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Vereadores do município de Santa Rosa declaram apoio à pré-candidatura de Ney

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O deputado Ney Amorim, pré-candidato ao Senado Federal nestas Eleições 2018, recebeu o apoio importante de todos os vereadores do município de Santa Rosa do Purus, nesta terça-feira, 15, em Rio Branco.

liderados pelo presidente da Mesa Diretora da Câmara de Santa Rosa, James Moura, os parlamentares Aldo Moura, Genival Sales, Cacique Manoel Kaxinawá, Enio e Francisco Kulina e Orlando Roque manifestaram total adesão ao projeto político de Ney Amorim rumo ao Senado da República, nestas Eleições de 7 de outubro.

“Estamos aqui para retribuir a força que o senhor tem dado ao nosso município e aos demais próximos de nós. Somos testemunhas do quanto nos ajuda e ajuda nosso povo lá das cabeceiras do Purus”, ressaltou James Moura, o presidente da Câmara de Vereadores de Santa Rosa do Purus.

De sua parte, Ney Amorim lembrou o passado de luta do seu pai, Josué Amorim, o primeiro vereador eleito na Baixada da Sobral, e o quanto é difícil ser um parlamentar de Câmara Municipal.

“Muitas vezes vocês são cobrados pela população por problemas que fogem à competência da própria Câmara, mas mesmo assim, vocês conseguem fazer muito com o pouco. E isso é o mais importante. Por isso mesmo que o vereador dever ser valorizado”, frisou o deputado, que por onde passa nas cidades interioranas recebe o carinho e o apoio das pessoas.

Ney agradeceu a manifestação de apoio de todos os parlamentares e recordou-se do tratamento hospitaleiro da população de Santa Rosa do Purus, em caravana recentemente para ouvir as pessoas que moram nos municípios mais distantes do estado, os chamados municípios isolados.

“Fico muito grato em receber os amigos que também manifestam aqui a gratidão pelo que fizemos a esse município extraordinário, que é Santa Rosa do Purus”, afirmou Ney Amorim.

No último sábado, no auditório da Educação, o pré-candidato também participou de importante encontro com os movimentos sociais, sindicais e comunitários, no qual expressou o seu desejo de trabalhar por um estado economicamente forte e mais igualitário, uma das bandeiras de seu projeto enquanto pré-candidato ao Senado da República.

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Divididos, “Minoristas” polarizam disputa por reitoria da Ufac

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A eleição para a escolha do novo reitor da Universidade Federal do Acre (Ufac) a ser realizada na próxima terça-feira (22) ocorrerá à sombra do ex-reitor Minoru Kimpara. Apesar de ter deixado o cargo há quase dois meses para concorrer ao Senado pela Rede, Minoru tem exercido – ainda que de forma indireta – influência na escolha de seu sucessor, naquela que é apontada como uma das disputas mais acirradas dos últimos tempos.

As duas únicas candidaturas são de professoras que tiveram participação direta nas duas eleições e mandatos de Minoru à frente da Ufac. Não são dois mandatos completos, já que este segundo iria até 2020. Suas pretensões políticas maiores o levaram a abandonar o cargo. A eleição fora de tempo foi convocada justamente para preencher a vacância na reitoria.

Então vice-reitora, a professora Margarida de Aquino Cunha assumiu o posto deixado por seu aliado. No exercício da reitoria de forma interina, tenta se legitimar passando pelo crivo da comunidade acadêmica. Por ter a máquina na mão e apontada como herdeira da gestão Minoru, é vista como a grande favorita nas urnas.

Ela tem como adversária a ex-reitora de Graduação Aline Nicole. Apesar de tentar se apresentar como candidata de oposição, sua participação na reitoria até meses atrás a descredencia do rótulo, dizem docentes ouvidos. O cargo de pró-reitor de Graduação é visto como o número dois na hierarquia de comando da universidade, ante o acúmulo de atribuições que tem.

A cadeira só é ocupada por pessoas de extrema confiança do reitor, que o tem como seu braço direito. Tentar se descolar da imagem de Minoru Kimpara, agora, pode não surtir efeito. Por sinal, esse desligamento tende a não ser a melhor das estratégias, já que o ex-reitor saiu como um dos mais bem avaliados da Ufac.

Para professores ouvidos pela reportagem, as duas candidatas são criaturas do ex-reitor. O rompimento de Aline Nicole com Minoru ocorreu dias antes dele renunciar ao cargo para cumprir o calendário eleitoral.

Para tentar se desvencilhar da imagem de “Morinista”, ela convidou para seu vice na chapa o professor economista Carlos Garção. Ele integra o grupo mais à esquerda da universidade e que historicamente está abrigado na Associação dos Docentes da Ufac, a Adufac. A entidade, por sinal, decidiu ficar numa posição neutra na atual eleição.

A eleição acontece na terça-feira (22) das 8h às 21h. Ao contrário de outros anos não vai ocorrer em urnas eletrônicas. Por ser um ano eleitoral, o Tribunal Regional Eleitoral não teve condições de fornecer o equipamento.

A votação e apuração serão manuais. Segundo a Comissão Eleitoral, entre 12 e 14 mil pessoas estão aptas a votar. Têm poder de voto o corpo docente, servidores técnicos e alunos. As urnas estarão disponíveis em todos os polos e campus da Ufac

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Sebastião Viana grita “Lula livre” até ficar rouco na frente do Palácio Rio Branco

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O governador Sebastião Viana iniciou a manifestação pró-Lula na frente do Palácio Rio Branco na noite desta sexta-feira, 18, gritando três vezes, até ficar rouco, a frase “Lula livre!”. “Boa noite, presidente Lula; Lula livre, Lula presidente!”, proferiu gritando Viana, que foi acompanhado pelos militantes vermelhos presentes ao ato.

Em seu cumprimento inicial, após os gritos de “Lula livre”, Sebastião Viana anunciou a presença da presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e do ex-prefeito de São Paulo, o petista Fernando Haddad.

“Em defesa da verdade. Prenderam um inocente, nada menos que maior presidente do Brasil”, afirmou Sebastião.

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No Acre, Gleisi Hoffmann diz que Lula “é maior que a cela” da PF

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A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), disse, na tarde desta sexta-feira, 18, na 4ª Conferência da Amazônia, em um hotel no centro de Rio Branco, que a prisão de Lula é uma violência à democracia brasileira e acrescentou o discurso petista de que não há provas contra o ex-presidente.

Ela também afirmou que o juiz Sérgio Moro não tem condições para julgar o petista e pôs em xeque a imparcialidade do magistrado.

“Um ato de maior violência com a democracia. Não tem prova. Qual é o crime do Lula? O apartamento não é do Lula. Sérgio Moro é um juiz que não tem condições de julgar o presidente Lula. Eu nunca vi o juiz Sérgio Moro tirar foto com alguém da esquerda brasileira, mas tira fotos com Aécio, com Temer”, ironizou.

“O presidente Lula é muito maior que aquela cela onde o puseram. É por isso que ele aparece em primeiro lugar em todas as pesquisas e insiste em estar na pauta da política nacional, pois ele é maior do que aquela cela”, acrescentou.

Gleisi Hoffmann encerrou seu discurso proferindo a frase “Chico Mendes vive, Lula livre”.

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