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Mundo de Harry Potter é o mais visitado da Universal Studios

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Para conhecer todos os parques da Disney em Orlando, Estado Unidos, é preciso planejar para ficar um bom tempo. Mas, desde sua inauguração em meados de 2014, o mundo de Harry Potter no parque Universal Studios tem um espaçinho especial na mente do turista que vai visitar a terra do Mickey.

Nos pacotes de viagens para a Disney, são oferecidos todos os parques, e a Universal Studios ganhou um público ainda maior ao oferecer aos fãs de Harry Potter a oportunidade de visitar o Beco Diagonal. É a atração mais visitada do parque, porém, é importante saber que é no parque Island of Aventure que o turista irá visitar as ruas de Hogsmeade e o castelo de Hogwarts.

O famoso trem do filme, o Expresso de Hogwarts faz o trajeto entre os dois parques.

O embarque na estação King´s Cross obedece exatamente o cenário do filme na plataforma 9 ¾.

Para ter acesso aos dois parques no mesmo dia, é preciso adquirir o ingresso park-to-park, também oferecido nos pacotes para Disney. Aí é só aproveitar a magia do passeio no castelo onde as escadas e os quadros têm vida, assim como no filme, conhece o Chapéu Seletor e a Sala Precisa. Tomar a cerveja amanteigada e comer sapos de chocolate em Hogsmeade, visitar a loja das varinhas, também uma das atrações obrigatórias no mundo do Harry Potter.

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Cotidiano

Alíquota zero no diesel pode resultar em queda de 14% no preço

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Em uma votação acelerada, a Câmara dos Deputados concluiu nessa quarta-feira (23) a votação do projeto que acaba com a desoneração de 28 dos 56 setores da economia atualmente desonerados para reduzir tributos cobrados sobre o óleo diesel. Após aprovarem o texto principal, os parlamentares rejeitaram em menos de uma hora todas as sugestões de alteração no parecer de Orlando Silva (PCdoB-SP). Segundo o relator, a alíquota zero na contribuição vai permitir uma queda de cerca de 14% no preço final do óleo diesel.

Ao longo do dia, diferentes medidas foram anunciadas, pelos parlamentares e pelo governo, com o objetivo de acabar com a greve dos caminhoneiros, que dura três dias e tem causado desabastecimento em algumas cidades brasileiras. Após um acordo entre as principais lideranças da Câmara, os deputados concordaram em isentar, pelos próximos meses, o PIS e o Cofins cobrados sobre o óleo diesel. Em troca, foi aprovado no mesmo projeto o fim de benefícios concedidos pelo governo.

Três meses para entrar em vigor

Como se trata do fim de uma renúncia fiscal, a medida precisa esperar três meses, caso também seja aprovada pelo Senado, para que entre em vigor. Devido a um acordo negociado nessa terça-feira (22) entre o Palácio do Planalto e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), o presidente Michel Temer deve editar um decreto se comprometendo também com o fim da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) cobrada sobre o diesel.

Ontem, a expectativa de Maia era de que o projeto da reoneração fosse aprovado na semana que vem. Mas no fim da tarde o relator da matéria, deputado Orlando Silva , disse à Agência Brasil, após participar de seguidas reuniões, que a oposição havia concordado em votar a matéria. Apenas depois das 20h, o texto-substitutivo do parlamentar contendo as alterações ficou pronto.

Arrecadação

A previsão é que o governo consiga arrecadar R$ 3 bilhões com a reoneração de empresas que, desde 2011, repassavam ao governo a contribuição previdenciária baseada em sua receita bruta e não sobre a folha de pagamento dos funcionários. Na época, a estratégia havia sido pensada com o objetivo de segurar empregos e manter o mercado aquecido.

Orlando Silva estimou que o mesmo valor precisará ser utilizado pelo governo para zerar os tributos que incidem sobre o diesel. Já o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, que esteve na Câmara para negociar com os parlamentares sobre a mudança, a renúncia fiscal pode gerar uma perda de mais de R$ 10 bilhões até o fim do ano. Ele defendeu cautela e “responsabilidade” durante o próximo passo da tramitação da matéria, no Senado.

Setores

De acordo com o projeto, os 28 setores que continuarão sendo beneficiados vão contar com a desoneração até 2020, o que foi considerado uma vitória pelo relator. Orlando Silva considerou que, desse modo, a cobrança ficará “mais justa” para todas as empresas, sem diferenciações.

Ao apresentar o parecer, o deputado criticou a forma “aleatória e sem fundamentos” que a reoneração foi proposta pelo governo no início das discussões. Ele defendeu a manutenção do benefício a setores que fazem uso intensivo de mão de obra e, portanto, empregam mais.

Dessa forma, incluiu no relatório a continuidade do programa para 22 ramos da economia, como empresas de maquinário, telemarketing, calçados e tecnologia da informação, além dos seis setores sugeridos inicialmente: transporte rodoviário, ferroviário e metroviário, construção civil, obras de infraestrutura e a área de jornalismo e radiodifusão.

Medidas provisórias

Para que o projeto fosse apreciado, os parlamentares precisaram aprovar uma série de medidas provisórias que trancavam a pauta. É o caso do projeto que reduz para 60 anos a idade mínima para o saque das cotas do PIS/Pasep e da MP que cria cargos em comissão, vinculados ao Ministério da Fazenda, para os conselhos de supervisão dos regimes de recuperação fiscal dos estados e do Distrito Federal.

