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Gladson comemora liberação de exportação de carnes do Acre para Peru e Bolívia

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O senador Gladson Cameli (Progressistas-Acre) comemorou nesta segunda-feira, 14, a liberação para o Acre exportar carne bovinas e aves para a Bolívia e o Peru.  Com a expansão do mercado, o setor produtivo vai se fortalecer e consolidar o esforço de integração que a bancada federal tem feito nos últimos anos.

O anúncio veio depois de uma audiência do senador Gladson Cameli e o deputado Federal Major Rocha (PSDB-AC), em Brasília, com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Durante a reunião os parlamentares reiteraram as dificuldades que o Acre tem em relação ao agronegócio.

Gladson frisou que o Acre nos últimos anos vem enfrentando dificuldades na economia, na saúde, na educação e também na segurança pública. E que chegou o momento das mudanças. “É preciso abrir as portas do estado para aproveitar as oportunidades. Precisamos destravar nosso mercado para podermos crescer. Essa conquista é muito importante. Estamos trabalhando para isso há anos. Agora é continuar nosso trabalho para ter o Acre que todos os acreanos sonham”, destacou o senador.

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Acre

Sem licitação, Iapen contrata por quase R$ 1 milhão empresa para prestar serviço

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O Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) assinou contrato com empresa prestadora de serviços, por um período de 190 dias, no valor de R$ 959 mil. Conforme especificado em contrato, publicado na edição desta quinta-feira (24) do “Diário Oficial”, o Iapen vai terceirizar serviços de recepcionista, auxiliar de escritório, supervisor, digitador, auxiliar de limpeza, telefonista e moto-boy.

Chama a atenção o fato de a contratação da empresa Maia & Pimentel Serviços e Consultoria LTDA ter sido feita sem concorrência pública, por meio da dispensa de licitação. Outro fator a se destacar é o histórico de alterações das atividades desenvolvidas pela empresa. Criada em 2010, seu propósito era atuar no ramo da construção civil.

Entre os serviços especificados à época estavam a construção de rodovia, apoio à produção florestal, construção de edifícios, limpeza de esgoto, entre outros. Já em mudanças feitas depois, foram incluídos os serviços contratados pelo Iapen. Em sua declaração à Receita Federal, a empresa diz ter um capital de R$ 650 mil.

A dispensa de licitação foi justificada como de extrema necessidade por a empresa que detinha o contrato anterior não ter tido interesse na renovação. Em sua justificativa, o Iapen diz não possuir em suas quadros mão-de-obra suficiente para atender a demanda dos serviços contratados.

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Acre

Morre aos 77 anos, a ex-deputada Adelaide Neri, mãe da prefeita Socorro Neri

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Morreu na manhã desta quinta-feira, 24, a ex-deputada federal Adelaide da Rocha Neri, mãe da prefeita de Rio Branco, Socorro Neri.  O anuncio foi feita pela própria prefeita por meio de sua página no facebook. “Aviso à família e aos amigos que Marlon, Missilene, Jacqueline e eu acabamos de perder nossa mãe Adelaide Neri. Sei que estamos de passagem por aqui, mas destroça o coração…PS: Assim que definirmos local do velório, avisarei”, disse a gestora.

A causa da morte ainda não foi divulgada, mas Adelaide, com 77 anos, sofria com alguns problemas de saúde. Ela faleceu no Pronto Atendimento da Unimed em Rio Branco.

QUEM É ADELAIDE NERI

Antônia Adelaide da Rocha Néri nasceu em Tarauacá (AC) no dia 16 de dezembro de 1940, filha de Vicente Crescêncio da Rocha e de Rosa Machado da Rocha.

Professora do ensino de primeiro grau em sua cidade natal, supervisora do projeto Minerva, coordenadora estadual do projeto Lagos II e participante de vários simpósios e encontros sobre educação em níveis nacional e regional, em 1983 assumiu a diretoria do Departamento de Ensino Supletivo da Secretaria de Educação e Cultura do Acre, cargo que exerceria até 1990. Formou-se em letras pela Universidade Federal do Acre em 1984.

No pleito de outubro de 1990, foi eleita deputada federal pelo Acre na legenda do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Empossada em fevereiro de 1991, tornou-se membro titular da Comissão de Educação, Cultura e Desporto e suplente da Comissão de Agricultura e Política Rural.

Durante o ano de 1991, aumentaram as denúncias veiculadas na imprensa de irregularidades no governo do presidente Fernando Collor (1990-1992). A situação atingiu o clímax em maio de 1992 com a publicação, pela revista Veja, de uma entrevista de Pedro Collor, irmão do presidente, na qual fazia graves acusações ao governo. Em conseqüência, o Congresso Nacional instalou uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no mês seguinte, cujas conclusões levaram ao envolvimento do presidente e ao pedido deimpeachment. Na sessão de 29 de setembro de 1992, com voto favorável da deputada Adelaide Néri, foi aprovado o afastamento de Fernando Collor da presidência da República e o processo foi encaminhado para julgamento do Senado.

No início do mês seguinte, Collor deixou o governo, sendo substituído em caráter interino pelo vice Itamar Franco. No dia 29 de dezembro, pouco antes da votação no Senado, o presidente afastado apresentou sua renúncia, que não foi aceita pela mesa dessa casa do Congresso. Pouco depois, o plenário da Câmara Alta aprovou o impeachment do presidente, que, portanto, teve os seus direitos políticos suspensos por oito anos. Com esse resultado, Itamar foi efetivado na chefia do Executivo federal.

