Conecte-se agora

Jovens lideranças políticas lançam o RenovaBR no Estado do Acre

Publicado

em

Com a crise moral e ética da classe política brasileira, dominada pelos velhos caciques e suas oligarquias, o RenovaBR, iniciativa apartidária financiada por empresários, investe na capacitação de jovens lideranças políticas em todo o Brasil. No Acre, a apresentação do RenovaBR ocorrerá às 18h30 desta quarta-feira (25) no auditório da Assembleia Legislativa.

No Estado o projeto vem sendo liderado por Calor Gomes, porta-voz da Rede Sustentabilidade. Entre os idealizadores do RenovaBR está o apresentador Luciano Huck, que até o começo do ano se apresentava como potencial candidato à Presidência da República.

Segundo Carlos Gomes, o RenovaBR tem como objetivo focar muito mais nos atributos éticos destas lideranças, do que em seus conceitos ideológicos. O grupo reúne pessoas filiadas ao PCdoB de Manoela D’Ávila ao PSL de Jair Bolsonaro.

Para participar do programa, os jovens passam por um processo de seleção que avalia, entre outros critérios, a sua formação ética e atributos de compromisso com o público.

O objetivo é fazer com que essas lideranças se apresentem como alternativas nas eleições, em substituição aos velhos nomes que vencem muito mais graças a força do dinheiro do que pela conquista do eleitor a partir de ideias e propostas.

Propaganda

Cotidiano

Assaltante é preso após tentar obrigar mulher a fazer sexo oral durante roubo

Publicado

em

Daniel Lima da Silva, de 20 anos, foi preso na manhã desta segunda-feira (13), acusado pelo crime de estupro consumado após praticar um assalto e tentar obrigar a vítima a praticar sexo oral sob a ameaça de uma arma branca.

A prisão foi feita pela Polícia Militar pouco tempo depois do crime e além de ser reconhecido pela vítima também foi reconhecido por outra mulher no momento da prisão. Com ele foi encontrado a arma usada para o assalto e o celular da vítima de 48 anos.

“Nós o enquadramos pelo crime de assalto e ainda por estupro consumado já que ele chegou a passar a mão na vítima obrigando-a a praticar sexo oral sobre a ameaça de uma arma branca. A vítima disse que resistiu e quando ele viu a aproximação de uma viatura fugiu em uma bicicleta, mas foi preso pela PM”, disse o delegado Thiago Fernandes.

O fato teria acontecido por volta das 5h quando a vítima saia de casa no bairro Vitória e caminhava rumo a uma parada de ônibus. Ele a abordou pedindo o aparelho celular e com uma faca tentou obrigá-la a praticar sexo oral, além de passar a mão suas partes íntimas.

Continuar lendo

Cotidiano

Ex-secretário é condenado por fornecer informações falsas ao MPAC

Publicado

em

Membros da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) mantiveram a condenação do ex-secretário municipal de Administração de Epitaciolândia, Antônio Maricil Ribeiro de Souza , em função de ele ter prestado informações falsas para o Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). O caso consta no Processo n°0800076-87.2014.8.01.0004.

O ex-gestor deverá pagar pecúnia no valor de R$ 1.874,00, além de prestar serviços à comunidade por uma hora, pelo período de um ano e dois meses, conforme estabeleceu a sentença do Juízo da Vara Única da Comarca de Epitaciolândia, em dezembro de 2017.

Conforme os autos, quando o MPAC, que estava investigando contratações irregulares na prefeitura do município, solicitou informações, o apelante respondeu que “não havia nos quadros da Administração Pública do Município pessoas contratadas por intermédio do processo simplificado, bem assim que não havia no quadro da Administração Pública pessoas contratadas, como prestadoras de serviço para as vagas constantes do edital do concurso”. Depois foi comprovado o contrário.

Apelo e decisão

O ex-secretário entrou com recurso, alegando que não teve dolo em sua conduta e pediu sua absolvição. Mas, a apelação foi negada no âmbito do 2º Grau da Justiça Acreana. Todos os desembargadores que participaram do julgamento, Samoel Evangelista (relator), Pedro Ranzi e Elcio Mendes, negaram provimento à apelação.

O relator do recurso, desembargador Samoel Evangelista, enfatizou em seu voto que “a prova oral constante nos autos não deixa dúvida de que o apelante emitiu documento com declarações falsas, com o fim de alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante, caracterizando assim o dolo na sua conduta, devendo ser mantida a sua condenação pela prática do crime previsto no artigo 299, parágrafo único, do Código Penal”.

Continuar lendo

Cotidiano

Justiça nega pedido de vizinho para demolir residência de idosa

Publicado

em

O Juízo da Vara de Execução Fiscal da Comarca de Rio Branco negou o pedido de um vizinho, feito no Processo n°0706170- 18.2015.8.01.0001, que visava ordem judicial para demolir residência irregular de uma idosa e, alternativamente, solicitava passagem forçada.

A juíza de Direito Mirla Regina, titular da unidade judiciária, avaliou que já existe passagem para o terreno do reclamante por outro terreno, e a demolição da casa traria impacto na vida da requerida.

“Considerando já existir servidão de passagem para o imóvel do autor, atentando ademais para o impacto social negativo decorrente da demolição de residência de pessoa idosa que já está no local há mais de vinte anos, vulnerando-a em seus direitos mais básicos, a título de uma moradia minimamente digna, julgo improcedente o pedido de demolição”, disse a magistrada na sentença, publicada na edição n°6.167 do Diário da Justiça Eletrônico.

Pedido

O autor do Processo entrou com ação contra a vizinha e seu filho, além do ente municipal, alegando existir ordem judicial que autorizava a demolição do imóvel construído irregularmente e que bloqueava o acesso dele ao seu terreno, localizado no Bairro Estação Experimental, na Capital.

Contudo, conforme é relatado pela juíza de Direito na sentença, a determinação que havia acolhido os pedidos dele, foi anulada. Então, o reclamante entrou com pedido para demolição da residência irregular e, caso não fosse atendido, almeja a autorização de passagem forçada e indenização pela desvalorização de seu imóvel.

Sentença

Ao decidir, a magistrada registrou que ambos, tanto o autor quanto a requerida, são idosos e devem ter “resguardadas as suas necessidades básicas, incluindo-se o direito à moradia”. Mas, a juíza observou que “a demolição pleiteada, a par de resolver um problema, criará outro, pois vulnerará os já precários direitos da ré”.

Portanto, o caso foi analisado a partir do impacto que causaria. “O Poder Judiciário deve ter a sensibilidade de analisar a situação dos moradores que serão desalojados em virtude de decisões judiciais. Logo, a questão se mostra complexa, não havendo como se considerar que a simples demolição do imóvel da ré possa resolver definitivamente o litígio, pois, como dito, ao deixar desabrigada pessoa vulnerável, criará outro problema social”, anotou Regina.

Por fim, a juíza de Direito negou os pedidos autorais, ponderando que “resulta inviável o acolhimento das pretensões autorais, inclusive aquela de indenização por danos materiais decorrentes da desvalorização do imóvel encravado, tendo em vista que o autor já o adquiriu nessa situação, como se verifica em seu depoimento pessoal”.

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2017 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.