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Seleçao da Imprensa vai ao Juruá para amistoso com jornalistas em CZS

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O estádio Arena do Juruá,em Cruzeiro do Sul, vai receber neste sabado(5), um jogo inedito: o confronto entre jornalistas da capital e do interior.

A Seleção da Imprensa de Rio Branco embarca hoje(4) para Cruzeiro do Sul para o primeiro jogo entre os profissionais da comunicação da capital e do Juruá.

O encontro foi organizado entre os jornalistas tendo a confraternizaçao como fator motivador.

Em Cruzeiro do Sul, os jornalustas Adelcimar Carvalho e Paulo Amorim prepararam uma grande recepçao para receber os colegas de Rio Branco.

A partida acontece as 16 hs na Arena do Juruá. Depois da parrida, os anfitrioes oferecem um jantar para os visitantes para estreitar ainda mais os laços profissionais.

A delegçao dos jornalistas da capital segue em onibus fretado as 18 hs de hoje e deve desembarcar na segunda maior cidsde do estado no inicio da manha de sabado.

Veja a relaçao dos jornalistas que vao ao Juruá

Evandro Cordeiro
Regiclay Saad
Jairo Barbosa
Darcules Pinheiro
Wendel Batista
Jose Humberto
Wiliandro Derze
Raimundo Rodrigues
Antonio Lisboa
Marcio Nunes
Jhonatas Matis
Jorge Silva
Rodilson Bardales
Raimundo Saldanha
Adailson Oliveira
Raimundo Afonso

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Quinze presidiários fazem buraco na parede e fogem de presídio improvisado em Feijó

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A fuga de 15 presidiários foi registrada pelas autoridades de segurança neste domingo. Eles fizeram um buraco na parede do presídio que funciona de forma improvisada e fugiram da unidade prisional por volta de 01h30m. Dois foram capturados pela polícia e 13 permanecem foragidos. Há informação que seis dos 13 presos que não foram capturamos são de alta periculosidade.

Segundo informações de servidores do sistema prisional que não quiseram se identificar, o presídio há muito tempo vem sendo alvo de denúncias e criticado pela população, já que fica no centro da cidade e ocupou parte do quartel da Polícia Militar. O local não oferece segurança e estrutura adequada para funcionar como presídio.

Os servidores destacam que em caso de fuga, se o presidiário conseguir sair da cela, já sai do prédio que não tem nenhuma proteção ou vigilância. O único obstáculo que separa os presos da rua é um muro. O fato de o presídio funcionar junto com o quartel da PM estaria atrapalhando os trabalhos dos policiais e causando constrangimento aos militares.

Além de prender os criminosos, os policiais militares estariam sendo obrigados a conviver com a presença dos infratores. Recentemente, um caso de expulsão de um PM foi registrado por suposto envolvimento com presos que integram facções criminosas que protagonizam uma guerra pelo controle dos pontos de vendas de drogas nos 22 municípios acreanos.

Segue abaixo a relação dos que se encontram foragidos:

Jonas de Oliveira Ferreira – “Jonas do Pascoal”

Alexandre Tavares Leone

Antonio Araújo Firmino

José Francisco Lima da Silva

Elieuson Melo de Sousa

Junior Pereira da Silva

Rangel Ranny Ferreira de Souza

Salomão Santos de Albuquerque

Juan Lima Cordeiro

Ailton Aguiar do Nascimento

André Moura da Silva

Fábio Sousa e Sousa

Castro Sousa e Sousa

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Um mês após pedido de intervenção, Segurança do Acre continua sem auxílio federal

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Neste sábado, 11 de agosto, completa-se um mês desde que parlamentares de oposição ao governo Sebastião Viana (PT) se reuniram com o presidente Michel Temer (MDB), no Palácio do Planalto, para entregar o pedido de intervenção federal na Segurança Pública do Acre. A solicitação ocorreu após o estado ter registrado, à época, 20 execuções em menos de duas semanas.

Na reunião, os parlamentares passaram um diagnóstico da situação vivida pelos acreanos, e pediram ajuda federal nos moldes da intervenção adotada desde o começo do ano no Rio de Janeiro. Do presidente e dos ministros presentes, eles receberam a promessa de ajuda por meio da atuação dos serviços de inteligência federais e da apresentação de um plano de ação.

Leia mais: 
A Temer, bancada pede intervenção federal na segurança
do Acre e presidente promete uso do Serviço de Inteligência


Entrevistado por ac24horas na ocasião, o deputado Major Rocha (PSDB) informou que, dali 15 dias, os ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e o general Sérgio Etchegoyen (Segurança Institucional) viriam ao Acre apresentar a estratégia de atuação das forças federais. Um mês depois, nem um nem outro colocou os pés no estado.

A reportagem procurou a Secretaria de Segurança Pública do Acre para saber qual ajuda de fato o estado recebeu de Brasília após a barulheira política ocasionada pelo pedido de intervenção. Segundo o titular da pasta, Vanderlei Thomas, o Acre não teve nenhum reforço federal para as ações de combate à criminalidade.

