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Serttel vai ter que pagar tratamento de agente agredida na Zona Azul de RB

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Uma funcionária da empresa Serttel, responsável pela Zona Azul, em Rio Branco, vai ser indenizada pela empresa e terá o tratamento médico e psiquiátrico custeado pela empresa. Ela foi agredida por um motorista enquanto trabalhava e adquiriu uma espécie de transtorno pós-traumático.

A decisão, obtida com exclusividade pelo ac24horas, foi assinada pelo juiz Edson Júnior, do Tribunal Regional do Trabalho. A Settel, caso descumpra a decisão poderá pagar até R$ 1 mil de multa, por cada dia de descumprimento da ordem judicial. Além disso, o juiz determinou que a mulher tenha a função alterada pelos próximos 90 dias.

O advogado André Marques, que representa a funcionária, informou ao Juízo que a mulher teve de voltar aos trabalhos após os 30 dias de auxilio doença, visto que poderia acabar demitida por justa causa, mas que, mesmo assim, ela não estava apta para trabalhar nas ruas de Rio Branco novamente.

“A reclamante teve de retornar às suas atividades, sob pena de ter caracterizado o abandono de emprego, e interrompeu o tratamento psiquiátrico, além de não ter iniciado o tratamento psicológico, por não ter condições financeiras para o custeio, e a rede pública não possuir tais profissionais para atender à reclamante”, destacou.

Ainda de acordo com Marques, ao solicitar o deferimento do pedido da funcionária, a trabalhadora “passou a reviver a agressão sob a forma de flashbacks, pesadelos angustiantes recorrentes relacionados ao acontecimento e lembranças intrusivas e recorrentes em relação ao acontecimento, incluindo imagens, pensamentos ou percepções”, concluiu.

“Já em relação ao perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo, se entende pelo perigo de que a demora na solução da questão possa acarretar dano ou risco ao possível direito pedido. Verifica-se fumus boni iuris pela alegação de forte perturbação psicológica em razão do ataque sofrido, tendo sido, inclusive, afastada de suas atividades laborais”, assinalou o magistrado.

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Cidades

Sindicato dos Soldados da Borracha marca presença em Boca do Acre

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Atendendo o clamor de dezenas de famílias de antigos seringueiros, que há anos esperavam uma reunião da categoria, a diretoria do Sindicato dos Soldados da Borracha e Seringueiros dos Estados do Amazonas, Pará, Acre e Rondônia , realizou uma grande reunião na cidade de Boca do Acre, Sul do Amazonas. Entre os dias 12 e 17 de janeiro, um grande público se fez presente nas dependências da Associação dos Idosos, localizada no Bairro Macaxeiral no município de Boca do Acre. Diversas famílias vinda de regiões distantes dos vales úmidos de Pauini, São Paulo, Alto Purus e de áreas adjacentes do município chegavam em busca de informações e atendimento.

Soldados da borracha, viúvas, filhos, filhas, netos e outros familiares faziam o vai e vem das pessoas que percorreram o grande salão da Associação de Idosos da cidade. Nesse ínterim, uma grande reunião fora realizada, e entre outros pontos, foi discutido assuntos sobre a Ação de Indenização da categoria que tramita na Justiça Federal, ação esta de autoria do Sindicato dos Soldados da Borracha, que prevê reparos pelas graves Violações dos Direitos Humanos cometidas aos seringueiros na época da 2ª Guerra Mundial.

Do mesmo modo, foi discutido o amparo à categoria, no que tange ao direito à pensões que vem sendo negado pelo INSS à viúvas de soldados da borracha. Além de tudo, foi abordado pelos representantes do sindicato o ponto dos Projetos de Lei que estão no Congresso Nacional, que tratam sobre o 13º Salário(Projeto de Lei nº 646/2011)) e à assistência médica e hospitalar aos soldados da borracha e viúvas nas redes dos Hospitais Militares (Projeto de Lei nº 1997/2011), pautas que ainda precisam serem aprovadas em Brasília. Por 05 (cinco) dias os representantes do Sindicato dos Soldados da Borracha estiveram ouvindo a categoria, debruçados em orientar e acolher as reivindicações de familiares, de tal forma, tirando dúvidas quanto aos direitos dos familiares daqueles que no século passado atuaram no “Esforço de Guerra” extraindo borracha para enviar aos Estados Unidos.

Para muitos familiares de soldados da borracha, além do reconhecimento econômico, a dificuldade maior está em torno da negligência e negativa por parte do INSS da cidade de Boca do Acre, que persistentemente vem negando o direito básico à informação, no que se refere ao extrato de benefício e CNIS (Cadastro Nacional de Informação Social) aos filhos de soldados da borracha.

