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Jéssica foi uma das parceiras na criação do Conselho dos Técnicos Industriais e Agrícolas

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A deputada federal Jéssica Sales (MDB) foi reconhecida pelas categorias dos técnicos industriais e de técnicos agrícolas como uma das grandes parceiras e articuladoras da aprovação da Lei 13.639/2018 que cria o Conselho Federal dos Técnicos Industriais e Agrícolas do Acre e os respectivos conselhos regionais de todo o Brasil. Desde que assumiu o mandato a parlamentar acreana esteve envolvida com a demanda apresentada por José Paulo dos Santos, Presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas do Estado do Acre.

Jéssica Sales destaca que juntamente com as lideranças profissionais, deputados federais e senadores, ela esteve presente em momentos importantes que marcaram a fase de encaminhamentos e apoio à tramitação do Projeto de Lei na Câmara dos Deputados e no Senado da República. “Há tempos que estes profissionais do campo, responsáveis pela orientação da produção agrícola, sobretudo da agricultura familiar, vinham reivindicando este Conselho próprio. É uma conquista mais que merecida desses profissionais”, diz a deputada.

A emedebista informa que a comemoração da categoria acontece nesta terça-feira (24), em Brasília, na sede da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). No local acontece o VI Encontro Nacional de Lideranças dos Técnicos Agrícolas. “Uma luta de 30 anos, que finalmente se concretiza. Os profissionais foram persistentes, superaram os desafios e alcançaram o êxito. Uma profissão tão ativa e grande apoiadora das ações dos nossos pequenos produtores, jamais poderia deixar de ter o reconhecimento de mérito”, afirma Jéssica Sales.

Quando as profissões de técnico industrial e de técnico agrícola foram regulamentadas em 1968, ficou estabelecido que os profissionais só poderiam exercer as atividades depois do registro em conselho profissional. O Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) passou então a fazer esse registro e normatizar a atuação dessas duas categorias. Com a aprovação do projeto convertido em Lei 13.639/2018, eles deixarão de fazer parte desse sistema e formam um conselho só para técnicos, à parte dos engenheiros e agrônomos.

 

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Acre

Farmacêutica de Brasileia recebe homenagem do CRF do Acre

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A farmacêutica Tacília Matos, servidora da farmácia municipal de Brasileia, recebeu no ultimo sábado (19), em Rio Branco, uma homenagem do Conselho Regional de Farmácia do Acre (CRF/AC) pela prestação de serviço em prol da comunidade.

Tacília Matos é coordenadora da Assistência Farmacêutica de Brasiléia, formada pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC), elaborou um projeto que insere medicamentos fitoterápicos na listagem oficial de medicamentos da prefeitura de Brasiléia e encaminhou para o Ministério da Saúde (MS), onde foi aprovado, oferecendo uma nova possibilidade de tratamento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Acre tem atualmente 464 farmacêuticos atuando em todo o Estado e em várias áreas, em farmácias, unidades de saúde, hospitais, no ensino, na pesquisa.

A coordenadora farmacêutica, Tacília Matos, falou a respeito do trabalho que realiza e a importância profissional do reconhecimento recebido. “Estou muito feliz e honrada em receber essa Comenda ao Mérito Farmacêutico do CRF/AC, pois quando trabalhamos com que gostamos e recebemos o apoio da gestão do setor público, a jornada fica muito mais leve e a população é a mais beneficiada com o trabalho. Nós estamos garantindo uma alternativa de tratamento que faz muito sucesso e que tem apoio dos médicos, que receitam os fitoterápicos, alguns substituem em até 90% os medicamentos alopáticos pra mesma indicação, trazendo menos efeitos colaterais e a satisfação dos pacientes com bons resultados”, finalizou Tacília Ferraz de Matos.

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Acre

“Estrelão” vai virar unidade do Samu Aéreo, avisa Sesacre

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O secretário de saúde do Acre, Alysson Bestene, confirmou nesta segunda-feira, dia 21, que o helicóptero Hárpia 1, o Estrelão, vai se tornar uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), já a partir de março. A aeronave deve circular por todos os municípios do Acre.

“O helicóptero vai trabalhar em parceria com o Samu para fazer ações de urgência e salvar vidas em todo o Estado. A ideia é que ele chegue nas comunidades mais distantes da nossa capital”, destaca Bestene.

As operações, segundo o secretário, irão reduzir os custos com fretamento aéreo para situações emergências de atendimento a população acreana, que até então, gerava altos custos no orçamento da saúde estatal.

Auxílio para o TFD

Outra medida adotada pela Sesacre é relacionada ao transporte terrestre de pacientes em tratamento de câncer para o município de Rondônia, Porto Velho. De acordo com Bestene a parceria com o Corpo de Bombeiros, que fazia esses deslocamentos, será retomada ainda este ano.

”Assim que o orçamento abrir, reativaremos essa parceria para que o ônibus com os profissionais do Corpo de Bombeiros, possa fazer esse transporte das pessoas que precisam fazer tratamento fora de domicílio”, ressalta.

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Acre

Governo Bolsonaro aumenta valor do auxílio-reclusão: R$ 1.364,43

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Uma portaria assinada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e publicada no Diário Oficial da União na 2ª semana de janeiro oficializa o aumento no valor máximo pago no auxílio-reclusão. Com isso, as cerca de 569 presos (dados de dezembro de 2017) que recebem o benefício no Acre passarão a receber R$ 1.364,43 por mês, um aumento de R$ 45,25 em relação ao valor pago em 2017. O aumento também será repassado a quem recebe o salário família. Quando em campanha pelo Acre, o presidente Jair Bolsonaro chegou a dizer que ia acabar com as mordomias dos presos e mudar a política do auxílio-reclusão.

O auxílio reclusão é pago aos dependentes de presos que cobriu com a Previdência enquanto estavam trabalhando. Ele é válido para presos em regimes semiaberto e fechado. O benefício é válido por um tempo que varia de acordo com a idade dos dependentes quando a pessoa é presa, podendo ser até vitalício, no caso de um dependente de mais de 44 anos.

O salário família é pago aos cidadãos, sejam eles empregados ou trabalhadores por conta própria, que possuem filhos. Ele varia de acordo com a idade dos descendentes e vai até os 14 anos de idade, com exceção do caso de pessoa inválidas.

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