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Programação especial marca o Dia do Trabalhador na cidade de Brasileia

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A festividade do Dia do Trabalhador teve início pela manhã, com a pregação da palavra com o Pastor Willes Maia, em seguida a Missa Campal ministrada pelos Padres Gilberto e Renato. Foi servido almoço para toda a população presente e na parte da tarde teve início o torneio de futebol.

O evento aconteceu no Km 26, é uma realização da Prefeitura de Brasileia juntamente com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) em parceria com empresários e comunidade local.

A Prefeita Fernanda Hassem falou a respeito da atividade realizada na agrovila. “Este é o segundo ano consecutivo que é realizada a festa do Dia do Trabalhador na agrovila do Km 26, onde é uma comunidade muito forte e reside mais de 200 famílias e fica como um núcleo de atendimento aos nossos amigos da área rural e urbana. A atividade foi preparada com muito carinho pela equipe do sindicato e da prefeitura com objetivo de confraternizar com a comunidade e fazermos uma reflexão a respeito de tantos desafios que encontramos diariamente para poder trazer melhorias para a população do município”, finalizou Fernanda.

O evento contou com uma ampla agenda de atividades das mais diversas, desde as culturais, como shows de artistas regionais, apresentações de dança e uma programação exclusiva para a criançada, até as atividades esportivas, como torneios e competições. Os nossos artesãos, comerciantes e cozinheiros também não ficaram de fora, barracas foram dispostas em todo o local onde o evento foi realizado, visando fomentar a economia solidária, em parceria com a Secretaria de Estado de Pequenos Negócios.

O representante da comunidade, Evaldo Nobre, falou da importância do evento. “Uma festa dessa é muito importante para os trabalhadores e comunidade em geral, pois eles são dignos por conta de todo o esforço que realizam durante ano”, finalizou Evaldo.

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Cidades

Provas em quatro fusos horários diferentes

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Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, que vão fazer a primeira prova em 4 de novembro, devem ficar atentos à entrada em vigor do horário brasileiro de verão. O fechamento dos portões no dia da prova está previsto para as 13 horas, pelo horário de Brasília. Com a entrada do novo horário, o país passará a ter quatro fusos horários diferentes.

À meia-noite de sábado, 3, para domingo, 4, os relógios dos estudantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal, deverão ser adiantados em uma hora.

Com isso, a abertura dos portões às 12h e o fechamento às 13h ocorrerá no Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Já no Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, a abertura dos portões será às 11h e o fechamento às 12h, seguindo o horário local.

Nos estados do Amazonas, Rondônia e Roraima, a abertura dos portões nos locais de aplicação do Enem será realizada às 10h e o fechamento às 11h, seguindo o horário local. Já no Acre, único estado brasileiro cujo fuso horário tem três horas a menos em relação ao horário de Brasília, os portões serão abertos às 9h e fechados às 10h, também pelo horário local.

Confirmação – O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alerta que o Cartão de Confirmação de Inscrição do Enem estará disponível para consulta a partir de 22 de outubro pela página do participante. O documento informa o local de prova, data e horários de aplicação e os dados do participante. As provas serão aplicadas nos domingos 4 e 11 de novembro.

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Cidades

TSE investiga campanha de Bolsonaro

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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Jorge Mussi abriu hoje (19) ação para investigar suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). O pedido foi feito pela campanha do candidato Fernando Haddad (PT).

Mussi rejeitou, no entanto, pedido de diligências como quebra de sigilo bancário, telefônico e de prisão dos supostos envolvidos, por entender que as justificativas estão baseadas em notícias de jornal e não podem ser decididas liminarmente.

Ontem (18), o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem segundo a qual empresas de marketing digital custeadas por empresários estariam disseminando conteúdo em milhares de grupos do aplicativo.

“Observo que toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos e o perigo de se dar o eventual provimento em momento próprio, no exame aprofundado que a regular instrução assegurará”, decidiu o ministro.

Entre as diligências negadas estão a realização de busca e apreensão de documentos na sede da rede varejista Havan e na casa do dono da empresa e apoiador de Bolsonaro, Luciano Hang, além de determinação da prisão dele, caso fosse rejeitado acesso à documentação. O PT também queria que fosse determinado ao WhatsApp que apresentasse, em 24 horas, um plano contra o disparo de mensagens ofensivas em massa contra Haddad.

Apesar de negar as diligências, Jorge Mussi concedeu prazo para que a campanha de Bolsonaro possa apresentar defesa prévia. Com a decisão, os fatos serão investigados no decorrer normal do processo eleitoral no TSE.

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Cidades

Filho de Bolsonaro é banido pelo WhatsApp

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O WhatsApp baniu o número do Flávio Bolsonaro, filho do candidato do PSL à Presidência Jair Bolsonaro, do aplicativo. Flávio foi eleito senador pelo Rio no último dia 7 de outubro. “A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido do nada, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma”, escreveu Flavio em postagem no Instagram.

Irmão de Flávio, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro também repercutiu o banimento. “Primeiro caso de banimento do whatsapp que tomo conhecimento ocorreu com o senador eleito @FlavioBolsonaro . O post que tenha motivado a punição não é informado. Se isso não é CENSURA eu não sei o que é…”, escreveu Eduardo nas redes.

Ainda nesta sexta-feira, o WhatsApp enviou notificação extrajudicial para quatro agências suspeitas de fazerem envio massivo irregular de mensagens durante o período eleitoral. O aplicativo determina que parem de fazer envio e de utilizar números de celulares obtidos pela internet. Na quinta-feira, 18, o jornal Folha de S. Paulo disse que empresas bancaram uma campanha de mensagens contra o PT com pacotes de disparos em massa.

O comportamento, segundo o WhatsApp, fere as regras do aplicativo. O envio de mensagens com conteúdo eleitoral não é ilegal. Para isso, é necessário que os candidatos entregam os telefones e uma lista de apoiadores que voluntariamente os cederam seus dados. No entanto, há a suspeita de que as agências venderam bases de usuários de terceiros, segmentadas por região e perfil, de origem desconhecida —o que é ilegal.

“Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas”, informou em nota o WhatsApp.

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