Portanto, no atendimento realizado pelo sindicato aos filiados, foi constatado uma série de problemas que afligem a categoria, dentre eles, pessoas carentes financeiramente que apresentam deficiências físicas , que há anos buscam benefícios, também, a falta de peritos na agência do INSS, o descaso do órgão com relação as pessoas mais humildes, concomitantemente, também, segundo informações de alguns filiados da cidade de Boca do Acre, advogados vêm cobrando por informações de extratos de benefícios da agência do INSS ,fato que já está sendo levado ao Ministério Publico e a OAB do Amazonas para apuração dos fatos. As últimas notícias, dão conta que o sindicato dos soldados da borracha vem realizando um abaixo assinado em diversas localidades da Região Norte, e sabendo da condição de abandono e esquecimento da classe por parte do poder público, a entidade vem assumindo o compromisso de levar as principais reivindicações da categoria ao Planalto Central, que são: O 13º Salário, Aumento Salarial, Ação de Indenização da categoria e atendimento médico nos Hospitais Militares .

No ano de 2015, no período do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em desacordo com as principais reivindicações da classe, foi pago uma “ Indenização” de R$ 25 mil reais à categoria. Tal valor se dividido pelos 73 (setenta e três) anos em que os soldados da borracha esperam serem reconhecidos, chega-se a uma quantia irrisória de R$ 0,95 (noventa e cinco) centavos ao dia. Não obstante, esse “valor Indenizatório” é assombrosamente menor, aviltante, pois, nem de longe se compara a um dia de trabalho de um seringueiro que extraía borracha na década de 40 do século passado, com a correção atual.

Os seringueiros que se tornaram escravos de seu próprio trabalho à época, valiam muito mais para os “Coronéis da Borracha”, do que, para o estado brasileiro.

Fonte: Assessoria do SINDISBOS/APAR

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Cidades

PRF apreende bebidas, alimentos e recupera celular com localizador via satélite

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A Polícia Rodoviária Federal intensificou o efetivo nas BR-364 e BR-317, entre os dias 18 e 21 de janeiro, no âmbito da Operação São Sebastião, e conseguiu apreender 4 toneladas de alimentos de origem estrangeira sendo transportando em caminhão onde estavam um brasileiro e uma boliviana. Os alimentos não tinham documento de procedência.

Apreensão de bebidas e outras ocorrências foram registradas no período: no dia 18, uma equipe da PRF foi atender uma jovem que teve seu celular roubado em Rio Branco. Segundo a ocorrência, dois homens estavam armados com revólver e abordaram a mulher em uma motocicleta sem placa anotada. Os policiais realizaram rondas mas não conseguiram localizar os indivíduos. Porém, através de um sistema de localização por satélite, o telefone da vítima foi encontrado em uma área de mata, distante 4 quilômetros do local do roubo. Após comprovação da propriedade, o aparelho foi restituído à jovem que agradeceu aos policiais.

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No sábado (20), na BR-317, km 237, em Xapuri (AC), por volta das 17h30min, os PRF’s abordaram um táxi que vinha da fronteira. Dentro do porta-malas do veículo, foram encontrados mais de vinte garrafas de bebidas alcoólicas de origem estrangeira, totalizando 20,5 litros. Diante do excesso e da não-apresentação de documento da mercadoria, ficou caracterizado o crime de descaminho e a ocorrência foi encaminhada para a RFB, em Rio Branco, para os procedimentos pertinentes.

O nome da operação se deve aos festejos de São Sebastião, em Xapuri.

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Cidades

Após morte de jovens, casas são incendiadas na Vila do Incra, em Porto Acre; polícia investiga

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Três casas foram incendiadas na noite de sábado, dia 19, após a morte dos jovens Wemerson de Araújo, de 18 anos, e Wenderson Soares, de 17 anos, ocorridas na Vila do Incra, em Porto Acre. A polícia acredita que os incêndios podem ser criminosos, e por vingança.

Segundo o major Felipe Russo, da Polícia Militar do Acre, durante entrevista a imprensa local, familiares das vítimas mortas teriam posto fogo nas casas. Ninguém foi preso, e não há feridos pelas chamas. Os dois jovens foram mortos durante um velório na madrugada de sábado, dia 18.

“As três casas são de pessoas de uma mesma família. Ontem mesmo estive lá na cidade para identificar quantas casas tinham sido atingidas e para evitar novos ataques. A gente constatou que foi vingança, mas ainda não conseguimos identificar os autores desses incêndios, está sob investigação da Polícia Civil”, informou o major.

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