Assis, braço direito de Nil, e que atuava como um dos coordenadores do esquema.

“Eles estavam reunidos com divisões de tarefas para cometerem vários crimes durante o período eleitoral. Nos constatamos que o gasto de combustível do Iteracre, somente no mês de setembro, foi superior ao gasto de todo o ano de 2017, comprovando os indícios que nós tínhamos de que o combustível estava sendo desviados para a campanha”, revela o delegado Eduardo Maneta.

A Polícia Federal flagrou membros do grupo comprando votos no dia 06 de outubro, sábado, véspera da eleição. No domingo, o mesmo aconteceu. Eles distribuíam gasolina e, como contou o delegado, na véspera da eleição [o áudio comprova], uma das servidoras ligadas a Nil diz, por telefone, que é preciso tirar a gasolina da casa da mãe dela, para evitar que a polícia encontre algo.

Em uma das ligações, Nil é avisado sobre a compra de voto, e o servidor ligado ao diretor-presidente informa que deu dinheiro para ele, visto que 10 votos estariam garantidos. Nil, na sequência, comemora, e diz que não pode perder a eleição.

“Eu ajeitei ali pro cara ajeitar 10”, diz o cabo eleitoral de Nil, que responde em seguida: “Ah, maravilha, ótimo Manda bala, manda bala. Tem que ganhar, não pode perder não, meu irmão. Tu é doido, é?”, completa a conversa, ao ser questionado pelo cabo: “Aí eu deixei… já deixei o dinheiro po cara, já. O menino lá, o meu irmão”, finaliza. Em nenhum momento, Nil repreende o homem com quem conversa.

Operação Democracia prende oito pessoas no Acre

A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira, dia 19, um total de 8 mandados de prisão, 22 mandados de busca e apreensão e 4 mandados de condução coercitiva de testemunhas.

Todas as ordens foram assinadas pela Justiça Eleitoral do Acre. As investigações iniciaram com os indícios de que recursos públicos estavam sendo colocados à disposição da campanha de Nil Figueiredo.

O esquema funcionava com a intenção de obter apoio eleitoral para a campanha do diretor-presidente do Instituto de Terras do Acre (Iteracre) e envolvia o pagamento de diárias a servidores para custeio de viagens que não eram realizadas.

Foi constatado também que, durante o atual período eleitoral, diversas instalações públicas, inclusive uma escola, e vários veículos oficiais do Iteracre foram utilizados para beneficiar a campanha eleitoral do responsável pelo Instituto, que foi candidato a deputado estadual.

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