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Educação bilíngue: Aprender um segundo idioma ainda criança é a melhor opção

Em uma escola bilíngue a criança cresce fluente no inglês

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Educação bilíngue Aprender um segundo idioma ainda criança é a melhor opção

Qual a melhor idade para aprender uma língua estrangeira? Aprender dois idiomas ao mesmo tempo é ruim? Indagações como essas sempre estão presentes quando a pauta é o ensino bilíngue. Com o mercado de trabalho mais competitivo e a globalização, é comum que os pais queiram preparar seus filhos desde cedo para o futuro. Matriculá-los em um colégio de ensino bilíngue pode ser uma das alternativas.

O bilinguismo infantil ainda é pouco compreendido e visto com enorme cautela. Devido à falta de familiaridade e de conhecimento sobre essa forma de ensino, pais e educadores muitas vezes temem consequências negativas da exposição das crianças a duas línguas desde cedo. Porém, estudar um segundo idioma na infância estimula as funções cognitivas das crianças, o que é extremamente positivo para o aproveitamento das outras disciplinas na escola.

É importante lembrar que o ensino de inglês infantil deve deixar de lado as pressões do uso do idioma e investir em atividades divertidas que estimulem o interesse da criança. Um aprendizado prazeroso possibilita um maior e mais rápido desenvolvimento no inglês, principalmente quando a escola trabalha o novo idioma a partir de um ano de idade, como é o caso da Creche Escola Bilíngue Baruque, parceira do Educa Mais Brasil.

“A partir de um ano, a criança já começa a ser inserida em um novo idioma. Elas não conseguem entender muita coisa, mas a professora começa a mostrar figuras e falar com eles apenas em inglês para que eles passem a assimilar aos poucos a nova língua. A gente trabalha tudo de uma forma muito lúdica, através da culinária, da recreação, do artesanato e da música. Mas eles também têm cinquenta minutos de aula, todos os dias, onde eles aprendem em inglês todas as matérias do currículo escolar”, explica a coordenadora Cassia Conceição.

Quando uma pessoa começa a estudar inglês na infância é bem provável que chegue fluente à vida adulta. Ter o inglês fluente não só abre diversas portas no mercado de trabalho, como possibilita a interação com pessoas de diferentes culturas. Um criança que aprende inglês de forma dinâmica e adequada tem tudo para ser um adulto bem sucedido profissionalmente.

Todas as crianças são capazes de aprender duas línguas ou mais na infância, desde que contem com suficiente exposição a elas em contextos linguísticos variados. “Crianças de um a três anos aprendem o inglês através das cores e do teatro aqui na escola. A partir dos 6 anos, através da escrita, com oito, através da leitura e com dez anos elas são alfabetizadas”, conta a diretora da Escola Bilíngue New Generation, instituição parceira do Educa Mais Brasil.

“É grande a diferença de quem aprende o inglês na infância e na vida adulta. Aqui na escola eu já percebo a diferença da criança que tem o convívio com inglês desde um ano, para a que começa a aprender a partir dos dez anos. Nem sempre o aluno se interessa pelo inglês e enxerga isso como uma coisa prazerosa. E quando se aprende desde pequeno, o aprendizado acontece de uma forma totalmente natural”, finaliza Solange.

Cuidados

É preciso observar alguns aspectos na hora de trabalhar dois idiomas nas escolas. Primeiro, para matricular uma criança em uma escola bilíngue, a instituição precisa ter valores e filosofias com quais os pais se identifiquem. Depois é preciso checar a proficiência dos professores e o número de horas que a criança ficará exposta a outra língua e, por fim, observar se o aluno está realmente adquirindo proficiência na língua.

Quer matricular o seu filho em um escola bilíngue?

Se você também acredita que a fluência em outro idioma é de extrema importância e deseja matricular o seu filho em uma escola bilíngue, saiba que isso é possível! O Educa Mais Brasil tem mais de 18 mil instituições parceiras, algumas delas bilíngues. Você pode encontrar a escola ideal para seu filho bem perto de você. E o melhor: contar com uma bolsa de estudo de até 50% para Educação Básica.  São vagas para educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. Entre no site e faça sua inscrição. É gratuita!

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Acre

Davi Friale desiste de candidatura por causa de ocupações profissionais

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Por suas atividades no site O Tempo Aqui e estudos relacionados ao clima, o pesquisador meteorológico Davi Friale desistiu da candidatura a deputado estadual. A informação é do próprio Friale.

“Eu preciso atualizar constantemente o site, que é uma prestação de serviços à população. Mas estou me organizando para contratar algumas pessoas, formar uma equipe que terá essa atribuição de atualizar o portal na minha ausência. Seria impossível ter que abastecer o site diariamente e cumprir agendas de campanha, conversar, ir aos bairros, visitar pessoas”, diz.

