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Pré-candidato ao governo, Marcus Viana escreve: “A casa de cada um”

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*Marcus Alexandre Viana

Cada vez acredito mais que é preciso colocar a humanidade, o amor e a humildade à frente das nossas certezas. Só assim podemos ter a alegria de abraçar as pessoas e de merecer entrar na casa de cada um, do jeito que ela é.

Passei as últimas semanas no interior do nosso estado. Comecei pelo Alto Acre, depois me instalei em Cruzeiro do Sul e tive dias maravilhosos de acolhida nos municípios e comunidades do Juruá. Foi pé na estrada, viagens por rios e muitas caminhadas, mas o mais forte foi poder sentir a verdade das pessoas dentro de suas próprias casas, cada uma bem diferente, mas todas tão acolhedoras. Com sabedoria, cada família confirmava a mesma lição de simplicidade, mostrando que é preciso mais amor e menos ódio no mundo de hoje. Esse é o único jeito de superar a intolerância na sociedade e a soberba das pessoas que se julgam melhores que as outras.

Fazer o mundo melhor, com mais amor e mais igualdade, é obra que começa pelo coração de cada um de nós. Nesse momento que tanto criminalizam a política, precisamos ainda mais da verdadeira política para a construção coletiva de um mundo mais justo, solidário e feliz.

Durante mais de seis anos estive focado no trabalho na Prefeitura de Rio Branco. Talvez tenha parado pouco para fazer uma reflexão como esta, mas conduzi uma prefeitura democrática, com uma equipe aberta a todos os segmentos sociais. Respeitamos a pluralidade e promovemos direitos fundamentais, sem preconceitos nem discriminação. Criamos a Secretaria de Direitos Humanos e Políticas Afirmativas, as secretarias adjuntas de Juventude, Mulheres e Promoção da Igualdade Racial. Valorizamos as manifestações culturais em toda a sua diversidade, desde os editais com total liberdade criativa até movimentos estruturados como as quadrilhas juninas. Com respeito à diversidade, valorização de identidades e políticas afirmativas, ajudamos a tornar Rio Branco uma cidade ainda mais acolhedora. Melhorando o nosso lugar, ajudamos a melhorar o mundo. Por isso esses valores e direitos são temas presentes já na nossa pré-campanha para o Governo do Acre.

No futuro o Brasil vai lembrar com tristeza deste momento de ódio e intolerância. Mas a democracia vai vencer e superar tudo isso. Senti isso no interior do estado, nos municípios e comunidades do Juruá, como na Vila Restauração, às margens do Rio Tejo. É uma lição que vem do coração do Acre, onde gente simples mostra que além das aparências enganadoras, além das redes sociais e dos debates contaminados por interesses disfarçados, precisamos ter humildade e considerar a realidade da casa de cada um.

Por isso vou continuar com o pé na estrada e vou bater na porta da sua casa para ouvir o seu lado, trocar ideias e partilhar sonhos. E se você me oferecer um cafezinho, aí é que a conversa vai ser boa mesmo.

*Marcus Alexandre Viana é ex-prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao governo do Acre

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Cidades

Sine oferta 15 vagas de emprego

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O Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine) disponibiliza 15 vagas para diversas áreas nesta terça-feira (11) na capital acreana. Os candidatos interessados devem comparecer pessoalmente à instituição, localizada na Avenida Getúlio Vargas, n°1.670, em Rio Branco.

O candidato à vaga deve atualizar o seu cadastro no Sine. Aqueles que não tiverem cadastro na instituição, devem levar os seguintes documentos: Carteira de Trabalho, Identidade/CPF, Título de Eleitor, comprovante de escolaridade e de endereço.

As vagas são rotativas, ou seja, são disponibilizadas para o dia, podendo não estar mais disponíveis para o dia seguinte. O Sine se responsabiliza por encaminhar cinco pessoas, no perfil solicitado pelo empregador, para que ele possa escolher qual vai preencher a vaga. O cidadão pode verificar se a vaga ainda está disponível através do telefone 0800 647 8182.

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Cidades

Contratos de aluguel acumula taxa de 7,45%

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O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou deflação (queda de preços) de 1,16% na primeira prévia de dezembro deste ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-M já havia registrado deflação de 0,11% na prévia de novembro.

Apesar do resultado da primeira prévia de dezembro, o IGP-M continua acumulando inflação no acumulado de 12 meses: 7,45%.

A queda da taxa, de novembro para dezembro, foi provocada pelos preços no atacado, no varejo e na construção. O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, registrou deflação de 1,7% na prévia de dezembro, uma queda de preços mais acentuada do que a registrada na prévia de novembro (-0,31%).

O Índice de Preços ao Consumidor, que analisa o varejo, teve deflação de 0,16% na primeira prévia de dezembro. Em novembro, havia sido registrada inflação de 0,3%, de acordo com a FGV.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção continuou registrando inflação na prévia de dezembro (0,06%), embora com taxa mais moderada do que em novembro (0,29%).

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Cidades

Safra de grãos tem queda de 5,5%

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A safra de cereais, leguminosas e oleaginosas do país deve fechar 2018 com queda de 5,5% na comparação com as 240,6 milhões de toneladas do ano passado – número recorde.

Segundo previsão de novembro feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção deste ano deverá ficar em 227,3 milhões de toneladas.

A previsão é 0,1% superior a feita pela pesquisa de outubro do IBGE. A queda da produção de 2017 para 2018 deverá ser puxada principalmente pelo milho (-17,8%), arroz (-5,6%), feijão (-9,8%) e sorgo (-5,4%). A soja, com uma alta de 2,6%, deve evitar uma queda mais acentuada, assim como o algodão herbáceo (28,6%) e o trigo (34%).

Outros produtos
Além dos grãos, o IBGE também analisa produtos importantes para a agricultura brasileira, como cana-de-açúcar, café e laranja.

A maior lavoura brasileira, a cana-de-açúcar, deve fechar o ano com 675 milhões de toneladas, uma queda de 1,8%.

Também deverão ter recuo a laranja (-8,3%), mandioca (-3,5%), banana (-5,2%), batata-inglesa (-8,4%) e uva (-13,6%). Ao mesmo tempo, são esperadas altas para o café (28,7%) e o tomate (1,2%).

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