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Com refrigerante na mão, internauta faz vídeo com Jorge Viana, em Brasília

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O vídeo em que o senador Jorge Viana (PT) sai de fininho da sala vip do aeroporto de Dubai, após virar alvo de ataque furioso de um brasileiro, a polêmica ganhou novo capítulo.

O cenário voltou ser um aeroporto, agora em Brasília. Com uma lata de Coca-Cola na mão, um jovem internauta gravou um vídeo tendo o senador petista ao fundo. O vídeo vem sendo espalhado pelas redes sociais.

Para relembrar o caso, Jorge Viana usou como desculpa para sair da mesa e deixar os outros senadores no fogo-cruzado a de que iria buscar um refrigerante.

Desde então o senador nunca mais foi visto. Jorge Viana virou alvo de vários memes. Em um deles a foto do petista foi colocada em latas de Coca-Cola.

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URGENTE: Justiça suspende eleição de vice-reitor na Ufac

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A Justiça Federal mandou que a Universidade Federal do Acre (Ufac) suspenda, de imediato, a eleição para o cargo de vice-reitor da instituição. A decisão é assinada pela juíza Franscielle Medeiros, da 1ª Vara de Rio Branco. O pedido foi feito pela Associação dos Docentes da Ufac (Adufac).

Segundo apurou ac24horas, o Colégio Especial Eleitoral da Ufac não podia ter autorizado a abertura de eleição para vice-reitor porque o cargo não estava vaga. A professora Margarida Aquino (que era vice de Minoru Kinpara), candidata à reitoria, não renunciou e, mesmo assim, autorizou a abertura da eleição ao cargo.

A juíza não enrolou em decidir e determinar que ao Colégio Eleitoral suspenda a Resolução 02/2018, que decidiu pela consulta à comunidade acadêmica para eleição de reitor e vice-reitor da Universidade Federal do Acre. A decisão é liminar, e ainda haverá uma decisão final, cabendo recurso.

Procurada, a Reitoria da Ufac não quis se manifestar sobre o caso. Disse apenas que não foi notificada sobre a decisão. Já a Comissão Eleitoral, que conduz a eleição erradamente, disse que só segue as determinações do Colégio Especial Eleitoral e que ainda não foi notificada.

A reportagem não conseguiu contato com Margarida Aquino, que concorre à reitoria, e a opositora dela, Alini Nicole, disse que não foi notificada e que essa decisão não tem nada a ver com a chapa dela, mas com o Colégio Eleitoral Especial. O telefone da Associação dos Docentes da Ufac não foi atendido.

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Detran pode gastar R$ 240 mil com X-Tudo em sua sede na cidade de Cruzeiro do Sul

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A gestão de Shirley Torres à frente do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) tem sido marcada por contratos milionários e questionáveis. Após os R$ 2,5 milhões fechados com a Companhia de Selva, agência de publicidade que já tem toda a verba de mídia do governo, agora o órgão de trânsito pode gastar R$ 240 mil com lanches para sua sede em Cruzeiro do Sul.

É o que prevê contrato publicado na edição desta segunda-feira (21) do “Diário Oficial” entre o Detran e a empresa M.C Castro Cia e LTDA para “fornecimento de Kit´s de lanches”. Conforme especificado, os funcionários do departamento em Cruzeiro do Sul vão ter a sua disposição 10.000 sanduíches do tipo X-Tudo.

Cada sanduiche custará aos cofres públicos R$ 24,00, incluindo um refrigerante de 350 ml. Em Rio Branco, a depender da região da cidade, o preço máximo de um X-Tudo pode ser de R$ 18,00. Toda essa quantidade precisará ser devorada até o fim do ano, prazo para o fim da vigência do contrato.

Chama a atenção de onde sairão os recursos: do programa de educação e fiscalização de trânsito. Este fundo é composto, em parte, por dinheiro obtido a partir da arrecadação do IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e do pagamento de multas.

Conforme o Código de Trânsito, os recursos devem ser usados para fins específicos, como melhoria da sinalização, da malha viária e, como o próprio nome diz, para educação e fiscalização do trânsito.

No ato de assinatura do contrato não é divulgado o número do CNPJ da empresa fornecedora, quesito exigido pela lei de licitação como instrumento de transparência.

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Empresa da família Cameli se livra de pagar R$ 36 milhões por danos em terra indígena

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu na semana passada decisão que livrou a Madeireira Cameli do pagamento de multa de R$ 35 milhões por crimes ambientais na terra indígena do Rio Amônia, do povo Ashaninka.

A informação foi divulgada na edição deste domingo (20) do jornal “Folha de São Paulo”, que trouxe reportagem especial sobre o povo Ashaninka. As fotografias são do renomado Sebastião Salgado.

A Madeireira Cameli foi denunciada pelo Ministério Público Federal por extração ilegal de madeira na terra dos Ashaninka. A empresa foi condenada em primeira instância e recorreu aos tribunais superiores, com o processo se arrastando há 30 anos.

Em 2017, o próprio Alexandre de Moraes já tinha tomado decisão favorável aos índios. Agora, o ministro reviu sua decisão e deu ganho de causa à Madeireira Cameli. Ao jornal paulista, o advogado da empresa disse que está disposto a negociar acordo com os indígenas.

Já o advogado dos Ashaninka informou que vai recorrer da decisão monocrática do ministro Alexandre de Moraes.

A Madeireira Cameli é uma das empresas da família Cameli, do senador e pré-candidato ao governo do Acre Gladson Cameli (PP).

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