Nas principais votações ocorridas na Câmara ao longo dessa legislatura, Adelaide pronunciou-se a favor da criação do Imposto Provisório sobre Movimentação Financeira (IPMF), que ficou conhecido como imposto do cheque, e do Fundo Social de Emergência (FSE), mas votou contra o fim do voto obrigatório.

No pleito de outubro de 1994, candidatou-se à reeleição, mas conseguiu apenas a terceira suplência. Permaneceu na Câmara dos Deputados até o fim de janeiro do ano seguinte, quando se encerrou a legislatura.

Em maio de 1997, Adelaide retornou à Câmara dos Deputados na vaga aberta com a saída do deputado Chicão Brígido, então vice-prefeito de Rio Branco, para ocupar uma secretaria municipal na capital acreana. Nesse período, enquanto o titular já havia sido denunciado por ter recebido vantagens financeiras para votar a favor do projeto de emenda constitucional que permitia aos ocupantes do Poder Executivo concorrerem à reeleição, Adelaide ainda o acusara de lhe haver alugado o mandato, pelo qual ela pagaria um percentual do seu salário de deputada. Mas Chicão Brígido acabou se livrando dessas acusações na Câmara dos Deputados. Adelaide Néri exerceu o mandato até agosto seguinte, quando o titular reassumiu. Ela não concorreu no pleito de outubro de 1998.

Em 2003, Adelaide Néri foi nomeada provedora da Santa Casa de Misericórdia do Acre, em meio a uma grave crise administrativa e financeira da entidade. Renunciou no mesmo ano, sendo substituída por José Alekssandro

Casou-se com Raimundo Nonato de Paiva Néri, com quem teve seis filhos.

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Acre

RBTrans, Sindcol e prefeitura não mandam representantes para audiência pública

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A Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans), Sindicato das Empresas de Transportes Coletivos do Estado do Acre (Sidncol) e a prefeitura de Rio Branco não enviaram representantes para debater o reajuste de passagem de ônibus na Capital, durante audiência pública realizada pelo presidente da Comissão de Serviço Público do Poder Legislativo Estadual, o deputado Eber Machado (PDT). O evento aconteceu na tarde desta quarta-feira (23) no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac).

Eber Machado protestou pelo que classificou como “irresponsabilidade dos principais atores que deveria apresentar explicações e comprovantes dos gastos alegados pelas empresas de transporte coletivo que queriam uma passagem de R$ 4,55 – mas findou ficando em R$ 4,03 em um ato que pode ter sido uma combinação entre RBTrans, Sindcol e prefeitura”. O deputado disse que as principais reivindicações seria a suspensão do reajuste e a criação de um observatório do transporte público com várias entidades.

“Estávamos propondo apenas a suspensão do reajuste até que todas as informações fossem analisadas. Outra proposta seria a criação de um observatório do transporte público com a participação do Conselho Tarifário, Câmara dos Vereadores e Assembleia Legislativa, mas preferiram fazer ouvido de mercador e ignorar a representação do Poder Legislativo que propôs o debate em um ambiente adequado que é uma audiência pública. Também queríamos apresentação das notas dos gastos alegados pelas empresas”, diz Machado.

O parlamentar afirma que um perito da Polícia Federal as planilhas e detectou diversos pontos que deixaram dúvidas sobre as despesas das empresas de transporte de passageiros. “Pretendíamos realizar um debate responsável e com muito compromisso, a covardia da RBTrans, Sindicol e prefeitura deixou as pessoas que compareceram a audiência pública sem respostas. Eles são os atores principais desta questão que é de interesse de todos. Se tiver de perder meu mandato para impedir esse aumento, eu vou perder”, enfatiza Eber.


Ele acusou as empresas de não pagarem nem FGTS de seus trabalhadores, utilizarem veículos sucateados e recolherem impostos em outros estados. “Se tivéssemos ônibus novos rodando não teríamos gastos com reposição de peças, mas revisão. Os ônibus sem pagar impostos no Acre, estão recolhendo em outros estados. Os donos de empresas não possuem sequer garagens para guardar os ônibus. Esses donos das empresas estão preparados para irem embora do Estado com os bolsos cheios de dinheiro e sem oferecerem serviço de qualidade”.

Outras questão questionada por Eber Machado foi o valor do aluguel da sala de bilhetagem das empresas no Terminal Urbano alegas nas planilhas das empresas. De acordo com ele, o valor do aluguel seria de R$ 61 mil por mês. O vereador Roberto Duarte (MDB) destacou que as empresas tiveram o benefício de isenção de impostos no valor de R$ 11 milhões no ano passado. Eber Machado disse que queria saber onde as empresas estariam investindo R$ 76 mil de custos ambientais. “Somando as dúvidas em reais por ano R$ 87 milhões”.

“Nós queremos saber onde esses R$ 87 milhões estão sendo gastos. Colocam-se nas planilhas apenas as despesas, e os lucros deles, eles não colocam. O não comparecimento da RBTrans, Sindcol e prefeitura na audiência pública não é falta de respeito comigo. É uma falta de respeito com a população. Constitucionalmente não abrirei mão de cumprir com meu papel e com minha obrigação, porque não sei se amanhã estarei vivo, mas estarei contra o reajuste e contra a falta de respeito desses setores responsáveis sempre”, finaliza Eber Machado.

 

 

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