Friale, aliás, chegou a ser contado para compor chapa como vice de Lyra Xapuri, ex-candidato a governador, durante o período pré-eleitoral. Lyra desistiu de concorrer ao governo para apoiar Marcus Viana (PT) e se candidatar a deputado federal. Já Friale preferiu sair da disputa por ocupações profissionais.

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Semipresencial ou EAD?

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Com certeza, você já ouviu falar sobre os cursos EAD. E a modalidade semipresencial, você conhece? Essas novas metodologias surgem para que a educação consiga acompanhar as necessidades dos estudantes, que também vão se transformando com tempo. E apesar dos impactos de um momento econômico com tantas turbulências, as matrículas nas modalidades a distância cresceram e a rentabilidade se manteve estável.

Se você está buscando uma alternativa para fugir da graduação presencial e deseja optar pela educação a distância, saiba que existem dois modelos diferentes: Os cursos EAD ou semipresenciais, também chamados de híbridos. Mas afinal, quais são as diferenças entre essas modalidades?

No ensino EAD, o material é disponibilizado 100% em ambiente on-line. Neste tipo de curso, o contato com os professores e coordenadores também é feito virtualmente, assim como os fóruns para se comunicar com os outros estudantes. Apenas provas, estágios e exames devem ser realizados presencialmente. A frequência desses encontros presenciais e obrigatórios varia conforme o curso, podendo ser mensal ou semestral.

Já no curso semipresencial, as aulas e atividades não são 100% presenciais e nem totalmente a distância. Isso faz dessa metodologia uma alternativa intermediária, composta por matérias ministradas por meio da plataforma EAD e outras na modalidade tradicional, com aulas presenciais. Dessa forma, o estudante tem uma parte da grade curricular com a flexibilidade do curso a distância e outra parte com o contato pessoal com professores e colegas, como na graduação presencial.

E se eu escolher a semipresencial?

No uso da atribuição que confere o artigo 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, e considerando o disposto no artigo 81 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e no Decreto nº 5.622, de 19 de dezembro de 2005, um curso só pode ser considerado semipresencial quando oferece até 20% da sua carga horária total para atividades a distância. Essa modalidade pode ser dividida em duas categorias: aqueles que têm origem em cursos presenciais e os de origem em cursos a distância.

A primeira categoria abraça cursos presenciais que possuem uma porcentagem das suas atividades realizadas em ambiente virtual. São recomendados se você procura realizar um curso presencial com mais flexibilidade. Já o segundo tipo engloba cursos a distância que incluem maior frequência de encontros presenciais do que nos EAD. A ideia é de ter a dinâmica do EAD aliada à convivência pessoal com docentes e colegas.

Vitor Arruda, 18 anos, precisa conciliar o seu trabalho em uma oficina mecânica com os seus estudos. Por esse motivo, ele escolheu cursar Engenharia Mecânica na modalidade híbrida e não se arrepende. “Para mim, essa foi a melhor opção porque eu não preciso estar na faculdade todos os dias”, explica. Vitor só vai a faculdade dias de quarta-feira à noite e, aos sábados, quinzenalmente. “Essa modalidade de ensino, me proporciona bastante tempo livre mas também garante contato com os professores e meus colegas de turma”, assegurou.

O estudante está no terceiro semestre e disse utilizar os momentos presenciais para trocar experiência com os outros estudantes e professores. “A minha turma é sempre a mesma, dessa forma, é até melhor porque criamos um vínculo um com o outro, esclarecemos nossas dúvidas e aprendemos ainda mais”, avalia Arruda.

Uma curiosidade: Existem apenas 109 cursos semipresenciais em pós-graduação em comparação com 1.098 cursos totalmente a distância – e o doutorado não conta com oferta semipresencial. É nítida a preferência das instituições e alunos pelos cursos presenciais ou a distância, sem muito espaço para ofertas na modalidade híbrida.

Também existem semelhanças entre EAD e semipresenciais. Em ambos, a tecnologia é amplamente empregada, barreiras geográficas são quebradas, além do diferencial de serem financeiramente mais acessíveis. Ficou tentado a voltar a estudar? Conte com o apoio do Educa Mais Brasil. O programa oferece bolsas de estudo até 70% para você concluir sua graduação, seja ela EAD, semipresencial ou presencial. Não perca tempo, acesse o site do Educa Mais e confira as oportunidades na sua região. É gratuito.

Fonte: Bárbara Maria – Ascom Educa Mais Brasil

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Quais livros devo ler para o Enem?

