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Gleici leva “bronca” do Detran e aconselha: “Não sigam meu exemplo”

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Gleici Damasceno acabou levando uma “bronca” do Detran ao andar sem o cinto de segurança no carro, nesta sexta-feira (27), no Rio de Janeiro. Preocupada com incentivar um ato errado, a campeã do Big Brother Brasil 18 assumiu a infração considerada grave e respondeu o Departamento de Trânsito na rede social.

“O Dentran me deu uma bronca. Não sigam o meu exemplo pelo amor de Deus”, pediu a ex-BBB no microblog.

“Oi, fada. Damos bronca, mas é sempre pensando na segurança de todo passageiro, motorista, pedestre e ciclista do RJ. Ah, na terça começa o Maio Amarelo, mês de conscientização para chamar a atenção da sociedade para o alto índice de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo”, respondeu o órgão.

Gleici passou o dia visitando projetos sociais no Morro do Alemão, no Zona Norte carioca. A ex-sister conheceu uma escola de balé para meninas carentes, bibliotecas e circulou pelos becos da comunidade. Muito assediada, ela posou para centenas de fotos com os fãs.

Globo.com

 

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Coluna do Nelson

Eleições de 2018 deixam rastros de candidatos à prefeitura de Rio Branco

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No Acre é assim, mal acabou uma eleição e as especulações da próxima já estão na boca do povo. No caso, os nomes mais fortes para a disputa da prefeitura da Capital, em 2020, emergiram das urnas e estão sendo comentados nas rodas de políticas. A começar pela prefeita Socorro Neri (PSB) que se souber conduzir a sua gestão em 2019 será naturalmente uma candidata forte à reeleição. Por outro lado, o Coronel Ulysses (PSL) que aposta numa vitória do presidenciável Bolsonaro (PSL), no segundo turno, dias após a derrota ao Governo com 10% dos votos, já antecipou a sua candidatura. Mas no momento, o nome mais falado é o do ex-reitor da UFAC Minoru Kimpara (Rede) que, como candidato ao Senado, obteve uma votação espetacular na Capital. Ficou em terceiro lugar perdendo apenas para os eleitos Sérgio Petecão (PSD) e Márcio Bittar (MDB), e teve quase a mesma votação que o senador Jorge Viana (PT). Portanto, acumulou capital político para entrar na disputa majoritária pela prefeitura se desejar. Outro que também não pode ser descartado é o deputado federal reeleito Alan Rick (DEM). Ele teve a maior parte dos seus votos em Rio Branco mostrando onde é a sua principal base política eleitoral. Se desejar e souber jogar no primeiro ano do seu mandato se credencia para a eleição municipal. Resta saber se Alan trocaria um cargo de federal para as “agruras” de ser prefeito. Isso só o tempo dirá.

Sem mandato
O senador Jorge Viana ficará sem mandato a partir de fevereiro de 2019. Não sei se nessa altura da sua vida política teria interesse em se candidatar à prefeitura de Rio Branco onde começou a sua trajetória. Mas não consideraria um nome descartável.

O PT pode querer
Dependendo da postura nos próximos meses da prefeita Socorro Neri que herdou o cargo de Marcus Alexandre (PT), derrotado ao Governo, o PT pode tirar um nome da cartola e entrar na disputa. Mas no momento teria apenas o deputado estadual reeleito Daniel Zen (PT) com capital político. Quem sabe ainda uma tentativa de volta do ex-prefeito Raimundo Angelim (PT), deputado federal que não conseguiu a reeleição.

Velho sonho
Quem também pode entrar nessa “briga” é a deputada federal Perpétua Almeida (PC do B). Ela tomou uma “rasteira” dos “companheiros”, em 2012, quando seria o nome natural da FPA para disputar a sucessão de Raimundo Angelim. Conseguiu uma eleição surpreendente em 2018 e mostrou que tem votos.

De olho na ALEAC
O ex-prefeito Vagner Sales (MDB) tem conversado com os deputados estaduais eleitos do MDB para tentar unificar o discurso e garantir a presidência da ALEAC. Obviamente que o nome seria da sua esposa Antônia Sales (MDB) que é a mais experiente entre os novos medebistas do parlamento estadual.

Questão delicada
No entanto, Vagner tem uma questão a ser resolvida. Antônia seria o nome mais forte do seu grupo político para disputar a eleição à prefeitura de Cruzeiro do Sul, em 2020. Não acredito que vá tirar a filha, Jéssica Sales (MDB), reeleita deputada federal, do Congresso Nacional. Afinal é ela quem poderá garantir recursos para quem vencer a disputa. Se Jéssica sair quem entra é a suplente Antônia Lúcia (PR).

Especulações
Muita gente em Cruzeiro me falou que o atual prefeito de Porto Walter, Zezinho Barbari (MDB), poderá entrar na disputa por Cruzeiro do Sul, em 2020. Ele teria que renunciar o mandato no seu município, em 2019, para se tornar apto à disputa. Ele faz parte do grupo político do Vagner, mas parece-me uma equação complexa.