Demanda dos parlamentares de estados como Rondônia, Roraima e Amapá, a MP que trata da carreira dos servidores dos ex-territórios da União também foi aprovada pelos deputados. Todas as medidas provisórias aprovadas precisam ser analisadas a tempo pelos senadores para que continuem tendo força de lei. Outras matérias foram retiradas de pauta durante as três sessões deliberativas feitas ontem, como a que libera ajuda financeira de R$ 2 bilhões para os municípios.

Na tentativa de conseguir uma trégua na paralisação de caminhoneiros, a Petrobras anunciou ontem que vai reduzir 10% no valor do diesel nas refinarias por 15 dias. Já os senadores querem colocar em votação na semana que vem um projeto que estabelece limite máximo para a cobrança de ICMS sobre os combustíveis.

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Acre

Acisa apoia greve dos caminhoneiros e culpa governo por tributos exorbitantes

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Diante do valor exorbitante do combustível praticado nos postos de todo Acre, e da greve dos caminhoneiros em vários estados do país, o presidente da Associação Comercial do Acre, Acisa, Celestino Bento, falou sobre o assunto e dos impactos causados a economia local.

De acordo com Celestino, a Petrobras vem utilizando o câmbio flutuante para definir seus valores, pois, de 2013 aos dias atuais o barril do petróleo apresentou uma queda significativa, reduzindo de 110 dólares para aproximadamente 30 dólares o barril.

“As consequências de tudo que estamos vivendo atualmente está ligada a recuperação do valor do barril de petróleo, que hoje está na faixa de 80 dólares, e possivelmente chegará em torno dos 100 dólares. Concordo com a política adotada pela Petrobras, porém, discordo do sistema de tributação praticado, pois se analisarmos os preços do ano passado e compararmos com o que está sendo repassado para os consumidores, houve um acréscimo de mais de 30%”, disse.

Bento diz ainda que falta flexibilidade por parte dos governantes. “Se nossos governantes tivessem essa consciência de não onerar, e ao invés de tributar conceder um desconto de pelo menos 30% nos impostos (PIS/COFINS, CIDE, ICMS), provavelmente o litro do combustível estaria ajustado em um valor equilibrado. Dessa maneira, não haveria perda na arrecadação, tendo em vista que aumentando o combustível, consequentemente aumenta a arrecadação, e assim seria possível manter um ponto de equilíbrio”, explicou.

O presidente foi taxativo ao falar sobre a greve dos caminhoneiros. “Sou favorável a greve dos caminhoneiros, este é um direito da categoria. Talvez, dessa forma, através de pressão, eles consigam seus objetivos. Hoje, o custo de um caminhão parado é altíssimo, e para sobreviver, o caminhoneiro precisa trabalhar quase 100% da sua totalidade”, finalizou.

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Destaque 6

Médico vai entrar na Justiça para obrigar PSDB a pagar por cavalo penhorado para quitar calote em Feijó

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Um cavalo, um médico e um “tucano” são os personagens de uma bizarra história ocorrida em Feijó por causa de um calote no aluguel da sede municipal do PSDB. A dívida é de 2014. Como o espaço não foi pago, a proprietária entrou na Justiça, que resolveu leiloar o animal de estimação, um cavalo da raça paint horse, do ex-presidente do partido no município, o médico Rosaldo Firmo Aguiar, o Doutor Baba. O personagem tucano é o presidente do PSDB no Acre, Manoel Pedro Souza Gomes (Correinha), que, até então, não tinha nada a ver com a esquisita história que teve capítulos iniciais há dois anos.

Na época, o presidente da sigla era o então candidato a governador, hoje pré-candidato a senador pelo MDB, o ex-deputado Márcio Bittar. “O presidente na época era o Márcio Bittar. Mas a dívida é do diretório estadual do PSDB. Fui candidato a deputado estadual, o Márcio a governador. Ele perdeu e não atendeu mais a ligação. O que aconteceu foi que essa dívida eu tive que pagar porque eu era o presidente do partido.
Eu quero que eles, o PSDB, me paguem a dívida ou comprem o cavalo para me devolver. Minha intenção não é denegrir a imagem de ninguém, até porque nem em política eu estou mais”, desabafa Doutor Baba.

O curioso é que ninguém apareceu no leilão da Justiça para comprar o cavalo. A proprietária do imóvel, então, resolveu levar o animal para casa. O Doutor Baba promete levar o caso à Justiça para tentar obrigar o PSDB a pagar a dívida ou adquirir seu cavalo de volta.

O presidente do PSDB no Acre, Manoel Pedro, afirma que desconhece a dívida e estanha o porquê de o médico não ter procurado a direção regional partido antes. Ele também não descarta a possibilidade de acionar o médico na Justiça por qualquer eventual dano à imagem do PSDB.

“Dívida da municipal tenho certeza que ele não pagou. Que ele acione na Justiça. Eu acho improvável que o partido esteja metido nessa questão. O partido desconhece essa dívida de Feijó. Nunca chegou essa dívida ao PSDB. Por que ele nunca procurou o partido? Por que somente agora?”

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