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Se tem algo que grande parte dos estudantes deseja é acertar as questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), especialmente se o objetivo for participar dos programas do Governo Federal de acesso ao ensino superior. No primeiro dia, a prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias é considerada por muitos como a mais importante, mas de que forma os livros são cobrados no Enem?

O conteúdo das provas é definido a partir das matrizes de referência as quais, segundo o Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), servem para “indicar habilidades a serem avaliadas em
cada etapa da escolarização e orientar a elaboração de itens de testes e provas, bem como a construção de escalas de proficiência”. A matriz de referência de cada prova está associada a diversas competências.

No caso da literatura, a competência é avaliada nas questões por meio de análise, interpretação e aplicação dos
recursos das linguagens conectando, entre outras coisas, os textos com o momento em que foram produzidos. O
participante Enem deve saber relacionar o texto literário a aspectos como contexto histórico, social e político da obra; relacionar concepções artísticas e procedimentos de construção do texto literário; e também identificar
valores sociais e humanos atualizáveis e permanentes no patrimônio literário nacional.

Obras literárias
Não é raro encontrar questões construídas a partir de trechos de obras literárias consagradas. Em geral, embora
haja indicações de livro para o vestibular tradicional, a prova do Enem não traz recomendações. Por isto, a
abordagem mais comum está associada à interpretação de textos. Autores como Ariano Suassuna, Clarice
Lispector, Graciliano Ramos, Machado de Assis e diversos outros se destacam entre os mais cobrados (confira
abaixo).

1. Ariano Suassuna

Obra: O santo e a Porca
O Santo e a Porca é uma obra escrita em 1957, com linguagem próxima à literatura de cordel e às festas populares conhecidas como Folguedos. Por meio do livro é contada a história do idoso Euricão Árabe, devoto de Santo Antônio que mantém escondida uma porca cheia de dinheiro em sua casa. Caracterizada como comédia, a obra é escrita em três atos e tem características do Movimento Armorial, cuja proposta foi criar arte erudita a partir de elementos culturais do Nordeste brasileiro.

2. Clarice Lispector

Obra: A Hora da Estrela
A Hora da Estrela narra através do olhar de Rodrigo S.M., o alter-ego de Clarice Lispector, a história de Macabéa,
uma jovem que partiu do sertão do Alagoas para viver no Rio de Janeiro. Apesar de aprender a datilografar, a personagem consegue um emprego ruim e leva a vida sem grandes perspectivas de futuro – um retrato da
realidade que, apesar da época em que foi escrita, se mostra atual.

Obra: A Descoberta do Mundo
Em A Descoberta do Mundo, Clarice mistura realidade e ficção em forma de crônicas ao retratar diversas experiências de vida. O livro é contado através dos dias, como um diário particular. Embora apresente pessoas e personagens marcantes na vida de Clarice, a obra traz reflexões atemporais sobre comportamentos e personalidades.

3. Fernando Pessoa

Obra: O Livro do Desassossego
A obra foi publicada pela primeira vez em 1982 – cerca de 50 anos após a morte do autor – e por isso é caracterizada como uma obra póstuma que não é narrada a partir do tempo cronológico. A obra compila textos
avulsos do autor com características autobiográficas, introspectivas, entre outras; se aproxima do gênero de
romance e traz reflexões diversas sobre a complexidade da mente de Pessoa.

4. Graciliano Ramos

Obra: Vidas Secas
Em Vidas Secas, Graciliano retrata uma família de retirantes nordestinos que, devido à seca que atinge a região,
parte em busca de uma vida melhor. Fabiano, Sinhá Vitória, os filhos (mais velho e mais novo) e Baleia são os
personagens principais da narrativa, marcada pelos poucos diálogos e pelo tempo psicológico.

5. José Saramago

Obra: Ensaio sobre a Cegueira
Ensaio sobre a Cegueira é uma reflexão sobre os comportamentos humanos e a forma como as relações são
construídas. No Início da narrativa, os personagens são acometidos repentinamente pela cegueira, que
rapidamente se espalha pela cidade e que traz reflexões profundas sobre a essência do ser humano.

Obra: Os Poemas Possíveis
Esta é a primeira obra poética de José Saramago, publicada em 1966. As produções abordam temas como
fraternidade, luta e liberdade através das palavras.

6. Machado de Assis

Obra: A Causa Secreta
Este é um dos famosos contos de Machado de Assis que aborda temas como a frieza e a crueldade do ser
humano. A história gira em torno de personagens como o médico Garcia e Fortunato, que dedica-se aos feridos e
doentes e cujo comportamento dá origem ao nome do conto.

Obra: Crônicas e Contos
O autor possui diversas obras de crônicas e contos que podem ser facilmente encontrados em livrarias. Como
muitas destas obras tornaram-se clássicos da literatura nacional, vale à pena conhecê-las.

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