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Inscrições para o ENEM terminam nesta sexta-feira

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Inscrições no ENEM 2018 serão encerradas nesta sexta-feira

As inscrições no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) já ultrapassam 5,2 milhões de acordo com o balanço divulgado hoje. O prazo de inscrição será encerrado às 23h59 desta sexta-feira (18), no horário de Brasília.  Apesar da data, os inscritos terão até o dia 23 de maio para realizar o pagamento da taxa no valor de R$ 82. A dois dias do encerramento, às 16h desta quarta-feira (16), o número de inscrições atingiu a marca de 5 milhões.

As provas do ENEM 2018 serão objetivas e acontecerão em dois domingos consecutivos, nos dias 4 e 11 de novembro. No primeiro dia, os estudantes serão avaliados nas áreas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas suas Tecnologias e a Redação, totalizando 5 horas e 30 minutos. Já no segundo dia, as avaliações serão em Ciências da Natureza e suas Tecnologias, além de Matemática e suas Tecnologias. Nesta etapa, o tempo para realização das provas é 5 horas.

Como se inscrever no ENEM

As dúvidas sobre como se inscrever no ENEM não são exclusivas dos estudantes treineiros (aqueles que não são concluintes do ensino médio e nem finalizaram a educação básica) especialmente por conta das mudanças que aconteceram nesta etapa do ENEM 2018, como a antecipação da solicitação de isenção e das inscrições por meio dos sistemas completo e simplificado. A inscrição simplificada é reservada aos estudantes que foram beneficiados com a isenção ENEM 2018, uma vez que já preencheram os dados previamente, no ato da solicitação. A inscrição completa deve ser feita pelos demais participantes. Saiba mais sobre a inscrição completa e a inscrição simplificada.

Para que serve o Enem

A nota do ENEM é adotada como um dos critérios de seleção de estudantes para as vagas do ensino superior em universidades públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (SISU) e privadas, por meio do Programa Universidade para Todos (ProUni) e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). Além destes, a nota do ENEM também é válida para ingresso em universidades de Portugal desde 2014 e mais de 1,2 mil estudantes já utilizaram a pontuação com esse objetivo.

Diante da importância do exame, a preparação é fundamental. Elisabeth do Espírito Santo da Silva, aprovada em Enfermagem na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), estudou por um ano em um curso preparatório Pré-Enem e Pré-Vestibular de Salvador com bolsa de estudo. “Achei importante a preparação no curso e os professores contribuíram para que eu tivesse sucesso. Mas considero importante também a iniciativa do estudante. Tem que haver esforço pessoal e não depender apenas do cursinho”, aconselha a estudante.

Em disciplinas como História, Biologia e Literatura, a estudante tinha mais facilidade e, para absorver o conteúdo de Matemática e Química, mais difíceis para ela, foi preciso se dedicar um pouco mais. “Também tive que fazer um esforço pessoal grande. Fiz bastante exercício, prestei mais atenção na explicação do professor e procurei complementar o conteúdo procurando videoaulas e apostilas”, destaca Elizabeth. Apesar de ter ingressado na graduação por meio do vestibular, chegou a fazer o Enem 2017 para medir o seu desempenho.

Como se preparar para o Enem

Podem ser adotadas apostilas sobre os assuntos abordados nas provas, videoaulas temáticas, além de cursos preparatórios Pré-Enem ou Pré-Vestibular, uma vez que os conteúdos estão associados. O Educa Mais Brasil é o maior programa de inclusão educacional oferta bolsas de estudo de até 50%. Para os estudantes que querem fazer cursos Pré-Enem e adquirir mais confiança para o exame, as bolsas do Educa Mais estão disponíveis em www.educamaisbrasil.com.br.

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Cotidiano

Mais uma tentativa de fuga no FOC, é registrada na madrugada de hoje

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Na madrugada deste domingo, 22, quatro presos tentaram fugir do Pavilhão “A”, do complexo penitenciário Francisco D’Oliveira Conde (FOC), mas foram impedidos pelos agentes penitenciários.

Os presos tentaram fugir pelo telhado da cela 07, após passarem por um buraco feito na laje, onde haviam aproximadamente 17 presos.

Os agentes penitenciários, que faziam rondas durante a madrugada, conseguiram evitar a fuga dos presos que saíam pelo teto do Pavilhão, sendo necessário ainda fazer a recaptura de presos no forro do prédio.

