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Ao estilo paz e amor, PT reúne movimentos sociais e fala em novo ciclo no poder

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Em encontro realizado na manhã deste sábado (12) no auditório da Secretaria de Educação, o PT reuniu lideranças de movimentos sociais, em especial o comunitário, para oficializarem apoio à candidatura de Marcus Alexandre ao governo.

Ao contrário de eventos passados, os petistas evitaram fazer ataques aos adversários da oposição, adotando um estilo mais paz e amor.

As críticas mais contundentes foram feitas ao presidente Michel Temer (MDB), acusado de adotar uma política de desmonte dos programas sociais implementados nos governos Lula e Dilma. Sem citar nomes, afirmaram que políticos acreanos que disputarão as eleições dão sustentação ao governo Temer no Congresso Nacional.

Outras críticas saíram de Marcus Alexandre. Ele afirmou que a oposição inaugurou em Cruzeiro do Sul universidade particular de medicina, cujo acesso estaria restrito a quem tem grande poder aquisitivo.

“Eles fazem faculdade com mensalidade de R$ 10 mil. No governo do presidente Lula trouxemos medicina para a Ufac, em que o filho do mais pobre pode estudar de graça”, disse.

Desde sua inauguração, porém, o perfil do estudante de medicina da Ufac é outro: 90% oriundos de outros Estados e de famílias de classe média alta.

Para contornar o desgaste de duas décadas de petismo no Palácio Rio Branco, Marcus Alexandre falou que um eventual governo seu não será de continuidade, mas o “começo de um novo ciclo”.

“Não será um sexto mandato [do PT no governo], não será uma continuidade. Será o primeiro mandato de um novo ciclo”, disse Marcus Alexandre. O ex-prefeito da capital afirmou que continuará sua agenda de percorrer o interior e pediu o apoio de cada um dos líderes dos movimentos comunitários.

Esse foi o primeiro evento público do petista desde que deixou a prefeitura no último dia 6 de abril. De acordo com os organizadores da reunião, 82 entidades sociais participaram.

Uma eleição acirrada

Ter o apoio destes movimentos é visto pelo PT como essencial para garantir a vitória naquela que é apontada como a eleição mais acirrada a ser enfrentada pelo partido. “Vamos enfrentar a mais difícil campanha dos últimos 20 anos”, afirmou o deputado federal Raimundo Angelim (PT).

O encontro deste sábado não teve a participação do governador Sebastião Viana (PT). Procurada, a assessoria não informou, até o momento, o motivo da ausência. A composição da mesa de honra teve como destaque os presidentes do movimento de base.

Os pré-candidatos ao Senado Jorge Viana e Ney Amorim também fizeram assento. Para o presidente da Assembleia Legislativa, a crise mais grave por que o país passa não é a política ou econômica, mas sim a moral. Os principais líderes do PT são os mais envolvidos em denúncias de corrupção investigadas pela operação Lava Jato.

O maior deles, o ex-presidente Lula, cumpre prisão em Curitiba. Ele foi condenado a 12 anos de cadeia por corrupção passiva ao ser beneficiado com o pagamento de propinas por empreiteiras. Para os petistas, Lula é “vitima de uma grande injustiça”.

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Pacientes denunciam falta de medicamento para portadores de hepatite crônica e transplantados

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Quem é portador de hepatite B ou passou por um transplante de fígado sabe que para ter qualidade de vida vai precisar tomar medicação a vida inteira.

Um dos aliados desses pacientes é um medicamento que tem como substância ativa o entecavir.

Os pacientes que precisam dessa medicação no Acre estão vivendo momentos de angústia.

Pacientes e familiares procuraram o ac24horas para relatar a falta do medicamento desde o dia primeiro de março. Segundo a denúncia, a Secretaria Estadual de Saúde não deu um prazo para a distribuição do produto.

“É muito difícil. Já tá com mais de uma semana que minha mãe tá sem a medicação. Eles nem dizem quando vai chegar, não dão uma previsão sequer. Esse medicamento é muito caro e nem tem aqui em Rio Branco”, diz a filha de uma paciente que pediu pra não ser identificada.

Em uma consulta rápida na internet, o preço do medicamento foge da realidade de praticamente toda a população. Uma caixa com 30 comprimidos custa por volta de mil reais.

“Isso é um absurdo. Minha mãe para receber essa medicação sempre tem que entrar na justiça. E não é só ela. A última vez que fui saber se o remédio tinha chegado, encontrei várias pacientes e familiares de gente que passou por transplante, que precisa do medicamento voltando de mãos vazias. A gente precisa pelo menos, de uma previsão”, completou a jovem.

Consultada, a Secretaria Estadual de Saúde informou que a aquisição desse medicamento é uma competência do Governo Federal, que o adquire e depois repassa aos estados. Segundo a Sesacre, já foi pedido providências ao Ministério da Saúde que, por sua vez, teria informado um problema na compra do medicamento.

Até o momento, o Governo Federal não deu uma previsão para o envio da medicação.

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Destaque 6

Em apenas uma hora, choveu 20% do previsto para o mês de março

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O índice pluviométrico em Rio Branco superou a média prevista para todo o mês de março nessa segunda-feira (25). A forte chuva que atingiu a Capital na tarde de ontem durou pouco mais de uma hora, mas causou vários estragados na cidade. Ruas, avenidas, residências e comércios ficaram inundados. Segundo o coordenador municipal de Defesa Civil, coronel George Santos, choveu 20% do previsto para o mês.

O alagamento urbano impossibilitou o tráfego nas regiões mais baixas da cidade. As áreas que mais sofreram foram trechos da Av. Getúlio Vargas, ruas Farroupilha e Castro Alves, no Bosque, além de bairros isolados. O Corpo de Bombeiros do Acre informou que choveu mais de 30 milímetros durante o período de toda a chuva.

Após a chuva, equipes da prefeitura executaram serviço de desobstrução para minimizar os estragos e dar vazão à água pluvial. Moradores registraram imagens e vídeos dos transtornos causados pela chuva.

Um dos casos chamou a atenção de um vereador do município, enquanto fazia vistoria no conjunto Casa Nova, situado no bairro Baixa da Colina. Isso porque uma moradora precisou utilizar uma bomba de água elétrica para escoar a enxurrada que tomou conta de todos os cômodos de sua residência.

O vereador Emerson Jarude (Sem Partido) criticou o sistema de drenagem instalado em Rio Branco. “Isso foi só uma chuva, não foi uma enchente não, e olha como fica. É inadmissível que nossa prefeitura não tome uma providência cabível pra resolver esse problema”.

Um dos moradores da casa ressaltou que a situação se estende há muitos anos. “A prefeitura nem aqui na rua não vem”, comentou.

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