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Alcilene Gurgel é empossada para novo mandato a frente do SinproAcre

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A comissão eleitoral do Sindicato dos Professores da Rede Pública de Ensino do Estado do Acre (SinproAcre) empossou no início da noite de segunda-feira (14/05) a diretoria eleita para o quadriênio 2018/2022, em assembleia convocada e realizada no auditório da Livraria Paim.

Reeleita, a presidente Alcilene Gurgel agradeceu a confiança e afirmou que a diretoria continuará trabalhando para buscar avanços para a categoria.

“Mesmo sendo um ano eleitoral, em que o gestor é proibido a dar reajuste, mas estamos buscando a incorporação da VDP, assim como ocorre com a PEQ, da Prefeitura de Rio Branco. É uma proposta de incorporação para que os professores possam ter certeza que receberão, pois a regra atual estabelece alcance de metas e, caso as metas não sejam alcançadas, o professor não recebe. Queremos que a classe tenha direito de receber o benefício para que ele possa contar com o valor no orçamento familiar”, defendeu a sindicalista.

O vice-presidente reeleito, Edileudo Rocha, reafirmou o compromisso com a classe, pedindo também participação dos educadores em mobilizações e atos.

“Agradecemos o voto de confiança e pedimos mais adesão dos professores, principalmente dos atos em que precisamos realizar em busca de nossos direitos, dos direitos dos servidores”, afirmou Edileudo.

Com 100% de aprovação, a professora Alcilene Gurgel foi reeleita para a presidência do SinproAcre. A votação foi realizada na noite de 13 de abril, no auditório do Colégio estadual Barão do Rio Branco, por meio de assembleia de aclamação.

O presidente da comissão eleitoral, Carlos Mota, explicou que todo o processo transcorreu com normalidade e que apenas uma chapa foi inscrita, por isso houve a escolha de uma assembleia geral de aclamação.

“Durante a votação, não registramos votos contrários ou abstenções. Foi um processo muito tranquilo”, explicou o representante da comissão eleitoral.

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Divididos, “Minoristas” polarizam disputa por reitoria da Ufac

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A eleição para a escolha do novo reitor da Universidade Federal do Acre (Ufac) a ser realizada na próxima terça-feira (22) ocorrerá à sombra do ex-reitor Minoru Kimpara. Apesar de ter deixado o cargo há quase dois meses para concorrer ao Senado pela Rede, Minoru tem exercido – ainda que de forma indireta – influência na escolha de seu sucessor, naquela que é apontada como uma das disputas mais acirradas dos últimos tempos.

As duas únicas candidaturas são de professoras que tiveram participação direta nas duas eleições e mandatos de Minoru à frente da Ufac. Não são dois mandatos completos, já que este segundo iria até 2020. Suas pretensões políticas maiores o levaram a abandonar o cargo. A eleição fora de tempo foi convocada justamente para preencher a vacância na reitoria.

Então vice-reitora, a professora Margarida de Aquino Cunha assumiu o posto deixado por seu aliado. No exercício da reitoria de forma interina, tenta se legitimar passando pelo crivo da comunidade acadêmica. Por ter a máquina na mão e apontada como herdeira da gestão Minoru, é vista como a grande favorita nas urnas.

Ela tem como adversária a ex-reitora de Graduação Aline Nicole. Apesar de tentar se apresentar como candidata de oposição, sua participação na reitoria até meses atrás a descredencia do rótulo, dizem docentes ouvidos. O cargo de pró-reitor de Graduação é visto como o número dois na hierarquia de comando da universidade, ante o acúmulo de atribuições que tem.

A cadeira só é ocupada por pessoas de extrema confiança do reitor, que o tem como seu braço direito. Tentar se descolar da imagem de Minoru Kimpara, agora, pode não surtir efeito. Por sinal, esse desligamento tende a não ser a melhor das estratégias, já que o ex-reitor saiu como um dos mais bem avaliados da Ufac.

Para professores ouvidos pela reportagem, as duas candidatas são criaturas do ex-reitor. O rompimento de Aline Nicole com Minoru ocorreu dias antes dele renunciar ao cargo para cumprir o calendário eleitoral.

Para tentar se desvencilhar da imagem de “Morinista”, ela convidou para seu vice na chapa o professor economista Carlos Garção. Ele integra o grupo mais à esquerda da universidade e que historicamente está abrigado na Associação dos Docentes da Ufac, a Adufac. A entidade, por sinal, decidiu ficar numa posição neutra na atual eleição.

A eleição acontece na terça-feira (22) das 8h às 21h. Ao contrário de outros anos não vai ocorrer em urnas eletrônicas. Por ser um ano eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral não teve condições de fornecer o equipamento.

A votação e apuração serão manuais. Segundo a Comissão Eleitoral, entre 12 e 14 mil pessoas estão aptas a votar. Têm poder de voto o corpo docente, servidores técnicos e alunos. As urnas estarão disponíveis em todos os polos e campus da Ufac

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Sebastião Viana grita “Lula livre” até ficar rouco na frente do Palácio Rio Branco

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O governador Sebastião Viana iniciou a manifestação pró-Lula na frente do Palácio Rio Branco na noite desta sexta-feira, 18, gritando três vezes, até ficar rouco, a frase “Lula livre!”. “Boa noite, presidente Lula; Lula livre, Lula presidente!”, proferiu gritando Viana, que foi acompanhado pelos militantes vermelhos presentes ao ato.

Em seu cumprimento inicial, após os gritos de “Lula livre”, Sebastião Viana anunciou a presença da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e do ex-prefeito de São Paulo, o petista Fernando Haddad.

“Em defesa da verdade. Prenderam um inocente, nada menos que maior presidente do Brasil”, afirmou Sebastião.

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No Acre, Gleisi Hoffmann diz que Lula “é maior que a cela” da PF

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A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse, na tarde desta sexta-feira, 18, na 4ª Conferência da Amazônia, em um hotel no centro de Rio Branco, que a prisão de Lula é uma violência à democracia brasileira e acrescentou o discurso petista de que não há provas contra o ex-presidente.

Ela também afirmou que o juiz Sérgio Moro não tem condições para julgar o petista e pôs em xeque a imparcialidade do magistrado.

“Um ato de maior violência com a democracia. Não tem prova. Qual é o crime do Lula? O apartamento não é do Lula. Sérgio Moro é um juiz que não tem condições de julgar o presidente Lula. Eu nunca vi o juiz Sérgio Moro tirar foto com alguém da esquerda brasileira, mas tira fotos com Aécio, com Temer”, ironizou.

“O presidente Lula é muito maior que aquela cela onde o puseram. É por isso que ele aparece em primeiro lugar em todas as pesquisas e insiste em estar na pauta da política nacional, pois ele é maior do que aquela cela”, acrescentou.

Gleisi Hoffmann encerrou seu discurso proferindo a frase “Chico Mendes vive, Lula livre”.

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