Conecte-se agora

Gleici aluga casa de três quartos para mãe e vira atração em condomínio

Publicado

em

Este será um Dia das Mães bastante diferente para Vanuzia Damasceno, mãe de Gleici, vencedora do “BBB 18”. Aos poucos, a moça milionária vai mudando a realidade de sua família, antes modesta e cheia de dificuldades. Tanto que o almoço comemorativo do domingo, 13, será numa casa nova. “Ainda não é a nossa mesmo. Alugamos uma enquanto a outra constrói”, conta Vanuzia, feliz da vida.

Gleici Damasceno no novo condomínio: atração
Gleici Damasceno no novo condomínio: atração Foto: reprodução/instagram

A casa de dois andares tem três quartos, jardim e fica num condomínio no Centro de Rio Branco, capital do Acre, onde moram. A casa da periferia ficou com uma tia de Gleici. Mas é no mesmo bairro que Vanuzia pretende morar. “Queremos construir lá mesmo. Conhecemos todo mundo, sinto falta da vizinhança”, diz ela, que terá o almoço do Dia das Mães preparado pelo genro, Wagner, que chegou ao Acre com a namorada Gleici: “Diz ele que vai fazer um purê de abóbora. Vamos ver se aprovo o tempero dele”.

Vanuzia, mãe de Gleici: Dia das Mães especial
Vanuzia, mãe de Gleici: Dia das Mães especial Foto: reprodução/instagram

Com a chegada da vizinha famosa, os moradores do condomínio ficaram em polvorosa. A mãe de Gleici se mudou há uma semana, mas ainda não tinha recebido a filha famosa, que estava no Rio. “Todo mundo quer ver ela de perto. Vieram aqui de manhã para chamar o Wagner para jogar bola”, conta Vanúzia.

Gleici faz video na nova casa
Gleici faz video na nova casa Foto: reprodução/instagram

Ainda se acostumando à nova realidade, Vanuzia diz que não está preocupada com a segurança da família. “Estamos num condomínio fechado não por medo. Mas para que a Gleici possa descansar e a gente ficar juntas com mais tranquilidade nesse momento”, justifica ela, que está ansiosa pelo primeiro Dia das Mães sem passar necessidade: “Não que os outros não tenham sido, mas este será especial. Vamos tentar reunir todo mundo aqui. Agora temos espaço e cada um o seu quarto como era o sonho da minha filha”.

A antiga casa de Gleici ficou para uma tia
A antiga casa de Gleici ficou para uma tia
Gleici faz video na nova casa
Fonte: O Extra

Propaganda

Destaque 2

Para comandante do Bope, UPP não é o melhor modelo a ser adotado para o Acre

Publicado

em

O fim do programa Polícia da Família, ocorrido logo no início da gestão Sebastião Viana (PT), em 2011, representou o fim da presença do Estado nas áreas de maior vulnerabilidade, e a tomada destes territórios por parte das facções criminosas. O resultado foi o salto nos índices de violência desde então, como apontam os dados do Atlas da Violência 2018.

Para garantir o mínimo de presença da força policial nestas áreas, a própria Polícia Militar, de forma independente e sem o apoio de uma política da Secretaria de Segurança Pública, desenvolve ações junto às comunidades escolares, envolvendo alunos, pais e professores.

Uma delas é o Programa de Erradicação das Drogas (Proerd), que alerta os jovens sobre os perigos causados pela dependência química e o envolvimento com o tráfico. Agora, quem também passa a realizar um trabalho mais comunitário, num sentido mais preventivo do que repressivo, é o grupo de elite da PM, o Batalhão de Operações Especiais (Bope).

“Nós estamos com o que chamamos de ação de legalidade e de presença do Estado para incentivar e fazer com que as pessoas estejam vendo a presença do Estado”, diz o major Assis Santos, comandante do Bope.

Segundo ele, membros do batalhão, que recebem treinamento especial de pronta resposta, têm participado de palestras nas escolas para garantir uma maior proximidade entre a polícia e os cidadãos.

“Nosso objetivo é estar o mais próximo da comunidade para que haja uma interação direta do policial com as pessoas de bem, e influenciar positivamente crianças e adolescentes para não serem cooptadas pelo crime”, pondera Santos.

Na análise do major, ações deste tipo surtem efeitos mais práticos do que a simples presença do Estado por meio de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), modelo adotado nas favelas cariocas como medida para o governo retomar territórios dominados pelo tráfico e milícias.

“O modelo UPP não caberia aqui [no Acre], é uma outra situação. Temos um modelo de proximidade com a comunidade para estimular jovens e adolescentes para ter como referência positiva o Estado de direito, e não o estado do criminoso”, ressalta o comandante do Bope.

Outra ação destacada por ele é a chamada “ação de longo alcance”, também baseada numa relação mais próxima entre os soldados do Bope e os moradores dos bairros, Além disso, o grupo de elite passará a desenvolver policiamento de moto, o que garante uma maior mobilidade dos policiais.

Continuar lendo

Destaque 2

Enfim Polícia Militar passa a ter mais receitas do que a Comunicação de Sebastião

Publicado

em

A crise da segurança pública que provoca o acirramento entre as forças policiais contra as criminosas, aliado ao debate político-eleitoral em torno da questão, fez o governo Sebastião Viana (PT), já no fim de seu mandato, destinar mais recursos para a Polícia Militar do que para a propaganda.

É o que está previsto em novo decreto que partilha as receitas estaduais do próximo trimestre entre os órgãos, publicado na edição desta quarta (18) do “Diário Oficial”. Até setembro, a PM contará com orçamento de R$ 1,9 milhão, enquanto a Comunicação terá pouco mais de R$ 1 milhão. Até mesmo a Polícia Civil terá mais verba em caixa neste próximo trimestre: R$ 1,4 milhão.

Desde os governos Jorge Viana, passando por Binho e se mantendo com Sebastião, as gestões petistas vinham destinando muito mais recursos para gastar com publicidade do que com o policiamento.

Percebendo que injetar apenas recursos na agência de publicidade Companhia de Selva não surtiu o efeito de amenizar a crise da violência, o governo se viu obrigado a reverter as prioridades, investindo onde de fato a criminalidade pode ser vencida.

Em tempos de vacas magras, o governador Sebastião Viana definiu regras bem rígidas para seus secretários e ordenadores de despesas não extrapolarem na gastança, para evitar desequilíbrio nas contas públicas. Entre elas fica vedada ao gestor “realizar despesas ou contrair novas obrigações de despesas que não estejam compatíveis com os limites disponíveis e os cronogramas estabelecidos”.

Continuar lendo

Bar do Vaz

Pré-candidata ao governo do Acre pela REDE defende a intervenção federal na segurança pública: “Toda colaboração que vier é importante”, diz Janaina

Publicado

em

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2017 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.