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Aos críticos da “buraqueira”, Marcus Alexandre Viana defende seu legado invisível

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Em respostas às constantes críticas nas redes sociais sobre a situação precária na infraestrutura urbana de Rio Branco, com ruas tomadas por buracos, o ex-prefeito e pré-candidato ao governo Marcus Alexandre (PT) tem defendido o que classifica como seu “legado invisível”.

A definição é uma referência a investimentos feitos durante os seus seis anos de gestão na saúde e na educação. Para ele, enquanto os críticos se preocupam em apontar a “buraqueira” da capital, unidades de saúde espalhadas pelos bairros garantem atendimento médico às famílias carentes.

Outro possível avanço apontado por ele foi a construção de creches. De acordo com Marcus Alexandre Viana, foram abertas 5.000 vagas em creches na cidade no tempo em que ocupou a prefeitura.

“É muito fácil você procurar um buraco na rua enquanto está na rede social, mas talvez seja difícil encontrar 28 unidades de saúde que nós construímos em seis anos. É fácil encontrar buracos, mas é difícil os encontrar cinco terminais de integração que inauguramos, as 14 creches, nenhuma no centro da cidade, mas nos bairros”, afirmou o petista em discurso no sábado (12).

No encontro com o movimento comunitário, o pré-candidato pediu para que cada liderança nos bairros defenda este “legado invisível”, e que não se deixe ser ludibriada pelos candidatos adversários.

“Nós não fizemos tudo, mas tudo o que podíamos a gente fez”.

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Acre

No Acre, candidato grava vídeo dentro do cemitério e pede votos

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Um certo dia, o advogado Mauricio Hohenberger, candidato a deputado estadual pelo PSL, estava em casa muito preocupado em chamar a atenção do eleitor e teve uma ideia inusitada para pedir votos: se dirigir a um cemitério e lá gravar um vídeo. Foi o que ele fez. Circulando por caminhos estreitos entre túmulos, o advogado lembrou que ali é o destino de todo mundo, do velho, do jovem, da criança desassistida e também do sujeito corrupto.

E ele gravou entre os finados a seguinte mensagem: “Hoje eu estou num lugar bem inusitado. Um lugar que é o caminho de todos nós. É um lugar onde as crianças chegam aqui antecipadamente por roubo de merendas. O idosos chegam aqui antecipadamente por falta de delegados medicamentos. Jovens chegam aqui assassinados por falta de oportunidade”.

Ao final do vídeo, o candidato manda um recado, uma espécie de profecia escatológica: “Você, político, que roubou merenda, que roubou remédio, que roubou dinheiro pra segurança tenha certeza que o seu final também aqui será. Os senhores não vão escapar!”.

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Acre

Ciro Gomes diz que pretende aplicar política tributária ‘mais simples’

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O candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, disse nesta terça-feira (25) que, se eleito, pretende aplicar uma política tributária “mais simples”, com menor taxação do consumo dos mais pobres. Ele também defendeu juros mais baratos para capital de giro.

Ciro fez campanha em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Ele caminhou por ruas da cidade ao lado de aliados políticos, cumprimentou eleitores e tirou fotos.

“A política econômica estúpida fechou 220 mil lojas. A gente que um política tributária mais simples, com menos incidência sobre o consumo dos mais pobres e capital de giro a juros mais baixos. Essa mesma política estupida fechou 13 mil indústrias no país”, disse Ciro.

Ele também falou sobre medidas que pretende adotar na área de segurança pública. Ciro afirmou que vai investir em inteligência policial para combater o crime organizado.

“Nós vamos infiltrar a inteligência policial, a espionagem nas organizações criminosas e facções criminosas. Vamos mapear o caminho do dinheiro, expropriar esse dinheiro, vamos interceptar comunicações”, explicou.

Disputa eleitoral
O candidato foi questionado por jornalistas que acompanharam o ato sobre a estratégia para a reta final de campanha. Na pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (24), Ciro aparece em terceiro lugar, coom 11% das intenções de voto, atrás de Jair Bolsonaro (PSL), que tem 28% e de Fernando Haddad (PT), com 22%.

“A campanha está em aberto. E não entrei em campanha porque era favorito. Entrei porque era a chance de mudar”, disse Ciro.

“É isso que estamos fazendo: trabalhando. Temos aí mais dez dias pela frente para pedir ao povo para pensar. Pesquisa é um retrato do momento. Será que o Brasil aguenta projetar a crise de 2014, que nos atinge até agora, mais para a frente?”, completou o candidato.

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Acre

Objetivo é só atrapalhar, diz Alckmin sobre investigação do MP

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O candidato do PSDB à Presidência da República nas eleições 2018, Geraldo Alckmin, criticou a abertura de um inquérito por parte do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) para investigar supostas irregularidades em decretos assinados quando era governador do Estado e que poderiam ter beneficiado um sobrinho de sua esposa.

“O objetivo é só atrapalhar mesmo (a campanha eleitoral), é absolutamente irresponsável”, disse o tucano em entrevista concedida na manhã desta terça-feira à rádio Gaúcha. “Nós fizemos obras no Estado inteiro, estamos duplicando uma rodovia e tivemos 130 propriedades desapropriadas. Nunca soube quem eram os proprietários até que vejo uma matéria na imprensa falando que um sobrinho da minha mulher (foi beneficiado). Só que não tem sobrinho nenhum, mas a ex-esposa desse sobrinho, cuja família tinha propriedade lá. Eles eram casados em regime de separação total de bens e hoje não são mais”, rebateu o ex-governador.

A denúncia, oferecida ontem pelo promotor Marcelo Camargo Milani foi aberta após ao jornal Folha de S. Paulo mostrar dois decretos assinados pelo tucano em 2013 e 2014 que culminaram na desapropriação de imóveis de Othon Cesar Ribeiro, sobrinho de Alckmin, e sua esposa à época, Juliana Fachada. As ações, que fazem parte da construção de uma estrada na região de São Roque, no interior do Estado, teriam rendido uma indenização de ao menos R$ 3,8 milhões.

Othon é filho de Adhemar Ribeiro, irmão da ex-primeira-dama. Adhemar é citado em delações da Odebrecht como arrecadador de caixa dois para campanhas do tucano em 2010 e 2014.

“Não é governo que paga, é a concessionária, e quem estabelece valor é a Justiça”, completou Alckmin.

Na entrevista, Alckmin voltou a atacar Jair Bolsonaro e apelar para a estratégia do voto útil contra o PT. “Tem eleitores que, como não querem a volta do PT, têm medo, olham a pesquisa veem que Bolsonaro está na frente e vão de Bolsonaro. Só que é o contrário, Bolsonaro é a maneira mais rápida de trazer o PT de volta”, explicou. “É preciso olhar o segundo turno, no 1º, o eleitor escolhe, no 2º o eleitor rejeita e Bolsonaro tem a maior rejeição, perde para todos no segundo turno”, disse, referindo-se à pesquisa Ibope/Estado/TV Globo divulgada ontem.

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