“O que nós temos de novo durante este período é exatamente nada. Nós não tivemos nenhum contato oficial com o governo federal se disponibilizando. Pelo contrário, as emendas de bancada que estavam em condições de ser liberadas não foram liberadas antes do período eleitoral”, diz Thomas.

Sobre a promessa de envio de soldados da Força Nacional para reforçar as fiscalizações nas regiões de fronteira, o secretário afirma que o Acre não contou com este aporte. Segundo ele, os membros da força federal que estão no estado são um pequeno efetivo que veio apenas para ministrar cursos aos policiais acreanos, e cuja vinda estava prevista antes do pedido de intervenção.

“Não tem nenhuma relação com aplicação efetiva de operações de rua.” A ação federal mais expressiva que ocorreu no período foi a Operação Ajuricaba 3, do Exército, organizada pela 17º Brigada de Infantaria de Selva, sediada em Porto Velho, que teve atuação no Acre e em Rondônia.

A atuação dos militares também já estava programada para ocorrer antes do pedido de intervenção federal, e já teve suas atividades encerradas. Vanderlei Thomas destaca que o único reforço concreto ocorrido foi das próprias forças estaduais. “Enquanto secretário de Segurança, estou nas ruas junto com as polícias há mais de 30 dias.”

Ele dá como exemplo a Operação Ilha Grande, realizada em Cruzeiro do Sul, que prendeu mais de 100 pessoas envolvidas com as facções criminosas e o tráfico de drogas. Apesar de certa redução no número de assassinatos no período, as facções continuaram sua guerra que resulta na execução de rivais a qualquer hora do dia e da noite.

Até 31 de julho último, o estado teve registrados 253 assassinatos; pouco menos da metade do observado em todo o ano passado, de 530. Uma das retóricas do governo Sebastião Viana (PT) para explicar a atual crise de violência no Acre é a omissão do governo federal em não patrulhar as áreas de fronteira com a Bolívia e o Peru.

O controle das rotas da droga produzida e exportada pelos dois vizinhos é o principal motivo da disputa sanguinária entre as facções criminosas, que usam o tráfico como sua grande fonte de financiamento.

A reportagem do ac24horas entrou em contato com as assessorias de imprensa do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República e do Palácio do Planalto para apresentar quais ações foram elaboradas para o Acre após o pedido de intervenção, mas não houve o envio de respostas até o momento.

O senador Sérgio Petecão (PSD), coordenador da bancada no Congresso Nacional e autor do pedido de intervenção, não foi localizado para comentar a questão.

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Políticos acreanos foram homenageados por empresa que vendeu diploma para jumento

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Três vereadores de Rio Branco e um secretário da prefeitura da Capital foram homenageados pelas suas atuações destacadas por duas entidades que estão sendo investigados pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul, que suspeita que os diplomas de mérito concedidos pelas empresas União Brasileira de Divulgação (UBD), de Pernambuco, e o Instituto Tiradentes, de Minas Gerais, estariam sendo comprados por políticos com recursos públicos.

A investigação das duas empresas foi revelada pelo programa Fantástico da Rede Globo. Para provar a falta de critérios das duas empresas na emissão dos diplomas de mérito, a emissora de TV negociou e conseguiu comprar para um jumento um dos prêmios de 100 melhores prefeitos do Brasil, junto a UDB, a mesma empresa que concedeu o título de terceiro melhor secretário de saúde de capital do Brasil para Oteniel Almeida, secretário de saúde da Capital.

Oteneil Almeida recebeu a premiação no mês de fevereiro deste ano. Na oportunidade, o gestor disse que “esse prêmio nos incentiva a avançar cada vez mais na melhoria da prestação dos serviços para a população”. Já o jumento Precioso, que foi homenageado pela mesma empresa que concedeu o prêmio a Oteneil, pagou R$ 1.480 para UDB para receber um título de um dos 100 melhores prefeitos do Brasil e ainda apareceu em rede nacional.

Em 2017, três vereadores de Rio Branco também foram homenageados por uma das empresas investigadas acusadas pelo MPRS. O Instituto Tiradentes, com sede em Viçosa-MG, concedeu medalhas de vereadores mais atuantes em todas as capitais brasileiras a Jakson Ramos (PT), Roberto Duarte (PMDB) e Elzinha Mendonça (PDT). A premição foi divulgadas em jornais locais que informaram que os vereadores estariam bem avaliados entre os munícipes.

À época, Jakson Ramos deu a seguinte declaração: “É com grande satisfação que recebo essa premiação, após uma pesquisa de opinião pública, principalmente por se trata de um instituto de renome nacional. Fui o segundo legislador mais atuante na cidade de Rio Branco no critério de atuação parlamentar; fala está dada pela população da capital”. A entrega das medalhas aos vereadores da Capital aconteceu durante um seminário realizado em Belém, no Pará.

Segundo a reportagem exibida da Rede Globo, um levantamento realizado pelo Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul mostra que só no estado o Instituto Tiradentes faturou R$ 116 mil em 2016 e 2017, com três eventos. Para o MPRS, os eventos para conceder honrarias supostamente pagas com dinheiro público estariam sendo mascarados como seminários para prefeitos, vereadores e gestores. A suspeita é que exista um conluio entre as empresas e os agentes públicos.

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