Sena em foco
Mazinho Serafim (MDB) tem feito uma gestão bem avaliada em Sena Madureira e deve ser candidato à reeleição. Recentemente elegeu a sua esposa Meire Serafim (MDB) a deputada estadual mais votada do Acre. Poderá chegar imbatível em 2020 se souber jogar.

Terra do abacaxi
Em Tarauacá, me parece que a primeira candidata a governadora da história do Acre, Janaína Furtado (Rede), começou o seu caminho à prefeitura. Se tornou conhecida através do bom papel que desempenhou nas eleições de 2018. Como as mulheres estão em alta na política acreana teria chances reais.

Mulher “ligeira”
Fernanda Hassem (PT), prefeita de Brasiléia, também faz uma gestão bem avaliada. Tem mostrado que é “ligeira” na política. Não coloca questões ideológicas a frente das necessidades de recursos do município. Se continuar jogando bem chegará muito forte para a reeleição, sem encontrar forte resistência em alguns setores na oposição.

Fogo cruzado
Por outro lado, André Maia (PSD), prefeito de Senador Guiomard, parece ter deixado insatisfeito os dois lados da política acreana. O senador Petecão, reeleito com uma chuva de votos, nem quer ouvir falar no prefeito que ajudou a eleger. Voltar para os braços dos “companheiros” pode também não ser uma opção. André ficou em cima do muro e pode pagar um preço alto caso seja candidato à reeleição.

O dono da bola
Se o governador eleito Gladson Cameli (Progressistas) fizer uma gestão bem avaliada nos primeiros 15 meses de mandato será o eleitor mais poderoso na disputa municipal de 2020. Quem ele colocar a mão em cima estará em vantagem. Mas sempre lembrando que os pleitos municipais envolvem questões regionais delicadas. Nem sempre a visão estadual prevalece sobre a local. Tanto que em Cruzeiro do Sul, o PT que ficou 20 anos no poder, nunca conseguiu eleger um prefeito no município. Mas ainda é cedo para qualquer prognóstico nos 22 municípios acreanos. No entanto, podem apostar que terminado o segundo turno das eleições presidenciais as especulações sobre quem tem ou não chance de ser prefeito em 2020 aumentarão. Afinal, no Acre, política é assunto popular.

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Acre 01

Gladson reafirma apoio a Bolsonaro e fala em compromisso com valores da família

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Em reunião em seu escritório de trabalho nesta sexta-feira, 12, em Rio Branco, com pastores integrantes da diretoria da Associação dos Ministros Evangélicos do Acre (Ameacre), o governador eleito Gladson Cameli reafirmou seu compromisso com pautas relacionadas à família e confirmou seu apoio ao candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL).

Na conversa que manteve com os líderes eclesiásticos, Cameli disse que terá uma reunião na próxima semana com Bolsonaro para tratar sobre um plano de segurança para as fronteiras do Acre e o combate à violência nos 22 municípios do Estado.

“Em reunião com a Associação dos Ministros Evangélicos do Acre (Ameacre) conversamos sobre o apoio ao presidenciável Jair Bolsonaro. Durante nossa conversa, falamos que os princípios da democracia e dos valores da família precisam sempre ser prioridade em um governo. Na próxima semana irei me encontrar com Jair Messias Bolsonaro para falar das fronteiras do nosso Acre e a situação da segurança pública de nosso estado. Precisamos de soluções para combater a criminalidade”, afirmou o progressista.

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Cotidiano

Receita Federal nega entrada de time de futebol do Peru que faria amistoso no Acre

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A delegação da seleção master de Puerto Maldonado (distante 250 km da fronteira com o Brasil), foi barrada pela Receita Federal no posto de fiscalização em Assis Brasil, na fronteira com o Peru e a Bolívia, na manhã deste sábado (13).

A entrada de duas vans que transportavam a equipe que faria um amistoso neste sábado (13), na cidade de Bujari, interior do Acre foi impedida, segundo Mário Torres, organizador do encontro, porque os veículos estavam registrados em nome de uma empresa peruana, e para circular no território brasileiro, deveriam está no nome de algum dos integrantes da delegação.

“Faltou sensibilidade ao pessoal da Receita Federal. A cidade estava toda mobilizada, fizemos um grande investimento para receber nossos vizinhos e a entrada deles no Brasil foi proibida. Ainda tentamos fretar um ônibus em Assis Brasil, mas não conseguimos essa logística”, explicou Mário Torres, afirmando que o cancelamento do amistoso gerou um prejuízo de mais de R$ 4 mil reais.

Os peruanos iriam jogar com a seleção master de Bujari na tarde deste sábado no estádio Categão, e depois, os anfitriões ofereceriam um jantar para os visitantes.

Torres disse ainda que a proibição da entrada dos estrangeiros vai inviabilizar o jogo de volta, que estava agendado para acontecer ainda esse ano.

A reportagem tentou contato com o posto de Receita Federal em Assis Brasil, mas ninguém atendeu aos seguidos telefonemas.

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