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RBTrans diz que não sabe o valor de reajuste da passagem de ônibus

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O Conselho de Transportes de Rio Branco se reúne na próxima quinta-feira, 03, para dar início à discussão sobre um novo reajuste da passagem de ônibus de Rio Branco.

A convocação da reunião aos representantes das instituições que têm assento no conselho foi feita pelo superintendente da RBTrans, Gabriel Forneck. O comunicado diz que a reunião tem por objetivo discutir a “apresentação da correspondência nº 1904/2018 do Sindicato de Empresas de Transporte Coletivo do Acre solicitando atualização de tarifa do Sistema Integrado do Transporte Urbano de Rio Branco – SITURB.”

Mas nem mesmo o próprio superintendente sabe o valor do reajuste, já que o tema ainda não foi discutido. O que se sabe é que as empresas querem elevar o da tarifa.

“O documento fala das cláusulas contratuais que garantem o reequilíbrio da tarifa a cada 01(um) ano.
Ainda não temos como se posicionar. O debate ainda não iniciou. Vamos nos reunir, sobre o tema pela primeira vez na próxima quinta-feira”, diz Gabriel Forneck.

A empresas, entretanto, devem encontrar enorme resistência pela frente. A União das Associações de Moradores de Bairros e o Diretório Central dos Estudantes da Ufac, duas das entidades integrantes do conselho, já se manifestaram contrárias ao reajuste.

Atualmente, os usuários de ônibus de Rio Branco pagam R$ 3, 50 na passagem de ônibus e estudantes, R$ 1.

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Cidades

Provas em quatro fusos horários diferentes

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Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018, que vão fazer a primeira prova em 4 de novembro, devem ficar atentos à entrada em vigor do horário brasileiro de verão. O fechamento dos portões no dia da prova está previsto para as 13 horas, pelo horário de Brasília. Com a entrada do novo horário, o país passará a ter quatro fusos horários diferentes.

À meia-noite de sábado, 3, para domingo, 4, os relógios dos estudantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal, deverão ser adiantados em uma hora.

Com isso, a abertura dos portões às 12h e o fechamento às 13h ocorrerá no Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. Já no Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, a abertura dos portões será às 11h e o fechamento às 12h, seguindo o horário local.

Nos estados do Amazonas, Rondônia e Roraima, a abertura dos portões nos locais de aplicação do Enem será realizada às 10h e o fechamento às 11h, seguindo o horário local. Já no Acre, único estado brasileiro cujo fuso horário tem três horas a menos em relação ao horário de Brasília, os portões serão abertos às 9h e fechados às 10h, também pelo horário local.

Confirmação – O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) alerta que o Cartão de Confirmação de Inscrição do Enem estará disponível para consulta a partir de 22 de outubro pela página do participante. O documento informa o local de prova, data e horários de aplicação e os dados do participante. As provas serão aplicadas nos domingos 4 e 11 de novembro.

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Cidades

TSE investiga campanha de Bolsonaro

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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Jorge Mussi abriu hoje (19) ação para investigar suspeitas de uso de sistemas de envio de mensagens em massa na plataforma WhatsApp custeados por empresas de apoiadores do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). O pedido foi feito pela campanha do candidato Fernando Haddad (PT).

Mussi rejeitou, no entanto, pedido de diligências como quebra de sigilo bancário, telefônico e de prisão dos supostos envolvidos, por entender que as justificativas estão baseadas em notícias de jornal e não podem ser decididas liminarmente.

Ontem (18), o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem segundo a qual empresas de marketing digital custeadas por empresários estariam disseminando conteúdo em milhares de grupos do aplicativo.

“Observo que toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos e o perigo de se dar o eventual provimento em momento próprio, no exame aprofundado que a regular instrução assegurará”, decidiu o ministro.

Entre as diligências negadas estão a realização de busca e apreensão de documentos na sede da rede varejista Havan e na casa do dono da empresa e apoiador de Bolsonaro, Luciano Hang, além de determinação da prisão dele, caso fosse rejeitado acesso à documentação. O PT também queria que fosse determinado ao WhatsApp que apresentasse, em 24 horas, um plano contra o disparo de mensagens ofensivas em massa contra Haddad.

Apesar de negar as diligências, Jorge Mussi concedeu prazo para que a campanha de Bolsonaro possa apresentar defesa prévia. Com a decisão, os fatos serão investigados no decorrer normal do processo eleitoral no TSE.

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Cidades

Filho de Bolsonaro é banido pelo WhatsApp

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O WhatsApp baniu o número do Flávio Bolsonaro, filho do candidato do PSL à Presidência Jair Bolsonaro, do aplicativo. Flávio foi eleito senador pelo Rio no último dia 7 de outubro. “A perseguição não tem limites! Meu WhatsApp, com milhares de grupos, foi banido do nada, sem nenhuma explicação! Exijo uma resposta oficial da plataforma”, escreveu Flavio em postagem no Instagram.

Irmão de Flávio, o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro também repercutiu o banimento. “Primeiro caso de banimento do whatsapp que tomo conhecimento ocorreu com o senador eleito @FlavioBolsonaro . O post que tenha motivado a punição não é informado. Se isso não é CENSURA eu não sei o que é…”, escreveu Eduardo nas redes.

Ainda nesta sexta-feira, o WhatsApp enviou notificação extrajudicial para quatro agências suspeitas de fazerem envio massivo irregular de mensagens durante o período eleitoral. O aplicativo determina que parem de fazer envio e de utilizar números de celulares obtidos pela internet. Na quinta-feira, 18, o jornal Folha de S. Paulo disse que empresas bancaram uma campanha de mensagens contra o PT com pacotes de disparos em massa.

O comportamento, segundo o WhatsApp, fere as regras do aplicativo. O envio de mensagens com conteúdo eleitoral não é ilegal. Para isso, é necessário que os candidatos entregam os telefones e uma lista de apoiadores que voluntariamente os cederam seus dados. No entanto, há a suspeita de que as agências venderam bases de usuários de terceiros, segmentadas por região e perfil, de origem desconhecida —o que é ilegal.

“Estamos tomando medidas legais para impedir que empresas façam envio maciço de mensagens no WhatsApp e já banimos as contas associadas a estas empresas”, informou em nota o WhatsApp.

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