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Alcilene Gurgel é empossada para novo mandato a frente do SinproAcre

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A comissão eleitoral do Sindicato dos Professores da Rede Pública de Ensino do Estado do Acre (SinproAcre) empossou no início da noite de segunda-feira (14/05) a diretoria eleita para o quadriênio 2018/2022, em assembleia convocada e realizada no auditório da Livraria Paim.

Reeleita, a presidente Alcilene Gurgel agradeceu a confiança e afirmou que a diretoria continuará trabalhando para buscar avanços para a categoria.

“Mesmo sendo um ano eleitoral, em que o gestor é proibido a dar reajuste, mas estamos buscando a incorporação da VDP, assim como ocorre com a PEQ, da Prefeitura de Rio Branco. É uma proposta de incorporação para que os professores possam ter certeza que receberão, pois a regra atual estabelece alcance de metas e, caso as metas não sejam alcançadas, o professor não recebe. Queremos que a classe tenha direito de receber o benefício para que ele possa contar com o valor no orçamento familiar”, defendeu a sindicalista.

O vice-presidente reeleito, Edileudo Rocha, reafirmou o compromisso com a classe, pedindo também participação dos educadores em mobilizações e atos.

“Agradecemos o voto de confiança e pedimos mais adesão dos professores, principalmente dos atos em que precisamos realizar em busca de nossos direitos, dos direitos dos servidores”, afirmou Edileudo.

Com 100% de aprovação, a professora Alcilene Gurgel foi reeleita para a presidência do SinproAcre. A votação foi realizada na noite de 13 de abril, no auditório do Colégio estadual Barão do Rio Branco, por meio de assembleia de aclamação.

O presidente da comissão eleitoral, Carlos Mota, explicou que todo o processo transcorreu com normalidade e que apenas uma chapa foi inscrita, por isso houve a escolha de uma assembleia geral de aclamação.

“Durante a votação, não registramos votos contrários ou abstenções. Foi um processo muito tranquilo”, explicou o representante da comissão eleitoral.

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Destaque 2

Para comandante do Bope, UPP não é o melhor modelo a ser adotado para o Acre

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O fim do programa Polícia da Família, ocorrido logo no início da gestão Sebastião Viana (PT), em 2011, representou o fim da presença do Estado nas áreas de maior vulnerabilidade, e a tomada destes territórios por parte das facções criminosas. O resultado foi o salto nos índices de violência desde então, como apontam os dados do Atlas da Violência 2018.

Para garantir o mínimo de presença da força policial nestas áreas, a própria Polícia Militar, de forma independente e sem o apoio de uma política da Secretaria de Segurança Pública, desenvolve ações junto às comunidades escolares, envolvendo alunos, pais e professores.

Uma delas é o Programa de Erradicação das Drogas (Proerd), que alerta os jovens sobre os perigos causados pela dependência química e o envolvimento com o tráfico. Agora, quem também passa a realizar um trabalho mais comunitário, num sentido mais preventivo do que repressivo, é o grupo de elite da PM, o Batalhão de Operações Especiais (Bope).

“Nós estamos com o que chamamos de ação de legalidade e de presença do Estado para incentivar e fazer com que as pessoas estejam vendo a presença do Estado”, diz o major Assis Santos, comandante do Bope.

Segundo ele, membros do batalhão, que recebem treinamento especial de pronta resposta, têm participado de palestras nas escolas para garantir uma maior proximidade entre a polícia e os cidadãos.

“Nosso objetivo é estar o mais próximo da comunidade para que haja uma interação direta do policial com as pessoas de bem, e influenciar positivamente crianças e adolescentes para não serem cooptadas pelo crime”, pondera Santos.

Na análise do major, ações deste tipo surtem efeitos mais práticos do que a simples presença do Estado por meio de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), modelo adotado nas favelas cariocas como medida para o governo retomar territórios dominados pelo tráfico e milícias.

“O modelo UPP não caberia aqui [no Acre], é uma outra situação. Temos um modelo de proximidade com a comunidade para estimular jovens e adolescentes para ter como referência positiva o Estado de direito, e não o estado do criminoso”, ressalta o comandante do Bope.

Outra ação destacada por ele é a chamada “ação de longo alcance”, também baseada numa relação mais próxima entre os soldados do Bope e os moradores dos bairros, Além disso, o grupo de elite passará a desenvolver policiamento de moto, o que garante uma maior mobilidade dos policiais.

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Destaque 2

Enfim Polícia Militar passa a ter mais receitas do que a Comunicação de Sebastião

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A crise da segurança pública que provoca o acirramento entre as forças policiais contra as criminosas, aliado ao debate político-eleitoral em torno da questão, fez o governo Sebastião Viana (PT), já no fim de seu mandato, destinar mais recursos para a Polícia Militar do que para a propaganda.

É o que está previsto em novo decreto que partilha as receitas estaduais do próximo trimestre entre os órgãos, publicado na edição desta quarta (18) do “Diário Oficial”. Até setembro, a PM contará com orçamento de R$ 1,9 milhão, enquanto a Comunicação terá pouco mais de R$ 1 milhão. Até mesmo a Polícia Civil terá mais verba em caixa neste próximo trimestre: R$ 1,4 milhão.

Desde os governos Jorge Viana, passando por Binho e se mantendo com Sebastião, as gestões petistas vinham destinando muito mais recursos para gastar com publicidade do que com o policiamento.

Percebendo que injetar apenas recursos na agência de publicidade Companhia de Selva não surtiu o efeito de amenizar a crise da violência, o governo se viu obrigado a reverter as prioridades, investindo onde de fato a criminalidade pode ser vencida.

Em tempos de vacas magras, o governador Sebastião Viana definiu regras bem rígidas para seus secretários e ordenadores de despesas não extrapolarem na gastança, para evitar desequilíbrio nas contas públicas. Entre elas fica vedada ao gestor “realizar despesas ou contrair novas obrigações de despesas que não estejam compatíveis com os limites disponíveis e os cronogramas estabelecidos”.

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Bar do Vaz

Pré-candidata ao governo do Acre pela REDE defende a intervenção federal na segurança pública: “Toda colaboração que vier é importante”, diz Janaina

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