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Médico acreano de 36 anos morre em acidente em rodovia no interior de São Paulo

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O médico Jerson Meireles Neto, de 36 anos, morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas, após o capotamento de camionete na rodovia Dom Pedro, neste sábado (12), em Igaratá, no interior do Estado de São Paulo.

Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) o acidente foi por volta das 5h30 no km 18 da rodovia, quando o motorista perdeu o controle e capotou. A família do médico é do município de Brasileia. O Pai da vítima funcionário do Ibama.

Os familiares que residem no Acre souberam da notícia nas primeiras horas da manhã de hoje. O carro ficou completamente destruído. O condutor não resistiu aos ferimentos e morreu no local do capotamento na rodovia federal.

De acordo com jornais da região onde aconteceu o acidente, outras quatro pessoas tiveram ferimentos graves e foram lavadas para hospitais da Vila, em São José dos Campos, e Santa Casa de Jacareí. Uma outra teve ferimentos leves.

A família do médico deve viajar para Igaratá, para tratar do translado do corpo que será velado na cidade de Brasiléia, onde moram sua família. A previsão de chegada do corpo é a partir da próxima segunda-feira, dia 14.

Segundo ainda a PRF, não houve congestionamento no local do acidente que vitimou o médico acreano. Apenas o acostamento no trecho foi interditado porque a polícia aguardava a retirada do veículo.

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Mailza Gomes apresenta projeto contra fraudes em cotas partidárias para mulheres

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A senadora Mailza Gomes (PP-AC) anunciou nesta segunda-feira (25) em Plenário a apresentação de proposta que muda a legislação eleitoral para incentivar as candidaturas femininas e combater as fraudes na cota de gênero. Pela legislação, os partidos devem dedicar ao menos 30% das candidaturas para o gênero menos representado. O projeto da senadora mantém esse percentual, mas torna mais rigorosa a punição para o descumprimento da norma.

De acordo com o Projeto de Lei (PL) 1.541/2019, qualquer candidato, partido político ou o Ministério Público Eleitoral poderá fazer representações à Justiça Eleitoral, no prazo de até 180 dias da diplomação, com objetivo de relatar fatos e pedir a abertura de investigação judicial para apurar descumprimento da cota de gênero.

O texto também define que, caso seja comprovado o descumprimento da legislação, serão cassados os registros do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (Drap) e o registro ou diploma dos candidatos a ele vinculados, sejam eles autores ou beneficiários da irregularidade. Além da cassação, o projeto estabelece a aplicação de multa ao partido e aos responsáveis pela conduta.

Aumento da bancada

O percentual de 30% da cota de cada partido ou coligação para as mulheres, avaliou a parlamentar, contribuiu para o aumento das eleitas em 2018. Ela mencionou o exemplo da bancada federal do estado do Acre, na qual a participação feminina aumentou em 50%. Apesar dos avanços, Mailza disse que “nocivas candidaturas laranjas” e a falta de apoio partidário inviabilizam um resultado satisfatório em todo o país.

— Em 2018, quando não foram criados obstáculos à participação feminina na política, sua representatividade cresceu significativamente, demonstrando que, ao contrário do propagado, mulheres se interessam, sim, pela nobre atividade política e, quando apoiadas pelos seus partidos, possuem candidaturas viáveis e competitivas — disse a senadora.

Recursos para o Acre

Por fim, a senadora Mailza destacou que vai destinar recursos para os 22 municípios do Acre e vai defender mais saúde, educação, segurança e infraestrutura para os municípios.

– Tenho compromisso com o Acre, e com muita responsabilidade vou representar o povo acreano neste Parlamento. Já estou indo aos ministérios em busca de recursos para melhorar a vida de nossa população. Aqui vou defender a família, a vida, e os princípios cristãos. Na missão que Deus confiou a mim – finalizou a senadora.

Fonte: Assessoria com a Agência Senado

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Ambiente põe 400 mil hectares no mapa do agronegócio no Acre

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O Governo do Acre anunciou neste domingo (24) ter zerado os pedidos de outorga ambiental que estavam pendentes nos órgãos desde a gestão passada. “Eram 2.800 pedidos que em pouco mais de 80 dias zeramos”, garantiu ao ac24horas Geraldo Milani, secretário de Meio Ambiente do Acre. As outorgas dizem respeito ao uso da água na atividade agropecuária, especialmente.

A outorga de direito de uso de recursos hídricos, segundo a literatura técnica, é um dos instrumentos da Política Nacional e Estadual de Recursos Hídricos pelo qual o Poder Público autoriza o usuário de recursos hídricos, sob condições preestabelecidas, a utilizar a água ou realizar interferências hidráulicas nos corpos hídricos, necessárias ao seu consumo e às suas atividades produtivas. Esse instrumento tem como objetivo assegurar o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água e o efetivo exercício dos direitos de acesso aos recursos hídricos.

Com ações como essa -e outras em andamento – o Governo acredita estar destravando o avanço do agronegócio no Acre. Nesse contexto, a Secretaria de Meio Ambiente decidiu adiar por pelo menos até o dia 30 de março a conclusão da consulta pública para construção do novo mapa do Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado visando consolidar aspectos do agronegócio no plano. Questionamentos estão sendo feitos junto á consultorias para deixar mais claras as atividades do agronegócio no ZEE. De antemão, o Governo já definiu 400 mil hectares de terra com aptidão para a agricultura mecanizada e a pecuária industrial ao longo da BR 317, desde a divisa com o Amazonas até a fronteira com o Peru.

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