A tentativa de fuga ocorreu quatro dias após motim ocorrido no mesmo pavilhão, onde os presos quebraram as luminárias e pelo menos 05 das 08 câmeras de vigilância utilizando pedaços de pedras arrancadas da própria estrutura física da unidade.

Os agentes afirmam que já haviam informado a direção do presídio sobre o buraco na laje da cela, mas nenhuma providência foi tomada.

O pavilhão “A” abriga presos ligados a uma organização criminosa e tem capacidade para 180 presos, mas comporta hoje quase 700. Oito agentes penitenciários faziam a segurança do local.

Com informações do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre – SINDAPEN

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Bar do Vaz

No Bar do Vaz, Altino Machado fala de Hildebrando Pascoal e dispara: “Jorge Viana não tem amigos”

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Não foi por puro acaso que o coronel Hildebrando Pascoal, preso por chefiar o esquadrão da Morte no Acre, prometeu matar o repórter Altino Machado. Foi porque, naquela época, nos anos 80, poucos ousavam desafiar o homem mais temido do Acre. Ele era um dos poucos que colocava o ex-coronel no centro das atenções. Hoje, aos 55 anos, Altino já não entra em bola dividida, mas continua polêmico: “O Jorge [Viana] não tem amigos; ele vai deixando as pessoas pelo caminho”, dispara contra o líder petista. Esta semana ele passou no Bar do Vaz e veja a entrevista que concedeu ao jornalista Roberto Vaz.

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Cotidiano

Apontados por Sebastião Viana como críticos, rios do Vale do Juruá têm pouca presença do Estado

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Foto: Fábio Pontes

Vizinho a uma das principais regiões produtoras de cocaína do Peru, o Vale do Juruá, no Acre, tornou-se um dos territórios mais disputados pelas facções criminosas pelo controle das rotas de tráfico. Comunidades ribeirinhas e indígenas são assediadas por traficantes para servirem de base para a atuação dos “mulas” e esconderijo de drogas.

Os rios são as estradas que levam a cocaína peruana para os grandes mercados consumidores. Por via fluvial ou andando dias pela mata fechada, os “mulas” tentam transportar a droga a centros como Cruzeiro do Sul ou Manaus, e de lá embarca-la para o mercado nacional e internacional.

Quando não são presos pela polícia, muitos são mortos ao cruzar o caminho de facções rivais. O problema dos rios do Juruá já é de conhecimento das autoridades, sendo reconhecido pelo próprio governador Sebastião Viana (PT) como de situação crítica.

Em entrevista à imprensa no último dia 12, Viana afirmou que o rio Juruá-mirim “está fortemente contaminado pelas facções”. “Nós temos o rio Juruá, o Juruá-mirim, o Paraná dos Mouras, o rio Azul, o rio Tejo, o rio Breu, o rio Amônia e aqui o rio Iaco, o rio Purus e o rio Acre dando passagem”, explicou o governador sobre as “rotas hidrográficas” do tráfico.

Mesmo assim, a presença do Estado nestas regiões é bastante tímida. Por estar em uma zona de fronteira, a responsabilidade de sua fiscalização é do governo federal. O único sinal da presença do governo brasileiro são as bases do Exército.

Para todo o Vale do Juruá, contudo, só há a existência de dois destacamentos para proteger todos estes rios e uma linha de fronteira a se perder de vista. A região está sob responsabilidade do 61º Batalhão de Infantaria de Selva (BIS).

Na margem direita do rio Moa, em Mâncio Lima, fica o Destacamento Especial de Fronteira de São Salvador. O manancial dá acesso ao Parque Nacional da Serra do Divisor, sendo a serra o limite da fronteira entre Brasil e Peru. Em Marechal Thaumaturgo há outra base militar, onde fica a única pista de pouso do município.

Pela São Salvador, todas as embarcações são obrigadas a parar para ser revistadas, e os passageiros obrigados a apresentar documento de identidade.

Fora essa presença, mais as operações militares esporádicas, a região fica livre para a passagem de drogas e a prática de crimes ambientais. É comum caso de peruanos que invadem o território brasileiro para retirar madeiras nobres. A ausência do Estado nesta região estratégica contribui para que o crime organizado atue sem mais perturbações.

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